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Papa Francisco: “Um minuto pela paz”

Na conclusão da Audiência Geral de ontem, quarta-feira, o Papa Francisco recordou a iniciativa “Um minuto pela paz”, a ser realizada nesta quinta-feira, 8 de junho.
“Amanhã, às 13 horas, renova-se em diversos países a iniciativa “Um minuto pela paz”, isto é, um pequeno momento de oração na recorrência do encontro no Vaticano entre mim, o falecido Presidente israelense Peres e o Presidente palestino Abbas. Em nosso tempo, há tanta necessidade de rezar – cristãos, judeus e muçulmanos – pela paz”.A iniciativa se realizada em vários países.

Vamos rezar com o Papa este minuto em prol da paz…

Por Rádio Vaticano 

Portal Terra de Santa Cruz 

 

Santo Agostinho nos explica para que servem as palavras na oração.

“…não pensemos que são necessárias para informar o Senhor ou forçar a sua vontade”

Na oração, as palavras servem para nos estimular e nos fazer compreender melhor o que pedimos; não pensemos que são necessárias para informar o Senhor ou forçar a sua vontade. Quando dizemos: «Santificado seja o vosso nome», estimulamo-nos a desejar que o nome de Deus, que é sempre santo em Si mesmo, seja também honrado como santo entre os homens, e nunca desprezado; e isto não é para benefício de Deus, mas dos homens.

Quando dizemos: «Venha a nós o vosso reino» – que há-de vir certamente, quer queiramos, quer não –, excitamos a nossa aspiração por aquele reino, para que ele de facto venha a nós e mereçamos reinar nele. Quando dizemos: «Seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu», pedimos ao Senhor que nos dê a virtude para que se cumpra em nós a sua vontade, como os anjos a cumprem no Céu.

Quando dizemos: «Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido», tomamos consciência do que pedimos, e do que devemos fazer para merecermos receber o perdão. Quando dizemos: «Livrai-nos do mal», recordamos que ainda não estamos naquele sumo bem onde já não é possível sofrer qualquer mal. E estas últimas palavras da oração dominical têm um significado tão amplo, que o cristão, seja qual for a tribulação em que se encontre, pode com elas exprimir os seus gemidos ou lamentações, dar início, continuar ou terminar a sua oração.

Tínhamos necessidades destas palavras para gravar na memória todas estas realidades. Quaisquer outras palavras que possamos usar na oração nada mais dizem para além do que se encontra já na oração do Senhor, se de facto oramos como convém.

(Santo Agostinho, Carta 130, a Proba, sobre a oração, 11-12)

Fonte; Aleteia 

Reprodução: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

Tradição, Fé e Devoção marcaram a semana santa 2017 em Campanha/MG

A Semana Santa começa com o Domingo de Ramos no qual comemoramos a entrada de Jesus em Jerusalém, evento este da vida de Jesus relatado nos quatro evangelhos canônicos (Marcos 11:1, Mateus 21:1-11, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19) Esta solene celebração que ocorre no mundo todo pelos cristãos católicos, é um prelúdio das dores e humilhações nas quais Jesus Cristo passara, é partir dela que fomos levados pela liturgia da igreja a caminhar e contemplar os últimos passos de Jesus até sua morte e ressurreição.

Tradicionalmente em Campanha/MG, a abertura da Semana Santa é feita por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo da Diocese da Campanha, na Catedral de Santo Antônio.

A Missa Pontifical de abertura da Semana Santa ocorreu pela manhã, no domingo, 09 de abril. Os fiéis se reunirão na Igreja Nossa Senhora das Dores para a bênção de ramos, em seguida todos caminharam em procissão conduzida solenemente pela Banda Marcial Irmão Paulo que abrilhantou a caminhada onde atualizamos a entrada de Jesus em Jerusalém aclamado pelo povo com gritos de “Hosana ao filho de Davi, bendito quem vem em nome do Senhor, Hosana nas alturas”.

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DSC04511Ao chegar à Catedral Diocesana de Santo Antônio, Dom Pedro se aproximou da porta principal e com a Cruz processional, a tocou por três vezes dizendo; “Levantai, ó portas, os vossos frontões; abram-se, ó antigos portais, para que entre o Rei da Glória!”. E a porta se abriu… já, no interior da Catedral deu-se continuidade a santa missa, conforme pede a liturgia do dia. Concelebrou com Dom Pedro, o Reverendíssimo Padre Edson Pereira Oliveira, Vigário Paroquial da Campanha e Reitor do Seminário Propedêutico São Pio X.

Pelo anoitecer deste dia, aconteceu à procissão do Triunfo como é chamada pelo povo de nossa cidade, presidida pelo Reverendíssimo Cônego Luzair  Coelho de Abreu, pároco e cura da Catedral da Campanha e chanceler do bispado.

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No decorrer dos dias passamos pelas tradicionais procissões e sermões que enriqueceram nossa mente e coração, mas, acima de tudo a nossa vida de fé. São elas as procissões do Depósito, do Encontro, e da Soledade de Maria, ocorridas na segunda, terça e quarta-feira santa.  Na quarta-feira santa vivemos um dia mais que especial, pois este ano o feriado municipal por ocasião do Nascimento do Beato Francisco de Paula Victor coincidiu com a semana santa e os devotos do beato não deixou de celebra-lo e fazer suas orações ao nosso beato Campanhense, o Pe. Victor. Foi realizada a procissão da penitência para o morro do cruzeiro (Mirante) levando a imagem do beato, mostrando para nós a Cruz do Senhor sinal e símbolo maior da nossa fé. Após a caminhada até o cruzeiro foi realizada a Santa missa presidida pelo Vigário Paroquial Padre Edson Pereira Oliveira.

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A quinta-feira santa é sempre marcada por duas celebrações importantes.  São elas a Missa dos Santos Óleos (Missa da Unidade Diocesana) e a Missa da Ceia do Senhor popularmente chamada de Missa do Lava Pés (Instituição da Santa Eucaristia) ambas presididas por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz.

A Missa dos santos óleos também chamada de missa do crisma e da unidade diocesana, consiste em dois pontos fundamentais: a Bênção dos Santos Óleos, que são os óleos do Crisma, dos Enfermos e do Batismo e por fim a Renovação das Promessas Sacerdotais por parte dos sacerdotes diante do Bispo. Foram mais de 120 sacerdotes de várias paróquias, os regulares, os pertencentes a ordens ou congregações, e padres que auxiliam na Semana Santa nas diversas paróquias da diocese da Campanha.  Além do clero, participaram desta celebração, muitos religiosos, seminaristas e agentes de pastorais e movimentos que vieram em caravanas. Como todo ano o bom povo campanhense doaram bolos, roscas, pães e outras quitandas para bem receber os visitantes que vieram para a missa da unidade diocesana.

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A missa da Ceia do Senhor (Lava Pés): o termo lava-pés designa o gesto praticado por Jesus Cristo na última Ceia. Momento este em que o sacerdote, assistido por dois ministros, lava o pé direito de 12 homens, clérigos ou seculares. Este ano alguns membros do terço dos Homens foram escolhidos para a representarem os 12 apóstolos por ocasião do ano Mariano que nossa igreja no Brasil está vivendo!

Muito além da liturgia católica, o lava pés foi o evento que marcou a insistência do Senhor Jesus em um dos assuntos mais importantes do seu ministério: O papel dos cristãos e da igreja. O serviço. A humildade. O colocar-se abaixo, considerar uns aos outros superiores a si mesmo.

