Arquivo da categoria: Dom Pedro Cunha Cruz(Bispo da Campanha-MG)

Diplomação dos novos Cônegos da Catedral da Campanha/MG

O dia 13 de junho é marcado por expressões de grande piedade popular em Campanha. Santo Antônio é o titular da Catedral e os campanhenses sempre demonstram sua fé em um dos mais populares santos católicos. Os festejos tiveram início logo pela manhã e encerraram à tarde, na grande missa solene com bênção e distribuição dos pãezinhos de Santo Antônio.

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Às 10h, a missa foi presidida pelo bispo diocesano D. Pedro Cunha Cruz e concelebrada por um número significativo de padres de nossa diocese. Durante a celebração foram diplomados os novos cônegos do cabido diocesano. Muitas caravanas das diversas comunidades de nossa paróquia, sobretudo aquelas onde os cônegos atuam se fizeram presentes.

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Para a ocasião, Dom Pedro selecionou as leituras da missa do comum dos Doutores, que ressaltam a importância da sabedoria para a pregação do Evangelho de Cristo. Em sua homilia, o bispo iniciou ressaltando a devoção popular a Santo Antônio. “Em junho nós celebramos os santos mais populares da Piedade do Povo de Deus. Entre eles está Santo Antônio, que me traz à memória, tanto enquanto o padre e Bispo do Rio de Janeiro, a grande expressão de devoção do nosso povo. O santo tem um grande apelo popular não só no Brasil, mas também no mundo inteiro, talvez pela própria adequação da palavra de Deus em vida, com testemunho que ele deu para a história dos homens e da Igreja. Tendo sido este Santo mal interpretado, e muitas vezes foi até expulso da cidade por algumas pessoas que não compreendiam o significado da palavra de Deus. […] Santo Antônio foi o homem que teve uma sensibilidade para além do seu tempo.”

“O santo exortava continuamente a combater a cobiça e a praticar as virtudes da pobreza e da generosidade. Por isso quando nós falamos em Santo Antônio, pelo menos para mim, o que vem à minha mente é um homem de Deus, da caridade. Nós podemos ser homens de Deus, mas nem sempre temos a sensibilidade para sermos homens da caridade. Por isso ele recebe em muitos lugares o título de Santo Antônio dos Pobres, onde nós observamos a sua imagem com um pedaço de pão na mão, dando aos necessitados. Nós sabemos que ele nunca dava apenas o pão físico, associado a ele vinha a pregação da Palavra.”

Uma das principais características da vida de santo Antônio foi ressaltada por Dom Pedro durante a homilia: a sua pregação. “Santo Antônio é exemplo de um religioso santo que cumpre com solicitude o Ministério do anúncio e, ao mesmo tempo, a atualização da palavra de Deus no meio do seu povo. Aí nós temos a famosa língua de Santo Antônio, que é o que mais chama atenção dos devotos que vão a Pádua. Inclusive é uma disputa entre portugueses e italianos: é Santo Antônio de Lisboa ou Santo Antônio de Pádua? Mas independente disso é a língua que mais marca a vida do sacerdote consagrado. É o que ele fala, é o que ele prega. Nós vamos observar nos sermões de Santo Antônio que ele pede adequação entre a pregação e o próprio testemunho da vida.”

Ao final, Dom Pedro fez questão de dirigir uma palavra aos novos padres cônegos. “Gostaria de chamar atenção agora, a partir da beleza da solenidade, como Santo Antônio diz muito para o nosso ministério sacerdotal! Nós estamos agora para diplomar esses novos cônegos e não me cabe aqui, agora, rebuscar quantos cônegos marcaram nossa diocese da Campanha pelos trabalhos evangelizadores e, sobretudo, sociais nos diversos municípios. Deus mesmo coloca esses homens como instrumentos! Isso é muito bonito de ver dentro da nossa diocese: tantos padres que marcaram a vida do povo, da sua comunidade, seja na pregação da palavra, seja no testemunho do reino. É por isso que eu queria chamar atenção de nossos Cônegos: que eles entrassem um pouco nessa linha! Todo cargo, todo ministério, tudo é graça, tudo é dom de Deus! Cargos e títulos servem para nos colocarmos ainda mais a serviço. Muitos padres me perguntam: ‘como é a sua vida de bispo em relação à vida de um padre’? Eu sempre respondo: ‘é serviço! É mais serviço!” Esses cônegos vão ser colaboradores do bispo (…) Mas também eu peço que inspirados nesta solenidade local de Santo Antônio, nosso padroeiro, que ajudem não somente o Bispo, mas também os sacerdotes. Sobretudo os sacerdotes mais necessitados! […] Eu quero que eles façam uma coisa a mais: que eles ajudem os sacerdotes! Já é uma tarefa que eu vou dar a eles: eu quero que eles ajudem a organizar o Estatuto de nossa diocese junto com os dois padres que são coordenadores da pastoral presbiteral. Esse documento deve pensar no futuro: para que o padre possa ser assistido material e espiritualmente. Muitas vezes nossos irmãos sacerdotes se sentem um pouco na solidão, esquecidos. Gostaria de pedir muito isso! Pedido esse feito em público para que fique registrado na mente de todos que estão aqui participando! Cabido é cabide; é onde o Bispo pode se apoiar. Cabido significa isso: aquele que pode ser um amparo não só para o Bispo, mas para o irmão que necessita.”

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Logo após a homilia procedeu-se a diplomação dos novos cônegos. São eles: Pe. Bruno César Dias Graciano, pároco da paróquia São Lourenço Mártir (São Lourenço); Pe. Marcos Antônio Menezes Thomaz, pároco da paróquia N. Sra. da Saúde (Lambari); Pe. Sérgio Roberto Monteiro, reitor da Comunidade Teológica N. Sra. do Carmo (Pouso Alegre) e administrador paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Itanhandu) e Pe. Wanderlei Procópio do Nascimento, pároco da paróquia de São José (Itamonte).

