Arquivo da categoria: Espiritualidade Humana

Pentecostes: “Força do Espírito é um reconstituinte para a vida”

Em sua homilia, o Papa afirmou que “o Espírito lembra à Igreja que não obstante os seus séculos de história, é sempre uma jovem de vinte anos, a Noiva jovem por quem está perdidamente apaixonado o Senhor”.

A Basílica de São Pedro ficou lotada na manhã deste domingo (20/05) para a celebração da missa de Pentecostes, presidida pelo Papa Francisco. Cardeais, bispos e sacerdotes, usando paramentos vermelhos, concelebraram a liturgia com o Papa.

A homilia do Papa Francisco começou com a explicação da primeira leitura do dia, que narra a rajada de vento que veio do céu com um ruído e que encheu toda a casa em que os discípulos se encontravam: a vinda do Espírito Santo no Pentecostes é a força divina que muda o mundo.

Muda os corações

“Aqueles discípulos que antes viviam no medo, fechados em casa, mesmo depois da ressurreição do Mestre, são transformados pelo Espírito e – disse o Papa, desta vez mencionando o Evangelho do dia – «dão testemunho d’Ele»”.

“De hesitantes, tornam-se corajosos e, partindo de Jerusalém, lançam-se até aos confins do mundo. Medrosos quando Jesus estava entre eles, agora são ousados sem Ele, porque o Espírito mudou os seus corações”.

“ A experiência ensina que nenhuma tentativa terrena de mudar as coisas satisfaz plenamente o coração do homem ”

“A mudança do Espírito é diferente: não revoluciona a vida ao nosso redor, mas muda o nosso coração, transformando-o de pecador em perdoado”.

O Espírito como um reconstituinte de vida

A partir desta reflexão, o Papa sugeriu que quando precisarmos de uma verdadeira mudança, quando as nossas fraquezas nos oprimem, quando avançar é difícil e amar parece impossível, faria bem tomar diariamente este reconstituinte de vida: é Ele, a força de Deus.

Muda as vicissitudes

Prosseguindo a homilia, o Papa disse que depois dos corações, o Espírito, como o vento, sopra por todo o lado e chega às situações mais imprevistas.

“Como na família, quando nasce uma criança, esta complica os horários, faz perder o sono, mas traz uma alegria que renova a vida, impelindo-a para a frente, dilatando-a no amor, do mesmo modo o Espírito traz à Igreja um «sabor de infância»; realiza renascimentos contínuos. Reaviva o amor do começo”.

“ O Espírito lembra à Igreja que, não obstante os seus séculos de história, é sempre uma jovem de vinte anos, a Noiva jovem por quem está perdidamente apaixonado o Senhor ”

Gaza, nome que suscita dor

Citando o episódio dos Atos dos Apóstolos em que o diácono Filipe é impelido “por uma estrada deserta, de Jerusalém a Gaza”, o Papa acrescentou: “como este nome soa doloroso, hoje! Que o Espírito mude os corações e as vicissitudes e dê paz à Terra Santa!”.

Terminando, o Papa pediu que Espírito Santo, rajada de vento de Deus, sopre sobre nós: “Soprai nos nossos corações e fazei-nos respirar a ternura do Pai. Soprai sobre a Igreja e impeli-a até aos últimos confins; vinde, Espírito Santo, mudai-nos por dentro e renovai a face da terra”.

Informações: Vatican News 

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Os 6 pecados contra o Espírito Santo

Essencialmente, são 6 manifestações de um só e mesmo pecado: rejeitar a graça de Deus a ponto de proibi-Lo de nos perdoar e salvar
Diz o Evangelho, em Mateus, 12, 32:

“E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro”

Os pecados contra o Espírito Santo consistem na rejeição da graça de Deus; trata-se da recusa da salvação, da rejeição completa perante a ação, os convites incessantes e as advertências do Espírito Santo. São pecados em que a bondade de Deus é colocada em questão. É pecado por pura malícia, contrário à bondade que é o Espírito Santo. A vontade da pessoa que peca é tão endurecida que ela não deseja a misericórdia de Deus e rejeita a Sua bondade.

O pecado contra o Espírito Santo é imperdoável precisamente porque é o próprio pecador quem impede Deus de perdoá-lo. Como Deus respeita a liberdade com que nos criou, Ele respeita a decisão do pecador de negar-se firmemente a ser perdoado.

O Papa São Pio X ensinou, no seu Catecismo Maior, que são seis os pecados contra o Espírito Santo:

1º – Desesperar da salvação, quando a pessoa perde as esperanças na salvação, julgando que a sua vida já está perdida e que se encontra condenada, antes mesmo do Juízo. Julga que a misericórdia divina é pequena. Não crê no poder e na justiça de Deus.