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Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor, o dia começou com a Via-sacra encenada pelos Jovens da Paróquia Santo Antônio. Ao cair da tarde, ás 15h, aconteceu a tradicional Ação Litúrgica onde recordamos o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Neste dia não se celebra a missa em todo o mundo.

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O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos ficando completamente na penumbra. Esta celebração foi presidida por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz no qual se prostrou no chão frente ao altar no começo da cerimônia sem calçado como pede o rito litúrgico em sinal de humildade e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.  Para esta celebração as cores dos paramentos do bispo como dos padres e ministros da palavra são vermelhas, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testemunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deu e continua dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.

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Um ato simbólico, mas, muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz apresentada solenemente para os fiéis e é cantando três vezes a aclamação: “Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ó VINDE ADOREMOS”, e todos ajoelham uns instantes de cada vez, e então vamos, em procissão, venerar a Cruz pessoalmente, com uma genuflexão (ou inclinação profunda) e um beijo (ou tocando-a com a mão e fazendo o sinal da cruz); enquanto cantamos os louvores ao Cristo na Cruz. Pela noite, um imenso número de pessoas participou da procissão do enterro (Senhor morto) pelas ruas de nossa cidade.

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Por fim, a Vigília Pascal, a mais importante celebração de nossa semana santa (Sábado Santo) que foi presidia pelo nosso Bispo diocesano Dom Pedro Cunha Cruz. A vigília começa após o pôr-do-sol no Sábado Santo fora da igreja, onde o fogo ou fogueira é abençoado pelo celebrante. Este novo fogo simboliza o esplendor do Cristo ressuscitado dissipando as trevas do pecado e da morte. O Círio pascal ou (vela pascal) é abençoado com um rito muito antigo.

A celebração da Vigília pascal articula-se em quatro partes: (ritos) 1) a liturgia da luz; 2) a liturgia da Palavra; 3) a liturgia batismal; 4) a liturgia eucarística.

A liturgia da luz consiste na bênção do fogo, na preparação do círio e na proclamação do louvor pascal. O lume novo e o círio pascal simbolizam a luz da Páscoa, que é Cristo, luz do mundo.

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A liturgia da Palavra propõe sete leituras do Antigo Testamento, que recordam as maravilhas de Deus na história da salvação e duas do Novo Testamento, ou seja, o anúncio da Ressurreição segundo os três Evangelhos sinópticos, e a leitura apostólica sobre o Batismo cristão como sacramento da Páscoa de Cristo.

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A liturgia batismal é parte integrante da celebração. Quando não há Batismo, faz-se a bênção da fonte batismal e a renovação das promessas do Batismo. O rito consta, ainda, o canto da ladainha dos santos, a bênção da água, a aspersão de toda a assembleia com a água benta e a oração universal.

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A liturgia eucarística é o momento culminante da Vigília, qual sacramento pleno da Páscoa, isto é, a memória do sacrifício da Cruz, a presença de Cristo Ressuscitado, o ápice da Iniciação cristã e o antegozo da Páscoa eterna.

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Já no domingo de páscoa como em todos os anos, a procissão da ressurreição acorreu pelas 5h da manhã com grande participação dos fiéis campanhense proclamando o Aleluia, Cristo Ressuscitou e em seguida a Santa Missa na Catedral com a presença do Coral Campanhense.

O Coral Campanhense, mais um ano se fez presente em nossa semana santa, entoando os famosos moteto para cada dia e abrilhantando nossas celebrações litúrgicas nas quais o coral participa solenemente. São 60 anos de história, sempre presente em nossa comunidade paroquial. O coral Catedral também animou nossas celebrações com lindos cantos litúrgicos.

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Por fim agradecemos a todos que de forma direta ou indireta contribuíram para a realização de nossa semana santa 2017 – Deus abençoe a todos!

Fotos e Texto; Por Bruno Henrique Santos 

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Festa da Sagrada Família – Família de Nazaré, modelo para as famílias cristãs do mundo.

Quando Deus quis, no seu amor, enviar seu Filho para morar entre nós, Ele escolheu uma família para receber Verbo Divino. Com isso Deus marcou com maior dignidade a família humana e mostrou que esta instituição é essencial para o desenvolvimento da pessoa.

A família de Nazaré tornou-se assim o modelo para as famílias cristãs do mundo. A bondade de Maria e a justiça de José deveriam ser as virtudes procuradas pelos pais e mães de família. Em Nazaré, Jesus aprendeu a andar, correr, brincar, comer, rezar, cresceu, estudou, foi aprendiz e auxiliar de seu pai adotivo José, a quem amava muito e por ele era muito amado também.

Jesus nasceu numa verdadeira família para receber tudo o que necessitava para crescer e viver, mesmo sendo muito pobre. Teve o amor dos pais unidos pela religião, trabalhadores honrados, solidários com a comunidade, conscientes e responsáveis por sua formação escolar, cívica, religiosa e profissional.

Essa família é o modelo de todos os tempos. É exemplar para toda a sociedade, especialmente nos dias de hoje, tão atormentada por divórcios e separações de tantos casais, com filhos desajustados e todos infelizes. A família deve ser criada no amor, na compreensão, no diálogo, com consciência que haverá momentos difíceis e crises.

Cada homem e cada mulher que deixam o pai e a mãe para se unirem em matrimônio e constituir uma nova família não o podem fazer levianamente, mas devem fazê-lo somente por um autêntico amor, que não é uma entrega passageira, mas uma doação definitiva, absoluta, total até a morte.

Por  Padre Evaldo César de Souza, CSsR – A12.com

Papa Francisco consagra as famílias à Família de Nazaré

Jesus, Maria e José, em Vós contemplamos o esplendor do verdadeiro amor e, confiantes, a Vós nos consagramos.

Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho e pequenas igrejas domésticas.

Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado, seja rapidamente consolado e curado.

Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes do carácter sagrado e inviolável da família e da sua beleza no projeto de Deus.

Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica. Amém.

Papa Francisco

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O Canto das Kalendas – O Anúncio do Natal – Forma Ordinária

Na forma extraordinária, se canta após a hora de Prima, que foi suprimida na forma ordinária, restando, então, para o rito moderno, a opção de se usar as Kalendas combinadas com a Missa ou como cerimônia à parte.

O Papa João Paulo II fazia cantar as Kalendas no início da Missa. Bento XVI manteve o costume, mas mudou nas últimas Missas para antes da celebração, o que é também possível, dado que, em sentido estrito, as Kalendas são parte do Martirológio Romano.

É uma boa tradição litúrgica para se colocar em prática em nossas Missas.

Eis o texto, e vídeo em português e latim, para a forma ordinária:

Vinte e Cinco de Dezembro. Décima-nona Lua.

Tendo transcorrido muitos séculos desde a criação do mundo,

Quando no princípio Deus tinha criado o céu e a terra e tinha feito o Homem à sua imagem;

E muitos séculos de quando, depois do dilúvio, o Altíssimo tinha feito resplandecer o arco-íris, sinal da Aliança e da Paz;

Vinte e um séculos depois da partida de Abraão, nosso pai na fé, de Ur dos Caldeus;

Treze séculos depois da saída de Israel do Egito, sob a guia de Moisés;

Cerca de mil anos depois da unção de David como rei de Israel;

Na sexagésima quinta semana, segundo a profecia de Daniel;

Na época da centésima nonagésima quarta Olimpíada;

No ano setecentos e cinqüenta e dois da fundação da cidade de Roma;

No quadragésimo segundo ano do Império de César Otaviano Augusto;

Quando em todo o mundo reinava a paz, Jesus Cristo, Deus Eterno e Filho do Eterno Pai, querendo santificar o mundo com a sua vinda, tendo sido concebido por obra do Espírito Santo, tendo transcorrido nove meses, (aqui eleva-se a voz, e todos se ajoelham) nasce em Belém da Judeia da Virgem Maria, feito homem:

Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a natureza humana.

