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Novo estudo revela que o Santo Sudário tem o sangue de uma vítima de tortura

Segundo ACI (17/07/17), um grupo de cientistas comprovaram que o Santo Sudário de Turim (Itália) mostra sinais de segunda de uma vítima de tortura e desmente os argumentos de que o manto que envolveu o corpo de Jesus Cristo foi pintado.

A pesquisa, que confirma as hipóteses de investigações anteriores, como a do bioquímico Alan Adler nos anos 1990, foi feita pelo Istituto Officina dei Materiali em Triesti e pelo Instituto de Cristalografia de Bari, ambos sob o Conselho Nacional de Pesquisa da Itália, assim como o Departamento de Engenharia Industrial da Universidade de Pádua.

O estudo foi publicado no dia 30 de junho pela revista científica PlosOne, com o nome “New Biological Evidence from Atomic Resolution Studies on the Turin Shroud” (Nova evidência biológica dos estudos de resolução no Santo Sudário de Turim) e foi baseado em provas experimentais de estudos de resolução atômica e estudos médicos recentes sobre pacientes que sofrera vários atos de trauma e tortura.

“As partículas muito pequenas aderidas às fibras do linho do sudário registraram um cenário de grande sofrimento, cuja vítima estava envolvida no pano funerário”, disse Elvio Carlino, chefe da pesquisa e especialista do Instituto de Cristalografia.

Estas partículas, chamadas “nanopartículas”, tinham uma “estrutura, tamanho e distribuição peculiares”, precisou e seguida Giuliu Fanti, professor da Universidade de Pádua.

AS nanopartículas não são típicas do sangue de uma pessoa saudável. Pelo contrário, mostram altos níveis de substâncias chamadas creatina e ferritina, que se encontram em pacientes que sofrem múltiplos traumas fortes, como a tortura.

“Portanto, a presença dessas nanopartículas biológicas encontradas durante nossos experimentos apontam a uma morte violenta para o homem envolvido no Santo Sudário”, acrescentou Fanti. As descobertas contradizem as afirmações de que o manto é um objeto pintado; declarações que são comuns entre os que sugerem que é uma falsificação medieval. As características dessas partículas “não podem ser artefatos feitos ao longo dos séculos no tecido do Santo Sudário”, disse Fanti.

Entre as relíquias mais conhecidas que se acredita que estejam ligadas à Paixão de Jesus Cristo, o Santo Sudário de Turim foi venerado durante séculos pelos cristãos como o pano funerário de Jesus. Também foi objeto de intensos estudos científicos para comprovar sua autenticidade e suas origens.

O Santo Sudário é um fino tecido de 463 centímetros de comprimento por 113 de largura, que tem uma imagem fraca manchada de um homem brutalmente torturado e crucificado. A imagem se torna clara em uma foto negativa. O estudo das partículas foi feito na nanoescala, que vai de 1 a 100 nanômetros. Um nanômetro é a bilionésima parte de um metro.

“Essas descobertas só poderiam ser reveladas pelos métodos recentemente desenvolvidos no campo da microscopia eletrônica”, disse Carlino e acrescentou que a pesquisa marcou o primeiro estudo das “propriedades a nanoescala de uma fibra não poluída extraída do Santo Sudário de Turim”.

Embora a Igreja não tenha uma postura oficial sobre sua autenticidade, o Santo Sudário se encontra atualmente na Catedral de São João Batista de Turim. Em sua visita em 21 de junho de 2015 ao templo, o Papa Francisco rezou diante dele.

 

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/novo-estudo-revela-que-o-santo-sudario-tem-o-sangue-de-uma-vitima-de-tortura-24549/  

Portal Terra de Santa Cruz

Indulgência Plenária na Festa da Divina Misericórdia

Saiba por que a Igreja celebra, neste domingo, a festa da Divina Misericórdia e aprenda como lucrar a indulgência plenária nessa celebração.

A devoção à Divina Misericórdia, de acordo com as revelações de Nosso Senhor a Santa Faustina Kowalska, é um grande dom concedido à Igreja Católica no terceiro milênio. Essa expressão de piedade foi de tal modo reconhecida e aprovada pela Igreja que, em 2000, o Papa São João Paulo II — conterrâneo de Santa Faustina — instituiu para a Igreja universal a festa da Divina Misericórdia, a ser celebrada todos os anos, na Oitava da Páscoa.

Mas por que instituir essa festa justamente no segundo domingo do Tempo Pascal?

