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Solene Coroação da Virgem Gloriosa de Fátima – Arautos do Evangelho (Vídeo-áudio)

Solenidade de Nossa Senhora de Fátima 13 de Maio
Solene Coroação da Virgem Gloriosa de Fátima – Arautos do Evangelho

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Ficha
01 Narração – Introdução
02 Toque de Trompete
03 Cantate Domino
04 Narração – Entrada da Imagem Peregrina
05 Toque de Trompete
06 Toque de Percussão
07 Toque de Trompete
08 Vivas
09 Quão Formosa Sois, ó Maria!
10 Toque de Trompete
11 Ouverture da Obra “The Occasional Oratorio”
12 Ave Maria
13 Conclamação
14 Narração – Imposição do Santo Rosário
15 Toque de Trompete
16 Ouverture da Obra “The Royal Fireworks Music”
17 Toque de Trompete
18 Santa e Imaculada Rainha
19 Narração – Proclamação do Triunfo de Maria
20 Vossa Destra Merecerá
21 Narração – Invocação ao Espírito Santo
22 Vinde, ó Santo Espírito
23 Narração – Coroação da Imagem Peregrina
24 Toque de Trompete
25 Vinde Senhora e Reinai
26 Martial Symphony da Obra “Belshazzar, an Oratorio”
27 Narração
28 Marcia Trionfale dell’Opera Aida
29 Hallelujah Chorus da Obra “The Messiah, an Oratorio”
30 Narração – Consagração a Jesus por Maria
31 Oração
32 Encerramento – Ó Glória Incomparável
33 Narração – Cortejo de Saída
34 Hino Pontifício

Produção: Associação Internacional de Direito Pontíficio

Reprodução e Edição de Portal Terra de Santa Cruz
Gravação: Sob licença da Associação Cultural de Nossa Senhora de Fátima

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

Tradição, Fé e Devoção marcaram a semana santa 2017 em Campanha/MG

A Semana Santa começa com o Domingo de Ramos no qual comemoramos a entrada de Jesus em Jerusalém, evento este da vida de Jesus relatado nos quatro evangelhos canônicos (Marcos 11:1, Mateus 21:1-11, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19) Esta solene celebração que ocorre no mundo todo pelos cristãos católicos, é um prelúdio das dores e humilhações nas quais Jesus Cristo passara, é partir dela que fomos levados pela liturgia da igreja a caminhar e contemplar os últimos passos de Jesus até sua morte e ressurreição.

Tradicionalmente em Campanha/MG, a abertura da Semana Santa é feita por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo da Diocese da Campanha, na Catedral de Santo Antônio.

A Missa Pontifical de abertura da Semana Santa ocorreu pela manhã, no domingo, 09 de abril. Os fiéis se reunirão na Igreja Nossa Senhora das Dores para a bênção de ramos, em seguida todos caminharam em procissão conduzida solenemente pela Banda Marcial Irmão Paulo que abrilhantou a caminhada onde atualizamos a entrada de Jesus em Jerusalém aclamado pelo povo com gritos de “Hosana ao filho de Davi, bendito quem vem em nome do Senhor, Hosana nas alturas”.

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DSC04511Ao chegar à Catedral Diocesana de Santo Antônio, Dom Pedro se aproximou da porta principal e com a Cruz processional, a tocou por três vezes dizendo; “Levantai, ó portas, os vossos frontões; abram-se, ó antigos portais, para que entre o Rei da Glória!”. E a porta se abriu… já, no interior da Catedral deu-se continuidade a santa missa, conforme pede a liturgia do dia. Concelebrou com Dom Pedro, o Reverendíssimo Padre Edson Pereira Oliveira, Vigário Paroquial da Campanha e Reitor do Seminário Propedêutico São Pio X.

Pelo anoitecer deste dia, aconteceu à procissão do Triunfo como é chamada pelo povo de nossa cidade, presidida pelo Reverendíssimo Cônego Luzair  Coelho de Abreu, pároco e cura da Catedral da Campanha e chanceler do bispado.

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No decorrer dos dias passamos pelas tradicionais procissões e sermões que enriqueceram nossa mente e coração, mas, acima de tudo a nossa vida de fé. São elas as procissões do Depósito, do Encontro, e da Soledade de Maria, ocorridas na segunda, terça e quarta-feira santa.  Na quarta-feira santa vivemos um dia mais que especial, pois este ano o feriado municipal por ocasião do Nascimento do Beato Francisco de Paula Victor coincidiu com a semana santa e os devotos do beato não deixou de celebra-lo e fazer suas orações ao nosso beato Campanhense, o Pe. Victor. Foi realizada a procissão da penitência para o morro do cruzeiro (Mirante) levando a imagem do beato, mostrando para nós a Cruz do Senhor sinal e símbolo maior da nossa fé. Após a caminhada até o cruzeiro foi realizada a Santa missa presidida pelo Vigário Paroquial Padre Edson Pereira Oliveira.

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A quinta-feira santa é sempre marcada por duas celebrações importantes.  São elas a Missa dos Santos Óleos (Missa da Unidade Diocesana) e a Missa da Ceia do Senhor popularmente chamada de Missa do Lava Pés (Instituição da Santa Eucaristia) ambas presididas por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz.

A Missa dos santos óleos também chamada de missa do crisma e da unidade diocesana, consiste em dois pontos fundamentais: a Bênção dos Santos Óleos, que são os óleos do Crisma, dos Enfermos e do Batismo e por fim a Renovação das Promessas Sacerdotais por parte dos sacerdotes diante do Bispo. Foram mais de 120 sacerdotes de várias paróquias, os regulares, os pertencentes a ordens ou congregações, e padres que auxiliam na Semana Santa nas diversas paróquias da diocese da Campanha.  Além do clero, participaram desta celebração, muitos religiosos, seminaristas e agentes de pastorais e movimentos que vieram em caravanas. Como todo ano o bom povo campanhense doaram bolos, roscas, pães e outras quitandas para bem receber os visitantes que vieram para a missa da unidade diocesana.