R. Graças a Deus.

Fonte: Salvem a Liturgia

Foto/Adaptação/Vídeo: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização

Papa expressou o seu pesar pela tragédia da Chapecoense

Nas saudações, na audiência geral desta quarta-feira dia 30 de novembro, o Papa Francisco dirigiu-se também aos peregrinos de língua portuguesa presentes na audiência convidando-os a irem ao encontro de Jesus neste Advento. Disse que Jesus espera por nós “em todos os necessitados, aos quais podemos levar ajuda com as obras de misericórdia”.

Destaque especial para as palavras do Papa declarando o seu pesar pelas vítimas do acidente de aviação que vitimou a equipa de futebol brasileira Chapecoense:

“Eu também gostaria de recordar hoje a dor do povo brasileiro pela tragédia da equipa de futebol e rezar pelos jogadores mortos, pelas suas famílias. Na Itália, sabemos bem o que isso significa, pois lembramos Superga, em 1949. São tragédias duras. Rezemos por eles.”

O Papa Francisco a todos deu a sua benção!

Por Radio Vaticana

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FINADOS: Para a fé cristã, a morte é travessia para a comunhão plena

Ao celebrar o “Dia de Finados”, todas as culturas e religiões, cada uma à sua maneira, intuíram o que não se pode dizer, ou o que só pode ser dito com muito recato: que a morte é passagem, travessia, nascimento; que nela entramos no processo definitivo de libertação, de transformação, de acesso à Plenitude da Vida, à Comunhão dos santos, à Santidade de Deus…

Toda expressão de vida flui para a morte. E o ser humano é o único animal que sabe que vai morrer.  No entanto, inventa toda sorte de artifícios para não assumir este destino que lhe é insuportável. Mesmo estando frente à morte dos outros, pensa ainda poder escapar desta decisiva hora.

Esta é a realidade dura de aceitar nestes tempos pós-modernos: a incapacidade cultural de abordar os limites, perdas, fracassos, mortes… Vivemos uma cultura na qual a dor e a morte são expulsas da experiência humana. A morte é distante e virtual: procuramos negá-la, escondê-la, dissimulá-la. É algo feio, de mau gosto, algo a ser eliminado da vida cotidiana. Vivemos como se tivéssemos que ser imortais. Quando ela está perto, nós nos afastamos dela, ou então, ela é afastada para locais específicos.

No entanto, a vida marcada pelo medo da morte é uma vida “em terra de sombras”, que contradiz nossa vocação cristã de ser filhos(as) do dia e da luz.

O medo da morte impede viver adequadamente o presente. Mais grave ainda, o medo da morte pode chegar a escravizar-nos e angustiar-nos a ponto de impedir-nos viver a vida com sentido, qualidade e prazer. Ela nos golpeia em dimensões muito sensíveis e frágeis de nossa experiência humana.

A negação da morte sempre cobra um preço – nossa vida interior se trava, nossa visão se encolhe, nossa razão se esconde, nossos sonhos se atrofiam…  No final, o auto-engano toma conta de nós.

Todos morremos, mas há mortes e mortes. Na cultura da “pós-modernidade líquida” a morte se apresenta como termo, ruptura e aniquilação. Somente os que não viveram seriamente, os que esbanjaram sua vida em caprichos e superficialidades, os que semearam dor e morte ao seu redor, os que asfixiaram a vida e não se importaram com os outros, tem medo de morrer.

Os que aceitaram sua vida e se atreveram a vivê-la seriamente, os que a viveram como dom que se entrega, aceitam sua morte e a esperam de modo sereno e livre, como o descanso devido depois de uma jornada trabalhosa e fecunda. Assim como uma missão cumprida devidamente dá alegria ao sonho, uma vida bem vivida dá alegria à morte. Porque a vida valeu a pena, também vale a pena morrer.

A experiência cristã nos revela que, como criaturas, somos mortais e dotados de liberdade; é por isso que nós nos interrogamos sobre o sentido da vida; somos capazes de viver a vida como um projeto expansivo e inspirador e que podemos transformar a morte no último e supremo ato de nosso viver.

E a morte só pode ter um sentido e significado se a vida também os tiver; quando alguém sabe “para quê e para quem vive”, realizando sua original missão, pode morrer em paz. Aqueles que vivem intensamente enfrentam com grande serenidade seu envelhecimento e a proximidade da morte, vendo nela mais uma etapa no processo normal de seu amadurecimento e de sua realização.

Aquele(a) que é conscientes de ter vivido por alguma causa, de ter levado uma vida plena, pode dar sentido e significado espontâneos ao último ato de sua existência, a morte. É o modo como alguém vive que qualifica a morte. Há mortes que, para além da inevitável dor que causam aos familiares e amigos, provocam paz, agradecimento, vontade de viver seriamente, de se levantar da superficialidade e da mediocridade.

Para a fé cristã, a morte é travessia para a comunhão plena. Último passo. Por isso, não pode ser escondida; antes, preparada. A fé desvela a morte como momento em que a pessoa se abre para dimensões nunca antes imaginadas. Assim ela nos dá maior responsabilidade diante da nossa própria vida. 

Diante da memória dos entes queridos que já fizeram a “travessia pascal”, a morte se transforma em “boa notícia”, pois eles(elas) se atreveram a viver como Jesus viveu. Viveram para dar vida e morreram para defendê-la. Viveram a vida como entrega e sua morte foi uma conseqüência lógica de seu modo de viver. Levaram a existência até os limites de suas possibilidades e fizeram dela uma semente permanente de vida. A lembrança da vida e da morte dessas pessoas continua semeando vontade de viver com autenticidade. Elas derrotaram a morte.

De fato, o modo de viver de Jesus recebeu o sim definitivo de Deus e nos mostra que a vida entregue para dar vida é o caminho para derrotar a morte e continuar vivendo. No acontecimento infinitamente doloroso da morte de Jesus se revela e se promete o sentido último do viver e do morrer humano.

“Recordar” (visitar de novo com o coração) aqueles(as) que estão no coração de Deus é abrir-se para a vida, não somente para aquela vida plena do mundo futuro, mas também para uma mais profunda qualidade desta vida presente.

Nesse sentido, afirmar a ressurreição não é consolo ilusório, nem evasão do compromisso com a história e com a vida. É decisão firme de continuar o projeto de Jesus, de defender a vida onde quer que esteja ameaçada, de arriscar-se pelos mais fracos e excluídos para que tenham vida, de viver dando morte à morte, curando feridas, levantando corações, semeando esperanças…

A ressurreição nos faz compreender que a travessia por este mundo não consiste em outra coisa senão no tempo da gestação concedido a cada um de nós para que, dentro desse imenso ventre cósmico, possamos aprender a viver de amor e contemplar a obra d’Aquele que é Fonte e Destino final da vida.

A vida e a morte não são, portanto, inimigas que se destroem; elas são amigas, irmãs inseparáveis.

Morre-se ao longo da vida. Este é o caminho normal de morrer.

A vida é o lento amadurecer da morte. Morre-se na vida, durante a vida, na medida em que a morte é fruto maduro das opções de toda a vida. As decisões fazem e farão a nossa morte. A morte nos ronda e nós rondamos a morte. “Começamos a morrer no dia em que nascemos”.

