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João Paulo II foi o Papa de número 264 (263 Sucessor de Pedro).
Karol Józef Wojtyła, conhecido como João Paulo II desde sua eleição ao papado em outubro de 1978, nasceu em Wadowice, uma pequena cidade a 50 quilômetros da Cracóvia, a 18 de maio de 1920.

Era o segundo dos filhos de Karol Wojtyła e Emilia Kaczorowska. Sua mãe faleceu em 1929. Seu irmão mais velho, Edmund (médico), morreu em 1932 e seu pai (suboficial do exército), em 1941.

Aos 9 anos fez a Primeira Comunhão, e aos 18 recebeu a Confirmação. Terminados os estudos de ensino médio na escola Marcin Wadowita de Wadowice, matriculouse em 1938 na Universidade Jagelônica da Cracóvia e em uma escola de teatro.

Quando as forças de ocupação nazista fecharam a Universidade, em 1939, o jovem Karol teve de trabalhar em uma pedreira e logo em uma fábrica química (Solvay), para ganhar a vida e evitar a deportação para a Alemanha.

A partir de 1942, ao sentir a vocação ao sacerdócio, seguiu as aulas de formação do seminário clandestino da Cracóvia, dirigido pelo Arcebispo da Cracóvia, Cardeal Adam Stefan Sapieha. Ao mesmo tempo, foi um dos promotores do «Teatro Rapsódico», também clandestino.

Após a Segunda Guerra Mundial, continuou seus estudos no seminário maior da Cracóvia, novamente aberto, e na Faculdade de Teologia da Universidade Jagelônica, até sua ordenação sacerdotal na Cracóvia a 1 de novembro de 1946. Seguidamente, foi enviado pelo Cardeal Sapieha a Roma, onde, sob a direção do dominicano francês Garrigou-Lagrange, doutorou-se em 1948 em teologia, com uma tese sobre o tema da fé nas obras de São João da Cruz. Naquele período, aproveitou suas férias para exercer o ministério pastoral entre os imigrantes poloneses da França, Bélgica e Holanda

Em 1948 voltou à Polônia e foi vigário em diversas paróquias da Cracóvia e capelão dos universitários até 1951, quando reiniciou seus estudos filosóficos e teológicos. Em 1953, apresentou na Universidade Católica de Lublin uma tese titulada «Avaliação da possibilidade de fundar uma ética católica sobre a base do sistema ético de Max Scheler». Depois passou a ser professor de Teologia Moral e Ética Social no seminário maior da Cracóvia e na faculdade de Teologia de Lublin.

Em 4 de julho de 1958, foi nomeado por Pio XII Bispo Auxiliar da Cracóvia. Recebeu a ordenação episcopal em 28 de setembro de 1958 na catedral de Wawel (Cracóvia), das mãos do Arcebispo Eugeniusz Baziak.

Em 13 de janeiro de 1964, foi nomeado Arcebispo da Cracóvia por Paulo VI, que o fez cardeal em 26 de junho de 1967.

Além de participar do Concílio Vaticano II (1962-65), com uma contribuição importante na elaboração da constituição «Gaudium et spes», o Cardeal Wojtyła tomou parte em todas as assembléias do Sínodo dos Bispos.

Desde o começo de seu pontificado, em 16 de outubro de 1978, o Papa João Paulo II realizou 104 viagens pastorais fora da Itália, e 146 pelo interior desse país.

Também, como Bispo de Roma visitou 317 das 333 paróquias romanas. Entre seus documentos principais se incluem: 14 Encíclicas, 15 Exortações apostólicas, 11 Constituições apostólicas e 45 Cartas apostólicas.

O Papa também publicou cinco livros: «Cruzando o limiar da esperança» (outubro de 1994); «Dom e mistério: no qüinquagésimo aniversário de minha ordenação sacerdotal» (novembro de 1996); «Tríptico romano – Meditações», livro de poesias (Março de 2003); «Levantai-vos! Vamos!» (maio de 2004) e «Memória e identidade» (fevereiro de 2005).

João Paulo II presidiu 147 cerimônias de beatificação – nas quais proclamou 1338 beatos – e 51 canonizações, com um total de 482 santos. Celebrou 9 consistórios, durante os quais criou 231 (além de 1 «in pectore») Cardeais. Também presidiu 6 assembléias plenárias do Colégio Cardinalício.

Presidiu 15 Assembléias do Sínodo dos Bispos: 6 ordinárias (1980, 1983, 1987, 1990, 1994, 2001), 1 geral extraordinária (1985), e 8 especiais (1980, 1991, 1994, 1995, 1997, 1998 [2] e 1999).

Nenhum outro Papa encontrou-se com tantas pessoas como João Paulo II: em números, mais de 17.600.100 peregrinos participaram das mais de 1160 Audiências Gerais que se celebram nas quartas-feiras. Esse número não inclui as outras audiências especiais e as cerimônias religiosas [mais de 8 milhões de peregrinos durante o Grande Jubileu do ano 2000] e os milhões de fiéis que o Papa encontrou durante as visitas pastorais efetuadas na Itália e no restante do mundo. Devem-se recordar também as numerosas personalidades de governo com as quais manteve encontros durante 38 visitas oficiais e as 738 audiências ou encontros com chefes de Estado e 246 audiências e encontros com primeiros-ministros.

João Paulo II, faleceu no dia 2 de abril, às 21:37 horas (horário de Roma). Seu pontificado, de quase 27 anos, foi o terceiro mais longo da história da Igreja.

São João Paulo II: História e Missão de um grande semeador da Paz

João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.

Os primeiros passos na Igreja Católica

Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como “arma” para “ganhar espíritos“. A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviamproibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.

A nomeação como Papa

Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.

Realizações e fatos

Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.

Canonização

A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

Leia mais sobre a canonização do Papa no artigo “Canonização dos papas João Paulo II e João XXIII”

Oração de São João Paulo II

Ó São João Paulo,PAPA-JOÃO-PAULO-II-DIVULGAÇÃO-2
da janela do céu,
dá-nos a tua bênção!

Abençoa a Igreja,
que tu amaste, serviste e guiaste,
incentivando-a a caminhar corajosamente
pelos caminhos do mundo,
para levar Jesus a todos
e todos a Jesus!

Abençoa os jovens,
que também foram tua grande paixão.
Ajuda-os a voltar a sonhar,
voltar a dirigir o olhar ao alto
para encontrar a luz que
ilumina os caminhos da vida na terra.