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A missa da Ceia do Senhor (Lava Pés): o termo lava-pés designa o gesto praticado por Jesus Cristo na última Ceia. Momento este em que o sacerdote, assistido por dois ministros, lava o pé direito de 12 homens, clérigos ou seculares. Este ano alguns membros do terço dos Homens foram escolhidos para a representarem os 12 apóstolos por ocasião do ano Mariano que nossa igreja no Brasil está vivendo!

Muito além da liturgia católica, o lava pés foi o evento que marcou a insistência do Senhor Jesus em um dos assuntos mais importantes do seu ministério: O papel dos cristãos e da igreja. O serviço. A humildade. O colocar-se abaixo, considerar uns aos outros superiores a si mesmo.

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Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor, o dia começou com a Via-sacra encenada pelos Jovens da Paróquia Santo Antônio. Ao cair da tarde, ás 15h, aconteceu a tradicional Ação Litúrgica onde recordamos o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Neste dia não se celebra a missa em todo o mundo.

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O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos ficando completamente na penumbra. Esta celebração foi presidida por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz no qual se prostrou no chão frente ao altar no começo da cerimônia sem calçado como pede o rito litúrgico em sinal de humildade e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.  Para esta celebração as cores dos paramentos do bispo como dos padres e ministros da palavra são vermelhas, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testemunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deu e continua dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.

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Um ato simbólico, mas, muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz apresentada solenemente para os fiéis e é cantando três vezes a aclamação: “Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ó VINDE ADOREMOS”, e todos ajoelham uns instantes de cada vez, e então vamos, em procissão, venerar a Cruz pessoalmente, com uma genuflexão (ou inclinação profunda) e um beijo (ou tocando-a com a mão e fazendo o sinal da cruz); enquanto cantamos os louvores ao Cristo na Cruz. Pela noite, um imenso número de pessoas participou da procissão do enterro (Senhor morto) pelas ruas de nossa cidade.

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Por fim, a Vigília Pascal, a mais importante celebração de nossa semana santa (Sábado Santo) que foi presidia pelo nosso Bispo diocesano Dom Pedro Cunha Cruz. A vigília começa após o pôr-do-sol no Sábado Santo fora da igreja, onde o fogo ou fogueira é abençoado pelo celebrante. Este novo fogo simboliza o esplendor do Cristo ressuscitado dissipando as trevas do pecado e da morte. O Círio pascal ou (vela pascal) é abençoado com um rito muito antigo.

A celebração da Vigília pascal articula-se em quatro partes: (ritos) 1) a liturgia da luz; 2) a liturgia da Palavra; 3) a liturgia batismal; 4) a liturgia eucarística.

A liturgia da luz consiste na bênção do fogo, na preparação do círio e na proclamação do louvor pascal. O lume novo e o círio pascal simbolizam a luz da Páscoa, que é Cristo, luz do mundo.

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A liturgia da Palavra propõe sete leituras do Antigo Testamento, que recordam as maravilhas de Deus na história da salvação e duas do Novo Testamento, ou seja, o anúncio da Ressurreição segundo os três Evangelhos sinópticos, e a leitura apostólica sobre o Batismo cristão como sacramento da Páscoa de Cristo.

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A liturgia batismal é parte integrante da celebração. Quando não há Batismo, faz-se a bênção da fonte batismal e a renovação das promessas do Batismo. O rito consta, ainda, o canto da ladainha dos santos, a bênção da água, a aspersão de toda a assembleia com a água benta e a oração universal.

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A liturgia eucarística é o momento culminante da Vigília, qual sacramento pleno da Páscoa, isto é, a memória do sacrifício da Cruz, a presença de Cristo Ressuscitado, o ápice da Iniciação cristã e o antegozo da Páscoa eterna.

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Já no domingo de páscoa como em todos os anos, a procissão da ressurreição acorreu pelas 5h da manhã com grande participação dos fiéis campanhense proclamando o Aleluia, Cristo Ressuscitou e em seguida a Santa Missa na Catedral com a presença do Coral Campanhense.

O Coral Campanhense, mais um ano se fez presente em nossa semana santa, entoando os famosos moteto para cada dia e abrilhantando nossas celebrações litúrgicas nas quais o coral participa solenemente. São 60 anos de história, sempre presente em nossa comunidade paroquial. O coral Catedral também animou nossas celebrações com lindos cantos litúrgicos.

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Por fim agradecemos a todos que de forma direta ou indireta contribuíram para a realização de nossa semana santa 2017 – Deus abençoe a todos!

Fotos e Texto; Por Bruno Henrique Santos 

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Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da evangelização 

O Canto das Kalendas – O Anúncio do Natal – Forma Ordinária

Na forma extraordinária, se canta após a hora de Prima, que foi suprimida na forma ordinária, restando, então, para o rito moderno, a opção de se usar as Kalendas combinadas com a Missa ou como cerimônia à parte.

O Papa João Paulo II fazia cantar as Kalendas no início da Missa. Bento XVI manteve o costume, mas mudou nas últimas Missas para antes da celebração, o que é também possível, dado que, em sentido estrito, as Kalendas são parte do Martirológio Romano.

É uma boa tradição litúrgica para se colocar em prática em nossas Missas.

Eis o texto, e vídeo em português e latim, para a forma ordinária:

Vinte e Cinco de Dezembro. Décima-nona Lua.