A experiência cristã nos revela o caminho de uma morte preparada ao longo da vida, porque a entende em relação com a vida e a vida em relação com a morte. Viver sem morrer é viver menos; tira a seriedade da vida (L. Boff).

Só assumida em liberdade e ativamente, a morte se humaniza. Na fé, cristianiza-se.

Por isso, celebrar “Finados” nos faz reingressar na vida de uma maneira mais rica e apaixonada; ao mesmo tempo, aumenta a consciência de que esta vida, nossa única vida, deve ser vivida intensa e plenamente.

Essa abordagem da morte leva a um compromisso maior para com a vida, saboreando a preciosidade de cada momento e o simples prazer de existir.

Alguém já teve a ousadia de afirmar que a morte é mais universal que a vida; todos morrem, mas nem todos vivem, porque incapazes de reinventar a vida no seu dia-a-dia. Uma vida pensada sem “mortes” perde-se, no final, na total irresponsabilidade. E viver significa esvaziar-se do ego para deixar transparecer o que há de divino em seu interior. O grão de trigo que não morre, apodrece, e não multiplica as mil possibilidades latentes em seu interior.

O “depois da vida” é um grande encontro onde seremos perguntados: “o quanto você viveu sua vida?”

Texto bíblico:  Jo 6,37-40

Na oração: re-visitar e entrar em comunhão com aquelas pessoas que “morreram de tanto viver”; “encantadas” no coração de Deus elas continuam sendo inspiração e referência para poder assumir a vida com mais paixão.

Por Pe. Adroaldo Palaoro sj – Itaici-SP (Catequese hoje)

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“Tarde Te amei!” De Santo Agostinho, uma das mais arrebatadoras orações de todos os tempos

1. Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova… Tarde Te amei! Trinta anos estive longe de Deus. Mas, durante esse tempo, algo se movia dentro do meu coração… Eu era inquieto, alguém que buscava a felicidade, buscava algo que não achava… Mas Tu Te compadeceste de mim e tudo mudou, porque Tu me deixaste conhecer-Te. Entrei no meu íntimo sob a Tua Guia e consegui, porque Tu Te fizeste meu auxílio.

2. Tu estavas dentro de mim e eu fora… “Os homens saem para fazer passeios, a fim de admirar o alto dos montes, o ruído incessante dos mares, o belo e ininterrupto curso dos rios, os majestosos movimentos dos astros. E, no entanto, passam ao largo de si mesmos. Não se arriscam na aventura de um passeio interior”. Durante os anos de minha juventude, pus meu coração em coisas exteriores que só faziam me afastar cada vez mais d’Aquele a Quem meu coração, sem saber, desejava… Eis que estavas dentro e eu fora! Seguravam-me longe de Ti as coisas que não existiriam senão em Ti. Estavas comigo e não eu Contigo…

3. Mas Tu me chamaste, clamaste por mim e Teu grito rompeu a minha surdez… “Fizeste-me entrar em mim mesmo… Para não olhar para dentro de mim, eu tinha me escondido. Mas Tu me arrancaste do meu esconderijo e me puseste diante de mim mesmo, a fim de que eu enxergasse o indigno que era, o quão deformado, manchado e sujo eu estava”. Em meio à luta, recorri a meu grande amigo Alípio e lhe disse: “Os ignorantes nos arrebatam o céu e nós, com toda a nossa ciência, nos debatemos em nossa carne”. Assim me encontrava, chorando desconsolado, enquanto perguntava a mim mesmo quando deixaria de dizer “Amanhã, amanhã”… Foi então que escutei uma voz que vinha da casa vizinha… Uma voz que dizia: “Pega e lê. Pega e lê!”.

4. Brilhaste, resplandeceste sobre mim e afugentaste a minha cegueira. Então corri à Bíblia, abri-a e li o primeiro capítulo sobre o qual caiu o meu olhar. Pertencia à carta de São Paulo aos Romanos e dizia assim: “Não em orgias e bebedeiras, nem na devassidão e libertinagem, nem nas rixas e ciúmes. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13,13s). Aquelas Palavras ressoaram dentro de mim. Pareciam escritas por uma pessoa que me conhecia, que sabia da minha vida.

5. Exalaste Teu Perfume e respirei. Agora suspiro por Ti, anseio por Ti! Deus… de Quem separar-se é morrer, de Quem aproximar-se é ressuscitar, com Quem habitar é viver. Deus… de Quem fugir é cair, a Quem voltar é levantar-se, em Quem apoiar-se é estar seguro. Deus… a Quem esquecer é perecer, a Quem buscar é renascer, a Quem conhecer é possuir. Foi assim que descobri a Deus e me dei conta de que, no fundo, era a Ele, mesmo sem saber, a Quem buscava ardentemente o meu coração.

6. Provei-Te, e, agora, tenho fome e sede de Ti. Tocaste-me, e agora ardo por Tua Paz. “Deus começa a habitar em ti quando tu começas a amá-Lo”. Vi dentro de mim a Luz Imutável, Forte e Brilhante! Quem conhece a Verdade conhece esta Luz. Ó Eterna Verdade! Verdadeira Caridade! Tu és o meu Deus! Por Ti suspiro dia e noite desde que Te conheci. E mostraste-me então Quem eras. E irradiaste sobre mim a Tua Força dando-me o Teu Amor!

7. E agora, Senhor, só amo a Ti! Só sigo a Ti! Só busco a Ti! Só ardo por Ti!…

8. Tarde te amei! Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu Te amei! Eis que estavas dentro, e eu, fora – e fora Te buscava, e me lançava, disforme e nada belo, perante a beleza de tudo e de todos que criaste. Estavas comigo, e eu não estava Contigo… Seguravam-me longe de Ti as coisas que não existiriam senão em Ti. Chamaste, clamaste por mim e rompeste a minha surdez. Brilhaste, resplandeceste, e a Tua Luz afugentou minha cegueira. Exalaste o Teu Perfume e, respirando-o, suspirei por Ti, Te desejei. Eu Te provei, Te saboreei e, agora, tenho fome e sede de Ti. Tocaste-me e agora ardo em desejos por Tua Paz!

Santo Agostinho, Confissões 10, 27-29

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da evangeização

Vaticano abre processo de beatificação de Dom Othon Motta

A Igreja Católica anunciou a abertura do processo em Roma para a beatificação de Dom Othon Motta. Ele foi bispo da Diocese de Campanha (MG) entre 1960 e 1985.

Dom Othon Motta nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 1913. Ele foi o terceiro bispo da Diocese de Campanha. Vítima de Parkinson, o religioso morreu no dia 4 de janeiro de 1985 e foi sepultado na cripta da Catedral de Santo Antônio, em Campanha.

Essa semana, o Vaticano abriu o processo de beatificação, dando a Dom Othon o título de Servo de Deus. Se for beatificado, o bispo será o terceiro da Diocese de Campanha com o título de beato, depois de Nhá Chica e Padre Victor.

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Uma das etapas do processo de beatificação é exumar os restos mortais do religioso, que segundo a Diocese de Campanha, deve acontecer em setembro deste ano. Ainda segundo a diocese, um memorial em homenagem ao bispo vai ser inaugurado na cidade em novembro.

Texto: g1.com/eptv sul de minas 

Segue a abaixo a oração do Servo de Deus Dom Othon Motta com aprovação eclesial.