Abençoa as famílias,
abençoa cada família!
Tu percebeste a ação de Satanás
contra esta preciosa e indispensável
faísca do céu que Deus
acendeu sobre a terra.

São João Paulo,
com a tua intercessão,
protege as famílias
e cada vida que nasce
dentro da família.

Roga pelo mundo inteiro,
ainda marcado por tensões,
guerras e injustiças.
Tu te opuseste à guerra,
invocando o diálogo e semeando o amor;
roga por nós,
para que sejamos incansáveis
semeadores de paz.

Ó São João Paulo,
da janela do céu,
onde te vemos junto a Maria,
faz descer sobre todos nós
a bênção de Deus!

Amém.

(Cardeal Angelo Comastri)

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da evangelização 

JMJ 2016: Exposições retratará a vida de João Paulo II

Cerca de 20 exposições diferentes, variando em forma e conteúdo,  retratarão a vida de João Paulo II, a ação pró-vida, vocação e outros temas

Pintura, fotografia, ícones, histórias em quadrinhos, apresentações e improvisos serão apresentados em exposições organizadas no âmbito do Festival da Juventude. Os trabalhos serão apresentados por artistas da Polônia, França, Argentina, Estados Unidos, entre outros.

Serão cerca de 20 exposições diferentes, variando em forma e conteúdo e aludindo à vida de João Paulo II, à ação pró-vida, vocação e outros temas. Dentre os trabalhos desenvolvidos, estão as placas mostrando peregrinações de escoteiros para a Itália, Santuários Marianos Europeus e pôsteres relativos à Divina Misericórdia importados da Argentina. Uma parte importante das exposições será o trabalho do falecido Eugeniusz Mucha, notável artista da pintura sacra contemporânea.

Um dos artistas convidados para o Festival da Juventude é a irmã religiosa Terezja Maria Pi?ko?, que trará da Dinamarca um mosaico impresso criado juntamente com crianças dinamarquesas que mostra a história da salvação.

Os Jovens Embaixadores que viajam pela Europa em um “Busem do marze?” (‘Ônibus para os Sonhos’) promovendo o encontro com o Papa em julho, irá apresentar os impactos desse projeto no festival da juventude, como uma coleção de livros de histórias em quadrinhos intitulado “Kilometr dla papie?a” (‘Quilômetro para o Papa’). Haverá também uma exposição preparada por americanos relacionada ao tema pró-vida, utilizando motocicletas.

Parte das exposições será aberta às vésperas da Jornada Mundial da Juventude, enquanto outras peças poderão ser vistas bem antes. Diferentes lugares da cidade, como museus, igrejas e ambientes ao ar livre vão receber as exposições.

De acordo com a coordenadora das Exposições, Julia Basista, as galerias preparadas oferecerão aos peregrinos e moradores de Cracóvia a chance de “descansar”. “E quem sabe talvez, essas pessoas possam se envolver na proteção da vida, ajudar as pessoas com deficiência ou se interessar pela comunidade das Irmãs de Maria, Rainha dos Apóstolos”, disse Julia.

Além das tradicionais exposições, haverá também espetáculos ao vivo. Um dos artistas é Julien Touchard, da França. Desde já, ele está encorajando todos a enviar fotos pessoais para handbyhandproject@gmail.com. As fotografias enviadas serão impressas e dispostas em uma obra de arte na frente de um público em Plac Niepodleg.

Por Portal Canção Nova

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Rádio 

 

02/04 – São João Paulo II, a 11 anos junto de Deus olhando por nós!

02 de abril: em um dia como hoje, faleceu São João Paulo II – 11 anos de sua partida:

Era dia 2 de abril de 2005, véspera do Domingo da Divina Misericórdia – assim como o dia de hoje. Naquela noite, os olhares do mundo todo se voltaram para o Vaticano, quando o então Papa João Paulo II partiu para a casa do Pai.

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O Papa polonês, que liderou a Igreja Católica por 26 anos e 5 meses, ficou conhecido como o “Papa peregrino”, defensor das famílias, amigo dos jovens e foi quem, no ano 2000, instituiu a Festa da Divina Misericórdia.
Bento XVI o beatificou em 1º de maio de 2011 e ele foi canonizado pelo Papa Francisco em 27 de abril de 2014, junto com São João XXIII.
São João Paulo II liderou o terceiro pontificado mais longo nos mais de 2.000 anos de história da Igreja, realizando 104 viagens apostólicas fora da Itália e 146 nesse país.

Peça uma graça a São João Paulo II

Ó São João Paulo, da janela do céu, dá-nos a tua bênção!

Abençoa a Igreja, que tu amaste, serviste e guiaste,
incentivando-a a caminhar corajosamente pelos caminhos do mundo,
para levar Jesus a todos e todos a Jesus!

Abençoa os jovens, que também foram tua grande paixão.
Ajuda-os a voltar a sonhar, voltar a dirigir o olhar ao alto
para encontrar a luz que ilumina os caminhos da vida na terra.

Abençoa as famílias, abençoa cada família!
Tu percebeste a ação de Satanás contra esta preciosa e indispensável
faísca do céu que Deus acendeu sobre a terra.

São João Paulo, com a tua intercessão, protege as famílias
e cada vida que nasce dentro da família.

Roga pelo mundo inteiro, ainda marcado por tensões,
guerras e injustiças. Tu te opuseste à guerra,
invocando o diálogo e semeando o amor; roga por nós,
para que sejamos incansáveis semeadores de paz.

Ó São João Paulo, da janela do céu, onde te vemos junto a Maria,                                                faz descer sobre todos nós a bênção de Deus!

Amém. (Cardeal Angelo Comastri)

NOVENA COMPLETA

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. ORAÇÃO INICIAL Ó Deus, rico de misericórdia, que escolhestes São João Paulo II para governar a Vossa Igreja como papa, concedei-nos que, instruídos pelos seus ensinamentos, possamos abrir confiadamente os nossos corações à graça salvífica de Cristo, único Redentor do homem. Ele que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém. São João Paulo II, rogai por nós!

LADAINHA

Senhor tende piedade de nós, Senhor tende piedade de nós!

Cristo tende piedade de nós, Cristo tende piedade de nós!

Senhor tende piedade de nós, Senhor tende piedade de nós!