Tendo transcorrido muitos séculos desde a criação do mundo,

Quando no princípio Deus tinha criado o céu e a terra e tinha feito o Homem à sua imagem;

E muitos séculos de quando, depois do dilúvio, o Altíssimo tinha feito resplandecer o arco-íris, sinal da Aliança e da Paz;

Vinte e um séculos depois da partida de Abraão, nosso pai na fé, de Ur dos Caldeus;

Treze séculos depois da saída de Israel do Egito, sob a guia de Moisés;

Cerca de mil anos depois da unção de David como rei de Israel;

Na sexagésima quinta semana, segundo a profecia de Daniel;

Na época da centésima nonagésima quarta Olimpíada;

No ano setecentos e cinqüenta e dois da fundação da cidade de Roma;

No quadragésimo segundo ano do Império de César Otaviano Augusto;

Quando em todo o mundo reinava a paz, Jesus Cristo, Deus Eterno e Filho do Eterno Pai, querendo santificar o mundo com a sua vinda, tendo sido concebido por obra do Espírito Santo, tendo transcorrido nove meses, (aqui eleva-se a voz, e todos se ajoelham) nasce em Belém da Judeia da Virgem Maria, feito homem:

Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a natureza humana.

R. Graças a Deus.

Fonte: Salvem a Liturgia

Foto/Adaptação/Vídeo: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização

Vaticano divulga novo documento sobre formação de sacerdotes

A formação dos padres terá que ser ampliada. Além dos estudos de filosofia e teologia, os seminaristas vão ter que comprovar maturidade humana, espiritual e pastoral. A conclusão é de um documento divulgado pelo Vaticano.

 

Fonte: Canção Nova

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização

Vídeo: Sacerdotes e bispo surpreendem as redes com “carpool karaokê” “fui para o seminário e o resultado foi uma vida muito feliz”. Diz um dos sacerdotes…

Um vídeo do YouTube, no qual se pode ver dois sacerdotes e um bispo católicos cantando temas de Taylor Swift e Justin Timberlake, surpreendeu as redes sociais nos últimos dias.

No vídeo, os jovens sacerdotes Pe. Keith Romke e Pe. Kyle Manno aparecem cantando junto com o Bispo de Rockford, Dom David Malloy, enquanto se dirigem a um evento vocacional realizado no último dia 30 de outubro, no qual participaram centenas de jovens entre 13 e 16 anos.  O vídeo imita o formato do popular “carpool karaokê” de James Corden ‘The Late Show’, no qual o apresentador do programa escolhe atores e músicos famosos para cantar temas de outros artistas que escutam na rádio.

No vídeo, o Prelado conta brevemente a sua história vocacional que o permitiu viver feliz durante 29 anos como sacerdote e mais de 4 anos como bispo.

“Venho de uma família de médicos e enfermeiras e pensei que seria médico. Todos os meus estudos na universidade foram de ciências e nesse tempo participava da missa todos os dias, também ia à adoração eucarística e rezava meu rosário. Uma pessoa também pode rezar o rosário e ser um bom médico”.

Nesse processo, continuou o Prelado, “o Senhor me dizia: ‘nunca será feliz até que me escute, até que aceite o que estou te pedindo’. Então, fui para o seminário e o resultado foi uma vida muito feliz”. “Não renunciaria isso por nada”, sublinhou Dom Malloy.

Segundo informa o ‘Rrstar.com’, o Pe. Romke comentou que no encontro vocacional com os jovens para onde se dirigiam, o Bispo foi recebido como se fosse uma celebridade. Os jovens “o rodeavam e queriam tirar uma selfie com ele”, assinala.  Assista:

Fonte: ACI Digital

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ESPECIAL JMJ: Jovens e as lições de Auschwitz hoje o perdão e misericórdia

A visita do Papa aos campos de concentração de Auschwitz e Birkenau foi assunto entre os jovens na manhã desta sexta-feira, (29/07).

Muitos aproveitaram a ocasião para recordar a visita no centro do Holocausto, assim como o bispo que conduziu a catequese, e os sacerdotes presentes.

Dom Dino Marchió, bispo de Caruaru (PE): “O Papa sempre nos fala também com gestos e sua santidade pessoal. Este gesto de hoje toca toda a humanidade, para que o mundo perceba a gravidade destes eventos como em Auschwitz”.

Lucas Araújo de Silva e Silva: “Lá a gente vivencia a melancolia que foi vivida lá. Um passeio triste mas que não deve deixar de ser feito”.

Luara Bezerra da Rocha: “É importante visitar e conhecer por mais que as memórias sejam tristes, porque é importante para que os jovens tenham sempre a certeza e faça um compromisso com a próximas gerações para que a história de horror não venha a se repetir. Cabe a nós”.

Gabriel Bastos Nardino: “É uma visita fantástica e triste, ao mesmo tempo. É uma verdadeira lição de misericórdia. É uma visita mais de cunho cultural do que religioso. Mas tem a lição da misericórdia. Se em 1945 precisa, hoje precisamos muito mais”.

Padre Gregório Paderewsky: “Acho que são duas principais mensagens: Deus em primeiro lugar. Porque quem tem Deus no coração não vai conseguir fazer essas coisas. Outra coisa é o perdão; porque todas estas pessoas que lá sofreram, e as famílias com a perda de tantos entes queridos, somente era possível continuar a vida dando e pedindo perdão. Então, acho que são essas duas mensagens principais que temos que divulgar para que todos tenham isso no coração”.

De Cracóvia para a Rádio Vaticano, Rafael Belincanta.

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

ESPECIAL JMJ: Papa acolheu os jovens no Parque Jordan em Blonia / Cracóvia – Jesus Cristo é um dom, não se compra e não se vende, diz Francisco

Papa Francisco no encontro com os Jovens no Parque Jordan em Blonia participou de vários momentos importantes . Os representantes dos países participantes da JMJ desfilaram com suas bandeiras e as figuras das “testemunhas da misericórdia”, que representam os diversos continentes do mundo: São Vicente de Paola (Europa), bem-aventurada Madre Teresa de Calcutá (Ásia), Santa Maria McKillop (Austrália e Oceania), São Damião de Veuster de Molokai (América do Norte), e a bem-aventurada Irmã Dulce (América do Sul).

O arcebispo de Cracóvia, Cardeal Stanislaw Dziwisz, fez seu discurso de boas-vindas a Francisco e aos milhares de jovens que participam desta 31ª Jornada Mundial da Juventude. Foi um momento emocionante, todos ovacionaram o Santo Padre que por sua vez transparecia um olhar de profunda alegria e emoção ao ver tantos Jovens ali presente.