2º – Presunção de salvação, quando a pessoa cultiva na sua alma uma ideia de perfeição que implica um sentimento de orgulho. Considera salva pelo que já fez. Apenas Deus sabe se aquilo que fizemos merece o prêmio da salvação ou não. A nossa salvação pode ser perdida, até o último momento da nossa vida, e Deus é o nosso Juiz Eterno. Devemos crer na misericórdia divina, mas não podemos usurpar o atributo divino inalienável do Juízo. O simples facto de já se considerar eleito é uma atitude que indica a debilidade da virtude da humildade diante de Deus. Devemos ter a convicção moral de que estamos certos nas nossas ações, mas não podemos dizer que aos olhos de Deus já estamos definitivamente salvos. Os calvinistas, por exemplo, afirmam a eleição definitiva do fiel, por decreto eterno e imutável de Deus. A Igreja Católica ensina que, normalmente, os homens nada sabem sobre o seu destino, excepto se houver uma revelação privada, aceite pelo sagrado magistério. Por essa razão, os homens não se podem considerar salvos antes do Juízo.

3º – Negar a verdade conhecida como tal pelo magistério da Santa Igreja, quando a pessoa não aceita as verdades de fé (dogmas de fé), mesmo após exaustiva explicação doutrinária. É o caso dos hereges. Considera o seu entendimento pessoal superior ao da Igreja e ao ensinamento do Espírito Santo que auxilia o sagrado magistério.

4º – Inveja da graça que Deus dá aos outros. A inveja é um sentimento que consiste em irritar-se porque o outro conseguiu algo de bom. Mesmo que possua aquilo ou possa conseguir um dia. É o ato de não querer o bem do semelhante. Se eu invejo a graça que Deus dá a alguém, estou a dizer que aquela pessoa não merece tal graça, tornando-me assim o juiz do mundo. Estou a voltar-me contra a vontade divina. Estou a voltar-me contra a Lei do Amor ao próximo. Não devemos invejar um bem conquistado por alguém. Se este bem é fruto de trabalho honrado e perseverante, é vontade de Deus que a pessoa desfrute daquela graça.

5º – Obstinação no pecado é a vontade firme de permanecer no erro mesmo depois da ação do Espírito Santo. A pessoa cria o seu critério de julgamento ético. Ou simplesmente não adota ética nenhuma e assim aparta-se da vontade de Deus e rejeita a Salvação.

6º – Impenitência final é o resultado de toda uma vida de rejeição a Deus. O indivíduo persiste no erro até o final, recusando arrepender-se e penitenciar-se, recusa a salvação até o fim. Consagra-se ao adversário de Cristo. Nem mesmo na hora da morte tenta aproximar-se do Pai, manifestando humildade. Não se abre ao convite do Espírito Santo.

A partir de Senza Pagare

Reflexão de Advento: “Cristo é o centro do meu tempo?”

O pregador oficial da Casa Pontfícia, Frei Raniero Cantalamessa, intitulou a reflexão “Cristo é o mesmo, ontem, hoje e sempre”, iniciando-a com ‘a onipresença de Cristo no tempo’. Frei Raniero Cantalamessa propôs ao Papa Francisco e a seus colaboradores a sua segunda e última meditação do tempo de Advento. Na capela Redemptoris Mater, no Vaticano, Frei Cantalamessa intitulou a reflexão “Cristo é o mesmo, ontem, hoje e sempre”, iniciando-a com ‘a onipresença de Cristo no tempo’.
Cristo e o tempo
“Cristo, afirmou o pregador, está no mundo, mas não é do mundo; está na história e no tempo, mas transcende a história e o tempo. Não é uma presença abstrata e uniforme, pois atua de modo diferenciado nas diversas fases da história da salvação”.

Cristo: figura, evento e sacramento

“Ele está presente no Antigo Testamento como figura, está presente no Novo Testamento como evento e está presente no tempo da Igreja como sacramento. A figura anuncia, antecipa e prepara o evento, enquanto o sacramento o celebra, o torna presente, o atualiza e, em certo sentido, o prolonga”.

A constatação de que Cristo é reconhecido como o pivô e o eixo do tempo não deve ser para um cristão um motivo de orgulho e triunfalismo, mas uma oportunidade para um exame de consciência. Frei Cantalamessa sugeriu as seguintes questões:

“Cristo também é o centro da minha vida, da minha pequena história pessoal? Do meutempo? Ele ocupa um lugar central apenas na teoria, ou também de fato?”

“Cristo não é apenas o centro, ou o baricentro, da história humana, aquele que, com a sua vinda, cria um antes e um depois no passar do tempo: Ele também é aquele que preenche todos os momentos deste tempo; é “a plenitude”, também no sentido ativo que enche de si a história da salvação: primeiro como figura, depois como evento e, finalmente, como sacramento.