João de Deus, rogai por nós! Servo dos servos de Deus, rogai por nós!

Arauto do Evangelho, rogai por nós!

Papa Peregrino, rogai por nós!

Grande Missionário, rogai por nós!

Papa do Milagre de Fátima, rogai por nós!

Exemplo de Perdão, rogai por nós!

Aquele que venceu o bloco comunista, rogai por nós!

Apóstolo da Divina Misericórdia, rogai por nós!

Fundador da Jornada Mundial da Juventude, rogai por nós!

Mestre do novo Catecismo da Igreja Católica, rogai por nós!

Incentivador dos Meios de Comunicação, rogai por nós!

Amante das Artes, rogai por nós!

Defensor da Vida e das Famílias, rogai por nós!

Inspiração dos Enfermos, rogai por nós!

Exemplo do diálogo e da comunhão, rogai por nós!

Aquele que abriu o Terceiro Milênio, rogai por nós!

Místico da Oração e do novo Rosário, rogai por nós!

Atleta de Deus, rogai por nós!

Papa da Paz, rogai por nós!

Filho amado da Virgem Maria, rogai por nós!

Amigo dos santos e beatos, rogai por nós!

Amigo de todos os povos e nações, rogai por nós!

Vos agradecemos Deus Pai, por Sua Santidade João Paulo II Graças porque testemunhamos, em seu rosto o amor de Cristo Graças porque testemunhamos, em seu corpo a Cruz de Cristo Graças porque testemunhamos, em sua figura o mensageiro da Paz de Cristo Graças porque testemunhamos, em suas mãos O Corpo e Sangue de Cristo Graças porque testemunhamos, nele o Espírito da Luz de Cristo Graças porque o temos, como grande intercessor Graças porque ao vê-lo e escutá-lo, nos alegrou na alma em Cristo. São João Paulo II, rogai por nós que recorremos a vós! Bendize minha alma ao Senhor, e que Deus nos abençoe pelo testemunho de São João Paulo II. Tudo isto vos pedimos em nome de Cristo Senhor na unidade do Espírito Santo. Amém.

Pai Nosso / Ave Maria / Glória ao Pai

ORAÇÃO FINAL

Ó Trindade Santa, nós Vos agradecemos por ter dado à Igreja o Papa São João Paulo II e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor. Confiando totalmente na vossa infinita misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna Convosco. Segundo a Vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que imploramos. Amém. São João Paulo II, rogai por nós!

Com aprovação eclesiástica / Agostino Card. Vallini / Vigário geral de Sua Santidade para a Diocese de Roma 

Portal Terra de Santa Cruz 

A MENTIRA É DESMENTIDA: Um boato na BBC? João Paulo II não teve “intensa relação” com uma mulher casada

Ontem começou a circular um artigo da rede BBC, o qual insinua dúvidas sobre a amizade entre São João Paulo II e Anna-Teresa Tymieniecka, uma filósofa polonesa casada. As graves insinuações já foram desmentidas.

A amizade entre ambos era muito conhecida no círculo de amigos do Pontífice e também fora dele. A notícia da BBC foi publicada algumas horas antes de transmitir um documentário sobre este tema.

O vaticanista George Weigel escreveu em seu livro “Testemunha da esperança: a biografia de João Paulo II” que Tymieniecka começou a enviar cartas a Karol Wojtyla a fim de trocar idéias sobre a publicação de um trabalho filosófico intitulado “The acting person”.

Dom Pawel Ptasznik, sacerdote polonês da Secretaria de Estado do Vaticano, colaborador do Papa polonês durante dez anos, confirmou este dado e explica que, “inclusive quando o debate filosófico terminou, ela continuava escrevendo ao Cardeal Karol Wojtyla depois de ser eleito Papa João Paulo II. Karol era um homem muito cortês, ele estava acostumado a responder todas as cartas que recebia dela”.

Gianfranco Svidercoschi, um veterano vaticanista e biógrafo de Karol Wojtyla, sublinhou que “João Paulo II estava acostumado a jogar fora as cartas dela depois de respondê-las. Entretanto, a senhora Tymieniecka conservou todas as cartas que recebeu do Papa, além de uma cópia das cartas que lhe enviava”.

Sviderscoschi explicou que logo depois da morte do Pontífice, a mulher “tentou vender toda sua troca de cartas com o falecido Papa e finalmente a Biblioteca Nacional Polonesa as comprou. Entretanto, as cartas não estão disponíveis para sua leitura”. Por esta razão, “a BBC expressou que as cartas são secretas”, destacou o perito vaticanista.

A Biblioteca Nacional Polonesa publicou ontem uma declaração oficial na qual esclarece que não há nada que sugira uma relação amorosa entre o santo e esta mulher.

“As declarações feitas aos meios de comunicação não foram baseadas no conteúdo das cartas de João Paulo II à Anna Teresa Tymieniecka que estão no arquivo da Biblioteca Nacional da Polônia”, sustenta um comunicado publicado ontem por esta instituição.

As amizades do santo

Sviderscoschi recordou ainda que “João Paulo II teve muitas relações de amizade. Por exemplo, com Wanda Poltawska”, polonesa e amiga pessoal do Pontífice.

“João Paulo II adorava se encontrar com as pessoas. Quando queria conversar, costumava convidar alguém para caminhar nas montanhas. Adorava passear de bote. Em seu livro ‘Levantai-vos! Vamos!’, contou que soube que havia sido escolhido Bispo enquanto acampava com um grupo de estudantes aos quais acompanhava espiritualmente”, explica Sviderscoschi.

A amizade entre o João Paulo II e a senhora Tymieniecka era correta e quando era Cardeal passou umas férias com o casal em Vermont, como o relata o livro “Sua Santidade” de Marco Politi e Carl Bernstein.

No capítulo “Madame Tymieniecka”, os autores contam que o Cardeal Wojtyla celebrava Missa no jardim da casa onde se hospedaram e logo foram nadar. O então Cardeal usava uma roupa de banho que o esposo da sua amiga polonesa lhe emprestou.

Greg Burke, vice-diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, disse a respeito deste tema: “Em relação ao documentário da BBC, não devemos nos surpreender pelo fato de que o Papa João Paulo II tenha tido amizades próximas com diversas pessoas, homens ou mulheres. Ninguém deveria surpreender-se por isso”.