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Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Rádio – A serviço da Evangelização 

A milagrosa história de Nossa Senhora dos Desamparados

Apesar dos exames realizados, até hoje não se sabe de que material foi esculpida a imagem, atribuída aos anjos

N Sra Desamparados

Valência, no leste da Espanha, às margens do Mar Mediterrâneo, é uma cidade carregada de história. Ela foi invadida pelos muçulmanos no fim do século XI e reconquistada pelo grande herói Cid Campeador, que foi seu soberano e ali faleceu.

Em Valência nasceu o extraordinário São Vicente Ferrer, que lutou contra a decadência da Idade Média com tal vigor e eloquência que foi chamado de Anjo do Apocalipse.

A padroeira de Valência é Nossa Senhora dos Desamparados, cuja belíssima história é, em breves traços, a seguinte:

No início do século XV – quando ainda vivia o grande São Vicente Ferrer – foi fundada em Valência a Confraria dos Desamparados. Ela visava socorrer os doentes e dar digna sepultura aos cadáveres abandonados nos campos.

O principal inspirador foi o Beato Padre Jofré. A confraria era composta sobretudo de artesãos, mas chegou a ter entre seus membros também duques, marqueses, condes e ricos burgueses. Eles obtiveram uma capela, mas faltava uma imagem de Nossa Senhora que exprimisse o espírito daquela instituição.

Em 1414, apareceram na casa de um confrade – cuja esposa era cega e paralítica – três jovens muito bem apessoados, em traje de peregrinos. Disseram ser escultores e se dispuseram a fazer uma imagem da Virgem para a confraria. Pediram apenas um local isolado para trabalharem e que, durante três dias, ninguém os visitasse.

Consultado o Beato Jofré, a proposta foi aceita. No quarto dia, o mesmo homem de Deus, acompanhado de várias pessoas, foi até o local onde estavam os três jovens. Bateram à porta. Como ninguém atendesse, arrombaram-na.

Oh magnífica surpresa! Os jovens haviam desaparecido, mas deixaram uma belíssima imagem de Nossa Senhora com o Menino Jesus.

Todos entenderam que os peregrinos escultores eram anjos. A esposa cega do confrade, que recebera os três anjos, foi conduzida até o local onde estava a imagem. Chegando diante da bela escultura, imediatamente recobrou a vista e o movimento de seus membros.

A partir de então, mediante a intercessão de Nossa Senhora dos Desamparados, ocorreram muitos milagres, entre os quais a cessação da terrível peste que grassou em Valência e outras partes da Espanha em meados do século XVII, no reinado de Filipe IV.

A imagem de Nossa Senhora dos Desamparados mede 1,40m e a representa carregando, no braço esquerdo, o Menino Jesus; o braço direito, cuja mão segura um ramo de lírios de prata, está estendido em direção ao solo. Sobre a cabeça de Nossa Senhora há uma grande e riquíssima coroa, cravejada de brilhantes, pérolas, rubis e outras pedras preciosas. Atrás da coroa, um belo resplendor com doze estrelas. O Menino Jesus segura em seus braços uma cruz. A Virgem e seu divino Filho portam túnicas e mantos primorosamente lavrados. Apesar dos exames realizados, até hoje não se sabe exatamente de que material foi esculpida a imagem.

Hoje, tantas pessoas estão no desamparo, sobretudo espiritual. Se Nossa Senhora enviou três anjos para o socorro material dos homens no século XV, com quanto mais razão não enviará legiões de espíritos angélicos para nos proporcionar auxílio sobrenatural contra a degenerescência moral catastrófica em que o mundo se encontra!

É preciso pedirmos com fé, perseverança, humildade e confiança:

Nossa Senhora dos Desamparados, socorrei-nos, a nós, abandonados neste mundo neopagão!

A festa de Nossa Senhora dos Desamparados é celebrada no segundo domingo de maio.

Nossa Senhora dos Desamparados é também padroeira da Costa Rica.

A partir do blog Orações e Milagres Medievais

Adaptação Portal Terra de Santa Cruz 

Papa: a felicidade é Cristo, não um aplicativo no celular

Os jovens voltaram a se encontrar com o Papa Francisco este domingo (24/04), desta vez para a Santa Missa por ocasião do Jubileu dos Adolescentes.

O cenário para este encontro foi novamente a Praça S. Pedro, depois da maratona de confissões sábado pela manhã – ocasião em que Francisco confessou 16 moças e rapazes.

Com a participação de cerca de 100 mil fiéis, a homilia do Pontífice foi inspirada no Evangelho do dia, no mandamento de Jesus aos discípulos, “amai-vos uns aos outros como eu vos ameis”.

“O amor é a carteira de identidade do cristão, é o único ‘documento’ válido para sermos reconhecidos como discípulos de Jesus. Se este documento perde a validade e não for renovado, deixamos de ser testemunhas do Mestre”, disse Francisco, que reconheceu que amar não é fácil. É exigente e requer esforço, pois significa oferecer algo de nós mesmos: o próprio tempo, a própria amizade e as próprias capacidades. Não é o amor das novelas. É livre, porque não possui.

O segredo para amar é Jesus, acrescentou o Papa, que oferece o dom maior, um dom para a vida: Ele nos oferece uma amizade fiel, da qual nunca nos privará. A principal ameaça que impede de crescer como se deve é ninguém se importar conosco, é nos sentirmos deixados de lado. Ao contrário, o Senhor está sempre conosco. Ele no espera pacientemente e aguarda o nosso «sim».

A felicidade não é um ‘app’ no celular

Francisco falou ainda do desejo de liberdade que os adolescentes sentem. Ser livre, afirmou ele, não significa fazer aquilo que se quer, mas é o dom de poder escolher o bem: é livre quem procura aquilo que agrada a Deus, mesmo que nos obrigue a escolhas corajosas. Ser livre é saber dizer sim e não. “Não se contentem com a mediocridade, ficando cômodos e sentados; não confiem em quem os distrai da verdadeira riqueza, dizendo que a vida só é bela se possuir bens materiais. A felicidade não tem preço, nem se comercializa; não é um ‘aplicativo’ que se baixa no celular: nem a versão mais atualizada os ajudará a torná-los livres e grandes no amor.”

Com efeito, o amor é o dom livre de quem tem o coração aberto; é uma responsabilidade que dura toda a vida; é um compromisso diário, feito também de sonhos. “Ai dos jovens que não sabem sonhar. Se um jovem dessa idade não sonha, já está aposentado.” O amor não se realiza falando dele, mas o colocando em prática! Para crescer no amor, o segredo também é o Senhor. “Quando parecer difícil dizer não àquilo que é errado, ergam os olhos para a cruz de Jesus e não larguem a sua mão que os conduz para o alto”, indicou o Papa. Esta mão que, muitas vezes, pode ser a de um pai, de uma mãe ou de um amigo para não nos deixar caídos. “Deus nos quer em pé, sempre.”

Treinar o amor

Mas também para amar é preciso treinamento, disse Francisco, como os campões esportivos, começando desde já com empenho e afinco. Como programa diário desse treinamento, o Papa sugeriu as obras de misericórdia. “Assim, se tornarão campeões de vida, campeões de amor, e serão reconhecidos como discípulos de Jesus. E lhes garanto: a alegria será completa.”

Ao final da Missa, o Papa percorreu toda a Praça S. Pedro a bordo de seu papamóvel para saudar os fiéis.

Ouça o áudio

Por Rádio Vaticana

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

02/04 – São João Paulo II, a 11 anos junto de Deus olhando por nós!

02 de abril: em um dia como hoje, faleceu São João Paulo II – 11 anos de sua partida:

Era dia 2 de abril de 2005, véspera do Domingo da Divina Misericórdia – assim como o dia de hoje. Naquela noite, os olhares do mundo todo se voltaram para o Vaticano, quando o então Papa João Paulo II partiu para a casa do Pai.

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O Papa polonês, que liderou a Igreja Católica por 26 anos e 5 meses, ficou conhecido como o “Papa peregrino”, defensor das famílias, amigo dos jovens e foi quem, no ano 2000, instituiu a Festa da Divina Misericórdia.
Bento XVI o beatificou em 1º de maio de 2011 e ele foi canonizado pelo Papa Francisco em 27 de abril de 2014, junto com São João XXIII.
São João Paulo II liderou o terceiro pontificado mais longo nos mais de 2.000 anos de história da Igreja, realizando 104 viagens apostólicas fora da Itália e 146 nesse país.

Peça uma graça a São João Paulo II

Ó São João Paulo, da janela do céu, dá-nos a tua bênção!

Abençoa a Igreja, que tu amaste, serviste e guiaste,
incentivando-a a caminhar corajosamente pelos caminhos do mundo,
para levar Jesus a todos e todos a Jesus!

Abençoa os jovens, que também foram tua grande paixão.
Ajuda-os a voltar a sonhar, voltar a dirigir o olhar ao alto
para encontrar a luz que ilumina os caminhos da vida na terra.

Abençoa as famílias, abençoa cada família!
Tu percebeste a ação de Satanás contra esta preciosa e indispensável
faísca do céu que Deus acendeu sobre a terra.

São João Paulo, com a tua intercessão, protege as famílias
e cada vida que nasce dentro da família.

Roga pelo mundo inteiro, ainda marcado por tensões,
guerras e injustiças. Tu te opuseste à guerra,
invocando o diálogo e semeando o amor; roga por nós,
para que sejamos incansáveis semeadores de paz.

Ó São João Paulo, da janela do céu, onde te vemos junto a Maria,                                                faz descer sobre todos nós a bênção de Deus!

Amém. (Cardeal Angelo Comastri)

NOVENA COMPLETA

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. ORAÇÃO INICIAL Ó Deus, rico de misericórdia, que escolhestes São João Paulo II para governar a Vossa Igreja como papa, concedei-nos que, instruídos pelos seus ensinamentos, possamos abrir confiadamente os nossos corações à graça salvífica de Cristo, único Redentor do homem. Ele que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém. São João Paulo II, rogai por nós!

LADAINHA

Senhor tende piedade de nós, Senhor tende piedade de nós!

Cristo tende piedade de nós, Cristo tende piedade de nós!

Senhor tende piedade de nós, Senhor tende piedade de nós!

João de Deus, rogai por nós! Servo dos servos de Deus, rogai por nós!

Arauto do Evangelho, rogai por nós!

Papa Peregrino, rogai por nós!

Grande Missionário, rogai por nós!

Papa do Milagre de Fátima, rogai por nós!

Exemplo de Perdão, rogai por nós!

Aquele que venceu o bloco comunista, rogai por nós!

Apóstolo da Divina Misericórdia, rogai por nós!

Fundador da Jornada Mundial da Juventude, rogai por nós!

Mestre do novo Catecismo da Igreja Católica, rogai por nós!

Incentivador dos Meios de Comunicação, rogai por nós!

Amante das Artes, rogai por nós!

Defensor da Vida e das Famílias, rogai por nós!

Inspiração dos Enfermos, rogai por nós!

Exemplo do diálogo e da comunhão, rogai por nós!

Aquele que abriu o Terceiro Milênio, rogai por nós!

Místico da Oração e do novo Rosário, rogai por nós!

Atleta de Deus, rogai por nós!

Papa da Paz, rogai por nós!

Filho amado da Virgem Maria, rogai por nós!

Amigo dos santos e beatos, rogai por nós!

Amigo de todos os povos e nações, rogai por nós!

Vos agradecemos Deus Pai, por Sua Santidade João Paulo II Graças porque testemunhamos, em seu rosto o amor de Cristo Graças porque testemunhamos, em seu corpo a Cruz de Cristo Graças porque testemunhamos, em sua figura o mensageiro da Paz de Cristo Graças porque testemunhamos, em suas mãos O Corpo e Sangue de Cristo Graças porque testemunhamos, nele o Espírito da Luz de Cristo Graças porque o temos, como grande intercessor Graças porque ao vê-lo e escutá-lo, nos alegrou na alma em Cristo. São João Paulo II, rogai por nós que recorremos a vós! Bendize minha alma ao Senhor, e que Deus nos abençoe pelo testemunho de São João Paulo II. Tudo isto vos pedimos em nome de Cristo Senhor na unidade do Espírito Santo. Amém.

Pai Nosso / Ave Maria / Glória ao Pai

ORAÇÃO FINAL

Ó Trindade Santa, nós Vos agradecemos por ter dado à Igreja o Papa São João Paulo II e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor. Confiando totalmente na vossa infinita misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna Convosco. Segundo a Vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que imploramos. Amém. São João Paulo II, rogai por nós!

Com aprovação eclesiástica / Agostino Card. Vallini / Vigário geral de Sua Santidade para a Diocese de Roma 

Portal Terra de Santa Cruz 

Hoje é celebrado o dia de São Brás, padroeiro das enfermidades da garganta e dos laringologistas

São Brás, médico e Bispo do Sebaste, Armênia, era conhecido por obter curas milagrosas com sua intercessão. Certo dia, salvou um menino que estava sufocando por um espinho de peixe agarrado na garganta. Foi daí que surgiu o costume de abençoar as gargantas no dia de sua festa, 3 de fevereiro.

São Brás nasceu no seio de uma família pomposa, de pais nobres. Recebeu educação cristã e se consagrou como Bispo quando era ainda muito jovem. Com a perseguição aos cristãos, por inspiração divina, retirou-se a uma cova nas montanhas, frequentada por feras selvagens, às quais o santo atendia e curava quando estavam doentes.

Quando alguns caçadores foram procurar animais para os jogos da areia no bosque do Argeus, encontraram muitos deles que estavam esperando fora da cova onde estava São Brás.

O santo justo se encontrava orando e foi tomado prisioneiro. Agrícola, governador da Capadócia, buscou fazer com que São Brás renegasse a fé, mas não conseguiu. O tempo na prisão serviu ao santo para interceder a Deus e obter curas para alguns detentos.

Ele sofreu muitas ameaças e flagelos para que renunciasse a fé, mas, por amor a cristo e à Igreja , renunciou à própria VIDA e foi decapitado no ano de 316.

São Brás foi um Pastor muito querido pelos fiéis. Durante o seu cativeiro, na escuridão do calabouço, obteve de presente de algum de seus amigos um par de velas, com as quais recebia luz e calor. Por isso, na representação iconográfica, o santo aparece portando duas velas.

ORAÇÃO: São Brás (Protetor das doenças da garganta)

Ó glorioso São Brás, que restituístes com uma breve oração a perfeita saúde a um menino que, por uma espinha de peixe atravessada na garganta, estava prestes a expiar, obtende para nós todos a graça de experimentarmos a eficácia do vosso patrocínio em todos os males da garganta. Conservai a nossa garganta sã e perfeita para que possamos falar corretamente e assim proclamar e cantar os louvores de Deus.

São Brás, rogai por nós. Amém.