Além do pedido expresso de Jesus Misericordioso [1], uma das razões pode ser encontrada no fato de que, nesse dia, a liturgia católica relembra com particular intensidade dois grandes instrumentos da divina misericórdia para a salvação humana: os sacramentos do Batismo e da Penitência. Esses dois sacramentos são chamados também de “sacramentos de mortos”, porque foram “instituídos principalmente para restituir a vida da graça às almas mortas pelo pecado” [2]: o Batismo, como a porta pela qual todos temos de passar; e a Confissão, como uma “segunda tábua de salvação” [3], pois é por ela que são restituídos à graça os que voltaram a cair depois de terem sido batizados.

De fato, este domingo da Oitava da Páscoa era chamado, desde os primeiros tempos da Igreja, deDominica in albis. A expressão latina significa “em vestes brancas” e faz referência ao fato de que, durante essa celebração, os neófitos que foram batizados na Vigília Pascal pela primeira vez aparecem com suas vestes alvas, simbolizando a brancura da alma purificada do pecado. Também neste domingo, o Evangelho proclama a instituição do sacramento da Penitência, quando Nosso Senhor Ressuscitado se põe no meio dos discípulos e, soprando sobre eles, diz: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos.” (Jo 20, 22-23)

Para fazer com que vivêssemos mais intensamente esta celebração, o Papa São João Paulo II estabeleceu, em 2002, através de um decreto com “vigor perpétuo”, que este Domingo da Divina Misericórdia fosse enriquecido com a Indulgência Plenária, entre outras razões, para que os fiéis pudessem ” alimentar uma caridade crescente para com Deus e o próximo“. Os termos da concessão são os seguintes:

Concede-se a Indulgência plenária nas habituais condições (Confissão sacramental, Comunhão eucarística e orações segundo a intenção do Sumo Pontífice) ao fiel que no segundo Domingo de Páscoa, ou seja, da “Misericórdia Divina”, em qualquer igreja ou oratório, com o espírito desapegado completamente da afeição a qualquer pecado, também venial, participe nas práticas de piedade em honra da Divina Misericórdia, ou pelo menos recite, na presença do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no Tabernáculo, o Pai-Nosso e o Credo, juntamente com uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso (por ex., “Ó Jesus Misericordioso, confio em Ti”).

Concede-se a Indulgência parcial ao fiel que, pelo menos com o coração contrito, eleve ao Senhor Jesus Misericordioso uma das invocações piedosas legitimamente aprovadas.

Também aos homens do mar, que realizam o seu dever na grande extensão do mar; aos numerosos irmãos, que os desastres da guerra, as vicissitudes políticas, a inclemência dos lugares e outras causas do género, afastaram da pátria; aos enfermos e a quantos os assistem e a todos os que, por uma justa causa, não podem abandonar a casa ou desempenham uma actividade que não pode ser adiada em benefício da comunidade, poderão obter a Indulgência plenária no Domingo da Divina Misericórdia, se com total detestação de qualquer pecado, como foi dito acima, e com a intenção de observar, logo que seja possível, as três habituais condições, recitem, diante de uma piedosa imagem de Nosso Senhor Jesus Misericordioso, o Pai-Nosso e o Credo, acrescentando uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso (por ex., “Ó Jesus Misericordioso, Confio em Ti”).

Se nem sequer isto pode ser feito, naquele mesmo dia poderão obter a Indulgência plenária todos os que se unirem com a intenção de espírito aos que praticam de maneira ordinária a obra prescrita para a Indulgência e oferecem a Deus Misericordioso uma oração e juntamente com os sofrimentos das suas enfermidades e os incómodos da própria vida, tendo também eles o propósito de cumprir logo que seja possível as três condições prescritas para a aquisição da Indulgência plenária.

Aproveitemos essa concessão da Igreja, por ocasião da festa da Divina Misericórdia, para fortalecermos o nosso amor a Cristo, vivendo a vida da graça, e mantermos “o espírito desapegado completamente da afeição a qualquer pecado”, pois só assim poderemos receber de Deus as indulgências que Ele, misericordiosíssimo, sempre nos quer conceder.

Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização

Túmulo de Jesus restaurado é apresentado na Igreja do Santo Sepulcro

O túmulo onde estaria enterrado Jesus Cristo segundo a tradição cristã foi apresentado nesta quarta-feira (22) durante uma cerimônia na Igreja do Santo Sepulcro, em Jerusalém, após uma restauração que durou nove meses.  As obras de restauração começaram em maio de 2016 para reformar a pequena capela em mármore e devolver sua cor original. Ela foi desmontada completamente e reconstruída à imagem e semelhança do que era.

Dignitários religiosos de distintas confissões cristãs participaram da cerimônia desta quarta, quando o pequeno templo foi exibido sem a estrutura metálica que antes dificultava a visão.

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“Não é apenas uma doação feita à Terra Santa, é uma doação para o mundo inteiro”, afirmou o patriarca greco-ortodoxo Teófilo III de Jerusalém ante os convidados, entre os quais o primeiro-ministro grego Alexis Tsipras.