Nesse sentido, o Arcebispo de Cracóvia e secretário pessoal do Pontífice polonês por mais de 40 anos, Cardeal Stanislaw Dziwisz, escreveu uma nota na qual assinalou: “Quem viveu junto com João Paulo II sabe bem que não houve nenhuma conspiração maliciosa”.

São João Paulo II, ressalta o Cardeal polonês, “era livre e transparente, não teve nenhum complexo porque era um homem muito puro, respeitava a cada pessoa de qualquer situação de vida”.

“Esta é a única chave de leitura através da qual poderíamos interpretar sua vida exemplar e Santa”, conclui a nota difundida pelo Pe. Piotr Studnicki, da Arquidiocese de Cracóvia.

A amizade entre o João Paulo II e a senhora Tymieniecka foi, no final das contas, uma das muitas amizades que o Santo Padre teve.

Com Informações de ACIDIGITAL

Adaptação Portal Terra de Santa Cruz

 

Cartas de João Paulo II e as chamas das fofocas

“Não é de admirar que João Paulo II tenha tido amizades com muitas pessoas, tanto homens quanto mulheres”, disse o Vaticano sobre o documentário da BBC.

A cadeia britânica BBC lançou primeiro um texto depois apresentou na televisão com o título: “Cartas de João Paulo II revelam a sua “intensa” amizade com uma mulher” («Pope John Paul letters reveal ‘intense’ friendship with woman», 15.02.2016 ). O programa foi transmitido na noite da segunda, 15 de fevereiro de 2016. Na reportagem da BBC, sutilmente, colocou-se em dúvida o tipo de relação que Wojtyla teve com a filósofa americana de origem polonesa, Anna Terese Tymieniecka e foi usado para atrair a atenção para um programa de televisão dedicado inteiramente à amizade “intensa” amizade de um eclesiástico com uma mulher casada.

Para alimentar mais ainda a imaginação do leitor ou telespectador o documentário joga com dados que apresenta sobre a amizade Wojtyla-Tymieniecka. Apesar de admitir abertamente que eles não leram todas as cartas (daí exclusivamente a publicação de só alguns parágrafos que se tornam chamativos fora do contexto), a BBC e o apresentador Ed Stourton fazem uso de expressões como “relação de um Papa com uma mulher atraente” ou de apresentar o convite que Anna Terese fez ao então Cardeal Karol Wojtyla para passar uns dias de descanso em sua casa nos Estados Unidos (publicando também algumas fotos daquele momento) e até mesmo destacando que, já como Papa, João Paulo II presenteou “uma das suas mais valiosas posses” a Tymieniecka: um escapulário.

A realidade é, no entanto, menos mórbida: a mulher atraente era casada, tinha três filhos, e João Paulo II relacionou-se não exclusivamente com Anna Terese, mas com toda a sua família. Quando em 1976 o filósofo Wojtyla visitou os Estados Unidos não foi por ócio, mas para participar de um congresso dos bispos católicos americanos. Aproveitando a viagem visitou também a família de Anna Terese e o fato de outra pessoa ter tirado a foto mostra que efetivamente eles não estavam sozinhos. Naturalmente algum valor tem o escapulário, mas, sem dúvida, não tem o valor de segundas intenções que querem dar a ele. A prática de presentes desse tipo não é algo raro nos eclesiásticos. Curiosamente, apesar de induzir a encontrar segundas intenções em tudo, a mesma reportagem da BBC diz explicitamente que “Não há nenhuma sugestão de que o Papa quebrou o seu voto de celibato”.

João Paulo II e Anne Terese começaram a se relacionar porque esta última se interessou pela obra de “Pessoa e Ação” de Wojtyla. De fato, juntos trabalharam na revisão da obra e na sua tradução ao Inglês.

O vice-diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Greg Burke, disse nesta segunda-feira, 15 de fevereiro, à imprensa: “No que se refere ao documentário da BBC não devemos admirar-nos de que João Paulo II tenha tido amizades estreitas com várias pessoas, tanto homens quanto mulheres. Ninguém pode surpreender-se com esta notícia”.

Por seu lado, a Biblioteca Nacional da Polónia, onde se encontra a correspondência completa entre Tymieniecka e Wojtyla (e que a BBC não teve acesso) emitiu um comunicado dizendo: “João Paulo II estava rodeado por um círculo de amigos eclesiásticos e leigos, com os quais tinha um contato próximo. Neste círculo estava também Anna Teresa Tymieniecka, mas a relação com ela não era nem confidencial e nem excepcional “.

Não é a primeira vez que lançam calúnias neste mesmo sentido contra João Paulo II. Algo análogo aconteceu em 2011 ao dar-se a conhecer o epistolário que o hoje santo teve com a doutora Wanda Poltawska (que mais tarde se tornou o livro “Diário de uma amizade”). Portanto, a tentativa da BBC nem sequer tem o selo de originalidade. Talvez devemos sim classificar o trabalho da emissora BBC britânica on-line de jornalismo big brother, cuja única finalidade é entreter, não informar, atiçando as chamas das fofocas.

Informações ZENIT

Adaptação Portal Terra de Santa Cruz 

Livro reúne memórias e cartas de mais de 50 anos de amizade entre o Papa João Paulo II e a amiga polonesa Wanda Pólltawska.

 Ele a chamava de “Dusia”. Ela o intitulava “Irmão”.. Duas vidas, duas pessoas, dois destinos, mas uma união na qual prevaleceram a amizade pura, a cumplicidade, o carinho e o respeito mútuos. EmDiário de uma amizade – A família Półtawski e Karol Wojtyła, da PAULUS, Wanda Półtawska torna pública a sua fraterna relação com um jovem sacerdote que anos depois se tornaria papa João Paulo II.
A obra foi lançada originalmente em 2009, na Polônia, com o título Beskidzkie rekolekcje. Em 2010, foi publicada na versão italiana, com o título Diário di un’amicizia – La famiglia Półtawski e Karol Wojtyła. Finalmente, em 2011, o livro que apresenta as lembranças da médica polonesa e as cartas trocadas com o Santo Padre ao longo de sua vida chegou ao Brasil. A autora conta que viveu horrores no campo de concentração de Ravensbrück, localizado na antiga Alemanha Oriental, sendo submetida pelos médicos nazistas a uma cirurgia com fins experimentais e a pesados sofrimentos físicos. Depois de muitas atrocidades e com a derrota da Alemanha ela pôde, enfim, regressar à Polônia. Porém, não conseguia encontrar para si um lugar tranquilo no mundo e, profundamente marcada por essa experiência, dedicou-se à medicina e à psiquiatria com o objetivo de decifrar o porquê de os homens serem capazes de tamanha selvageria.