Depois de uma bela encenação dos jovens e da leitura do episódio evangélico de Marta e Maria, o Pontífice tomou a palavra e disse:“Finalmente nos encontramo-nos! Obrigado pela calorosa recepção!

Obrigado aos que tornaram possível a nossa presença aqui. Agradeço de modo especial a São João Paulo II que sonhou e deu impulso a estes encontros da juventude. Do céu, ele nos acompanha, sobretudo os tantos jovens pertencentes a povos, culturas, línguas diferentes”.

A misericórdia tem sempre um rosto jovem!

Os jovens, disse Francisco, são animados por um único motivo: celebrar Jesus, vivo no meio de nós, que renova o nosso desejo de segui-lo, de viver com paixão o seu seguimento. E perguntou: “Qual ocasião melhor para renovar a nossa amizade com Jesus e entre nós, reforçar nossa amizade com ele e partilhá-la com os outros? Qual maneira melhor para viver a alegria do Evangelho e com ele contagiar o mundo, em meio a tantas situações dolorosas e difíceis?” E respondeu:

“Jesus nos convocou para esta 31ª JMJ e nos diz: ‘Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia». Felizes os que sabem perdoar, ter um coração compassivo, dar o melhor de si mesmos aos outros. Nestes dias, a Polônia está em festa e representa o rosto sempre jovem da Misericórdia. Unidos espiritualmente aos jovens que não puderam estar presentes, celebramos a nossa Jornada e a Festa Jubilar”.

Hoje, acrescentou o Papa, a Igreja quer aprender, com vocês, renovar a sua confiança na Misericórdia do Pai, que tem o rosto sempre jovem e não cessa de nos convidar para segui-lo. Por outro lado, Francisco frisou que “o rosto da misericórdia é jovem.

Um coração misericordioso, afirmou, não se deixa levar pela comodidade; sabe ir ao encontro dos outros e abraçar a todos; sabe ser refúgio, acolhedor e capaz de compaixão; sabe partilhar o pão com o faminto; sabe receber o refugiado e o migrante. Misericórdia significa oportunidade, futuro, compromisso, confiança, abertura, hospitalidade, compaixão, sonhos.

Partindo da sua experiência pessoal, Francisco expressou sua tristeza por ver certos jovens que parecem “aposentados”, que se arrendem, são desanimados e apáticos, que buscam falsas ilusões.

A força para vencer todos os obstáculos da vida, recordou o Pontífice, vem de uma pessoa: Jesus Cristo. Ele nos leva a dar o melhor de nós mesmos, nos interpela, nos convida e ajuda a reerguer-nos e nos impele a levantar o olhar para o céu.

Aqui, o Papa se referiu à passagem evangélica de Marta, Maria e Lázaro, que acolhem Jesus em sua casa. Às vezes, disse, as nossas lidas nos fazem agir como Marta: ativos, distraídos, sempre atarefados; outras vezes somos como Maria: refletimos, ouvimos. E acrescentou:

“Nestes dias da JMJ, Jesus quer entrar em nossa casa; dar-se conta das nossas preocupações, da nossa pressa, como fez com Marta… e espera que o escutemos como Maria: que tenhamos coragem de confiar nele. Que estes sejam dias dedicados a Jesus, à sua Palavra e àqueles que refletem o seu rosto”.

Conclusão

A felicidade, afirmou o Pontífice, germina e desabrocha na misericórdia. A misericórdia, repetiu, tem rosto jovem, como o de Maria de Nazaré, a “Mãe da Misericórdia”. E concluiu convidando os jovens a rezarem com ele:

“Peçamos ao Senhor que nos lance na aventura da misericórdia, na aventura de construir pontes e derrubar muros e barreiras de arame farpado; na aventura de socorrer os pobres, os excluídos, os abandonados, os desesperados, os idosos. Eis-nos aqui, Senhor! Enviai-nos para partilhar vosso Amor Misericordioso. Queremos acolher-vos nesta JMJ e confirmar que a vida é plena quando é vivida com misericórdia”.

Com este discurso, o Santo Padre concluiu seu segundo dia de permanência em terras polonesas.

VOCÊ LEU O DISCURSO DO PAPA , AGORA VEJA NA INTEGRA O VÍDEO  COMPLETO COM TUDO QUE OCORREU EM CRACÓVIA NO ENCONTRO COM OS JOVENS, EMOCIONANTE 

Guardemos em nossa mente e coração as palavras do Santo Padre o Papa Francisco que exorta-nos a viver a misericórdia, ser misericordiosos, perdoando e amando a todos. Que sejamos Jovens firmes na fé, jovens que caem mas levantam sempre pois, com a mão estendida a nos levantar está o Cristo Nosso Senhor que é a própria misericórdia . Como diz Francisco: “O rosto da Misericórdia é Jovem”, sejam firmes jovens não desanimem, continuem no caminho do Pai que é amor e misericórdia para nós!

Discurso do papa: Rádio Vaticano

Escritas extras/Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização

 

ESPECIAL JMJ: Papa celebra a Santa Missa por ocasião do 1050º aniversário do batismo da Polônia.

O Papa Francisco começou suas atividades em Cracóvia  rezando na Capela de Nossa Senhora Negra e presidindo Santa  a Missa no Santuário mariano de Jasna Gora, em Czestochowa . Chegando de papamóvel, saudou uma dezena de pessoas doentes e cadeirantes que o aguardavam na entrada.

Ao visitar a Capela de Nossa Senhora Negra  Francisco rezou diante da imagem, que apresenta algumas rachaduras provocadas por atos vandalismo no século XV. Obedecendo uma tradição iniciada por Paulo VI, Francisco deixou à Virgem uma rosa de ouro. Segundo a tradição católica, a imagem da Virgem Negra foi “pintada por São Lucas e apresenta o verdadeiro rosto de Maria”, embora especialistas assegurem que o ícone é bizantino e datado entre os séculos VI e IX.

Cerca de 300 mil pessoas entoavam cantos e orações no parque do Santuário, à espera do Papa. Centenas de bispos e sacerdotes de várias nacionalidades concelebraram a missa, que recordou os 1050 anos do batismo da Polônia, a conversão do país ao cristianismo. O Presidente, Andrzej Duda, e várias autoridades, também estavam presentes.

A Eucaristia foi celebrada em latim e polonês. A homilia do Pontífice foi lida em italiano e se concentrou em três conceitos: pequenez, proximidade e concretude de Deus e de Maria.

Deus é pequeno

“Deus prefere encerrar-se no que é pequeno, ao contrário do homem que tende a querer possuir algo sempre maior. Deixar-se atrair pelo poder, a grandeza e a visibilidade é tragicamente humano; já o Senhor prefere os pequeninos, porque se opõem ao ‘estilo de vida orgulhoso’ que vem do mundo”. “E é por isso que Jesus chama pessoas simples e disponíveis para serem seus porta-vozes”, disse, mencionando João Paulo II e Santa Faustina, “anunciadores mansos e fortes da misericórdia”.

Deus é próximo

Deus é próximo, “não quer ser temido como um soberano poderoso e distante, mas gosta de caminhar conosco”. A respeito da missão principal da Igreja, o Pontífice disse que “somos chamados a ouvir e se envolver, partilhando as alegrias e as canseiras das pessoas”.

Deus é concreto 

“O Verbo se faz carne – destacou – e o Eterno se comunica transcorrendo o tempo com pessoas e em situações concretas”. Nesta ótica, o Papa recordou a importância da fé na família, de pai para filho e, sobretudo, pelas mães e as avós, a quem muito devemos agradecer”.

Maria é pequena

“Maria é a escada que Deus percorreu para descer até nós; é Ela o sinal mais claro da plenitude do tempo”. Para o Papa, Maria “tem aquela pequenez amada por Deus, que ‘pôs os olhos na humildade da sua serva’ e ‘exaltou os humildes’”.

Maria é próxima

Maria é próxima ao homem “porque nos ajuda a descobrir o que falta à plenitude da vida e nos ensinando a evitar arbítrios e murmurações em nossas comunidades. Como Mãe de família, nos quer guardar juntos”. Partindo deste exemplo, o Papa exortou os fiéis “a superarem as injustiças e as feridas do passado e criar comunhão com todos, sem nunca ceder à tentação de se isolar e se impor”.

Maria é concreta

Terminando sua reflexão, Francisco frisou que Maria é concreta porque “tem a peito os problemas e intervém, sabe identificar os momentos difíceis e dar-lhes remédio com discrição, eficácia e determinação. Não é patroa nem protagonista, mas Mãe e serva”.

Na conclusão, o Papa convidou todos a espelhar-se na “sensibilidade e imaginação de Maria ao servir quem passa necessidade, a dedicar a vida pelos outros sem preferências nem distinções, agindo na pequenez e acompanhando-nos de perto, com coração simples e aberto”.

Que possamos seguir este caminho que o Papa Francisco nos apresentou nesta primeira missa celebrada por ele dentro da Jornada Mundial da Juventude 2016. Possamos ser e ter a pequenez, a proximidade e a concretude de Deus e de Maria .

Continuemos acompanhando a JMJ 2016

Referências de texto: Radio Vaticano 

Adaptação do Texto: Portal Terra de Santa Cruz (adaptação própria)

Vídeos: Radio Vaticano

Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Radio – A Serviço de Evangelização

ESPECIAL JMJ: Papa Francisco se encontrou com bispos e autoridades civis e recordou que sempre ficou encantado pela história de João Paulo II.

O Santo Padre partiu, nesta quarta-feira (27/7) para a Polônia, onde presidirá à Jornada Mundial da Juventude, em Cracóvia. Durante a viagem, como faz habitualmente, enviou telegramas aos Chefes de Estado dos países sobrevoados: Itália, Croácia, Eslovênia, Áustria e Eslováquia.

Após a cerimônia de boas vindas no aeroporto, o Bispo de Roma se dirigiu de papamóvel ao Castelo de Wawel, onde manteve um encontro com as autoridades civis e religiosas e o Corpo Diplomático, num total de 800 pessoas.

Em seu discurso, o Papa cumprimentou e agradeceu a todos pela acolhida generosa e as amáveis palavras de boas vindas. E afirmou:

“É a primeira vez que visito a Europa Centro-Oriental e fico feliz por começar da Polônia, que, entre os seus filhos, nos deu o inesquecível São João Paulo II, idealizador e promotor das Jornadas Mundiais da Juventude. Ele gostava de falar da Europa que ‘respira com seus dois pulmões’.”

O sonho de um novo humanismo europeu – disse o Pontífice – é animado pelo respiro criativo e harmônico destes dois pulmões e pela civilização comum, que afunda suas raízes mais sólidas no cristianismo.

Uma das características do povo polonês é a “memória” – recordou Francisco – que sempre ficou encantado pela história de João Paulo II. Quando ele falava dos povos, partia sempre da sua história, buscando ressaltar seus tesouros humanos e espirituais.

Nesta perspectiva, o Bispo de Roma recordou os mil e cinquenta (1050) anos do Batismo da Polônia, celebrados recentemente: foi um momento forte de unidade nacional, que confirmou a concórdia na diversidade das opiniões.

Não pode haver diálogo sem partir da própria identidade – frisou o Pontífice, que aprofundou o aspecto da “memória”:

“Na vida de cada dia dos indivíduos e da sociedade, há dois tipos de memória: a ‘boa e a má’, a ‘positiva e a negativa’. A ‘memória boa’ é mostrada pela Bíblia no Magnificat, o Cântico de Maria, que louva o Senhor e a sua obra de salvação. Mas, a ‘memória negativa’ é a que fixa, com obsessão, o olhar da mente e do coração no mal cometido pelos outros”.