“Antes o monumento estava completamente negro” devido à fumaça das velas dos peregrinos, explicou a restauradora-chefe Antonia Moropoulou. “Hoje recuperou sua verdadeira cor, a cor da esperança”, acrescentou.

As obras viveram em outubro um momento histórico, quando a lápide de mármore, que cobre o túmulo, foi retirada durante três dias. A última vez que homens puderam ter acesso ao coração do lugar mais sagrado do cristianismo foi em 1810, por ocasião de obras de restauração realizadas após um incêndio.

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Nos anos 1960 e 1990 foram remodeladas várias partes da igreja, situada no setor antigo de Jerusalém, perto de dois lugares santos do judaísmo e do islã: o Muro das Lamentações e a Esplanada das Mesquitas. Mas não se tocou na capela.

Desta vez, ao longo de nove meses, o túmulo foi desmontado, limpo e restaurado praticamente em sua totalidade, incluindo as colunas e as cúpulas do edifício e seu interior. Foi aberta, inclusive, uma janela para que os peregrinos possam admirar a lápide do antigo túmulo.

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Desavenças

As obras custaram 3,4 milhões de euros, financiados pelas três principais confissões cristãs do Santo Sepulcro (greco-ortodoxos, franciscanos, armênios), assim como doadores públicos e privados. Samuel Aghoyan, o superior da Igreja armênia, está satisfeito que a capela tenha o aspecto de uma construção nova.

Segundo a tradição cristã, o corpo de Jesus Cristo foi depositado em um leito funerário entalhado em uma rocha depois de sua crucificação pelas mãos dos romanos no ano 30 ou 33. Os cristãos acreditam que ele ressuscitou e afirmam que as mulheres que chegaram três dias depois de sua morte para ungir o falecido não encontraram o corpo.

Alguns cristãos acreditam que Jesus foi enterrado no chamado túmulo do jardim, situado fora da muralha do setor antigo de Jerusalém. Mas, segundo Antonia Moropoulou, as obras permitiram demonstrar que o túmulo de Jesus se encontra na igreja do Santo Sepulcro.

Agora há outros projetos para reforçar a estrutura da capela e restaurar o chão da igreja, explica Samuel Aghoyan. O custo seria de seis milhões de dólares.

Para que estas obras possam ser realizadas, os greco-ortodoxos, a Igreja armênia e a católica, que custodiam o lugar, devem superar as divergências que no passado forçaram um adiamento do projeto.

Fonte:http://catholicus.org.br

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

O Canto das Kalendas – O Anúncio do Natal – Forma Ordinária

Na forma extraordinária, se canta após a hora de Prima, que foi suprimida na forma ordinária, restando, então, para o rito moderno, a opção de se usar as Kalendas combinadas com a Missa ou como cerimônia à parte.

O Papa João Paulo II fazia cantar as Kalendas no início da Missa. Bento XVI manteve o costume, mas mudou nas últimas Missas para antes da celebração, o que é também possível, dado que, em sentido estrito, as Kalendas são parte do Martirológio Romano.

É uma boa tradição litúrgica para se colocar em prática em nossas Missas.

Eis o texto, e vídeo em português e latim, para a forma ordinária:

Vinte e Cinco de Dezembro. Décima-nona Lua.

Tendo transcorrido muitos séculos desde a criação do mundo,

Quando no princípio Deus tinha criado o céu e a terra e tinha feito o Homem à sua imagem;

E muitos séculos de quando, depois do dilúvio, o Altíssimo tinha feito resplandecer o arco-íris, sinal da Aliança e da Paz;

Vinte e um séculos depois da partida de Abraão, nosso pai na fé, de Ur dos Caldeus;

Treze séculos depois da saída de Israel do Egito, sob a guia de Moisés;

Cerca de mil anos depois da unção de David como rei de Israel;

Na sexagésima quinta semana, segundo a profecia de Daniel;

Na época da centésima nonagésima quarta Olimpíada;

No ano setecentos e cinqüenta e dois da fundação da cidade de Roma;

No quadragésimo segundo ano do Império de César Otaviano Augusto;

Quando em todo o mundo reinava a paz, Jesus Cristo, Deus Eterno e Filho do Eterno Pai, querendo santificar o mundo com a sua vinda, tendo sido concebido por obra do Espírito Santo, tendo transcorrido nove meses, (aqui eleva-se a voz, e todos se ajoelham) nasce em Belém da Judeia da Virgem Maria, feito homem:

Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a natureza humana.

R. Graças a Deus.

Fonte: Salvem a Liturgia

Foto/Adaptação/Vídeo: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização