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Reflexão para o IV Domingo da Páscoa, Domingo do Bom Pastor

Na sociedade Jesus liberta enquanto indistintamente faz o bem. Ele é o pastor universal! Sejamos como Jesus, bons pastores a ponto de nos despojarmos de tudo em favor da felicidade, da salvação eterna de nossos próximos!

No Evangelho deste domingo, Jesus diz que ele é o bom pastor, aquele que dá a vida, se despoja dela em favor do rebanho. Isso ele o fez de fato na cruz. Mas Jesus chegou à cruz porque sua vida foi um constante despojar-se de si mesmo em favor do outro, daqueles que havia recebido do Pai, com a missão de levá-los até Ele.

Jesus realiza essa sua missão onde estão os filhos de Deus: no Templo e na sociedade.

No Templo, Jesus os liberta do jugo dos sacerdotes, que se preocupam mais com a legalidade dos fatos, do que com o bem estar das pessoas. Aqueles que encontram Jesus,  encontram a porta para se libertar de uma religião sufocante e essa mesma porta os conduz para o convívio amoroso e, por isso, libertador com o Pai. Nesse gesto de libertar, Jesus contraria os interesses dos opressores e é condenado à morte. Ele se despoja da vida para que a tenhamos. Por isso, Jesus é o Bom Pastor!

Na sociedade Jesus liberta enquanto indistintamente faz o bem. Ele é o pastor universal!

Podemos refletir e ver como vivemos esse carisma de Jesus que, pelo batismo, também se tornou nosso. Como pastoreamos nossa família, nossos amigos, nossos colegas e nós mesmos? Somos portas libertadoras, que se abrem para que o outro passe para o encontro com a felicidade? Ou somos porta de uma armadilha, que prende quem se aproxima da gente?

Queridos ouvintes, sejamos como Jesus. Sejamos bons pastores a ponto de nos despojarmos de tudo em favor da felicidade, da salvação eterna de nossos próximos!

Pe. Cesar Augusto dos Santos

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Por que Jesus usava as parábolas para ensinar?

Jesus usava muito as parábolas para ensinar, que são história ou alegorias que contém uma verdade religiosa profunda. Algumas pessoas perguntam: por que Jesus não dava um ensinamento mais objetivo e direto?

Confira neste vídeo uma explicação do Prof. Felipe Aquino sobre isso:

 

Fonte:Blog Canção Nova

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Mensagem especial de dom Walmor Oliveira de Azevedo para o Natal

O arcebispo dom Walmor Oliveira de Azevedo preparou uma mensagem especial de Natal para você e sua família:

Dom Walmor Oliveira de Azevedo – Arcebispo de Belo Horizonte 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

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O comercial de Natal que está comovendo os brasileiros

Qual é o significado do Natal? Para muita gente, infelizmente, a data significa troca de presentes, festas, viagens. Mas o nascimento de Cristo, como sabemos, simboliza muito mais: é renovação, é solidariedade, é fé, é esperança, é reacender o amor ao próximo.

Esses, aliás, foram os ingredientes da campanha de Natal de uma marca do setor de alimentação, que sempre produz belos filmes, retratando o ideal da união de família nesta época do ano.

Em 2017, a marca se superou: produziu um conto de Natal digno de cinema, que vem emocionando os brasileiros com uma linda lição de amor, respeito, união e gratidão. Afinal,

“Natal não é isso?”

Assista a esta linda e emocionante história de amor e gratidão

Referências: ALETEIA

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Série – Doutrina Social da Igreja – Capítulo 2- O Bem comum e a Subsidiariedade.

Os direitos humanos, o bem comum, a vida social, o desenvolvimento, a justiça, a família, o trabalho, a economia, a política, a comunidade internacional, o meio ambiente, a paz. Todos esses são campos sobre os quais a Igreja dirige a sua reflexão no contexto da doutrina social.

