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Diocese da Campanha ganha dois novos presbíteros para o serviço de Deus e seu povo – Ordenação de Wendel Rezende e Rafael Soares

Cerca de 750 pessoas estiveram presentes na Ordenação Presbiteral dos Diáconos Wendel de Oliveira Rezende e Rafael dos Reis Soares

A celebração aconteceu no dia 19 de agosto, (Sábado) na Catedral de Santo Antônio em Campanha/MG. Caravanas de diversas paróquias foram recepcionadas com orientação para estacionamento de ônibus entre outros veículos, acolhida e um café preparado pelas lideranças da paróquia Santo Antônio da Campanha.

Presidiu a Santa Eucaristia a sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha, concelebrou a santa missa, sua Excelência Reverendíssima Dom Diamantino Prata de Carvalho, bispo emérito da diocese da Campanha, o Vigário Geral Diocesano Reverendíssimo Monsenhor Cônego José Douglas Baroni, o Pároco e Cura da Catedral Diocesana Cônego Luzair Coelho de Abreu, os Reverendíssimos Padres Ednaldo Barbosa, Alexandre Costa Solaira, Carlos Ribeiro Natali, Excelentíssimos Senhores Padres Reitores das três casas de formação propedêutica, filosófica e teológica Edson Pereira Oliveira, Sérgio Monteiro e demais presbíteros da diocese da campanha.

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Estiveram presentes também os sacerdotes da arquidiocese de Pouso Alegre, leigos e religiosos da Diocese de Bragança do Pará onde os caríssimos diáconos realizaram trabalhos pastorais; os vocacionados da diocese da Campanha que estavam participando do encontro no Centro Pastoral de Três Corações também participaram da Ordenação que, para alguns foi à primeira vez que estiveram em uma celebração tão rica em seus ritos litúrgicos e muito esperada pelos referidos diáconos.

As famílias dos neo sacerdotes, participaram da celebração juntamente com os padrinhos e madrinhas de cada eleito. O canto litúrgico ficou a cargo do Coral da Paróquia São Gonçalo do Amarante – São Gonçalo do Sapucaí/MG que abrilhantou toda celebração com lindas e belas canções.

Durante a homilia, Dom Pedro reforçou a alegria da diocese em receber novos sacerdotes e pediu que a humildade prevalecesse nos trabalhos que cada um irá exercer em suas respectivas paróquias, ainda ressalta a importância de serem companheiros de Cristo, que nada mais é empreender um percurso de vida que não nos dá nenhuma garantia, mas que se abre ao Mistério de Deus que chama. Dom Pedro encerrou sua homilia dizendo aos eleitos: “Caríssimos diáconos Wendel e Rafael, peço-lhes que nos dias difíceis e sombrios da missão sacerdotal não deixem de se voltar para a Virgem mãe de Deus e nossa Mãe. Não poderia deixar de dar esta recomendação no importante Ano anto Mariano que estamos vivendo.”.

A celebração

O rito da missa seguiu-se normalmente, após a homilia foi realizado o rito da ordenação sacerdotal. Em um gesto de humildade, os dois eleitos se deitaram no chão, demonstrando que estão dispostos ao despojamento e à humildade. Em seguida foi o momento de ungir as mãos dos novos padres. O óleo da crisma simbolizou a unção do Espírito Santo, permitindo-lhes, a partir daquele momento, exercer as funções exclusivas dos sacerdotes.

Após o rito, os novos sacerdotes receberam a bênção e os cumprimentos de todos os padres presentes. Conheça e saiba mais sobre o RITO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL AQUI

Para seu sacerdócio, Rafael dos Reis Soares escolheu como lema a passagem bíblica: “Sem Ti, Senhor, nada poderei fazer” (Jo 15,15);

Padre Wendel de Oliveira Rezende, optou por escolher a frase de São Tomás de Aquino: “Nada mais que Tu, Senhor” como lema sacerdotal.

Primeiros passos

Os primeiros passos dados pelos padres recém – ordenados serão dados em caminhos já conhecidos. Eles exercerão os primeiros momentos do sacerdócio nas paróquias em que já trabalhavam na função de diáconos.

Padre Wendel permanecerá na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Monsenhor Paulo/MG e Reitor do Seminário Propedêutico São Pio X. O sacerdote Rafael, será vigário paroquial na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Careaçu/MG.

