IV ESTAÇÃO – Encontro de Jesus com sua Mãe

V/. Nós Vos adoramos, ó Cristo, e Vos bendizemos.

R/. Porque pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo.

Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: “Eis que este Menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma (Lc 2, 34-35).

Ó vós todos, que passais pelo caminho: olhai e julgai se existe dor igual à dor que me atormenta (Lm 1, 12).

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“Sua mãe guardava todas estas coisas no seu co­ra­ção” (Lc 2, 51). Devia Ela lembrar-se com exatidão das palavras do Arcanjo São Gabriel durante a Anunciação: “Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai David; reinará eternamente na casa de Jacob, e o seu reino não terá fim” (Lc 1, 32-33).

Mas como será esse trono e esse reino, deveria pen­sar Ela, se meu Filho é uma só chaga da cabeça aos pés, sem forças sob o peso da cruz?

Maria, por sua sabedoria, conhecia profundamente a imensa gravidade do pecado. Mas seria neces­sá­rio levar as coisas a esse ponto? Quem poderia imaginar cena mais trágica? Uma espada de dor penetrou em sua alma puríssima e ali depositou um sofrimento lancinante.

Ó Virgem Dolorosa, perdão! Perdão pela grande culpa que tenho neste passo da Paixão. Agradeço-Vos por Vos terdes associado aos tormentos de Vosso Divino Filho para me redimir. Ó celeste Co-redentora, invoco essa sagrada troca de olhares entre Mãe e Fi­lho, em circunstâncias tão dramáticas, para implorar perdão.

Pai Nosso, Ave Maria, Gloria

V/. Sagrado Coração de Jesus, vítima dos pecadores.

R/. Tende piedade de nós.

V/. Pela misericórdia de Deus descansem em paz as almas dos fiéis defuntos.

R/. Amém.

Portal Terra de Santa Cruz

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