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Para a diplomação, os cônegos proclamaram publicamente sua fé, utilizando o símbolo Niceno-Constantinopolitano e fizeram o juramento de fidelidade. Dom Pedro concedeu indulgência plenária aos padres do cabido e, por fim, fez a imposição do barrete e bênção do anel dos novos cônegos.

O cabido ficou assim constituído: Arcediago – Côn. José Douglas Baroni; Arcipreste – Côn. Luzair Coelho de Abreu; Chantre – Côn. Marcos Antônio Menezes Thomaz e Tesoureiro-mor – Côn. Bruno César Dias Graciano.

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A parte musical da celebração ficou a cargo do magnífico reitor do seminário filosófico N. Sra. das Dores, Pe. Edson Pereira de Oliveira, que ensaiou e regeu o coral composto pelos seminaristas das duas casas de formação de Campanha (Propedêutico e Filosofia).

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Ao final da celebração, seguindo a tradição para o dia de Santo Antônio, D. Pedro abençoou os pães que os fiéis levaram e concedeu bênção solene com a relíquia do padroeiro da catedral.

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Texto: Flávio Maia

Fotos: Bruno Henrique

PasCom Paróquia Santo Antônio – Campanha/MG

 

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Semana Santa 2018 – Celebração da Santa Ceia do Senhor – Lava Pés

Missa da Ceia do Senhor

No início da noite, D. Pedro, presidiu a celebração vespertina da Ceia do Senhor. Concelebraram, pe. Luzair Coelho de Abreu, pároco e chanceler do bispado e o frei Marcus Vinícius Andrade dos Santos, Carmelita Mensageiro do Espírito Santo.

Esta celebração abre o Tríduo Pascal e é o início dos acontecimentos do Mistério Pascal de Cristo Jesus. Tal como celebramos hoje, a missa da Ceia do Senhor foi reintroduzida no calendário litúrgico pelo Papa Pio XII, em 1955, sendo celebrada no início da noite, ou pelo menos após às 16h.

Lava-Pés

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Encontramos relato da realização do Lava Pés, imitando o gesto de Jesus, na igreja primitiva. Desde o século IV ele é descrito em todas as liturgias. Com a reforma do missal promovida por Paulo VI, em 1970, o rito do Lava Pés tornou-se obrigatório em todas as celebrações da Ceia do Senhor. Esse gesto de doação total feito por Jesus na Última Ceia, abaixando-se e lavando os pés de cada um de seus apóstolos, deve ser recordado e atualizado. Por isso, muitas comunidades optam por eleger membros atuantes na comunidade para terem seus pés lavados. Como a igreja está vivendo o ano do laicato, foram escolhidos membros de diferentes segmentos pastorais para representarem os apóstolos da comunidade.

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O Hino de Louvor

Na celebração da Ceia do Senhor, já se pode cantar o Hino de Louvor (o Glória). Após 40 dias sem executar este tradicional canto de nossa liturgia, os fiéis o entoam acompanhado pelo repicar dos sinos da Catedral e das sinetas tocadas pelos coroinhas. É a marca que estamos iniciando o tempo mais forte de todo calendário litúrgico.

 Liturgia Eucarística e Transladação do Santíssimo Sacramento

Na sexta-feira santa é celebrado nenhum sacramento na Igreja. Por isso, na celebração de quinta-feira, é consagrado um número maior de hóstias, pois serão utilizadas tanto na missa do dia quanto na Celebração da Paixão do Senhor (na sexta-feira, 15h).

Como é feita memória da Instituição da Eucaristia na celebração, já se tornou um costume na Paróquia de Campanha os fiéis receberem a comunhão sob as duas espécies.

Após o rito do Lava Pés, Jesus está no Horto das Oliveira rezando e é preso. Inicia-se seu julgamento. Por isso, durante a Liturgia Eucarística, não são mais utilizadas as sinetas pelos acólitos e coroinhas. Ela são substituídas pela matraca, instrumento de madeira com uma argola de ferro. Durante a quaresma e na Semana Santa, a matraca é utilizada para indicar silêncio. Em Campanha, ela é utilizada na quinta e na procissão de sexta-feira santas.

Após a comunhão, Dom Pedro conduziu o Santíssimo Sacramento para a capela lateral do templo, onde ficou exposto para adoração aos fiéis até às 0h. A transladação do Santíssimo foi acompanhada por procissão composta por todos aqueles que participaram da liturgia da missa. O cortejo seguiu pelo centro da nave central da Catedral e pelo corredor lateral, acompanhado por matracas e o tradicional cântico Pange Lingua.

O canto Pange Lingua Gloriosi Corporis Mysterium, executado pelo  Coral Campanhense, é um hino latino escrito por São Tomás de Aquino para a solenidade de Corpus Christi. Nas cidades históricas, o hino também é cantado na Quinta-feira Santa, durante o traslado do Santíssimo Sacramento. A canção se refere à doutrina da Igreja sobre a transubstanciação. Os últimos versos, cantados quando o Santíssimo já está na capela, é composto do Tantum Ergum (Tão Sublime)

DSC00364.JPGDSC00373.JPG Pange lingua gloriosi corporis mysterium

sanguinisque pretiosi quem in mundi pretium

Fructus ventris generosi rex effudit gentium.

Nobis datus nobis natus ex intacta virgine

DSC00361.JPGTantum ergo Sacramentum veneremur cernui:

et antiquum documentum novo cedat ritui:

Praestet fides supplementum sensuum defectui.

Genitori, Genitoque laus et iubilatio,

DSC00371.JPGSalus, honor, virtus quoque sit et benedictio;

Procedenti ab utroque compar sit laudatio.

Cante, ó língua minha, este mistério do glorioso corpo

Cujo precioso sangue que, para redimir o mundo,

DSC00368.JPGDo generoso fruto do ventre, o rei das nações deixou fluir.