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Mensagem Final Portal Terra de Santa Cruz

Aos queridos amigos ordenados sacerdotes neste dia, deixamos nosso abraço e felicitações de um ministério sacerdotal feliz e de grandes realizações, que sejam verdadeiros pastores, zelosos, humildes e que cuidem bem de suas ovelhas. Que seja sinal de Cristo por onde passar.

Deus abençoe os dois novos Padres da Diocese da Campanha.

Texto: Por Bruno Henrique Santos/ Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

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Mês Vocacional destaca exemplo da Virgem Maria e necessidade de vocações

“A messe é grande mas os operários são poucos”, afirma Dom Jaime Spengler

Todos os anos, durante o mês de agosto, a Igreja no Brasil convida os fiéis a refletirem sobre as vocações, em diferentes aspectos. Em 2017, o chamado “mês vocacional” irá focar no exemplo de Nossa Senhora.

Com o tema “A exemplo de Maria, discípulos missionários” e o lema “Eis-me aqui, faça-se”, a CNBB busca motivar a oração pelas vocações nas comunidades, paróquias e dioceses, além de conscientizar adolescentes e jovens ao chamado de servir a Igreja.

De acordo com o presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados da CNBB e arcebispo de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler, a escolha da temática se deu por ‘Nossa Senhora ser exemplo de mulher de oração’.

“A oração é também o pedido que Nosso Senhor faz aos discípulos quando vê o tamanho da messe sem o número suficiente de pastores, a messe é grande mas os operários são poucos”, explica.

Para ele, a intenção deste ano é justamente alertar para o número de vocações sacerdotais e religiosas no Brasil. “É pedir ao Senhor da messe que envie operários. A oração é o meio privilegiado para suplicar, pedir ao Senhor que envie esses operários que a Igreja tanto precisa. O nosso povo sedento de Deus, sedento de transcendência, sedento do Evangelho necessita de pastores, de pessoas capazes de anunciar essa palavra como fez Maria, isto seja no Ministério Ordenado, seja através da Vida Consagrada, seja através do anuncio catequético, nas diversas atividades do cotidiano e também no mundo leigo”, destacou.

O mês vocacional é também celebrado no contexto do Ano Nacional Mariano, proclamado pela CNBB, por ocasião dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, no Rio Paraíba do Sul. Por isso, a escolha da temática dedicada a Nossa Senhora também se fez presente.

“A Igreja no Brasil realmente deseja neste mês de agosto de 2017 promover um grande mutirão e dentro das comemorações dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida realmente suplicar ao céu que não falte operários para a vinha. Esperamos que muitos jovens do sexo feminino, do sexo masculino possam responder como fez Maria: Eis-me aqui, faça-se segundo a tua palavra”, finalizou.

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Material de apoio

Para ajudar nas reflexões do mês vocacional, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a presidência nacional da Pastoral Vocacional/SAV todo ano propõe subsídio, editado pela Edições CNBB. Dessa vez, o material oferece um tríduo de oração pelas vocações.

Segundo o coordenador nacional da Pastoral Vocacional, padre Elias Silva, a proposta é oferecer celebrações vocacionais em torno da Palavra, momentos onde a comunidade possa se alimentar da Palavra rezando pelas vocações. “É uma forma de rezar pelas vocações e com todos os vocacionais seja pela vida religiosa, consagrada e todas as outras formas”.

Dom Jaime explica que com o subsídio, a Pastoral Vocacional do Brasil deseja promover a partir da Sagrada Escritura uma abordagem particular em torno da temática das vocações.

“Nós acreditamos que a Leitura Orante da Palavra é capaz de iluminar as buscas de todo ser humano e é a partir da Sagrada Escritura que nós podemos melhor compreender o que significa fazer a vontade de Deus, então foi preparado um pequeno subsídio para favorecer essa reflexão e essa oração também nas nossas comunidades, tendo sempre como pano de fundo a Sagrada Escritura, porque é a partir da Palavra que nós encontramos orientações seguras para as iniciativas da comunidade de fé”, destacou.

O material já está à venda no site da ‘Edições CNBB’.

Ao todo, o subsídio contém três sugestões de encontros com os temas:

1º) “A Vocação Nasce na Igreja”
2º) “A Vocação Cresce na Igreja”
3º) “A Vocação é Cultivada na Igreja”.