Todo homem é um ser aberto à relação com os outros na sociedade. Para assegurar o seu bem pessoal e familiar, cada pessoa é chamada a realizar-se plenamente, promovendo o desenvolvimento e o bem da própria sociedade. Assim, a pessoa é o centro do ensinamento social católico. Qualquer conteúdo da doutrina social encontra seu fundamento na dignidade da pessoa humana. Outros princípios básicos do ensinamento social são: o bem comum, a subsidiariedade e a solidariedade.

A Dignidade da pessoa humana

A Igreja não pensa em primeiro lugar no Estado, no partido ou no grupo étnico. Pensa na pessoa como ser único e irrepetível, criado à imagem de Deus. Uma sociedade só será justa se souber respeitar a dignidade de cada pessoa. Portanto, a ordem social e o progresso devem ordenar-se segundo o bem das pessoas, pois a organização das coisas deve subordinar-se à ordem das pessoas e não o contrário (Gaudium et spes, 26).

O respeito à dignidade humana passa necessariamente por considerar o próximo como outro eu, sem excetuar ninguém. A vida do outro deve ser levada em consideração, assim como os meios necessários para mantê-la dignamente. Assim, o conteúdo da doutrina social é universal, pois considera a dignidade de cada pessoa como inalienável, única e necessária para construir o bem de todos.

O Bem comum

O bem comum é o “conjunto das condições da vida social que permitem, tanto aos grupos como a cada membro, alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição” (GS, 26). Não se trata de simples soma dos bens particulares de cada sujeito. É um bem indivisível, porque somente juntos se pode alcançá-lo, aumenta-lo e conservá-lo (CDSI, 164).

Para se colocar autenticamente ao serviço do ser humano, a sociedade deve colocar como meta o bem comum, enquanto bem de todos os homens e do homem todo (CIC, 1912).

O bem comum refere-se, por exemplo, a serviços essenciais ao ser humano: acesso a alimentação, habitação, trabalho, educação, cultura, transporte, saúde, informação, liberdade. Implica também o empenho pela paz, a organização dos poderes do Estado, um sólido ordenamento jurídico, a proteção do meio ambiente.

A Subsidiariedade

O princípio da subsidiariedade indica que, na sociedade, as instituições e organismos de ordem superior devem se colocar em atitude de ajuda (‘subsidium’) – e, portanto, de apoio, promoção e incremento – em relação às menores (CDSI, 186). Por nível superior se entende aquelas que são mais gerais (por exemplo, o governo federal em relação aos governos regionais e estes em relação aos municipais) e os organismos estatais em relação às organizações não-governamentais. É importante notar que o princípio da subsidiariedade inverte a lógica dos governos muito centralizadores e assistencialistas. Para estes governos, o Estado deve organizar e controlar os serviços sociais e as organizações não governamentais apenas o ajudam nesta tarefa. Pelo princípio da subsidiariedade, as pessoas, ao se organizarem, devem procurar, a partir de sua história, de seus valores e princípios, as melhores soluções para seus problemas e o Estado deve ajuda-las a viabilizar estas soluções na busca do bem comum.

O objetivo fundamental deste princípio é garantir o protagonismo da pessoa na sua vida pessoal e social. Ele protege as pessoas dos abusos das instâncias sociais superiores – por exemplo, do Estado – e solicita que as instâncias superiores ajudem os indivíduos e grupos intermediários a desempenhar suas próprias funções (CDSI, 187).

Texto: Aleteia –  Prof. Dr. Francisco Borba Ribeiro Neto, coordenador do Núcleo Fé e Cultura da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Vídeo/Áudio/Imagem: Portal Terra de Santa Cruz 

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SÉRIE – A DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA – Capítulo 1 – Transformar a sociedade com a força do Evangelho

Apresentamos neste primeiro capítulo em áudio-vídeo um resumo sobre o que é a doutrina social da Igreja. Neste capítulo vamos ver que a DSI trata-se de um desafio grande da Igreja que tem como objetivo transformar a sociedade com a força do Evangelho.

A função da doutrina social é o anúncio de uma visão global do homem e da humanidade e a denúncia do pecado de injustiça e de violência que de vários modos atravessa a sociedade.