Referindo-se à recente história do povo polonês, o Papa agradeceu a Deus porque soube fazer prevalecer a ‘memória boa’, com a celebração, por exemplo, dos cinquenta anos do perdão mútuo, dado e recebido pelos episcopados da Polônia e da Alemanha, depois da II Guerra Mundial.

A iniciativa envolveu, inicialmente, apenas as Comunidades Eclesiais, mas, depois, desencadeou um processo social, político, cultural e religioso irreversível, que mudou as relações entre ambos os povos.

Aqui, Francisco recordou ainda a Declaração Conjunta entre a Igreja Católica da Polônia e a Igreja Ortodoxa de Moscou, que deu início a um processo de aproximação e fraternidade entre as duas Igrejas, mas também entre os dois povos:

“Assim a nobre nação polonesa mostra como se pode desenvolver a ‘memória boa’ e rejeitar a ‘má’. Por isso, são necessárias uma esperança e uma confiança firmes em quem guia o destino dos povos, abre as portas fechadas, transforma as dificuldades em oportunidades e cria novos cenários até mesmo impossíveis”.

Neste sentido, – acrescentou o Santo Padre – a consciência do caminho percorrido e a alegria das metas alcançadas dão força e serenidade para enfrentar os desafios atuais: econômicos, ambientais e migratórios.

Este último exige um suplemento de sabedoria e misericórdia, para superar os temores e produzir um bem maior: acolhida dos que fogem das guerras e da fome; solidariedade com os que estão privados dos seus direitos fundamentais; direito de professar, com liberdade e segurança, a própria fé.

Por isso, – advertiu o Bispo de Roma – devem ser estimuladas as colaborações e as sinergias em nível internacional, para se encontrar soluções para os conflitos e as guerras, que forçam tantas pessoas a deixar as suas casas e a sua pátria:

“Trata-se, pois, de fazer o possível para aliviar os sofrimentos dos migrantes e trabalhar, com inteligência e sem cessar, pela justiça e a paz, dando testemunho dos valores humanos e cristãos. À luz da sua história milenária, convido a nação polonesa a olhar com esperança o futuro, em clima de respeito e de diálogo construtivo, favorecendo o crescimento civil, econômico e demográfico”.

O Papa concluiu seu discurso pedindo ao governo polonês políticas sociais apropriadas para a família, sobretudo as mais frágeis e pobres, e para a vida, que deve ser acolhida e protegida. “Que Nossa Senhora de Częstochowa abençoe e proteja a Polônia!”

Depois do encontro com as autoridades civis e religiosas e o Corpo Diplomático, no pátio do Castelo de Wawel, o Santo Padre manteve um encontro particular com o Presidente da Polônia, Andrzej Duda.

Ao mesmo tempo, o Cardeal Secretário de Estado, Pietro Parolin, encontrou a Primeira Ministra polonesa, Beata Maria Szydlio, na presença do Substituto de Estado e do Núncio Apostólico e de duas autoridades governamentais.

Por fim, o Pontífice se transferiu à vizinha Catedral de Cracóvia, para um encontro com os Bispos da Polônia. Assim, o Papa conclui seu primeiro dia de atividades em terras polonesas.

Informações: Radio Vaticano

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Radio – A Serviço da Evangelização

ESPECIAL JMJ: Confira como foi a chegada do Santo Padre o Papa Francisco em Cracóvia

O Santo Padre o Papa Francisco, chegou nesta manhã de quarta-feira, 27 na Polônia. O avião papal aterrissou no aeroporto internacional São João Paulo II em Balice-Cracóvia. Ao sair do avião o Papa foi saudado por todos que ali estavam a sua espera. Todos gritaram “Santo Padre, Santo Padre, seja bem vindo, seja bem vindo” “Bem vindo a Cracóvia, a cracóvia”, um momento marcante para os poloneses.

O Presidente da Polônia entre outras autoridades cumprimentou o Santo Padre e dirigiram-se à um pequeno palco montado e ornado com tapetes vermelhos e flores.

O Papa participou da execução do Hino da Santa Igreja Católica Apostólica Romana, o hino oficial da Polônia, em seguida o exército polonês se apresentou saudando o Papa e todas as autoridades presentes no local .

O Hino oficial da JMJ 2016 “Bem Aventurados os misericordiosos” foi executado no idioma polonês, dando assim o início da Jornada com o Papa na Polônia. Francisco seguiu no carro reservado a ele pela comissão organizadora do evento e fez questão de pedir para que passasse bem perto dos peregrinos que ali estavam para vê-lo e assim o Santo Padre passou por todos estendendo a mão como sinal de saudação, abençoando à todos ali presentes.

Foi reservada e preparado um forte esquema de segurança para a chegada do Papa em Cracóvia, o carro do papa seguiu escoltado por vários seguranças e carros da policia polonesa.

VEJA NO VÍDEO ABAIXO A CHEGADA DO SUMO PONTÍFICE EM CRACÓVIA – POLÔNIA 

Vídeo: Rádio Tv Vaticana

Texto: Bruno Henrique / Gestor do Portal Terra de Santa Cruz – A Serviço da Evangelização – Seguindo a JMJ 2016 

FOTOS

JMJCRACÓVIA2016: Vaticano divulga mensagem do Papa aos jovens e peregrinos que caminham rumo a JMJ

O Vaticano divulgou na terça-feira, 19, vídeo-mensagem do papa Francisco por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que ocorrerá em Cracóvia, de 26 a 31 de julho.

No vídeo, o papa agradece os jovens poloneses que há muito tempo estão se preparando, sobretudo com a oração, para o grande evento de Cracóvia. “Já está próxima a trigésima primeira Jornada Mundial da Juventude, que me chama a encontrar os jovens de todo o mundo, reunidos em Cracóvia, proporcionando-me também a feliz ocasião de encontrar a amada nação polonesa. Tudo será vivido sob o signo da Misericórdia, neste Ano Jubilar, e com grata e devota memória de São João Paulo II, que foi o artífice das Jornadas Mundiais da Juventude e guia do povo polonês no seu caminho histórico recente rumo à liberdade”, afirma o pontífice.