Dado a nós, nascido por nós, de uma virgem imaculada.

Deixe-nos venerar, prostrando-nos, este grande sacramento

DSC00304.JPGE as antigas leis dão lugar a um novo rito.

A fé serve para complementar aos defeitos dos sentidos.

Ao Pai e ao Filho, louvores e jubilações.

Saudações, glória e honra a Eles e a bênção;

                                                                          E louvor àquele que vêm dos dois.


Homilia: O pregador da Missa de Lava Pés, foi o frei Marcus Vinícius Andrade dos Santos, carmelita Mensageiro do Espírito Santo, residente na diocese de Santo Amaro, e que está auxiliando os padres na sé de Campanha.


Tríduo Pascal

O Tríduo Pascal deve ser celebrado pelos fiéis como uma celebração única, que começa na quinta-feira, tem continuidade na sexta-feira, e sua conclusão com a Vigília Pascal. Você pode observar isso ao final das celebrações: não há bênção final na quinta e na sexta-feira. A grande bênção acontece na Solene Vigília Pascal.

Texto: Flávio Maia 

Fotos: Portal Terra de Santa Cruz 

Missa dos Santos Óleos e Unidade Diocesana em Campanha/MG

A Celebração dos Santos Óleos e Unidade Diocesana aconteceu como de costume na Catedral Diocesana de Santo Antônio de Pádua em Campanha(MG). Trata-se de uma das celebrações mais importantes que acontece na vida diocesana, dentro da Semana Santa.  Ela é presidida pelo bispo diocesano, na manhã de quinta-feira santa.  A missa celebra a unidade do bispo com o seu presbitério, ou seja, o conjunto dos padres da Diocese. Durante a celebração os padres renovam os votos sacerdotais e ouvem uma palavra amiga do bispo. 

Ainda neste dia é celebrada pela Igreja a Instituição do Sacerdócio e Eucaristia, uma atualização da Santa Ceia dada à Igreja como aliança de Cristo com seu povo, como prova de seu amor maior nos deixou até o fim dos tempos a Santa Eucaristia, o seu Corpo e Sangue.

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Presidiu a celebração, Sua Excelência Reverendíssima  Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha. Participaram com celebrando a santa eucaristia, o bispo Emérito  da Diocese da Campanha, Dom Frei Diamantino Prata de Carvalho e  o bispo Emérito da Diocese de Sete Lagoas/MG, Dom Guilherme Porto assim como os Cônegos José Douglas Baroni, Vigário Geral da diocese da Campanha e Luzair  Coelho de Abreu, Pároco e Cura da Catedral e Chanceler do Bispado.

Juntamente com mais de 100 padres reunidos em unidade, representantes das diversas paróquias da diocese estiveram presentes assim como seminaristas, religiosos e religiosas, e lideres de pastorais e movimentos .

Na Missa da Unidade Diocesana também ocorre a bênção dos santos óleos dos enfermos, do crisma e dos catecúmenos, usados para a administração dos sacramentos em toda a diocese ao longo do ano.

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DSCF1441Dom Pedro, acolheu a todos presentes na Catedral com a aspersão da água benta nos fieis, momentos antes da celebração começar, e se dirigiu a Capela do Santíssimo para uma breve oração.

Agora você confere na integra toda a homilia proferida por Dom Pedro Cunha Cruz no vídeo e texto abaixo.

Na celebração deste dia, somos chamados a renovar nosso sacerdócio entorno do bispo, do presbitério e todo povo de Deus aqui representado. Sabemos que vivemos o nosso sacerdócio em um contexto que se faz cada vez mais crítico, mas que aponta também para a necessidade de uma profunda reforma no clima de degradação moral de nossa sociedade; falsas notícias, divisões ideológicas e políticas que, não poucas vezes, entram no próprio ambiente eclesial. Uma razão que se fecha em suas próprias medidas, com opções e posturas radicais. Talvez, neste sentido é que o Papa Francisco use, com frequência, a expressão “mundanismo” na Igreja. Na origem de tudo isso, individuamos a eliminação da presença e da realidade de Deus, na vida e na sociedade. Vivemos em um ambiente que se demonstra desinteressado por pontos de referência sólidos e ancorados em princípios que iluminam o verdadeiro sentido da vida. Uma sociedade que tende cada vez mais a se dividir, com efeitos também entre nós. Este é o contexto humano em que vivemos nosso ministério sacerdotal.

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Tudo isso, porém, suscita em nós não apenas um juízo claro de recusa, mas também um ardente ímpeto missionário. Sentimos a urgência das pessoas se reencontrarem com o anúncio de Cristo. Muitos são aqueles que ainda não fizeram uma experiência viva e autêntica Dele. Sentimos a urgência de sermos instrumentos que facilitam e tornam possível a experiência humana de Jesus. Não desanimemos; não deixemos que nos roubem a alegria do anúncio e do nosso “Sim” sacerdotal. A nossa missão é preencher os corações das pessoas que esperam este encontro vivo. Existem também muitas experiências positivas e frutos que nos alegram: a volta de muitos fiéis afastados à prática religiosa, o incremento de uma catequese que gera um discipulado missionário, a formação e o protagonismo dos nossos leigos e leigas, o dinamismo de nossas comunidades paroquiais. Mas tudo isso se deve, e chega a bom termo, na interação e comunhão de nossos leigos, com a indispensável presença, trabalho e entrega de nossos sacerdotes.