Ao anunciar o Evangelho à sociedade em seu ordenamento político, econômico, jurídico e cultural, a Igreja quer atualizar no curso da história a mensagem de Jesus Cristo. Ela busca colaborar na construção do bem comum, iluminando as relações sociais com a luz do Evangelho.

A expressão “doutrina social” remonta a Pio XI (Carta encicl. Quadragesimo anno, 1931). Designa o corpus doutrinal referente à sociedade desenvolvido na Igreja a partir da encíclica Rerum novarum (1891), de Leão XIII. Em 2004, foi publicado o Compêndio de Doutrina Social da Igreja, organizado pelo Pontifício Conselho Justiça e Paz, que apresenta de forma sistemática o conteúdo da doutrina social da Igreja produzido até aquela ocasião. A partir daí, este se tornou o documento de referência obrigatório para quem deseja aprofundar-se neste campo.

Veja o áudio/vídeo – Capítulo 1 

 

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Arcanjos são companheiros de vida, diz o Papa

Nós e os anjos temos a mesma vocação: “cooperar juntos para o desígnio de salvação de Deus”. Foi o que disse o Papa na homilia da missa celebrada na Casa Santa Marta, por ocasião da Festa dos três arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel:

“Somos – por assim dizer – ‘irmãos’ na vocação. E eles estão diante do Senhor para servi-lo, louvá-lo e também para contemplar a glória do rosto do Senhor. Os anjos são os grandes contemplativos. Eles contemplam o Senhor; servem e contemplam. Mas também o Senhor os envia para nos acompanhar no caminho da vida.”

Em especial, Miguel, Gabriel e Rafael, explicou Francisco, têm um “papel importante no nosso caminho rumo à salvação”. “O Grande Miguel é que declara guerra ao diabo”, ao “grande dragão”, à “velha serpente” que “perturba a nossa vida” , seduz “toda a terra habitada” assim como seduziu a nossa mãe Eva com argumentos convincentes e, depois, quando caímos, nos acusa diante de Deus:

“Mas coma o fruto! Lhe fará bem, lhe fará conhecer muitas coisas”… E começa, assim como a serpente, a seduzir, a seduzir … E depois, quando caímos nos acusa diante de Deus: “É um pecador, é meu!”. Ele é meu: é justamente a palavra do diabo. Nos vence com a seduação e, depois, nos acusa diante de Deus: “É meu. Eu o levo comigo”. E Miguel declara guerra. O Senhor lhe pediu que declarasse guerra. Para nós que estamos em caminho nesta vida rumo ao Céu, Miguel nos ajuda a declarar guerra ao diabo, a não nos deixar seduzir.

É um trabalho de defesa que Miguel faz pela “Igreja” e por “cada um de nós”, diferente do papel de Gabriel, “o outro arcanjo de hoje”, aquele que, recorda o Papa, “traz as boas notícias; aquele que levou a notícia a Maria, a Zacarias, a José”: a notícia da salvação. Também Gabriel está conosco, assegura ainda o Papa, e ajuda-nos no caminho, quando “esquecemos” o Evangelho de Deus, que “Jesus veio conosco” para nos salvar.

O terceiro arcanjo que celebramos hoje é Rafael, aquele que “caminha conosco” e que nos ajuda neste caminho: devemos pedir-lhe, é o convite do Papa, para nos proteger da “sedução de dar um passo errado”.

Eis, então os nossos companheiros ao serviço de Deus e da nossa vida que Francisco hoje nos ensina a rezar de maneira simples:

“Miguel, ajude-nos na luta; cada um sabe qual luta tem em sua vida hoje. Cada um de nós conhece a luta principal, que faz arriscar a salvação. Ajude-nos. Gabriel, traga-nos notícias, traga-nos a Boa Notícia da Salvação, que Jesus está conosco, que Jesus nos salvou e nos dê esperança. Rafael, segure a nossa mão e nos ajude no caminho para não errarmos a estrada, para não permanecermos parados. Sempre caminhando, mas ajudados por você”.

 Por Radio Vaticano

Portal Terra de Santa Cruz

Diocese da Campanha celebra 110 anos de história e evangelização.

Diocese da Campanha celebra 110 anos com solene Missa Pontifical na Catedral de Santo Antônio – Campanha/MG.

As comemorações iniciaram com apresentação da Banda Marcial Irmão Paulo em frente à Catedral em seguida no interior da igreja, uma procissão fez memória dos “feitos” de Deus na Igreja particular da Campanha. A mesma encerrou-se com entrada da Imagem de Nossa Senhora do Carmo, padroeira da Diocese da Campanha e com a narração dos dados históricos da Diocese realizada pelo Reverendíssimo Padre Sérgio Monteiro, reitor do seminário teológico de Pouso Alegre e pároco da paróquia N. Senhora da Conceição em Itanhandu/MG.

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A Santa Missa foi presidiada por sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha.  Dom José Luiz Majella Delgado, arcebispo Metropolitano de Pouso Alegre/MG concelebrou esta santa celebração bem como o Cônego Luzair Coelho de Abreu, chanceler do bispado, pároco e cura da Catedral da Campanha.

O clero diocesano se fez presente bem como os religiosos (as) e seminaristas das três casas de formação propedêutica, filosófica, teológica e várias pessoas das diversas paróquias que compõe esta mais que centenária Diocese da Campanha. Participou deste momento importante o Exmo. Sr. Prefeito da Campanha Luiz Fernando Tavares (Nando).

Animou a celebração com belos cantos litúrgicos o Coral da Paróquia Nossa Senhora D’Ajuda de Três Pontas/MG. O povo Campanhense mais uma vez mostrou sua generosidade doando as quitandas para o café oferecido pela Paróquia Santo Antônio aos visitantes.

Confira a Homilia completa de Dom Pedro no vídeo abaixo:

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A Diocese da Campanha

“A Diocese da Campanha foi criada pelo Decreto Pontifício Spirituali fidelium bonum, (O bem espiritual dos fiéis) do Papa São Pio X, a 8 de setembro de 1907. A execução desse Decreto foi confiada à Nunciatura, sendo então nomeado Administrador da novel Diocese, D. João Batista Corrêa Nery, Bispo de Pouso Alegre. […] Começa aí, em 1907, nossa caminhada com Cristo, tendo à nossa frente um representante seu, que nos guia os passos. Somos desde então ‘povo santo de Deus, em plena e ativa participação nas mesmas celebrações litúrgicas, numa única oração, junto a um só altar, presididas pelo Bispo, rodeado de seu presbitério’ (Sacr. Consillium, n. 41) […]”.

A diocese da Campanha ao longo destes 110 anos teve a graça de ser governada por vários bispos amados pelo povo Campanhense e muito dedicados ao serviço da Igreja. São eles: Dom João de Almeida Ferrão (1909 – 1935); Dom Frei Inocêncio Engelke OFM (1935 – 1960); Dom Othon Mota (1960 – 1985); Dom Tarcísio Ariovaldo Amaral C.Ss.R. (1984 – 1991); Dom Aloísio Roque Opermann SCJ (1991 – 1996); Dom Frei Diamantino Prata de Carvalho OFM, atual bispo Emérito (1998 – 2015); e Dom Pedro Cunha da Cruz que assumiu a diocese em 05 de Novembro de 2015 pós-renúncia de Dom Diamantino. Hoje vivemos sob pastoreio de Dom Pedro seu lema episcopal é: Servo de Jesus Cristo (Servus Jesu Christi).

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Nossa diocese contou com grandes administradores apostólicos que contribuíram muito para o crescimento da mesma: São eles: Dom João Batista Correia Nery (1908 – 1909); Dom Antônio Afonso de Miranda (1976 – 1981); Dom José D’Ângelo Neto (1982 – 1984). De 1996 a 1998 a nossa diocese ficou vacante e contou com um administrador Diocesano na época Pe. Guilherme Porto, hoje Dom Guilherme Porto.

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Em 11 de Fevereiro de 1925 a pedido do Bispo Diocesano Dom João de Almeida Ferrão (1909 – 1935), do Cabido e dos fiéis desta Igreja; Nossa Senhora do Carmo foi proclamada Padroeira da Diocese da Campanha. Saiba mais sobre a DIOCESE DA CAMPANHA.

Dentro desta história centenária, momentos importantes marcaram a caminhada pastoral de nossa diocese.  A criação de várias pastorais sociais, apostolados e movimentos que contribuem muito no processo de evangelização do povo de Deus. Nestes 110 anos, as nossas melhores alegrias foram às beatificações de Francisca de Paula de Jesus (Nhá Chica) e Francisco de Paula Victor (Pe.Victor), o reconhecimento das virtudes e obras do Servo de Deus Dom Othon Motta e da Serva de Deus Madre Tereza Margarida “Nossa mãe”. Estes que para nós são exemplos de fé, santidade e dedicação, nos apontam o Cristo no qual seguimos e que é o centro da nossa fé e unidade.

Com tantas alegrias, história e exemplos de fé, rendemos graças a Deus pelos 110 anos da nossa diocese da Campanha. Que Deus abençoe a todos que faz parte desta história, e que juntos possamos evangelizar e contribuir sempre mais para o crescimento desta abençoada Diocese.

Referências Bibliográficas:
LEFORT, J. do P., A Diocese da Campanha, 1993.
Acervo da Diocese da Campanha – http://www.diocesedacampanha.org.br

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Escrito por Bruno Henrique Santos – Portal Terra de Santa Cruz 

 

Solene Coroação da Virgem Gloriosa de Fátima – Arautos do Evangelho (Vídeo-áudio)

Solenidade de Nossa Senhora de Fátima 13 de Maio
Solene Coroação da Virgem Gloriosa de Fátima – Arautos do Evangelho

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Ficha
01 Narração – Introdução
02 Toque de Trompete
03 Cantate Domino
04 Narração – Entrada da Imagem Peregrina
05 Toque de Trompete
06 Toque de Percussão
07 Toque de Trompete
08 Vivas
09 Quão Formosa Sois, ó Maria!
10 Toque de Trompete
11 Ouverture da Obra “The Occasional Oratorio”
12 Ave Maria
13 Conclamação
14 Narração – Imposição do Santo Rosário
15 Toque de Trompete
16 Ouverture da Obra “The Royal Fireworks Music”
17 Toque de Trompete
18 Santa e Imaculada Rainha
19 Narração – Proclamação do Triunfo de Maria
20 Vossa Destra Merecerá
21 Narração – Invocação ao Espírito Santo
22 Vinde, ó Santo Espírito
23 Narração – Coroação da Imagem Peregrina
24 Toque de Trompete
25 Vinde Senhora e Reinai
26 Martial Symphony da Obra “Belshazzar, an Oratorio”
27 Narração
28 Marcia Trionfale dell’Opera Aida
29 Hallelujah Chorus da Obra “The Messiah, an Oratorio”
30 Narração – Consagração a Jesus por Maria
31 Oração
32 Encerramento – Ó Glória Incomparável
33 Narração – Cortejo de Saída
34 Hino Pontifício

Produção: Associação Internacional de Direito Pontíficio

Reprodução e Edição de Portal Terra de Santa Cruz
Gravação: Sob licença da Associação Cultural de Nossa Senhora de Fátima

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

Tradição, Fé e Devoção marcaram a semana santa 2017 em Campanha/MG

A Semana Santa começa com o Domingo de Ramos no qual comemoramos a entrada de Jesus em Jerusalém, evento este da vida de Jesus relatado nos quatro evangelhos canônicos (Marcos 11:1, Mateus 21:1-11, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19) Esta solene celebração que ocorre no mundo todo pelos cristãos católicos, é um prelúdio das dores e humilhações nas quais Jesus Cristo passara, é partir dela que fomos levados pela liturgia da igreja a caminhar e contemplar os últimos passos de Jesus até sua morte e ressurreição.

Tradicionalmente em Campanha/MG, a abertura da Semana Santa é feita por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo da Diocese da Campanha, na Catedral de Santo Antônio.

A Missa Pontifical de abertura da Semana Santa ocorreu pela manhã, no domingo, 09 de abril. Os fiéis se reunirão na Igreja Nossa Senhora das Dores para a bênção de ramos, em seguida todos caminharam em procissão conduzida solenemente pela Banda Marcial Irmão Paulo que abrilhantou a caminhada onde atualizamos a entrada de Jesus em Jerusalém aclamado pelo povo com gritos de “Hosana ao filho de Davi, bendito quem vem em nome do Senhor, Hosana nas alturas”.

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DSC04511Ao chegar à Catedral Diocesana de Santo Antônio, Dom Pedro se aproximou da porta principal e com a Cruz processional, a tocou por três vezes dizendo; “Levantai, ó portas, os vossos frontões; abram-se, ó antigos portais, para que entre o Rei da Glória!”. E a porta se abriu… já, no interior da Catedral deu-se continuidade a santa missa, conforme pede a liturgia do dia. Concelebrou com Dom Pedro, o Reverendíssimo Padre Edson Pereira Oliveira, Vigário Paroquial da Campanha e Reitor do Seminário Propedêutico São Pio X.

Pelo anoitecer deste dia, aconteceu à procissão do Triunfo como é chamada pelo povo de nossa cidade, presidida pelo Reverendíssimo Cônego Luzair  Coelho de Abreu, pároco e cura da Catedral da Campanha e chanceler do bispado.

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No decorrer dos dias passamos pelas tradicionais procissões e sermões que enriqueceram nossa mente e coração, mas, acima de tudo a nossa vida de fé. São elas as procissões do Depósito, do Encontro, e da Soledade de Maria, ocorridas na segunda, terça e quarta-feira santa.  Na quarta-feira santa vivemos um dia mais que especial, pois este ano o feriado municipal por ocasião do Nascimento do Beato Francisco de Paula Victor coincidiu com a semana santa e os devotos do beato não deixou de celebra-lo e fazer suas orações ao nosso beato Campanhense, o Pe. Victor. Foi realizada a procissão da penitência para o morro do cruzeiro (Mirante) levando a imagem do beato, mostrando para nós a Cruz do Senhor sinal e símbolo maior da nossa fé. Após a caminhada até o cruzeiro foi realizada a Santa missa presidida pelo Vigário Paroquial Padre Edson Pereira Oliveira.

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A quinta-feira santa é sempre marcada por duas celebrações importantes.  São elas a Missa dos Santos Óleos (Missa da Unidade Diocesana) e a Missa da Ceia do Senhor popularmente chamada de Missa do Lava Pés (Instituição da Santa Eucaristia) ambas presididas por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz.

A Missa dos santos óleos também chamada de missa do crisma e da unidade diocesana, consiste em dois pontos fundamentais: a Bênção dos Santos Óleos, que são os óleos do Crisma, dos Enfermos e do Batismo e por fim a Renovação das Promessas Sacerdotais por parte dos sacerdotes diante do Bispo. Foram mais de 120 sacerdotes de várias paróquias, os regulares, os pertencentes a ordens ou congregações, e padres que auxiliam na Semana Santa nas diversas paróquias da diocese da Campanha.  Além do clero, participaram desta celebração, muitos religiosos, seminaristas e agentes de pastorais e movimentos que vieram em caravanas. Como todo ano o bom povo campanhense doaram bolos, roscas, pães e outras quitandas para bem receber os visitantes que vieram para a missa da unidade diocesana.

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A missa da Ceia do Senhor (Lava Pés): o termo lava-pés designa o gesto praticado por Jesus Cristo na última Ceia. Momento este em que o sacerdote, assistido por dois ministros, lava o pé direito de 12 homens, clérigos ou seculares. Este ano alguns membros do terço dos Homens foram escolhidos para a representarem os 12 apóstolos por ocasião do ano Mariano que nossa igreja no Brasil está vivendo!