O encontro que muda a vida

Conduzindo a reflexão ao plano pessoal, o capuchinho afirmou que isso significa que Cristo também deve preencher nosso tempo: “Preencher de Jesus mais instantes possíveis da própria vida não é um programa impossível, não é uma questão de passar todo o tempo pensando em Jesus, mas de “perceber” sua presença, abandonando-se à sua vontade”.

E mencionou um exemplo prático e vivido recentemente por ele mesmo, quando em uma viagem, ficou algum tempo sem conexão à internet até consegui-la, finalmente. “E o que é essa conexão em comparação com aquela que se realiza quando alguém se “conecta” pela fé com Jesus Ressuscitado e vivo? No primeiro caso, a pessoa se abre para um pobre e trágico mundo dos homens; aqui, a pessoa se abre ao mundo de Deus, porque Cristo é a porta, é o caminho que conduz à Trindade e ao infinito”.

Chegando à conclusão, o Frei afirmou:

“ Diante de Deus, o melhor momento da vida não é o mais cheio de possibilidades e atividades, mas o tempo mais repleto de Cristo porque esse já se insere na eternidade ”

Pensando já no que vem, quando os jovens estarão no centro da atenção da Igreja com o sínodo sobre “Os jovens e a fé”, propôs que os ajudemos “a preencher de Cristo a sua juventude, oferecendo-lhes o dom mais bonito”.

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Se a nossa confiança e a nossa esperança estão no Senhor, não tenhamos medo, nem receio, porque, Ele vem cuidar de nós

 “Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e o temor apoderou-se dele. Mas o anjo disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque Deus ouviu tua súplica. Tua esposa, Isabel, vai ter um filho, e tu lhe darás o nome de João” (Lucas 1,12-13).

Na preparação mais próxima para o Natal do Senhor, a Liturgia traz, hoje, as figuras de Zacarias e de sua esposa Isabel. O casal temente, fiel e obediente a Deus, tinha n’Ele toda esperança e confiança do coração. Já em idade avançada, eles serviam a Deus dia e noite. Não tinham filhos, porque Isabel era estéril e, além de tudo, sua idade estava avançada, mas eles faziam a súplica a Deus de que desejavam gerar a vida.

Com confiança, simplicidade e humildade, sem nenhuma ansiedade e pressa, eles sabiam que podiam servir a Deus de qualquer forma e por isso se colocaram a disposição do Senhor.

Gostaria de dizer para os casais, para as mulheres que querem engravidar e, muitas vezes, não conseguem: queira, acima de tudo, colocar-se a disposição de Deus, com toda a confiança da sua alma e do seu coração, esperando n’Ele. Sem entregar-se para o medo e à ansiedade. Deixe que Deus revele-SE no tempo d’Ele ao seu coração. Cuide da sua saúde, cuide da melhor maneira. Busque a gravidez, se você a deseja; Deus te abençoará, mas, não vale a pena se entregar ao medo, a ansiedade, a angústia ou ao sofrimento. Vale a pena esperar no Senhor, porque Ele nos visita sem que precisemos esperar. E essas são as melhores visitas.

Deus vem ao nosso encontro, para nos ajudar a vencer os medos e os temores do nosso coração. Todos nós temos medos e receios; temos medo até de nos aproximarmos de Deus e d’Ele aproximar-se de nós.

Toda proximidade de Deus é cuidado e ternura, é o modo d’Ele cuidar de nós. Não podemos fugir da presença d’Ele. Deus se aproxima, mas Ele não nos violenta e nem nos força. Ele quer cuidar de nós, Ele está vindo cuidar da vida e do coração de cada um de nós, assim como Ele cuidou do coração de Zacarias e Isabel, que colocaram n’Ele a sua confiança e esperança.

Se a nossa confiança e a nossa esperança estão no Senhor, não tenhamos medo, nem receio, porque, Ele vem cuidar de nós.

Deus abençoe você!

Por Padre Roger Araújo – Sacerdote da Comunidade Canção Nova

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Raniero Cantalamessa: “Que lugar ocupa Cristo no universo?”

O pregador oficial do Vaticano, o capuchinho Raniero Cantalamessa, é o autor dos sermões semanais, e o desta sexta-feira (15/12) teve como tema “Tudo foi criado por Ele e para Ele; Cristo e a criação”.

Papa Francisco e seus colaboradores mais próximos participaram na manhã de sexta-feira (15/12) da primeira pregação do Advento 2017, na Capela Redemptoris Mater, no Vaticano. O pregador oficial do Vaticano, o capuchinho Raniero Cantalamessa, é o autor dos sermões semanais, e este teve como tema “Tudo foi criado por Ele e para Ele; Cristo e a criação”.