Quando pensamos no centro da nossa existência sacerdotal, nos cabe fazer uma pergunta crucial: O que identifica a nossa vida de padres? Não poucas vezes, São João Paulo II dizia que o centro da nossa vida sacerdotal é a identificação com Cristo (representatio Christi capitis), o ser sacramento de Cristo, cabeça do seu corpo. Sem esta identificação com Cristo, não somos nada. Nosso ser homens com suas exigências e fraquezas, se realiza na resposta alegre ao Senhor que nos chama. Eu sou este “Sim” Àquele que me chama. A vocação é dada pelo Pai. “Cada vocação cristã encontra o seu fundamento na eleição prévia e gratuita por parte do Pai, que nos abençoou com toda espécie de bênçãos espirituais nos céus em Cristo” (Pastores dabo vobis, n. 45). Estas palavras nos recordam a absoluta gratuidade da vocação. A vocação por parte do Pai é constitutiva do nosso ser. Sem este chamado nós não seríamos nada. É o primado da graça em nossa vocação: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi” (Jo 15,16). Nossa unção nos coloca a serviço do Povo de Deus com uma peculiar pertença e configuração a Jesus Cristo e com a autoridade de atuar no nome e na pessoa Dele, cabeça e pastor da Igreja. A vocação do Pai nos lembra, em primeiro lugar, a graça de sermos amados, mas também o fato de que somos pais dos nossos fiéis e que temos que amá-los como ama um pai. Eles estão aqui presentes para confirmarem o amor pelos sacerdotes e rezarem pela renovação do “Sim” de cada um nesta celebração.

“Portanto, os presbíteros são chamados a prolongar a presença de Cristo, atualizando seu estilo de vida e tornando-se como que a Sua transparência no meio do rebanho a eles confiados” (PDV, n. 14). “O ministério do presbítero existe em favor da Igreja; e para a promoção do exercício do sacerdócio comum de todo o povo de Deus” (PDV, n. 16). Cada um deve se colocar com admiração, com gratidão e também com o coração contrito diante desta graça.

“No desenvolvimento de nossa vida espiritual, é fundamental a consciência de que nunca falta ao sacerdote a graça do Espírito Santo, como Dom totalmente gratuito e tarefa responsabilizadora. A consciência do Dom infunde e sustenta a inabalável confiança do padre nas dificuldades, nas tentações, nas fraquezas que se encontram no seu caminho” (PDV, n. 33). Por isso, temos que lembrar hoje da nossa espiritualidade de comunhão (Missa da Unidade). O presbítero não existe fora da comunhão com o seu Bispo; não existe fora da comunhão com os seus irmãos leigos (Ano do Laicato) e padres no presbitério. Cada pessoa não existe fechada em si mesma, mas sim em relação às outras (“hierarquia de comunhão”). Isso determina um estilo que entre nós tem ainda muito que crescer. É o estilo determinado pelo horizonte da comunhão, da fraternidade sacerdotal. O horizonte da nossa vida não é a nossa pessoa individual, a nossa paróquia ou o nosso grupo, mas em primeiro lugar o bem da Igreja, a comunhão com Ela.

Para encerrar, gostaria de resgatar umas palavras do Papa Francisco em uma de suas catequeses ao tratar do testemunho: “Jesus não nos pede para conservar a sua graça em um cofre (lembremos da primeira leitura e do Evangelho de hoje: “O Espírito me consagrou para anunciar a Boa Nova aos pobres…). Jesus não nos pede isso, mas quer que usemos em benefício dos outros. Todos os bens que nós recebemos são para dá-los aos outros, e assim crescem. Qualquer ambiente, mesmo o mais distante e impraticável, pode se tornar lugar onde fazer frutificar os talentos. O testemunho que Jesus nos pede não é fechado, é aberto, depende de nós”. “Vós sois os sacerdotes do senhor, chamados ministros de Deus” (Is 61,6). Como ouvimos na oração da Coleta da Missa de hoje: “Concedei que participando de sua consagração, sejamos no mundo testemunhas da redenção que Ele nos trouxe”. Assim seja!


 

Ao final da celebração foi oferecido um lanche comunitário para as caravanas das paróquias que estiveram presente. Já é uma tradição do povo campanhense oferecer este lanche para quem vem à missa do Santos Óleos (Do Crisma) e Unidade Diocesana.

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Portal Terra de Santa Cruz 

BANHADOS EM CRISTO: BATISMO E MISSÃO. Por Dom Pedro Cunha Cruz

No início deste “Ano Nacional do Laicato” e com a festa do Batismo do Senhor, no encerramento do Tempo do Natal, é oportuna uma reflexão sobre o sacramento do Batismo, que nos abre à missão na Igreja e no mundo como “Sal e Luz” (Mt5, 13-14). Neste sentido, o batismo de Jesus é a prefiguração do nosso batismo, pois Jesus ao ser batizado nas águas do Jordão, embora  não tivesse pecado, dá  início à sua vida  pública e antecipa o  “batismo” de sua morte. Nele  o Pai  proclama o seu “Filho amado”  (Mt 3,17) e com a descida do Espírito Santo, será assistido em toda sua missão de inaugurar e manifestar o Reino de Deus a todos.

Por isso, como bem descreve o Catecismo da Igreja Católica, “os fiéis, incorporados a Cristo Jesus mediante o batismo, são constituídos membros do Povo de Deus. Tendo-se tornado participantes, segundo a própria condição da função sacerdotal, profética e régia de Cristo, são chamados a exercer a missão confiada por Deus à Igreja” (CIC, 871-872). Banhados em Cristo, com as águas da santificação e purificação, recebemos a graça que aperfeiçoa o nosso ser e destrói o espírito da perversidade. O Espírito da verdade derramado em nossos corações nos faz membros do corpo de Cristo e nos impulsiona a abraçar, na liberdade e na alegria, a missão de estender no hoje da história, o Reino inaugurado por Jesus. Deste modo, o batismo produz em nós não apenas a incorporação do cristão em Cristo, mas também a sua união com os outros cristãos como membros do corpo único de Cristo (cf. GI 3,27).

O batismo nos incorpora em Cristo e nos faz ser Igreja. A Igreja é o Povo de Deus  que se organiza  para a missão na vinha do Senhor. Pertencer à Igreja é pertencer a uma comunidade em missão, que tem sua razão de ser na busca do Reino de Deus nas condições concretas em que vivemos. Contudo, é um desafio necessário compreender o mundo em que vivemos; é uma tarefa educativa da fé que nos faz viver de forma consciente e ativa. Não cabe mais hoje entender o nosso batismo no indiferentismo ou desvinculado da consciência do discipulado missionário. Isto implica também aceitar o protagonismo na Igreja e no mundo.