Casada e com muitos afazeres por conta da profissão, Wanda relata que não alcançava a paz interior; a vida familiar e profissional não lhe bastava. Procurava alguém que a entendesse e ajudasse, até que, naquela busca incessante, deparou-se com a figura de um padre: Karol Wojtyła. “Não aconteceu nada de extraordinário, mas o modo de tratar, o tom e aquilo que ele disse atingiram o alvo e corresponderam àquilo de que eu necessitava. Tive imediatamente a certeza de que voltaria àquele sacerdote, pois me compreendia. Lembro-me daquela incrível sensação de alívio pelo fato de que existia alguém que finalmente me compreendia, após tantos encontros com várias pessoas, muitas vezes cheias de boa vontade, mas que não compreendiam coisa alguma. Finalmente aquela alegria, talvez ainda não alegria, mas certamente alívio e paz.” Daí em diante, o então padre Wojtyła tornou-se seu confessor e diretor espiritual.

Desde o início da amizade, a médica polonesa escrevia seus pensamentos ao padre, pois, juntos, tinham o costume de meditar pela manhã, após a missa. Karol Wojtyła escolhia um texto sobre o qual refletiam ao longo do dia, e à tarde discutiam-no. Quando não era possível se reunirem, o sacerdote anotava os textos destinados para cada dia e ela descrevia aquilo que pensava sobre o assunto, para depois entregar-lhe.

Tais pensamentos, que retratam diversos períodos da vida da autora, estão agora disponibilizados neste livro. Entre esses momentos, a descoberta de um câncer gravíssimo, praticamente sem chance de cura, e o medo de deixar Andrzej, seu marido, e suas quatro filhas pequenas. Além da angústia vivida, Wanda também divide com o leitor a carta de Karol Wojtyła na qual ele pede a Padre Pio (canonizado pelo papa João Paulo II) sua intercessão para o caso da doença e, em seguida, a carta de agradecimento pela cura milagrosa da amiga, antes mesmo da cirurgia.  As páginas também demonstram a alegria e a emoção da autora, em 16 de outubro de 1978, ao saber que o cardeal Wojtyła se tornara papa, bem como sua preocupação em retribuir a Deus a graça de tê-lo como irmão. Já na segunda parte do livro, Wanda reúne lembranças sobre os montes Beskides. Trata-se de textos escritos a pedido do Santo Padre a respeito desse pedaço de terra da Polônia, onde ela e a família estiveram inúmeras vezes em retiros liderados por Wojtyła. “Ele partiu desse local em 7 de agosto de 1978, para não mais voltar. Partiu com desgosto: sabia que não teria voltado; nós também o sabíamos. Mas eu voltei e ainda volto. Ele sabia que eu voltaria e me disse: ‘Se estiveres lá, nunca estarás sozinha, eu aí estarei sempre’. Tinha saudades daquele lugar, o recordava, e, sempre que eu ia a Roma, ele me perguntava praticamente de todas as árvores”, relembra a autora.

O presente livro, que ainda conta com as palavras de Józef Michalik, arcebispo de Przemyśl (Polônia), não foi programado e nem escrito com o intuito de ser impresso. Wanda hesitava em publicar suas memórias, porém ela recebeu uma resposta de seu confessor que a incentivou: “As vicissitudes de um santo pertencem ao povo, não são propriedade privada; pertencem à Igreja”.

Lidos e aprovados pelo papa João Paulo II – que, durante um almoço na presença de Józef Michalik, disse a Wanda: “Deves escrever as tuas memórias” –, os textos da obra Diário de uma amizade – A família Półtawski e Karol Wojtyła apontam que a direção espiritual e a proximidade pessoal do sacerdote permitiram à autora compreender o sentido da vida, pelo qual clamava o seu coração, além de mostrar como o amor respeitoso de Wanda e de sua família para com o Santo Padre pôde ajudá-lo também em sua caminhada na fé.

Wanda Półtawska nasceu no dia 2 de outubro de 1921 em Lublin. Durante a ocupação alemã, foi presa pela Gestapo e confinada no campo de concentração de Ravensbrück, onde foi submetida a cruéis experimentos por parte dos médicos nazistas. Após a derrota dos alemães, pôde regressar à Polônia, onde se casou com Andrzej Póltawski, do qual teve quatro filhas. Médica bem-sucedida, atou amizade com o jovem sacerdote Karol Wojtyła. Em 1961, publicou o volume E tenho medo de meus sonhos, no qual narra a sua vida no campo de concentração de Ravensbrück. Diário de uma amizade é fruto da longa amizade com Karol Wojtyła, que continuou também quando ele se tornou papa João Paulo II.

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Título: Diário de uma amizade – A família Półtawski e Karol Wojtyła
Autora: Wanda Półtawska
Coleção: Avulso
Acabamento: Costurado
Formato: 15 cm x 22 cm
Páginas: 512
Áreas de interesse: Espiritualidade, Pastoral, Catequese e Liturgia, Psicologia e áreas afins.

Por Editora Paulus 

Adaptação Portal Terra de Santa Cruz

 

 

Celebramos hoje a memória de São João Paulo II

História de São João Paulo II

João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
São João P P

Os primeiros passos na Igreja Católica

Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como “arma” para “ganhar espíritos“. A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviamproibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.

A nomeação como Papa

Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.

Realizações e fatos

Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.

Canonização

A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

Foto: Portal Terra de Santa Cruz

Vaticano divulga nova Encíclica do Papa Francisco – ‘LAUDATO SI’ – SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM

Papa Pede Conversão Ecológica

O Vaticano divulgou na manhã de hoje, 18, a nova Encíclica do papa Francisco, “Laudato si – sobre o cuidado da casa comum”. O texto trata da ecologia humana e o clima está no centro das preocupações apresentadas pelo pontífice.  Além disso, são apontadas as problemáticas e desafios de preservação e prevenção, como também aspectos da criação à proteção, e questões como fome no mundo, pobreza, globalização e escassez.

Este é o primeiro documento escrito integralmente pelo pontífice, que buscou inspiração nas meditações de São Francisco de Assis, patrono dos animais e do meio ambiente. Em 2013, no início do pontificado do papa Francisco, o primeiro documento publicado foi “Lumen Fidei”, que já tinha sido iniciado pelo papa emérito Bento XVI.

Em consonância com a encíclica do papa, em 2016, a Campanha da Fraternidade Ecumênica da CNBB terá como tema “Casa comum, nossa responsabilidade”. A atividade será coordenada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC).

Conversão ecológica

No final da Audiência Geral, da quarta-feira, 17, o papa Francisco disse que a Terra tem sido maltratada e saqueada. “Esta nossa ‘casa’ está sendo arruinada e isso prejudica a todos, especialmente os mais pobres. Portanto, o meu apelo é à responsabilidade, com base na tarefa que Deus deu ao ser humano na criação: ‘cultivar e preservar’ o ‘jardim’ em que ele o colocou. Convido todos a acolher com ânimo aberto este Documento, que está em sintonia com a Doutrina Social da Igreja”, alertou Francisco.

O papa explicou que o nome da Encíclica foi inspirado na invocação de São Francisco  “Louvado sejas, meu Senhor”, que no Cântico das Criaturas recorda que a terra pode ser comparada com uma irmã e uma mãe.

A nova Encíclica é composta por seis capítulos, são eles: “O que está a acontecer à nossa casa”, “O Evangelho da criação”, “A raiz humana da crise ecológica”, “Uma ecologia integral”, “Algumas linhas de orientação e ação” e “Educação e espiritualidade ecológicas”.

Ao longo do texto, o papa convida a ouvir os gemidos da criação, exortando todos a uma “conversão ecológica”, a “mudar de rumo”, assumindo a responsabilidade de um compromisso para o “cuidado da casa comum”.

“Deus, que nos chama a uma generosa entrega e a oferecer-Lhe tudo, também nos dá as forças e a luz de que necessitamos para prosseguir. No coração deste mundo, permanece presente o Senhor da vida que tanto nos ama. Não nos abandona, não nos deixa sozinhos, porque Se uniu definitivamente à nossa terra e o seu amor sempre nos leva a encontrar novos caminhos. Que Ele seja louvado!”, disse Francisco ao final da Encílica.]

Por – www.cnbb.org.br

CARTA ENCÍCLICA 

LAUDATO SI’ DO SANTO PADRE FRANCISCO

SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM

1. Laudato si’, mi’ Signore – Louvado sejas, meu Senhor, cantava São Francisco de Assis. Neste gracioso cântico, recordava-nos que a nossa casa comum se pode comparar ora a uma irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma boa mãe, que nos acolhe nos seus braços: Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa irmã, a mãe terra, que nos sustenta e governa e produz variados frutos com flores coloridas e verduras.

2. Esta irmã clama contra o mal que lhe provocamos por causa do uso irresponsável e do abuso dos bens que Deus nela colocou. Crescemos a pensar que éramos seus proprietários e dominadores, autorizados a saqueá-la. A violência, que está no coração humano ferido pelo pecado, vislumbra-se nos sintomas de doença que notamos no solo, na água, no ar e nos seres vivos. Por isso, entre os pobres mais abandonados e maltratados, conta-se a nossa terra oprimida e devastada, que geme e sofre as dores do parto (Rm 8, 22). Esquecemo-nos de que nós mesmos somos terra (cf. Gn 2, 7). O nosso corpo é constituído pelos elementos do planeta; o seu ar permite-nos respirar, e a sua água vivifica-nos e restaura-nos.

CONTINUE LENDO A VERSÃO EM PORTUGUÊS DA ENCÍCLICA  AQUI


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A JMJ Cracóvia 2016 abre espaço à mídia. “Mostrar ao mundo a alegria dos jovens ao partilhar a fé”

Falta pouco mais de um ano para a Jornada Mundial da Juventude 2016, programada para se realizar em Cracóvia, de 26 a 31 de julho de 2016, mas o interesse da mídia já é muito grande. Neste sentido,  o Cardeal Stanislaw Dziwisz, Arcebispo Metropolita de Cracóvia e o Presidente da Agência  Católica de Informações Pololenas (Kai), Marcin Przeciszewski, assinaram uma carta de intenções sobre a colaboração recíproca no serviço de cobertura midiática, não somente da JMJ, mas também da fase preparatória.

Mostrar ao mundo a alegria dos jovens ao partilhar a fé

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“As Jornadas Mundiais da Juventude oferecem a possibilidade de acentuar a presença da Igreja na mídia, para mostrar ao mundo como os jovens se alegram na própria fé”, lê-se na carta. O Coordenador Geral do

Comitê Organizador da JMJ, Mons. Damian Muskus, afirma por sua vez que “desejamos conduzir o compromisso e o envolvimento das mídias leigas para o aprofundamento da consciência da Jornada, deste incrível encontro dos jovens que se reúnem com o Papa para experimentarem juntos a ele a alegria de partilhar a fé”.

Despertar na mídia um sentido de responsabilidade

“A experiência desta JMJ para os jovens de todo o mundo – explica Mons. Muskus – depende em grande parte de como será formulada a mensagem, quer no campo informativo, quer nas atividades de caráter pastoral e formativo”. “De fato, “todos vivemos em uma realidade marcada pela mídia e quem sabe a JMJ contribuirá a despertar nos jornalistas o sentido de responsabilidade que se espera deles”.

Um evento sem precedentes na Polônia

O Presidente da Kai, por sua vez, afirma que “nos organizaremos para obter um serviço de imprensa infalível a nível mundial, fornecendo estruturas adequadas nos diversos locais em que estará presente o Santo Padre e onde se reunirão os jovens”. “Defendemos que a JMJ é uma ocasião extraordinária para a Igreja na Polônia, mas também para todos os poloneses – continua – pois é um evento sem precedentes para o país”.

Primeira JMJ após a canonização de João Paulo II

Centralizada no lema “Bem-aventurados os misericordiosos, pois encontrarão misericórdia” (Mt 5,7), a JMJ de Cracóvia será precedida pelas “Jornadas Diocesanas”, que se realizarão de 20 a 25 de julho em diversos lugares da Polônia. O Papa Francisco é esperado de 28 a 30 de julho. A próxima JMJ será a primeira a ser celebrada, a nível mundial, após a canonização do Papa João Paulo II, idealizador da iniciativa em 1985. (JE)

Direto da Redação Rádio Vaticana – Portal Terra de Santa Cruz…


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A Igreja escondeu alguma parte do terceiro segredo de Fátima? Terceira guerra mundial? Chegada do anticristo? Apesar de já ser público, o 3º segredo de Fátima continua gerando polêmica ou se cumpriu no dia 13 de maio de 1981?