Agir global e localmente
As meditações do Advento deste ano têm como proposta recolocar a pessoa divina-humana de Cristo no centro dos dois grandes componentes que, em conjunto, constituem “o real”, isto é: o cosmos e a história, o espaço e o tempo, a criação e o homem. O objetivo final é colocar Cristo “no centro” de nossa vida pessoal e de nossa visão de mundo, no centro das três virtudes teologais da fé, da esperança e da caridade.

Cristo e o cosmos, Criação e encarnação

Como primeira meditação, Frei Cantalamessa sugeriu a reflexão sobre o relacionamento entre Cristo e o cosmos. “No princípio, Deus criou os céus e a terra. A terra estava informe e vazia; as trevas cobriam o abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas”  (Gn 1, 1-2).  Segundo ele, esta relação, entre criação e encarnação está bem expressa no Livro do Gênesis e na encíclica Laudato si’.

“É uma questão de saber qual lugar ocupa a pessoa de Cristo em todo o universo”, afirmou, questionando: “Existe, então, algo que nos permita escapar do perigo de fazer de Cristo “um intruso ou uma pessoa deslocada na esmagadora e hostil imensidão do Universo”? Em outras palavras, Cristo tem algo a dizer sobre o problema urgente da ecologia e da salvaguarda da criação, ou isso é totalmente marginal a ele, como um problema que afeta quando muito a teologia, mas não a cristologia?

O Espírito Santo é a força misteriosa que impele a criação para a sua realização. Ele que é “o princípio da criação das coisas”, é também o princípio da sua evolução no tempo. Na verdade, isso não é outra coisa senão a criação que continua. Em outras palavras, o Espírito Santo é aquele que, por sua natureza, tende a fazer a criação passar do caos ao cosmos, a fazer disso algo bonito, limpo: um “mundo” precisamente, de acordo com o significado original desta palavra.

Como Cristo atua na criação

O frei capuchinho levantou ainda uma questão: Cristo tem algo a dizer sobre os problemas práticos que o desafio ecológico coloca para a humanidade e para a Igreja? Em que sentido podemos dizer que Cristo, trabalhando através do seu Espírito, é o elemento-chave para um ecologismo cristão saudável e realista?

“Penso que sim”, respondeu Frei Cantalamessa. “Cristo desempenha um papel decisivo também nos problemas concretos da proteção da criação, mas o faz indiretamente, trabalhando no homem e – através do homem – na criação”. Acontece como no início da criação: Deus cria o mundo e confia a custódia e a salvaguarda ao homem.

Como agir global e localmente

 Como todas as coisas, também o cuidado da criação tem dois níveis: o nível global e o nível local. Um slogan moderno convida a pensar globalmente, mas agir localmente: Think globally, act locally. Isso quer dizer que a conversão deve começar do indivíduo, isto é, de cada um de nós. Francisco de Assis costumava dizer aos seus frades: “Nunca fui um ladrão de esmolas, pedindo-as ou usando-as além da necessidade. Peguei sempre menos do que eu precisava, para que os outros pobres não fossem privados de sua parte; porque, de outra forma, seria roubar”.(14)

Hoje esta regra poderia ter uma aplicação muito útil para o futuro da Terra. Também nós devemos propor-nos: não ser ladrões de recursos, usando-os mais do que o necessário e retirando-os, assim, daqueles que virão depois de nós. Em primeiro lugar, nós que trabalhamos normalmente com o papel, poderíamos tentar não contribuir com o desperdício enorme e desconsiderado que é feito desta matéria-prima, privando assim a mãe terra de uma árvore menos.

Sobriedade e parcimônia, para que todos tenham

O Natal é um forte chamado a esta sobriedade e parcimônia no uso das coisas. Quem nos dá o exemplo é o próprio Criador que, tornando-se homem, se satisfez com um estábulo para nascer. ..”

Todos nós, crentes e não-crentes, somos chamados a comprometer-nos com o ideal da sobriedade e do respeito pela criação, mas nós, cristãos, devemos fazê-lo por uma razão e com uma intenção a mais e diferente. Se o Pai Celestial fez tudo “por meio de Cristo e em vista de Cristo”, também nós devemos tentar fazer tudo assim: “por meio de Cristo e em vista de Cristo”, isto é, com sua graça e para a sua glória. Também o que fazemos neste dia.

Por Vatican News

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Há irmãos que levam o outro para onde querem, mas precisamos ser aqueles que levam a graça de Deus para o irmão

“Quando Jesus andava à beira do mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro,e seu irmão André” (Mateus 4,18). 