O leigo, sujeito na Igreja e no mundo, é o cristão maduro na fé, que fez o encontro pessoal com Jesus Cristo e se dispôs a segui-lo com todas as consequências dessa escolha; é o cristão que se coloca na escuta do Espírito, que nos envia à edificação da comunidade e à transformação do mundo em direção do Reino de Deus. Cabe ainda dizer, que o sujeito cristão ativo se realiza como pessoa no seio da comunidade cristã. Ele é uma unidade de consciência e de relação, cujo modelo é a própria pessoa de Jesus Cristo (cf. Estudos da CNBB 107, n.49; 51).

Por fim, viver a dignidade do batismo significa assumir um modo exigente de vida que supõe engajamento e responsabilidade no contexto em que vivemos, como sujeitos ativos de evangelização. Que todos os leigos e leigas se sintam animados e conscientes de sua atuação como sujeitos eclesiais, isto é, conscientes de sua pertença eclesial e de sua missão na Igreja e no mundo. Um frutuoso ano do laicato a todos.

Por Dom Pedro Cunha Cruz  –  Bispo da Diocese da Campanha/MG

Diocese da Campanha celebra 110 anos de história e evangelização.

Diocese da Campanha celebra 110 anos com solene Missa Pontifical na Catedral de Santo Antônio – Campanha/MG.

As comemorações iniciaram com apresentação da Banda Marcial Irmão Paulo em frente à Catedral em seguida no interior da igreja, uma procissão fez memória dos “feitos” de Deus na Igreja particular da Campanha. A mesma encerrou-se com entrada da Imagem de Nossa Senhora do Carmo, padroeira da Diocese da Campanha e com a narração dos dados históricos da Diocese realizada pelo Reverendíssimo Padre Sérgio Monteiro, reitor do seminário teológico de Pouso Alegre e pároco da paróquia N. Senhora da Conceição em Itanhandu/MG.

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A Santa Missa foi presidiada por sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha.  Dom José Luiz Majella Delgado, arcebispo Metropolitano de Pouso Alegre/MG concelebrou esta santa celebração bem como o Cônego Luzair Coelho de Abreu, chanceler do bispado, pároco e cura da Catedral da Campanha.

O clero diocesano se fez presente bem como os religiosos (as) e seminaristas das três casas de formação propedêutica, filosófica, teológica e várias pessoas das diversas paróquias que compõe esta mais que centenária Diocese da Campanha. Participou deste momento importante o Exmo. Sr. Prefeito da Campanha Luiz Fernando Tavares (Nando).

Animou a celebração com belos cantos litúrgicos o Coral da Paróquia Nossa Senhora D’Ajuda de Três Pontas/MG. O povo Campanhense mais uma vez mostrou sua generosidade doando as quitandas para o café oferecido pela Paróquia Santo Antônio aos visitantes.

Confira a Homilia completa de Dom Pedro no vídeo abaixo:

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A Diocese da Campanha

“A Diocese da Campanha foi criada pelo Decreto Pontifício Spirituali fidelium bonum, (O bem espiritual dos fiéis) do Papa São Pio X, a 8 de setembro de 1907. A execução desse Decreto foi confiada à Nunciatura, sendo então nomeado Administrador da novel Diocese, D. João Batista Corrêa Nery, Bispo de Pouso Alegre. […] Começa aí, em 1907, nossa caminhada com Cristo, tendo à nossa frente um representante seu, que nos guia os passos. Somos desde então ‘povo santo de Deus, em plena e ativa participação nas mesmas celebrações litúrgicas, numa única oração, junto a um só altar, presididas pelo Bispo, rodeado de seu presbitério’ (Sacr. Consillium, n. 41) […]”.

A diocese da Campanha ao longo destes 110 anos teve a graça de ser governada por vários bispos amados pelo povo Campanhense e muito dedicados ao serviço da Igreja. São eles: Dom João de Almeida Ferrão (1909 – 1935); Dom Frei Inocêncio Engelke OFM (1935 – 1960); Dom Othon Mota (1960 – 1985); Dom Tarcísio Ariovaldo Amaral C.Ss.R. (1984 – 1991); Dom Aloísio Roque Opermann SCJ (1991 – 1996); Dom Frei Diamantino Prata de Carvalho OFM, atual bispo Emérito (1998 – 2015); e Dom Pedro Cunha da Cruz que assumiu a diocese em 05 de Novembro de 2015 pós-renúncia de Dom Diamantino. Hoje vivemos sob pastoreio de Dom Pedro seu lema episcopal é: Servo de Jesus Cristo (Servus Jesu Christi).

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Nossa diocese contou com grandes administradores apostólicos que contribuíram muito para o crescimento da mesma: São eles: Dom João Batista Correia Nery (1908 – 1909); Dom Antônio Afonso de Miranda (1976 – 1981); Dom José D’Ângelo Neto (1982 – 1984). De 1996 a 1998 a nossa diocese ficou vacante e contou com um administrador Diocesano na época Pe. Guilherme Porto, hoje Dom Guilherme Porto.

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Em 11 de Fevereiro de 1925 a pedido do Bispo Diocesano Dom João de Almeida Ferrão (1909 – 1935), do Cabido e dos fiéis desta Igreja; Nossa Senhora do Carmo foi proclamada Padroeira da Diocese da Campanha. Saiba mais sobre a DIOCESE DA CAMPANHA.

Dentro desta história centenária, momentos importantes marcaram a caminhada pastoral de nossa diocese.  A criação de várias pastorais sociais, apostolados e movimentos que contribuem muito no processo de evangelização do povo de Deus. Nestes 110 anos, as nossas melhores alegrias foram às beatificações de Francisca de Paula de Jesus (Nhá Chica) e Francisco de Paula Victor (Pe.Victor), o reconhecimento das virtudes e obras do Servo de Deus Dom Othon Motta e da Serva de Deus Madre Tereza Margarida “Nossa mãe”. Estes que para nós são exemplos de fé, santidade e dedicação, nos apontam o Cristo no qual seguimos e que é o centro da nossa fé e unidade.

Com tantas alegrias, história e exemplos de fé, rendemos graças a Deus pelos 110 anos da nossa diocese da Campanha. Que Deus abençoe a todos que faz parte desta história, e que juntos possamos evangelizar e contribuir sempre mais para o crescimento desta abençoada Diocese.

Referências Bibliográficas:
LEFORT, J. do P., A Diocese da Campanha, 1993.
Acervo da Diocese da Campanha – http://www.diocesedacampanha.org.br

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Escrito por Bruno Henrique Santos – Portal Terra de Santa Cruz 

 

VOCAÇÃO: DOM E SERVIÇO – Por Dom Pedro Cunha Cruz

No temático mês de agosto, a Igreja celebra as diversas vocações. Mesmo sendo variadas, todas as vocações tem uma só origem, que é Deus. É o mesmo e único Deus que nos chama. Os carismas, os dons e as vocações, além de terem uma só fonte, devem ser colocados a serviço da Igreja e dos homens. Uma vocação não existe senão que no entrelaçar do chamado e resposta. Para nós cristãos, não nos falta a consciência de que quem chama é Deus. Só Ele pode arrogar-se ao direito de convidar e propor ao homem um caminho que definirá toda sua vida, como vimos há alguns dias atrás na Liturgia da Palavra, ao tratar da vocação de Abraão e dos demais patriагcas.

O verbo latino “vocare” torna-se a raiz de Voz e Vocação; ambas as palavras querem indicar que é Deus quem chama. É Ele quem dirige sua Palavra ao homem. Não Podemos desmerecer que são múltiplas as formas ou os caminhos com que Deus nos chama. Por isso, não faltam na história da Igreja várias referências de pessoas que responderam ao seu chamado. Deus sempre se serve dos meios normais para nos chamar, e permite que sua voz seja ouvida (“Samuel, Samuel”) para que o vocacionado O responda (“Fala Senhor que teu servo escuta”). A resposta a Deus que nos chama só pode ser dada mediante a fé, que é a obediência à sua Palavra e convite.

A voz amiga e convidativa de Deus sempre nos assiste no curso de todo nosso itinerário vocacional, que implica toda uma vida. Talvez por isso, é melhor falarmos de “chamamento”, dado que esta voz não se faz ouvir só no início da vocação, mas nos acompanha no curso de toda nossa existência. Neste propósito, o “Sim” deve ser renovado a cada dia de forma alegre e convicta. É verdade que em toda autêntica vocação cristã é tão importante a resposta quanto o chamado, mas é verdade também que ela se firma cada vez mais quanto mais nos sentimos assistidos por Aquele que nos chama.

Por outro lado, toda resposta vocacional engloba uma opção que exige de nós muitas renúncias, já que escolhemos livremente o caminho que Deus nos indica. Em meio a tantas vozes do mundo, sobressai aquela de Deus. Para tanto, todo vocacionado precisa viver a dinâmica de Uma abertura radical a Deus e aos outros. Vocação é dom de Deus a serviço dos outros. Não podemos fazer mais conta de nossa vida, uma vez que atendemos ao seu apelo e ouvimos atentamente a voz do seu chamado. A vocação como dom e carisma, sem esta abertura, doação e serviço, não é possível. A consciência da doação é indispensável em qualquer vocação na Igreja, seja esta sacerdotal, religiosa ou leiga. É nesta abertura, entrega e serviço aos outros que ocorre a realização vocacional. A vida Cristã é uma vocação porque é uma vida segundo o Espírito. Vivamos a alegria do nosso chamado, no serviço generoso à Igreja e no testemunho e entrega aos irmãos e irmãs.

Braso D. Pedro

Dom Pedro Cunha Cruz 

Bispo da Diocese da Campanha 

Fonte:  www.diocesedacampanha.org.br

Foto/Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

Diocese da Campanha ganha dois novos presbíteros para o serviço de Deus e seu povo – Ordenação de Wendel Rezende e Rafael Soares

Cerca de 750 pessoas estiveram presentes na Ordenação Presbiteral dos Diáconos Wendel de Oliveira Rezende e Rafael dos Reis Soares

A celebração aconteceu no dia 19 de agosto, (Sábado) na Catedral de Santo Antônio em Campanha/MG. Caravanas de diversas paróquias foram recepcionadas com orientação para estacionamento de ônibus entre outros veículos, acolhida e um café preparado pelas lideranças da paróquia Santo Antônio da Campanha.

Presidiu a Santa Eucaristia a sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha, concelebrou a santa missa, sua Excelência Reverendíssima Dom Diamantino Prata de Carvalho, bispo emérito da diocese da Campanha, o Vigário Geral Diocesano Reverendíssimo Monsenhor Cônego José Douglas Baroni, o Pároco e Cura da Catedral Diocesana Cônego Luzair Coelho de Abreu, os Reverendíssimos Padres Ednaldo Barbosa, Alexandre Costa Solaira, Carlos Ribeiro Natali, Excelentíssimos Senhores Padres Reitores das três casas de formação propedêutica, filosófica e teológica Edson Pereira Oliveira, Sérgio Monteiro e demais presbíteros da diocese da campanha.

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Estiveram presentes também os sacerdotes da arquidiocese de Pouso Alegre, leigos e religiosos da Diocese de Bragança do Pará onde os caríssimos diáconos realizaram trabalhos pastorais; os vocacionados da diocese da Campanha que estavam participando do encontro no Centro Pastoral de Três Corações também participaram da Ordenação que, para alguns foi à primeira vez que estiveram em uma celebração tão rica em seus ritos litúrgicos e muito esperada pelos referidos diáconos.

As famílias dos neo sacerdotes, participaram da celebração juntamente com os padrinhos e madrinhas de cada eleito. O canto litúrgico ficou a cargo do Coral da Paróquia São Gonçalo do Amarante – São Gonçalo do Sapucaí/MG que abrilhantou toda celebração com lindas e belas canções.

Durante a homilia, Dom Pedro reforçou a alegria da diocese em receber novos sacerdotes e pediu que a humildade prevalecesse nos trabalhos que cada um irá exercer em suas respectivas paróquias, ainda ressalta a importância de serem companheiros de Cristo, que nada mais é empreender um percurso de vida que não nos dá nenhuma garantia, mas que se abre ao Mistério de Deus que chama. Dom Pedro encerrou sua homilia dizendo aos eleitos: “Caríssimos diáconos Wendel e Rafael, peço-lhes que nos dias difíceis e sombrios da missão sacerdotal não deixem de se voltar para a Virgem mãe de Deus e nossa Mãe. Não poderia deixar de dar esta recomendação no importante Ano anto Mariano que estamos vivendo.”.

A celebração

O rito da missa seguiu-se normalmente, após a homilia foi realizado o rito da ordenação sacerdotal. Em um gesto de humildade, os dois eleitos se deitaram no chão, demonstrando que estão dispostos ao despojamento e à humildade. Em seguida foi o momento de ungir as mãos dos novos padres. O óleo da crisma simbolizou a unção do Espírito Santo, permitindo-lhes, a partir daquele momento, exercer as funções exclusivas dos sacerdotes.

Após o rito, os novos sacerdotes receberam a bênção e os cumprimentos de todos os padres presentes. Conheça e saiba mais sobre o RITO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL AQUI

Para seu sacerdócio, Rafael dos Reis Soares escolheu como lema a passagem bíblica: “Sem Ti, Senhor, nada poderei fazer” (Jo 15,15);

Padre Wendel de Oliveira Rezende, optou por escolher a frase de São Tomás de Aquino: “Nada mais que Tu, Senhor” como lema sacerdotal.

Primeiros passos

Os primeiros passos dados pelos padres recém – ordenados serão dados em caminhos já conhecidos. Eles exercerão os primeiros momentos do sacerdócio nas paróquias em que já trabalhavam na função de diáconos.

Padre Wendel permanecerá na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Monsenhor Paulo/MG e Reitor do Seminário Propedêutico São Pio X. O sacerdote Rafael, será vigário paroquial na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Careaçu/MG.

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Mensagem Final Portal Terra de Santa Cruz

Aos queridos amigos ordenados sacerdotes neste dia, deixamos nosso abraço e felicitações de um ministério sacerdotal feliz e de grandes realizações, que sejam verdadeiros pastores, zelosos, humildes e que cuidem bem de suas ovelhas. Que seja sinal de Cristo por onde passar.

Deus abençoe os dois novos Padres da Diocese da Campanha.

Texto: Por Bruno Henrique Santos/ Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

II Encontro Diocesano de Acólitos em Caxambu/MG – Servidores do altar em oração!

Aconteceu no dia 02 de julho de 2017, em Caxambu/MG, o Encontro Diocesano de Acólitos da Diocese da Campanha/MG (EDA)

O Encontro contou com a presença de 840 acólitos de toda a diocese, participaram 59 paróquias, das sete Foranias e a presença do nosso querido Bispo Sua Exa. Revma. Dom Pedro Cunha Cruz, que foi recebido com uma calorosa acolhida dos acólitos, com a participação de diversos padres.

O Evento deu-se início às 09h da manhã.  Assessor do Setor Juventude da Diocese da Campanha e organizador do encontro o Reverendo Pe.  Aylton Marcos de Jesus Santos, Vigário Paroquial de Caxambu, realizou juntamente com Acolita Mariana Bueno, da Paróquia São Sebastião de Varginha/MG e o EAC (Encontro de Jovens com Cristo) de Caxambu, uma animada e linda a acolhida de todos os presentes, por foranias citando cada paróquia presente.

A Paróquia de Santa Catarina de Alexandria – Natércia/MG, sede do encontro diocesano de acólitos do ano passado (2016), levou a Cruz que acompanha todos os encontros. Houve, ainda, uma linda lembrança de como surgiu à ideia de realizar o EDA e uma linda homenagem a Nossa Senhora Aparecida, encontrada no Rio Paraíba, representado pelas águas das doze fontes da cidade de Caxambu. Tendo em vista que vivemos o Ano Nacional Mariano por decorrência da celebração dos 300 anos de Aparecida!

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Programação da manhã

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e área internaLogo após este momento de acolhida, e de abertura oficial do evento, os representantes da Paróquia São Sebastião, de Varginha, conduziu a oração do Ofício Divino, acompanhada por todos os presentes.

Dom Pedro, realizou com os acólitos um momento de formação. Falando da importância deste ministério, enfatizou que os acólitos, apesar de estarem em uma posição muito próxima do altar, devem ter sempre, muita discrição, zelo, humildade e amor ao serviço ao altar. Lembrou-os que não devem nunca deixar-se cair no automático, em um serviço corriqueiro. Devem sempre servir como se fosse à primeira vez. O mesmo fez comentários, muito úteis aos acólitos, ações que ele observou em suas visitas em nossa Diocese. Acreditamos que sua explanação abriu o olhar e sanou muitas dúvidas dos acólitos que lá estavam.

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Após este momento de formação, Sua Exa. Revma. Dom Pedro Cunha Cruz presidiu a Santa Missa concelebrada pelo Reverendíssimo Cônego José Douglas Baroni, pelos Reverendos Padres Everson de Souza Marcelino (Assessor Diocesano dos Acólitos e Pároco de Heliodora/MG), Aloísio Gustavo Dias, Nelson Barbosa Lima e Aylton Marcos de Jesus S. (Pároco e Vigários de Caxambu).