O material traz, ainda, roteiro oracional, cantos e reflexões do papa Francisco sobre as vocações e indica, também, três roteiros para auxiliar nas missas dominicais do Mês Vocacional:

7 de agosto – vocação ministério ordenado: diáconos, padres e bispos;
14 de agosto – vocação matrimonial;
21 de agosto – vocação à vida consagrada;
28 de agosto – vocação dos leigos.

O presidente nacional da Pastoral Vocacional, padre Elias Aparecido da Silva, ressalta que a data é um importante momento para a promoção vocacional nas comunidades.

“Precisamos aproveitar nossas assembleias reunidas, grupos já formados, momentos de oração comunitária e até mesmo os atos devocionais para insistentemente propor que todos rezem pelas vocações, para que o Senhor da messe envie santas e numerosas vocações, e ainda provocar nossos adolescentes e jovens para que respondam com generosidade ao chamamento de Deus”, sugere o sacerdote.

Portal Terra de Santa Cruz

 

Agosto, mês dedicado as vocações

Neste mês a Igreja celebra as vocações: sacerdotal, diaconal, religiosa, familiar e leiga. É um mês voltado para a reflexão e a oração pelas vocações e os ministérios, de forma a pedir a Deus sacerdotes que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade no seio da Igreja.

Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi …”  (Jo 15,16)

Instituído na 19ª Assembléia Geral da CNBB em 1981, o Mês Vocacional tem como objetivos conscientizar as comunidades da responsabilidade que elas compartilham no processo vocacional. Presente na maioria das paróquias, a Pastoral Vocacional tem buscado celebrar este mês com animação e criatividade tendo sempre por fim suscitar novas vocações.

Durante o mês cada domingo é reservado para a reflexão e celebração de uma determinada vocação

Primeiro Domingo – Vocações Sacerdotais – Dia do Padre  
O sacerdote age em nome de Cristo e é seu representante dentro daquela comunidade. Ao padre compete ser pastor e pai espiritual para todos sob sua responsabilidade. Pela caridade pastoral, ele deve buscar ser sinal de unidade e contribuir para a edificação e crescimento da comunidade de forma que ela torne-se cada vez mais atuante e verdadeira na vivência do Evangelho.

Segundo Domingo – Vocação Familiar – Dia dos Pais
Neste  domingo  celebramos a  vocação  da família na pessoa do pai.   Em  tempos de violência e perda de valores, a valorização da família é essencial para a sociedade  como  um  todo. A família  é chamada por  Deus a ser  testemunha  do amor e da fraternidade, colaboradora da obra da Criação.
O Pai na família é fundamental. Seu papel de educador, em colaboração com a mãe, é um dos pilares da unidade e bem estar familiar cujos frutos são filhos bem formados e conscientes do que significa ser cristão e cidadão. O pai é representante legítimo de Deus perante os filhos e é sua missão conduzi-los nos caminhos de Cristo, da verdade, da justiça e da paz. Cabe aos pais que o amor, compaixão e harmonia reinem no lar.

Terceiro Domingo – Vocações Religiosas – Dia da Vida Religiosa
No terceiro domingo do mês vocacional, a Igreja lembra dos religiosos. Homens e mulheres que consagraram suas vidas a Deus e ao próximo. Desta vocação brotam carismas e atuações que enriquecem nossas comunidades com pessoas que buscam viver verdadeiramente seus votos de castidade, obediência e pobreza. São testemunhos vivos do Evangelho.
Perseverantes, os religiosos estão a serviço do Povo de Deus por meio da oração, das missões, da educação e das obras de caridade. Com sua vida consagrada, eles demonstram que a vida evangélica é plenamente possível de ser vivida, mesmo em mundo excessivamente material e consumista. São sinais do amor de Deus e da entrega que o homem é capaz de fazer ao Senhor.

Quarto Domingo – Vocações Leigas – Dia dos Ministérios Leigos
Neste dia celebramos todos os leigos que, entre família e afazeres, dedicam-se aos trabalhos pastorais e também missionários. Os leigos atuam como colaboradores dos padres na catequese, na liturgia, nos ministérios de música, nas obras de caridade e nas diversas pastorais existentes.

Ser leigo atuante é ter  consciência do chamado de Deus a participar ativamente da Igreja e do Reino contribuindo para a  caminhada  e  o  crescimento  das comunidades rumo a Pátria Celeste.. Assumir  esta vocação  é doar-se  pelo Evangelho  e  estar junto a Cristo em sua missão de salvação e redenção.