Hoje, celebramos o apóstolo Santo André. André poderia até ter ficado escondido, porque pouco se fala ou se faz referência a ele. Sabemos que era um apóstolo querido e amado pelo Senhor, e talvez lembremos dele porque é irmão de Simão Pedro. Alguns podem pensar: “Ele é mais importante? É irmão de tal. É filho de fulano (…)”; essas são as referências genéricas que nós fazemos. Mas quem é André? É o irmão de Simão Pedro. Veja, André foi um apóstolo fundamental e essencial. Cada apóstolo têm a sua importância, assim como cada um de nós temos a nossa importância.

O Pedro que nós conhecemos, o chefe da Igreja, o primeiro papa, o discípulo primeiro de Jesus. Todas as coisas que Jesus iria realizar, Ele fazia referência a Pedro. É Pedro, Tiago e João que estavam mais próximos de Jesus, é Pedro quem vai chefiar a Igreja de Jesus, a Igreja Primitiva, mas foi o irmão dele que o levou a seguir Jesus. Na narração do Evangelho encontramos isso de forma tão explícita: “Encontramos o Messias”. É André quem vai levar o seu irmão para ser seguidor de Jesus. André é o irmão companheiro, é o irmão que leva a graça de Deus para o outro.

Há irmãos que nos levam para tantos cantos da vida; que levam o outro para beber, para jogar; há irmãos que levam o outro para onde quiserem, entretanto, precisamos ser aqueles que, levam a graça de Deus para o irmão. É preciso ser o irmão, mas não o irmão como Caim, que matou seu irmão Abel. Não podemos ser indiferentes ao irmão, aqui me refiro até ao irmão de sangue, filho do mesmo pai e da mesma mãe. André era irmão de Simão Pedro e levou o seu irmão para que conhecesse Jesus. Você já levou a graça de Jesus para os seus irmãos? Não faça isso querendo forçar ou obrigar.

Faça isso com a ternura de André, porque ele não tinha aquele ímpeto, aquele sentimento forte como tinha Pedro, mas tinha a docilidade. Ele era aquele apóstolo, aquele homem, com o temperamento manso era reflexivo. Pedro já era mais agitado. O fato de ser mais sereno ajudou o outro a encontrar o Senhor. Ainda que, o nosso temperamento não seja como o de André, mesmo assim, que encontremos na serenidade, na calma, na sabedoria, o caminho para encaminhar os nossos para seguir Jesus. 

Deus abençoe você! Por Padre Roger Araújo – Sacerdote da Comunidade Canção Nova.

Reflexão dominical: “frutificar os talentos”

A primeira leitura nos faz o elogio da mulher ideal. Ela transmite ao seu marido paz, serenidade e harmonia. Ela não restringe suas preocupações ao marido e aos filhos, mas como sede do amor, se preocupa com todas as pessoas, especialmente com aquelas que estão sob seu teto, como os empregados e afins. Ela é generosa para com os pobres e os socorre.

Por outro lado ela é profundamente religiosa e se ocupa com as coisas do Senhor. Em nossa sociedade é principalmente a mulher que passa para os filhos a formação espiritual.

O texto também nos fala da laboriosidade da dona da casa. Levanta cedo, se deita tarde, suas mãos são produtoras, ocupa-se sempre em proporcionar bem-estar a todos que estão em casa.

Essa mulher tem em Nossa Senhora o seu modelo e nela se inspira, diversamente de outras que sacrificam a família e sua própria felicidade para possuir um corpo de acordo com os ditames da época e suas atenções são voltadas para si mesma e não para seus queridos.

Maria, a filha querida do Pai, a Mãe de Jesus, a esposa do Espírito Santo e companheira de José é chamada a cheia de graça exatamente porque soube ser a mulher madura, voltada para os outros e disposta a amar plenamente até às últimas consequências.

Essa é a mulher ideal, a mulher realizada, feliz! Não possui traumas e nem recalques. É realizada e realiza, consequentemente, seu marido, seus filhos. Ela proporciona realização a todos os que estão a seu lado.

Essa mulher ouviu os conselhos da segunda leitura da liturgia de hoje, a 1ª Carta de São Paulo aos Tessalonicenses, quando diz “…sejamos vigilantes e sóbrios”.

Essa mulher também ouviu a parábola de Jesus contada por São Mateus no Evangelho deste domingo. Ela não enterrou, mas soube fazer frutificar todos os talentos que recebeu.

Através do amor ao marido e aos filhos, através da atenção aos empregados, através da caridade para com os pobres, com os doentes e com os necessitados, através da atenção para com os vizinhos e colegas, ela soube multiplicar todos os dons que o Senhor lhe deu».

(Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para o XXXIII Domingo do Tempo Comum – A)

Por Rádio Vaticano

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Papa: mergulhar no mistério de Cristo com o coração, não com palavras

O mistério de Jesus Cristo esteve no centro da homilia que o Papa Francisco pronunciou na manhã de terça-feira (24/10) na capela da Casa Santa Marta.

A homilia do Pontífice teve como ponto de partida a Primeira Leitura extraída da Carta aos Romanos, na qual São Paulo usa contraposições – pecado, desobediência, graça e perdão – para que possamos compreender algo, mas sente que é “impotente” para explicar este mistério. Por detrás disso tudo, está a história da salvação, da criação, da queda e da redenção. São Paulo, portanto, nos leva a ver Cristo, e não tendo palavras suficientes para explicá-Lo,  “nos impulsiona”, “nos empurra, para que caiamos no mistério” de Cristo, explica Francisco.

Essas contraposições, portanto, são somente passos no caminho para imergir-se no mistério de Cristo, que não é fácil de entender: é tão “superabundante”, “generoso”,  “inexplicável”, que não se pode entender com argumentações, porque estas levam até certo ponto. Para entender “quem é Jesus Cristo para você”, “para mim”, “para nós”, o Papa exorta, portanto, a imergir-se neste mistério.

Em outro trecho, São Paulo, olhando Jesus Cristo diz: “Amou-se e deu a si mesmo por mim”.  Dificilmente se encontra alguém disposto a morrer por uma pessoa justa, mas somente Jesus Cristo quer dar a vida “por um pecador como eu”. Com essas palavras, São Paulo tenta nos introduzir no mistério de Cristo. Não é fácil, “é uma graça”. Isso foi compreendido não somente pelos santos canonizados, mas também por muitos santos “escondidos n avida cotidiana”, pessoas humildes que depositam unicamente a sua esperança no Senhor: entraram no mistério de Jesus Cristo crucificado, “que é uma loucura”, afirma Paulo.

O Papa evidencia que, quando vamos à missa, vamos rezar, sabemos que ele está na Palavra, que Jesus vem, mas isto não é suficiente para poder entrar no mistério:

“Entrar no mistério de Jesus Cristo é mais, é deixar-se ir naquele abismo de misericórdia onde não existem palavras: somente o abraço do amor. O amor que o levou à morte por nós. Quando nós vamos nos confessar porque pecados – sim, devo tirar os pecados, digamos; ou “que Deus me perdoe os pecados” – vamos, contamos os pecados ao confessor e ficamos tranquilos e contentes. Se eu vou lá, vou encontrar Jesus Cristo, entrar no mistério de Jesus Cristo, entrar naquele abraço de perdão do qual fala Paulo; daquela gratuidade de perdão”.

À pergunta sobre “quem é Jesus Cristo para ti”, se poderia responder “o Filho de Deus”, se poderia recitar todo o Credo, todo o Catecismo e é verdade, mas se chegaria a um ponto em que não conseguiríamos dizer o centro do mistério de Jesus Cristo, que “me amou” e “entregou-se a si mesmo por mim”. “Entender o mistério de Jesus Cristo não é uma coisa de estudo” – observa o Papa – porque “Jesus Cristo é entendido somente por pura graça”.

É então assinalado um exercício de piedade que ajuda:  a Via-Sacra, que consiste em caminhar com Jesus no momento em que nos dá “o abraço de perdão e de paz”:

“É bonito fazer a Via-Sacra. Fazê-la em casa, pensando nos momentos da Paixão do Senhor. Também os grandes Santos aconselhavam sempre começar a vida espiritual com este encontro com o mistério de Jesus Crucificado. Santa Teresa aconselhava as suas monjas: para chegar à oração de contemplação, a elevada oração que ela tinha, começar com a meditação da Paixão do Senhor. A Cruz com Cristo. Cristo na Cruz. Começar a pensar. E assim, tentar entender com o coração, que ‘me amou e deu a si mesmo por mim’, ‘deu a si mesmo até a morte por mim’”.

Na primeira leitura, São Paulo quer justamente revelar o abismo do mistério de Cristo, reitera o Papa Francisco:

“’Eu sou um bom cristão, vou à Missa no domingo, faço obras de misericórdia, recito as orações, educo bem os meus filhos’: isto está muito bem. Mas a pergunta que faço: “Você faz tudo isto: mas entra no mistério de Jesus Cristo? Aquilo que você não pode controlar… Peçamos a São Paulo, verdadeira testemunha, alguém que encontrou Jesus Cristo e deixou-se encontrar por Ele e entrou no mistério de Jesus que nos amou, deu a si mesmo até à morte por nós, que nos fez justos diante de Deus, que perdoou todos os pecados, também as raízes do pecado: de entrar no mistério do Senhor”.

O convite conclusivo do Papa é justamente o de olhar para o crucifixo, “Cristo crucificado, centro da História, centro da minha vida”.

Por Radio Vaticano 

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Assim como os arcanjos, estejamos a serviço de Deus

Que os arcanjos de Deus estejam a nosso serviço e que nós estejamos, acima de tudo, a serviço de Deus  

“Houve uma batalha no céu: Miguel e seus anjos guerrearam contra o Dragão. O Dragão lutou juntamente com os seus anjos, mas foi derrotado, e não se encontrou mais o seu lugar no céu” (Ap 12,7-8).  

Hoje, celebramos a Festa dos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael, os três grandes arcanjos divinos. A realidade dos anjos é admirável e maravilhosa! Os anjos são criaturas de Deus, criados para estarem a serviço do Senhor. Anjos são espíritos puros, mensageiros de Deus, ou seja, estão a serviço d’Ele. Na hierarquia angelical, existem várias categorias: anjos, arcanjos, potestades, dominações e tantas outras hierarquias angelicais que ocupam um lugar especial. Os arcanjos são anjos com missões específicas nessa dimensão da vida espiritual que Deus criou e dispôs no relacionamento com Ele.

Os anjos estão a nosso serviço, eles estão a serviço da nossa relação com Deus, por isso não os podemos ignorar, não podemos abrir mão dessa presença angelical no meio de nós.

Olhemos para esses arcanjos. O primeiro deles é Miguel, o grande combatente das batalhas espirituais e o vencedor das forças do mal. “Quem como Deus!”. Miguel é aquele que diz: “A vitória final é a de Deus”. O mal não reina nem tem poder sobre nós quando nos colocamos sobre o domínio de Deus. Miguel é o grande combatente das forças infernais, é aquele que vence todos os anjos inimigos e os coloca aos pés e à sujeição do nosso Deus.

O arcanjo Gabriel foi aquele enviado a Zacarias e Maria para comunicar as graças divinas, as grandes graças do Céu. A comunicação é uma grande necessidade entre nós seres humanos e na nossa relação com Deus. Queremos nos comunicar com Ele e queremos que Ele, cada vez mais, comunique-se conosco. O arcanjo São Gabriel está a serviço da boa e verdadeira comunicação.

No nosso mundo, com tantas doenças e enfermidades, que sofre, tantas vezes, com epidemias e pandemias, tantas fragilidades da nossa saúde humana, o socorro de Deus chama-se Rafael. Ele é a cura divina. São Rafael deve ser invocado, aclamado, para que não fiquemos passivos diante do crescimento de tantas doenças e enfermidades. São Rafael é a medicina divina, é a luz divina para iluminar todas as realidades humanas, muitas vezes, contaminadas por doenças, enfermidades e por fraquezas que nos fragilizam, mas Deus é aquele que cuida de nós e de nossa humanidade.

Fiquemos amigos dos arcanjos de Deus, porque ser amigo dos anjos quer dizer ser amigo de Deus, é levar uma vida espiritual, uma vida mística de forma mais pura, verdadeira e autêntica.

Que os arcanjos de Deus estejam a nosso serviço e que nós estejamos, acima de tudo, a serviço de Deus. Deus abençoe você!

Por Padre Roger Araújo – Sacerdote da Comunidade Canção Nova.

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Entenda a missão e o papel do leigo na Igreja

O Concílio Vaticano II resgatou, de maneira iluminada, o papel do leigo na Igreja; por isso, hoje, graças a Deus, homens e mulheres leigos, jovens e até crianças fazem um trabalho maravilhoso de evangelização. Em nosso Continente, onde há uma enorme falta de sacerdotes, o leigo pode e deve dar a sua grande contribuição à Igreja na missão de salvar almas. O nosso Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que “todo leigo, em virtude dos dons que lhe foram conferidos, é, ao mesmo tempo, testemunha e instrumento vivo da própria missão da Igreja ‘pela medida do dom de Cristo’” (Ef 4,7) [CIC§913].

Cada leigo deve repetir com São Paulo: “Ai de mim se eu não evangelizar” (1Cor 9,16). Certa vez, falando aos bispos do Brasil em uma de suas visitas “ad limina, Papa João Paulo II disse a eles: ““O fiel leigo, na sua própria vida cristã e em sua atuação na Igreja, não é um mero auxiliar do bispo ou do padre. O batismo lhe dá direito e, portanto, também o dever de realizar em sua existência a ação sacerdotal de Cristo. Daí a justa autonomia do fiel leigo naquilo que lhe é próprio: em qualquer estado ou condição de vida, cada pessoa na sociedade, independentemente da sua raça e cultura, tem o lugar que lhe é devido e é chamada ‘a exercer a missão que Deus confiou à Igreja, para esta realizar no mundo’ (Código de Direito Canônico, 204).””