“Agradeço-lhes de coração por tudo aquilo que estão fazendo e pelo amor com o qual fazem. Desde já os abraço e os abençoo”, enfatiza Francisco.

Rosto da Misericórdia

Ainda na mensagem, o papa Francisco abençoa os jovens de várias partes da Europa, África, América, Ásia e Oceania. “Abençoo também os seus países, seus anseios e seus passos rumo a Cracóvia, para que seja uma peregrinação de fé e fraternidade. Que o Senhor Jesus lhes dê a graça de experimentar em si mesmos esta sua palavra: Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”, diz.

“Sinto um grande desejo de os encontrar para oferecer ao mundo um novo sinal de harmonia, um mosaico de rostos diferentes, de tantas raças, línguas, povos e culturas, mas todos unidos no nome de Jesus, que é o Rosto da Misericórdia”, afirma.

Ao finalizar, o papa exorta para que todos continuem unidos na oração. “Queridos irmãos e irmãs, envio-lhes esta mensagem como penhor do meu afeto. Permaneçamos unidos na oração. Nos vemos na Polônia!”.

Confira a vídeo-mensagem na íntegra.

Por Rádio Vaticano

Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Rádio – A Serviço da Evangelização 

 

Um tour virtual pela Capela Sistina, do Gênesis ao Juízo Final.

Tudo isso foi possível, graças à colaboração entre o Vaticano e a Universidade de Villanova, na Pensilvânia.

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Este é talvez o mais famoso edifício de toda Cidade do Vaticano, ao lado da Basílica de São Pedro. É também parte da residência papal oficial (essa que Francisco abriu mão de ocupar), o Palácio Apostólico. Hoje, graças à colaboração entre o Vaticano e a Universidade americana de Villanova, na Pensilvânia, a Capela Sistina pode ser visitada online clicando aqui.

Enquanto a obra mais famosa da capela é uma das obras-primas de Michelangelo Buonarroti (a bem conhecida composição de mais de doze mil quadrados, que vai do Livro do Gênesis ao Juízo Final), também as paredes da capela estão cobertas com peças de Rafael Sanzio, Bernini e Botticelli.

Em um passeio regular a pé, considerando a quantidade de visitantes que enchem a entrada e fazem fila para ter acesso à Capela, mal se tem tempo de desfrutar de cada um dos detalhes dessas obras-primas. Não estamos dizendo que a experiência online supera a de estar lá, mas oferece a valiosa possibilidade de parar, sem um guia apressando seu passo e sem dor no pescoço, e observar aspectos que, caso contrário, poderiam passar despercebidos.

Fonte: ALETEIA

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

 

JMJ2016: Vídeo de religiosas de Santa Faustina viraliza nas redes com música de brasileiro

A uma semana do início da JMJ Cracóvia 2016, um grupo de religiosas polonesas da Congregação de Santa Faustina Kowalska decidiu realizar um flashmob da música “Vou Dançar” do brasileiro Nilton Júnior e assim dar as boas-vindas à festa que reunirá milhões de jovens de todo o mundo em Cracóvia, Polônia.

O brasileiro se mostrou muito feliz ao ouvir sua canção no vídeo. “Quem disse que eu não fui pra ?#‎JMJ2016? Vejam que legal essas irmãs polonesas dançando a minha música ?#‎VouDançar ?#‎Unidade ?#‎Alegria”, postou em seu Facebook ao compartilhar o vídeo.

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2016 será realizada em Cracóvia 26 a 31 julho e o Papa Francisco participará deste importante evento eclesial e mundial.

No vídeo, observa-se as religiosas da Congregação Irmãs de Jesus Misericordioso, da Polônia, carregando um cartaz com a imagem da Divina Misericórdia e dançando alegremente a canção, que já foi compartilhada milhares de vezes através do Facebook e cuja versão em inglês foi apresentada para a JMJ Rio 2013.

“Estávamos pensando em como nos preparar para evangelizar durante a JMJ e pensamos em um flashmob. Este vídeo é apenas uma prática do verdadeira flashmob que realizaremos para a JMJ de Cracóvia, mas é também um convite aos jovens para que se encontrem com Jesus Misericordioso”, explica a irmã Anastazja Dudzi Ska.

“Em nosso trabalho com crianças, jovens e adultos buscamos fazer esse tipo de coisa, porque acreditamos que às pessoas contemporâneas se deve ser falar com uma linguagem moderna e compreensível para todos. É sempre uma linguagem de misericórdia, alegria e entusiasmo que vem do amor de Deus. Confiemos no Senhor”, acrescentou a religiosa.

A Congregação das Irmãs de Jesus Misericordioso foi fundada na cidade polonesa de Myslibórz em 1947 pelo Beato Padre Miguel Sopocko, como resposta às revelações que Jesus fez à Santa Faustina Kowalska, padroeira da JMJ 2016 junto com São João Paulo II.

“Há um Santuário da Divina Misericórdia em Myslibórz, que é o lugar onde Santa Faustina teve a visão de Cristo e escreveu em seu diário sobre essa nova congregação. Beato Pe. Miguel Sopocko também visitou este lugar em muitas ocasiões e assegurou que era o lugar que a Irmã Faustina havia descrito: de uma pequena igreja e uma casa, que com o tempo se tornou a casa mãe da Congregação”, disse a irmã Anastazja.

Pe. Sopocko, que também era confessor e diretor espiritual de Irmã Faustina, trabalhou e cumpriu serviço pastoral na cidade de Bialystok até o fim de sua vida, mas, ao mesmo tempo, permaneceu em contato permanente e velou pelas religiosas localizadas em Myslibórz.

A congregação é formada por cerca de 150 religiosos em diversos países do mundo, como os europeus Polônia, Alemanha, França, Croácia, Ucrânia e Lituânia.