Muito além da liturgia católica, o lava pés foi o evento que marcou a insistência do Senhor Jesus em um dos assuntos mais importantes do seu ministério: O papel dos cristãos e da igreja. O serviço. A humildade. O colocar-se abaixo, considerar uns aos outros superiores a si mesmo.

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Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor, o dia começou com a Via-sacra encenada pelos Jovens da Paróquia Santo Antônio. Ao cair da tarde, ás 15h, aconteceu a tradicional Ação Litúrgica onde recordamos o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Neste dia não se celebra a missa em todo o mundo.

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O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos ficando completamente na penumbra. Esta celebração foi presidida por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz no qual se prostrou no chão frente ao altar no começo da cerimônia sem calçado como pede o rito litúrgico em sinal de humildade e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.  Para esta celebração as cores dos paramentos do bispo como dos padres e ministros da palavra são vermelhas, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testemunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deu e continua dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.

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Um ato simbólico, mas, muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz apresentada solenemente para os fiéis e é cantando três vezes a aclamação: “Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ó VINDE ADOREMOS”, e todos ajoelham uns instantes de cada vez, e então vamos, em procissão, venerar a Cruz pessoalmente, com uma genuflexão (ou inclinação profunda) e um beijo (ou tocando-a com a mão e fazendo o sinal da cruz); enquanto cantamos os louvores ao Cristo na Cruz. Pela noite, um imenso número de pessoas participou da procissão do enterro (Senhor morto) pelas ruas de nossa cidade.

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Por fim, a Vigília Pascal, a mais importante celebração de nossa semana santa (Sábado Santo) que foi presidia pelo nosso Bispo diocesano Dom Pedro Cunha Cruz. A vigília começa após o pôr-do-sol no Sábado Santo fora da igreja, onde o fogo ou fogueira é abençoado pelo celebrante. Este novo fogo simboliza o esplendor do Cristo ressuscitado dissipando as trevas do pecado e da morte. O Círio pascal ou (vela pascal) é abençoado com um rito muito antigo.

A celebração da Vigília pascal articula-se em quatro partes: (ritos) 1) a liturgia da luz; 2) a liturgia da Palavra; 3) a liturgia batismal; 4) a liturgia eucarística.

A liturgia da luz consiste na bênção do fogo, na preparação do círio e na proclamação do louvor pascal. O lume novo e o círio pascal simbolizam a luz da Páscoa, que é Cristo, luz do mundo.

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A liturgia da Palavra propõe sete leituras do Antigo Testamento, que recordam as maravilhas de Deus na história da salvação e duas do Novo Testamento, ou seja, o anúncio da Ressurreição segundo os três Evangelhos sinópticos, e a leitura apostólica sobre o Batismo cristão como sacramento da Páscoa de Cristo.

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A liturgia batismal é parte integrante da celebração. Quando não há Batismo, faz-se a bênção da fonte batismal e a renovação das promessas do Batismo. O rito consta, ainda, o canto da ladainha dos santos, a bênção da água, a aspersão de toda a assembleia com a água benta e a oração universal.

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A liturgia eucarística é o momento culminante da Vigília, qual sacramento pleno da Páscoa, isto é, a memória do sacrifício da Cruz, a presença de Cristo Ressuscitado, o ápice da Iniciação cristã e o antegozo da Páscoa eterna.

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Já no domingo de páscoa como em todos os anos, a procissão da ressurreição acorreu pelas 5h da manhã com grande participação dos fiéis campanhense proclamando o Aleluia, Cristo Ressuscitou e em seguida a Santa Missa na Catedral com a presença do Coral Campanhense.

O Coral Campanhense, mais um ano se fez presente em nossa semana santa, entoando os famosos moteto para cada dia e abrilhantando nossas celebrações litúrgicas nas quais o coral participa solenemente. São 60 anos de história, sempre presente em nossa comunidade paroquial. O coral Catedral também animou nossas celebrações com lindos cantos litúrgicos.

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Por fim agradecemos a todos que de forma direta ou indireta contribuíram para a realização de nossa semana santa 2017 – Deus abençoe a todos!

Fotos e Texto; Por Bruno Henrique Santos 

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