São Paulo nos lembra: ““Vós sois o Corpo de Cristo, e cada um de vós é um dos seus membros”” (1Cor 12,27).

“A área específica do leigo é o apostolado no mundo secular, inserido nas realidades temporais, na escola, na indústria, na economia, política, artes, música etc, participando, como cristão, das atividades do seu estado de vida e trabalho social” ( “Christifideles laici”, 17). O mundo é o campo de trabalho do leigo. Por outro lado, o Concílio Vaticano II ensinou que o sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial ou hierárquico, embora se diferenciem essencialmente e não apenas por grau, ordenam-se mutuamente um ao outro; pois um e outro participam, cada um a seu modo, do único sacerdócio de Cristo” (LG,10).

Os leigos complementam a ação dos clérigos

Assim, o leigo faz e complementa a ação do sacerdote; ele não ministra os sacramentos, não o substitui, mas prepara os irmãos para isso. Mas, para que o leigo cumpra bem a sua missão, ele precisa conhecer bem a Igreja que Jesus instituiu e nos deixou com a Sua doutrina. Muitas vezes, há erros e desvios graves, porque alguns leigos querem prescindir da Igreja hierárquica como se essa não fosse da vontade de Jesus. O entusiasmo pelo novo pode ser danoso se a hierarquia e o Magistério da Igreja não forem respeitados.

A estrutura hierárquica da Igreja foi estabelecida por Cristo, como seu fundamento e não se confunde com outras formas de governo: monarquia, oligarquia, democracia etc. A Igreja está muito além desses paradigmas sociais, porque ela “não nasceu do povo”, mas de Deus, de Jesus Cristo, ela veio do céu e não da terra. Somente vindo do céu ela pode salvar a terra. Uma igreja que nascesse da terra não teria esse poder. A autoridade da verdadeira Igreja não é fundada na vontade popular, mas na vontade de Deus.

Nós leigos queremos a Igreja conforme Jesus a instituiu e a organizou, e não segundo o parecer e a vontade dos homens. Toda doutrina que destoa do que vem do Senhor – por meio do Magistério – deve ser abandonada e corrigida. Às vezes, fala-se perigosamente de “Uma Igreja, povo de Deus”, sem uma autêntica hierarquia; esta é uma igreja falsa. A nossa segurança é estar em comunhão com o Magistério, obedecer às diretrizes do Papa, a quem Cristo confiou a Sua Igreja: “Sobre ti edificarei a minha Igreja…” (Mt 16,17). “Pedro (…) apascenta minhas ovelhas” (Jo 21,17).

Leigos precisam estudar e conhecer a doutrina da Igreja

Por outro lado, o leigo precisa conhecer a doutrina que Cristo ensinou à Igreja e que está, de modo especial, muito bem sintetizada no Catecismo da Igreja Católica. O Papa Bento XVI disse a um grupo de bispos ucranianos que: “A formação de um laicado que saiba dar a razão da sua fé é mais necessária que nunca em nossos tempos e representa um dos objetivos pastorais que terá que se perseguir com empenho” (acidigital.com – Vaticano – 27 set 07). Uma vez que o trabalho do leigo cresce hoje na Igreja, assim também a sua formação precisa ser cada vez mais esmerada. Ele não pode ensinar o que quer, mas o que a Igreja ensina.

Para ser firme no cumprimento de sua missão de batizado e missionário, o leigo precisa ter uma vida espiritual sadia. O Papa João Paulo II disse um dia que: “”A eficácia do trabalho apostólico do fiel leigo está intimamente associada à sua base espiritual, à sua vida de oração pessoal e comunitária, à frequência na recepção dos sacramentos, sobretudo a Eucaristia e a Penitência e à sua reta formação doutrinária”. O leigo que não reza, não se confessa, não comunga, não lê e não medita a Palavra de Deus, não tem perseverança na missão, e como acontece com muitos sacerdotes também, acaba sendo afastado dela.

Mais do que nunca, a Igreja precisa dos leigos no campo de batalha do mundo, pois, hoje, ela é magoada, ofendida, perseguida e tida por muitos como a culpada de todos os males. Escândalos e blasfêmias se repetem a cada dia. Uma escala de valores pagã tenta insistentemente substituir a civilização cristã por uma cultura de morte (aborto, eutanásia, destruição de embriões, contracepção, prática homossexual…); e Deus vai sendo eliminado na sociedade como se fosse um mal, e a religião católica vai sendo atacada por um laicismo agressivo anticristão.

É hora de saber quem é verdadeiramente cristão, quem ama a Deus de verdade, a Jesus Cristo e a Sua Igreja.

Por Professor Felipe Aquino

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