A bênção de São Brás: Por intercessão de São Brás, Bispo e Mártir, livre-te Deus do mal da garganta e de qualquer outra doença. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

CONFIRA O HINO DE SÃO BRÁS  

Texto/Fonte: ACI Digital

Adaptação/Oração: Portal Terra de Santa Cruz 

OFICIO DE NOSSA SENHORA IMACULADA CONCEIÇÃO

INTRODUÇÃO

Em Maria está toda a plenitude de graças. Nela o Verbo de Deus, Jesus Cristo, se fez homem. Com a encarnação, Maria se fez co-redentora. Com sua vida de união com Jesus, ela se torna mestra, rainha e modelo; na morte de seu Filho Jesus, este no-la entrega como nossa mãe.

Por isso, louvemos a toda cheia de graça, Maria, a Mãe, mestra e rainha da humanidade.   (Aprofunde seu louvor, lendo: Lc  1,26-56)

Deus vos salve, filha de Deus Pai !

Deus vos salve, Mãe de Deus Filho !

Deus vos salve, Esposa do Espírito santo !

Deus vos salve, Sacrário da Santíssima Trindade !

Imaculada

MATINAS    (Primeira parte do Ofício canônico – a ser rezada de madrugada)

Agora, lábios meus dizei e anunciai os grandes louvores   da Virgem, Mãe de Deus. Sede em meu favor, Virgem soberana,  livrai-me do inimigo  com vosso valor. Glória seja ao Pai, ao Filho e ao Amor também, que é um só Deus em pessoas três, agora e sempre e sem fim. Amém.

Hino

Deus vos salve, Virgem Senhora do mundo rainha dos céus, e das virgens, Virgem.

Estrela da manhã , Deus vos Salve,  cheia de graça divina, formosa e louçã. Dai pressa, Senhora, em favor do mundo, pois vos reconhece como defensora. Deus vos nomeou desde a eternidade para a mãe do Verbo com o qual criou Terra, mar e céus, e vos escolheu, quando Adão pecou, por esposa de Deus.

Deus a escolheu e, já muito antes,  em seu tabernáculo  morada lhe deu. Ouvi, Mãe de Deus, minha oração. Toquem em vosso peito os clamores meus.

Oração: Santa Maria, rainha dos céus, mãe de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais e nem desprezais, ponde, Senhora, em mim os olhos de vossa piedade e alcançai de vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, para que eu, que agora venero com devoção vossa Imaculada Conceição, mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, pelo merecimento de vosso bendito Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo vive e reina para sempre. Amém.

PRIMA    (Corresponde às primeiras horas canônicas – ou às seis da manhã)

Sede em meu favor, Virgem soberana,  livrai-me do inimigo com vosso valor. Glória seja ao Pai, ao Filho e ao Amor também, que é um só Deus em pessoas três, agora e sempre e sem fim. Amém.

Hino

Deus vos salve, mesa para Deus ornada, coluna sagrada, de grande firmezaCasa dedicada a Deus sempiterno. Sempre preservada,  Virgem, do pecado. Antes que nascida fostes, Virgem santa, no ventre ditoso de Ana concebida.   Sois mãe criadora dos mortais viventes. Sois dos santos porta,  dos anjos, Senhora. Sois forte esquadrão contra o inimigo. Estrela de Jacó, refúgio do cristão.

A Virgem criou  Deus, no Espírito Santo, e todas as sua obras,  com ela as ornou. Ouvi, Mãe de Deus, minha oração. Toquem em vosso peito os clamores meus.

Oração: Santa Maria, rainha dos céus, mãe de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais e nem desprezais, ponde, Senhora, em mim os olhos de vossa piedade e alcançai de vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, para que eu, que agora venero com devoção vossa Imaculada Conceição, mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, pelo merecimento de vosso bendito Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo vive e reina para sempre. Amém.

TERÇA  (Hora canônica correspondente às nove da manhã)

Sede em meu favor, Virgem soberana,  livrai-me do inimigo  com vosso valor. Glória seja ao Pai, ao Filho e ao Amor também, que é um só Deus em pessoas três, agora e sempre e sem fim. Amém.

Hino

Deus vos salve, trono do grão Salomão, arca do concerto velo de Gedeão !  Íris do céu clara, sarça da visão,  favo de Sansão,  florescente vara,  A qual escolheu para ser mãe sua, e de vós nasceu o Filho de Deus.

Assim vos livrou da culpa original  De nenhum pecado há em vós sinal. Vós que habitais lá nas alturas, e tendes vosso trono entre as nuvens puras. Ouvi, Mãe de Deus, minha oração. Toquem em vosso peito os clamores meus.

Oração: Santa Maria, rainha dos céus, mãe de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais e nem desprezais, ponde, Senhora, em mim os olhos de vossa piedade e alcançai de vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, para que eu, que agora venero com devoção vossa Imaculada Conceição, mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, pelo merecimento de vosso bendito Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo vive e reina para sempre. Amém.

SEXTA  (Hora canônica correspondente ao meio-dia)

Sede em meu favor,  Virgem soberana, livrai-me do inimigo  com vosso valor. Glória seja ao Pai, ao Filho e ao Amor também, que é um só Deus em pessoas três, agora e sempre e sem fim. Amém.

Hino

Deus vos salve, Virgem, da Trindade templo, alegria dos anjos, da pureza exemplo.  Que alegrais os tristes com vossa clemência,  horto de deleites, palma de paciência.

Sois terra bendita e sacerdotal. Sois da castidade, símbolo real. Cidade do Altíssimo,  porta oriental, sois a mesma graça, Virgem singular. Qual lírio cheiroso entre espinhas duras tal sois vós, Senhora, entre as criaturas.

Ouvi, Mãe de Deus, minha oração. Toquem em vosso peito  os clamores meus.

Oração: Santa Maria, rainha dos céus, mãe de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais e nem desprezais, ponde, Senhora, em mim os olhos de vossa piedade e alcançai de vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, para que eu, que agora venero com devoção vossa Imaculada Conceição, mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, pelo merecimento de vosso bendito Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo vive e reina para sempre. Amém.

NOA  (Hora canônica correspondente às três da tarde)

Sede em meu favor, Virgem soberana,  livrai-me do inimigo  com vosso valor. Glória seja ao Pai, ao Filho e ao Amor também, que é um só Deus em pessoas três, agora e sempre e sem fim. Amém.

Hino

Deus vos salve, cidade de torres guarnecida, de Davi com armas bem fortalecida.  De suma caridade sempre abrasada.   Do dragão a força   foi por vós prostrada.

Ó mulher tão forte ! Ó invicta Judite ! Que vós alentastes o sumo Davi ! Do Egito o curador de Raquel nasceu,  do mundo o Salvador,  Maria no-lo deu. Toda é formosa minha companheira; nela não há mácula da culpa primeira.

Ouvi, Mãe de Deus,  minha oração.  Toquem em vosso peito os clamores meus.

Oração: Santa Maria, rainha dos céus, mãe de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais e nem desprezais, ponde, Senhora, em mim os olhos de vossa piedade e alcançai de vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, para que eu, que agora venero com devoção vossa Imaculada Conceição, mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, pelo merecimento de vosso bendito Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo vive e reina para sempre. Amém.

Nota: Até aqui é uma prece de louvor exalando Maria pela sua dignidade de Mãe de Deus.

Muitos versos mostram a escolha de Deus, feita a Maria, dignificando-a como bem-aventurada criatura.

VÉSPERAS  (Hora canônica correspondente ao cair da tarde)

Sede em meu favor,  Virgem soberana, livrai-me do inimigo com vosso valor.