O que aconteceu em Fátima e qual é seu valor?

viewEm 13 de maio de 1917, “uma Senhora mais brilhante que o sol” apareceu a três crianças, convidando-as a rezar e a encontrar-se com ela durante cinco meses, sempre no dia 13. Em sua última aparição, a misteriosa mulher se identificou, diante de milhares de pessoas, como “a Senhora do Rosário” e, a partir disso, ocorreram alguns milagres.

A Igreja aceitou a mensagem de Nossa Senhora em Fátima porque está em conformidade com a revelação divina: seu núcleo fundamental é o convite à conversão e à penitência – precisamente as palavras com as quais Jesus iniciou seu ministério público.

O que é o terceiro segredo de Fátima?

Quando Maria apareceu às três crianças, mostrou-lhes um segredoque, obviamente, não revelaram a ninguém, por expresso desejo da Virgem. Lúcia, uma das sobreviventes, escreveu o segredo quando o bispo de Leiria lhe ordenou e Nossa Senhora permitiu.

Na verdade, mais do que três segredos, é um texto que tem três partes; é por isso que se fala de “a terceira parte do segredo de Fátima”. As duas primeiras partes foram dadas a conhecer na década de 40, quando foram divulgadas no diário da irmã Lúcia.

A terceira parte foi escrita em 1944 e enviada ao Arquivo Secreto do Santo Ofício de Roma. Nem João XXIII nem Paulo VI revelaram seu conteúdo. João Paulo II leu o texto após o atentado que sofreu em 13 de maio de 1981 e, após sua leitura, fez um ato solene de consagração do mundo ao Coração Imaculado de Maria.

Quando o segredo foi revelado e qual é seu conteúdo?

Em uma de suas visitas a Fátima, João Paulo II quis dar a conhecer publicamente a terceira parte do segredo de Fátima. Era 13 de maio de 2000. O secretário de Estado do Papa, cardeal Angelo Sodano, explicou o núcleo da visão, que “tem a ver sobretudo com a luta dos sistemas ateus contra a Igreja e os cristãos, e descreve o imenso sofrimento das testemunhas da fé do último século do segundo milênio”.

Em junho de 2000, a Congregação para a Doutrina da Fé deu a conhecer os manuscritos da vidente Lúcia relativos às três partes do segredo. A primeira é relativa à visão terrível doinferno e a segunda contém a promessa de que, “no final, meu Imaculado Coração triunfará” e haverá paz, depois de ter feito a consagração da Rússia à Mãe do Senhor.

Quanto à terceira parte do segredo, revelado por Nossa Senhora em 13 de julho de 1917 e também escrito à mão por Lúcia, trata-se, em resumo, da visão de um anjo com uma espada de fogo junto a Maria, exortando à penitência.

Além disso, um bispo vestido de branco, junto a outros bispos, sacerdotes e religiosos aparecem subindo uma montanha coroada por uma grande cruz, atravessando, para isso, uma cidade em ruínas, cheia de cadáveres.

Ao chegar ao topo, o bispo é assassinado por soldados, que fazem o mesmo com os demais eclesiásticos e outros fiéis leigos. Sob a cruz, anjos recolhem, em jarras de cristal, o sangue dos mártires e com ele regam as almas que se aproximam de Deus.

A terceira parte do segredo é uma visão profética comparável às da história sagrada. A visão de Fátima se refere sobretudo à luta do comunismo ateu contra a Igreja e os cristãos, e descreve o imenso sofrimento das vítimas da fé no século 20. O bispo vestido de branco representava o Papa João Paulo II que sofria, e foi Nossa Senhora quem desviou a bala disparada no atentado, para evitar sua morte. Veja a Foto abaixo. (Foto:Aleteia)

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13 de Maio de 1981, o então Papa João Paulo II sofre um atentado sendo atingido por dois tiros disparados por um extremista que na ocasião teve um ataque e foi preso. Após recuperação do Papa no dia 15 de Agosto dia da Assunção de Maria o Papa J. Paulo II retornava ao Vaticano. Tempos depois o Papa foi até a cadeia de Roma, conversar com aquele que disparou-lhe dois tiros, não registros do que eles conversaram, o mundo sabe apenas que o Papa o perdoou

Como entender este segredo a partir da fé cristã?

Todo este tema, antes e depois da sua publicação por parte da Igreja, gerou muitas interpretações e comentários.

João Paulo II, na Missa de 13 de maio de 1982, destacou a dimensão do amor materno na mensagem de Fátima, um amor que não só abrange os caminhos do homem a Deus sobre a terra, mas também os que vão além, incluindo o purgatório.

O que está no centro é a vontade de Deus, que quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade. O pecado afasta o homem de Deus, fonte da vida, e acaba condenando-o. A mensagem de Fátima é um convite à conversão urgente.

Bento XVI, no diálogo que teve com os jornalistas em maio de 2010, durante a viagem a Portugal, explicou que, na terceira parte da visão, “indicam-se realidades do futuro da Igreja, que se desenvolvem e se mostram paulatinamente”. Por meio de uma linguagem simbólica e profética, reafirma-se o que o próprio Jesus disse: que a Igreja teria de sofrer sempre, de diversas maneiras, até o fim do mundo.

Por isso, acrescentou, “a resposta de Fátima não tem a ver substancialmente com devoções particulares, mas com a resposta fundamental, ou seja, a conversão permanente, a penitência, a oração e as três virtudes teologais: fé, esperança e caridade”.

Foi o Papa alemão quem melhor resumiu o sentido do terceiro segredo de Fátima e como este deve ser entendido na fé, quando disse: “Somos realistas ao esperar que o mal ataque sempre, do interior e do exterior, mas também que as forças do bem estão presentes e que, no final, o Senhor é mais forte que o mal; e Nossa Senhora, para nós, é a garantia visível e materna da bondade de Deus, que é sempre a última palavra da história”.