Dia do Catequista
Nos anos em que o mês de agosto possui cinco domingos, a Igreja celebra neste dia o ministério do Catequista. Os catequistas são, por vocação e missão, os grandes promovedores da fé na comunidade cristã preparando crianças, jovens e adultos não só para os sacramentos, mas também para darem testemunho de Cristo e do Evangelho no mundo.

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Valorize os talentos que Deus te deu

No Evangelho de Mateus, capítulo 25, encontramos a conhecida parábola dos talentos. O senhor chama seus servos e lhes entrega seus bens para que, em sua ausência, não fiquem sem cuidado. É interessante que Ele não dá quantidades iguais a cada servo, mas “a cada um de acordo com a sua capacidade”. Hoje em dia, isso pode parecer estranho, alguns poderiam até falar em discriminação. Será que Deus me ama menos porque me criou com menos capacidades? Talvez, o ponto central da questão aqui não está exatamente em Deus.

Desde um ponto de vista meramente humano, podemos ver que os próprios homens valorizam mais alguns talentos que outros. Monetariamente falando, podemos dizer que aqui no Brasil um jogador de futebol é mais valorizado que um jogador de vôlei, ou que, algumas carreiras profissionais são mais valorizadas que outras. A nossa sociedade (E não Deus) criou alguns padrões de valorização que quase obrigam as pessoas, especialmente os jovens, a tomarem decisões sem levar em consideração quem realmente são, mas sucumbindo à tentação de encaixar-se no modelo, buscando essa valorização.

Se voltamos agora à passagem de Marcos, chama a atenção que os servos não se voltem uns para os outros e se digam: “Porque você recebeu mais do que eu?; “Eu sou mais capaz que você e recebi menos talentos”; “O senhor não confia em mim”; “Não acho justa essa divisão”. E se a escritura não entra nesse mérito é porque essa não é a mensagem central. Qual é, então, a mensagem central? Que Deus, a quem conhecemos por um Pai amoroso, sábio e misericordioso, conhece quem somos e reparte seus dons da melhor maneira. E que espera de nós, que recebemos esses dons, que os trabalhemos com esmero para dar frutos.

Todas as demais perguntas surgem de uma visão não cristã da realidade que, infelizmente, é predominante em nossa sociedade e que não poucas vezes se infiltra no meio católico, na mentalidade das pessoas que estão buscando viver uma vida de fé. Um exemplo que pode deixar mais claro do que estamos falando é o de Nossa Senhora. Sabemos que ela recebeu dons extraordinários, para começar, o da Imaculada Conceição, depois, o de ser a Mãe do Senhor e por aí poderíamos continuar com vários outros. Mas não é muito comum que nos perguntemos porque ela recebeu tantos e eu tão poucos dons? Não costumamos ter inveja dos seus talentos, pelo contrário, louvamos a Deus por eles. Porque o mesmo não acontece com o irmão que está do meu lado?

Será que a inveja (Tristeza ao me deparar que o outro tem mais dons, ou dons mais valorizados) ou a frustração (Tristeza ao perceber que eu não estou à altura dos talentos que o mundo valoriza) que sentimos não é fruto de uma visão mundana de quem somos? Uma visão que diminui o valor da pessoa de acordo com aquilo que ela possui? Será que experimentaríamos o mesmo se percebêssemos que o valor do meu irmão, assim como o meu, está em que Deus deu a sua vida por nós? Independentemente do que sejamos capazes ou não de fazer, da quantidade de dons e talentos que recebamos, é certo que os recebemos das mãos de Deus e por isso são muito bons e Ele espera que tenhamos uma boa atitude em relação a eles.

Essa parábola dos talentos, nesse sentido, é um chamado à conversão. A olhar com valentia os muitos, ou muito poucos talentos que Deus nos deu e coloca-los a serviço do seu Reino, sem deixar que o mundo nos diga que valemos mais ou menos por eles. Todas as vezes que se infiltra uma mentalidade mundana no cristão, surgem conflitos que não deveriam existir e por isso é preciso estar atento. E se as capacidades dos homens são diferentes, único é o destino a qual somos chamados: Viver eternamente junto a Ele no Céu.

Ir. João Antônio – Jovens de Maria

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