Glória seja ao Pai, ao Filho e ao Amor também, que é um só Deus em pessoas três, agora e sempre e sem fim. Amém.

Hino

Deus vos salve, relógio que atrasado serviu de sinal ao Verbo encarnado. Para que o homem suba  às sumas alturas,   desce Deus do céu para as criaturas.

Com raios claros do Sol de Justiça resplandece a Virgem dando ao sol cobiça  Sois lírio formoso  que cheiro respira  entre os espinhos  da serpente a ira.

Vós a quebrantais com vosso poder. Os cegos errados vós alumiais. Fizestes nascer Sol tão fecundo,   e, com as nuvens  cobristes o mundo.

Ouvi, Mãe de Deus, minha oração. Toquem em vosso peito os clamores meus.

Oração: Santa Maria, rainha dos céus, mãe de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais e nem desprezais, ponde, Senhora, em mim os olhos de vossa piedade e alcançai de vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, para que eu, que agora venero com devoção vossa Imaculada Conceição, mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, pelo merecimento de vosso bendito Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo vive e reina para sempre. Amém.

COMPLETAS    (Hora canônica correspondente ao anoitecer)

Rogai a Deus, vós, Virgem, nos converta. Que a sua ira, aparte de nós. Sede em meu favor,  Virgem soberana, livrai-me do inimigo com vosso valor.

Glória seja ao Pai, ao Filho e ao Amor também, que é um só Deus em pessoas três, agora e sempre

Hino

Deus vos salve, Virgem, Mãe imaculada, rainha de clemência de estrela coroada.  Vós sobre os anjos  sois purificada; de Deus à mão direita,  estais de ouro ornada. Por vós, Mãe da graça, mereçamos ver a Deus nas alturas com todo prazer. Pois sois esperança  dos pobres errantes,  e seguro porto  dos navegantes.

Estrela do mar e saúde certa, e porta que estais para o céu aberta.  É óleo derramado,  Virgem, vosso nome,    e os servos vossos  vos hão sempre amado.

Ouvi, Mãe de Deus, minha oração. Toquem em vosso peito os clamores meus.

Oração: Santa Maria, rainha dos céus, mãe de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais e nem desprezais, ponde, Senhora, em mim os olhos de vossa piedade e alcançai de vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, para que eu, que agora venero com devoção vossa Imaculada Conceição, mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, pelo merecimento de vosso bendito Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo vive e reina para sempre. Amém.

Oferecimento

Humildes oferecemos a vós, Virgem pia, estas orações, porque, em nossa guia, vades vós adiante e, na agonia, vós nos animeis, ó doce Maria !  Amém.

LADAINHA DE NOSSA SENHORA

Senhor, tende piedade de nós,

Jesus Cristo, tende piedade de nós,

Senhor, tende piedade de nós,

Jesus Cristo ouvi-nos.

Jesus Cristo atendei-nos.

Deus Pai do Céu, – tende piedade de nós

Deus Filho, Redentor do mundo, – tende piedade de nós

Deus Espírito Santo, – tende piedade de nós

Santíssima Trindade, que sois um só Deus, – tende piedade de nós

 

Santa Maria, rogai por nós

Santa Mãe de Deus, rogai por nós

Santa Virgem das virgens, rogai por nós

Mãe de Jesus Cristo, rogai por nós

Mãe da divina graça, rogai por nós

Mãe puríssima, rogai por nós

Mãe castíssima, rogai por nós

Mãe Imaculada, rogai por nós

Mãe intacta, rogai por nós

Mãe amável, rogai por nós

Mãe admirável, rogai por nós

Mãe do bom conselho, rogai por nós

Mãe do Criador, rogai por nós

Mãe do Salvador, rogai por nós

Mãe da Igreja, rogai por nós

Virgem prudentíssima, rogai por nós

Virgem venerável, rogai por nós

Virgem louvável, rogai por nós

Virgem poderosa, rogai por nós

Virgem benigna, rogai por nós

Virgem fiel, rogai por nós

Espelho de justiça, rogai por nós

Sede da sabedoria, rogai por nós

Causa de nossa alegria, rogai por nós

Vaso espiritual, rogai por nós

Vaso honorífico, rogai por nós

Vaso insigne de devoção, rogai por nós

Rosa mística, rogai por nós

Torre de Davi, rogai por nós

Torre de marfim, rogai por nós

Casa de ouro, rogai por nós

Arca da aliança, rogai por nós

Porta do céu, rogai por nós

Estrela da manhã, rogai por nós

Saúde dos enfermos, rogai por nós

Refúgio dos pecadores, rogai por nós

Consoladora dos aflitos, rogai por nós

Auxílio dos cristãos, rogai por nós

Rainha dos anjos, rogai por nós

Rainha dos patriarcas, rogai por nós

Rainha dos profetas, rogai por nós

Rainha dos apóstolos, rogai por nós

Rainha dos mártires, rogai por nós

Rainha dos confessores, rogai por nós

Rainha as virgens, rogai por nós

Rainha de todos os santos, rogai por nós

Rainha concebida sem pecado original, rogai por nós

Rainha assunta ao céu, rogai por nós

Rainha do santo rosário, rogai por nós

Rainha da paz, rogai por nós

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

– Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.

– Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos: Suplicantes vos rogamos, Senhor Deus, que concedais a vossos servos lograr perpétua saúde do corpo e da alma, e que, pela intercessão da bem-aventurada sempre Virgem Maria, sejamos livres da presente tristeza e gozemos da eterna alegria por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Nota: Esta última parte evidencia as virtudes de Maria. Eleva também a dignidade do homem, lembrando a vinda do Filho de Deus à terra, fazendo-se semelhante aos homens, menos no pecado.

Pede-se também que Maria olhe e interceda por toda a humanidade.

Portal Terra de Santa Cruz 

Oração do Jubileu da Misericórdia

(Ano Santo da Misericórdia)

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Senhor Jesus Cristo,
Vós que nos ensinastes a ser misericordiosos como o Pai celeste,
e nos dissestes que quem Vos vê, vê a Ele. Mostrai-nos o Vosso rosto e seremos salvos. O Vosso olhar amoroso libertou Zaqueu e Mateus da escravidão do dinheiro; a adúltera e Madalena de colocar a felicidade apenas numa criatura; fez Pedro chorar depois da traição, e assegurou o Paraíso ao ladrão arrependido. Fazei que cada um de nós considere como dirigida a si mesmo as palavras que dissestes à mulher samaritana:
Se tu conhecesses o dom de Deus!

Vós sois o rosto visível do Pai invisível, do Deus que manifesta sua omnipotência sobretudo com o perdão e a misericórdia: fazei que a Igreja seja no mundo o rosto visível de Vós, seu Senhor, ressuscitado e na glória. Vós quisestes que os Vossos ministros fossem também eles revestidos de fraqueza para sentirem justa compaixão por aqueles que estão na ignorância e no erro: fazei que todos os que se aproximarem de cada um deles se sintam esperados, amados e perdoados por Deus.

Enviai o Vosso Espírito e consagrai-nos a todos com a sua unção para que o Jubileu da Misericórdia seja um ano de graça do Senhor e a Vossa Igreja possa, com renovado entusiasmo, levar aos pobres a alegre mensagem proclamar aos cativos e oprimidos a libertação  e aos cegos restaurar a vista.

Nós,  Vo-lo pedimos por intercessão de Maria, Mãe de Misericórdia, a Vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Amém


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