Vale a pena ler o denso comentário teológico publicado em 2000, ao revelar a terceira parte do segredo, assinado pelo então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Cabe destacar este trecho: “Os diversos acontecimentos, na medida em que lá são representados, pertencem já ao passado. Quem estava à espera de impressionantes revelações apocalípticas sobre o fim do mundo ou sobre o futuro desenrolar da história, deve ficar desiludido. Fátima não oferece tais satisfações à nossa curiosidade, como, aliás, a fé cristã em geral que não pretende nem pode ser alimento para a nossa curiosidade. O que permanece – dissemo-lo logo ao início das nossas reflexões sobre o texto do ‘segredo’ – é a exortação à oração como caminho para a ‘salvação das almas’, e no mesmo sentido o apelo à penitência e à conversão”. Bem claro.

Em suma, a Igreja ocultou o terceiro segredo de Fátima?

À luz de tudo o que vimos aqui, a resposta tem de ser negativa. Porque a Igreja mostrou, no seu devido tempo, o conteúdo deste segredo tão temido. Da mesma maneira, deu a conhecer o conteúdo dos outros dois, no momento oportuno.

Outra coisa é o que cada um quiser pensar, as polêmicas que queiram criar sobre o tema ou a vontade de buscar aspectos mórbidos ou esotéricos. Aqui se cumpre algo que Jesus disse e que nos remete não a um obscurantismo eclesiástico, e sim a uma estratégia que vem mais de cima: de um Deus que ocultou estas coisas aos sábios e entendidos e as revelou às pessoas simples.

Para saber mais veja este vídeo…


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13 de maio de 1981: dois tiros atingem o Papa Há 34 anos, São João Paulo II era alvejado em plena Praça de São Pedro

 

Eram 17h19min em Roma no dia 13 de maio de 1981. Em pé na parte traseira do papamóvel, João Paulo II circulava lentamente pela Praça de São Pedro. O papamóvel parou e o papa se inclinou diante de uma menina de dois anos de idade que lhe estendia as mãos. João Paulo II a levantou nos braços, lhe deu um beijo e devolveu a criança aos pais com um sorriso.

De repente, um tiro.

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Uma revoada de pombas assustadas agitou os ares do Vaticano.

Mais um tiro.

João Paulo II pendeu para o lado de seu secretário particular, o cardeal Stanislaw. Do local de onde os tiros tinham partido, levantava-se um tumulto em torno a um jovem que se debatia. EraMehmet Ali Agca, o agressor.

A primeira bala perfurou o cólon do papa, dilacerou em vários pontos o seu intestino delgado e lhe atravessou o corpo, caindo depois dentro do jipe. A segunda passou de raspão pelo cotovelo direito de João Paulo II, fraturou seu dedo indicador esquerdo e ainda feriu duas peregrinas norte-americanas.

O papamóvel arrancou em alta velocidade em direção aos Serviços de Atendimento de Emergência do Vaticano, onde o médico pessoal do papa, Dr. Renato Buzzonetti, já tinha sido chamado com urgência.

João Paulo II sangrava muito e foi levado de imediato para oHospital Gemelli. A vida de um papa se apagava. Logo após a chegada ao hospital, o Santo Padre perdeu a consciência. Os médicos que realizaram a operação de emergência chegaram a confessar, tempos depois, que duvidavam da sobrevivência do papa devido à gravidade do ferimento e aos sérios problemas com a pressão sanguínea e com os batimentos cardíacos de João Paulo II. O Dr. Buzzonetti pediu ao cardeal Stanislaw que ministrasse ao papa a Unção dos Enfermos. Foram cinco horas extremamente tensas de operação e de espera. O mundo permanecia estarrecido. Terminada a intervenção dos médicos, chegou o aviso, ainda interno ao hospital, de que os procedimentos tinham corrido bem e de que as esperanças de recuperação tinham aumentado.

O papa só pôde voltar ao Vaticano algumas semanas depois. Complicações, no entanto, o obrigaram a retornar ao hospital. Foi só no dia 14 de agosto, véspera da Assunção de Nossa Senhora, que João Paulo II deixou definitivamente a clínica Gemelli.

13 de maio, dia de Nossa Senhora de Fátima.

15 de agosto, dia da Assunção de Nossa Senhora aos céus.

João Paulo II sobreviveu a um atentado covarde e mortal em um dia dedicado a Maria. João Paulo II voltou recuperado ao Vaticano em outro dia dedicado a Maria.

A bala que atravessou o corpo do Santo Padre foi guardada e levada pessoalmente por ele próprio ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal, durante uma peregrinação de ação de graças pela proteção materna de Maria. O projétil foi incrustado na coroa de ouro da Santíssima Virgem de Fátima, na redoma de vidro da Capelinha das Aparições.

No dia 27 de dezembro de 1983, João Paulo II foi até o presídio de Rebibbia, em Roma, para se encontrar com Mehmet Ali Agca. Num cômodo simples, sentado ao lado de Agca e com a cabeça inclinada para ouvi-lo melhor, o Santo Padre se surpreendeu com uma pergunta feita pelo seu agressor:
“Por que o senhor não morreu? Eu sei que mirei certo. Eu sei que o projétil era devastador e mortal. Então por que o senhor não morreu”?
Não há registros gravados, evidentemente, da conversa particular que o papa teve com Mehmet Ali Agca naquele dia em Rebibbia. Em outra ocasião, porém, João Paulo II comentou sobre aquele impactante dia 13 de maio de 1981:
“Uma mão disparou. Mas outra mão guiou a bala”

FONTE: ALETEIA


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Filme: O TESTEMUNHO – A HISTÓRIA SECRETA DO PAPA JOÃO PAULO II / “Testimony: The Untold Story of Pope John Paul II”.

A HISTÓRIA SECRETA DO PAPA JOÃO PAULO II –  (Áudio em Português)

POPE JOHN PAUL II SEEN IN IMAGE RELEASED BY POSTULATION OF SAINTHOOD CAUSE

 

“O Testemunho” é um filme sobre o Papa João Paulo II baseado no livro “Uma vida com Karol”, do Cardeal Stanislaw Dziwisz, arcebispo de Cracóvia, e amigo pessoal de João Paulo II. O filme traz diversas informações que o livro não possui e mostra a humanidade de João Paulo II. Além das tentativas de assassinato, você sabia que ele gostava de se disfarçar para sair no meio das pessoas comuns sem ser reconhecido? E que ele começou sua carreira como ator e adorava cantar karaokê? Estas são apenas algumas das emocionantes revelações do filme.

 

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