Na América, estão presentes no Canadá, Brasil e Bolívia; e também têm comunidades na África do Sul e Israel.

Fonte: ACIDITAL 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Rádio – A Serviço da Evangelização

Teologia é mais do que uma coisa de clérigos

A proposta formativa da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (UCP) para o próximo ano letivo quer destacar uma área do saber que “habilita” as pessoas para “inúmeras tarefas, em diversos âmbitos”, na Igreja e na sociedade.

Em entrevista à Agência ECCLESIA, o diretor da Faculdade de Teologia da UCP realça o grau de “abrangência” dos estudos teológicos, que tocam áreas como “a comunicação, o serviço social e o ensino”, para além de serem uma ferramenta importante para “a formação pessoal”.

“Ainda hoje muita gente pensa que a teologia é uma coisa de clérigos, ou então de religiosos professos”, aponta o padre João Lourenço.

Sob o lema “Teologia para Todos”, a proposta formativa da Faculdade de Teologia da UCP para o próximo ano letivo integra soluções mais orientadas para os que os querem fazer “formação de base” ou “complementar” nesta área, com licenciaturas, mestrados e doutoramentos, mas também sugestões a pensar em “pessoas vindas de outros âmbitos profissionais”, em horário “pós-laboral”.

São os “chamados mestrados em Estudos da Religião”, em que os alunos “constroem o seu programa, apresentam as suas dissertações, aprofundam determinadas áreas do saber”.

“É um programa cada vez mais procurado”, realça o padre João Lourenço, que espera “poder desenvolver ainda mais” estas propostas “com a criação de um instituto em Estudos da Religião”, um projeto que “está em fase de acabamento”.

Uma mais-valia das propostas formativas da Faculdade de Teologia da UCP é a “possibilidade de fazer formação à distância”, em regime online.

Neste caso são estudos que “não concedem grau”, mas que têm como objetivo contribuir para a formação das “pessoas, de comunidades e grupos”, explica o professor Juan Ambrósio, coordenador do Gabinete de Apoio à Formação Avançada da Faculdade de Teologia da UCP.

“A Teologia não é só produto da cultura mas produtora de cultura, ela é chave para compreender a cultura, e nós queremos marcar também posição nesse caminho”, frisa o docente.

Neste campo, a Faculdade de Teologia vai lançar no mês de outubro três grandes cursos, com destaque para uma nova formação avançada sobre o “Mundo da Bíblia”, que mantém a parceria com a ECCLESIA.

“É um curso que já vai para o seu segundo ano e que tem sido uma experiência muito positiva, no âmbito dos Estudos Bíblicos”, salienta Juan Ambrósio.

Através desta experiência, os participantes ficam com “um enquadramento histórico, social e cultural” da Bíblia que lhes “permitirá depois ler os textos de uma outra maneira, mais aprofundada, tirando-lhes mais ainda o seu sumo”, sublinha ainda.

A primeira fase de candidaturas para este curso decorre até ao dia 5 de agosto.

Também em outubro, a Faculdade de Teologia vai lançar uma nova edição de um curso dedicado ao pensamento social cristão, à reflexão sobre a Doutrina Social da Igreja; também uma experiência nova, com o lançamento de um curso sobre o Concílio Vaticano II e a evolução da sua reflexão, 50 anos depois.

Já em janeiro de 2017, vai abrir uma formação na área da Saúde, destinada a todos quantos trabalham nos hospitais e que visitam os doentes.

Fonte: Agência Ecclesia

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Radio – A Serviço da Evangelização

Documentário: Carta do Papa“Laudato si, sobre o cuidado da casa comum.

“Laudato si – sobre o cuidado da casa comum”, apresenta texto que trata da ecologia humana. O clima está no centro das preocupações apresentadas pelo pontífice.  São indicadas, também, as problemáticas e desafios de preservação e prevenção e, ainda, os aspectos da criação à proteção, e questões como a fome no mundo, pobreza, globalização e escassez.

Este é o primeiro documento escrito integralmente pelo pontífice, que buscou inspiração nas meditações de São Francisco de Assis, patrono dos animais e do meio ambiente. Em 2013, no início do seu pontificado, o primeiro documento publicado por Francisco foi “Lumen Fidei”, que já tinha sido iniciado pelo papa emérito Bento XVI.

laudato si

Francisco disse que a Terra tem sido maltratada e saqueada. “Esta nossa ‘casa’ está sendo arruinada e isso prejudica a todos, especialmente os mais pobres. Portanto, o meu apelo é à responsabilidade, com base na tarefa que Deus deu ao ser humano na criação: ‘cultivar e preservar’ o ‘jardim’ em que ele o colocou. Convido todos a acolher com ânimo aberto este Documento, que está em sintonia com a Doutrina Social da Igreja”.

A Encíclica foi inspirado na invocação de São Francisco  “Louvado sejas, meu Senhor”, que no Cântico das Criaturas recorda que a terra pode ser comparada com uma irmã e uma mãe.

A nova Encíclica é composta por seis capítulos, são eles: “O que está a acontecer à nossa casa”, “O Evangelho da criação”, “A raiz humana da crise ecológica”, “Uma ecologia integral”, “Algumas linhas de orientação e ação” e “Educação e espiritualidade ecológicas”.

Ao longo do texto, o papa convida a ouvir os gemidos da criação, exortando todos a uma “conversão ecológica”, a “mudar de rumo”, assumindo a responsabilidade de um compromisso para o “cuidado da casa comum”.

“Deus, que nos chama a uma generosa entrega e a oferecer-Lhe tudo, também nos dá as forças e a luz de que necessitamos para prosseguir. No coração deste mundo, permanece presente o Senhor da vida que tanto nos ama. Não nos abandona, não nos deixa sozinhos, porque Se uniu definitivamente à nossa terra e o seu amor sempre nos leva a encontrar novos caminhos. Que Ele seja louvado!”, disse Francisco ao final da Encílica.

Informações: CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil)

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