Neste dia importante para os acólitos a Igreja celebra a Solenidade de São Pedro e São Paulo, dois mártires e pilares de nossa Igreja. Para a celebração da santa missa todos os acólitos se paramentaram com suas túnicas, deixando o Sacrifício da Santa Eucaristia mais belo e solene.  Serviram no altar os acólitos da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, de Caxambu.

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O povo caxambuense, muito acolhedor, preparou um almoço caprichado, gostoso e farto, todos os presentes puderam fazer sua refeição com tranquilidade, em um ambiente preparado com muito carinho para receber os acólitos.

Após o almoço, os acólitos contaram com a recepção fervorosa e animada da equipe de canto de Caxambu, a maioria deles foi para a quadra onde cantaram e dançaram ao som de músicas católicas, demonstrando a alegria de ser jovem, e jovem da Igreja Católica.

Programação da Tarde

O Reverendo Padre Edson Pereira Oliveira, Reitor do Seminário Propedêutico São Pio X, e Vigário Paroquial da Campanha/MG, realizou uma palestra respondendo 38 perguntas que foram tiradas dos grupos dos acólitos por foranias, esclarecendo dúvidas pertinentes ao ministério em questão. A ordem de importância das celebrações litúrgicas, as funções que o acólito exerce e o paramento do acólito, foram temas centrais da palestra e das perguntas respondidas pelo padre.

Pe. Edson nos diz que “Tudo aquilo que chama a atenção para nós mesmos, durante a celebração, esvazia o Mistério”, alertando que o acólito deve servir de forma simples, humilde e zelosa.

Adoração

Ao término do dia, o Reverendo Padre Everson de Souza Marcelino presidiu o momento adoração ao Santíssimo Sacramento, todos os acólitos devidamente paramentados, se ajoelharam diante do Cristo Eucarístico no Altar. Momento este para render graças, agradecimentos, fazer pedidos, desejos de serem bons servidores do altar do Senhor.

Em seguida, os 840 acólitos presentes seguiram em procissão até a Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios, em duas filas, ladeando o Santíssimo Sacramento, que foi transladado pelos Padres Everson, Edson e pelo Padre Noel Victor Gonzaga Reitor do Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Beata Nhá Chica em Baependi/MG.

Foi um momento de muita devoção, de prova da entrega e do amor ao serviço do altar, que cada acólito traz no coração. Foi uma procissão silenciosa, organizada, com muito zelo e respeito ao Senhor que estava entre nós. A procissão foi longa, não se conseguia ver, ao mesmo tempo, seu início e seu fim. Uma verdadeira peregrinação eucarística pelas ruas de Caxambu.

Ao chegar à Matriz de destino, padre Everson realizou a Bênção Solene com o Santíssimo Sacramento, a Igreja tomada pelos acólitos, prostrados diante do Senhor em perfeita e mais sincera adoração.

Encerramento

Este grande dia de formação, oração e demonstração de amor ao Ministério dos Acólitos, foi finalizado com uma encenação, releitura do evangelho das Bodas de Cana. Padre Aylton narrou e mostrou aos acólitos que o serviço do acolitato começou na primeira manifestação pública do Senhor, demonstrado através dos garçons que o ajudaram carregando os jarros com água para o seu primeiro milagre.

Temos certeza, todos que estiveram presente e participaram deste dia, voltaram para suas casas com os corações mais piedosos, mais humildes e mais cheios de amor ao serviço que prestam ao altar do Senhor.

E agora, ficam todos na espera e expectativa do Encontro de Acólitos de 2018 que acontecerá na cidade de Três Pontas/MG.

Agradecimentos

Deixamos aqui nossos agradecimentos a todos os que de alguma forma ajudaram para que este encontro acontecesse de forma bela e organizada.

Ao povo acolhedor de Caxambu; às equipes de organização; aos párocos que abraçaram esta ideia; aos coordenadores paroquiais por animarem suas equipes; aos acólitos que participaram de forma zelosa;

Gratidão ao Padre Everson de Souza Marcelino nosso Assessor Diocesano dos Acólitos; ao padre Aloisio (Liu), que abriu as portas de sua Paróquia; aos padres que lá estiveram presentes, que nos ajudaram neste dia importante de formação;

Abraço fraterno em nosso querido Pastor Dom Pedro Cunha Cruz, por sua presença neste evento nos mostrando a importância e a humildade deste ministério.

Por fim rendemos graças a Deus pela vida do querido Padre Aylton, que tanto se dedicou e empenhou para que tudo ocorresse de forma tranquila e bela.

A todos o nosso muito Obrigado!

Escrito por Setor Juventude da Diocese da Campanha – Colaboração de Mariana Bueno, acolita da Paróquia do Mártir em Varginha. 

Fotos: Maria Aparecida Andrade Anésio – Três Corações/MG 

Fotos Adoração/Capa: Salomé Cassimiro  Varginha/MG

Edição: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

Solenidade de Corpus Christi em Campanha/MG

A Igreja celebrou no último dia 15 de Junho, a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Em Campanha, a Paróquia Santo Antônio atendeu os fiéis com três missas na Catedral e uma na comunidade N. Sra. Aparecida no Distrito de Ferreiras (Ressaca). Todas as celebrações contaram com um número expressivo de fiéis. Ás 15h realizou-se a última missa do dia na Catedral, presidida por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha. A Santa Eucaristia foi concelebrada pelo pároco e chanceler do bispado, Reverendíssimo Cônego Luzair Coelho de Abreu e pelo Reverendo Pe. Edson Pereira de Oliveira, vigário paroquial; contou com presença do Monsenhor Con. José Hugo Goulart e Silva.

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Como é de tradição, diversos seguimentos da paróquia se mobilizam para a confecção dos tapetes de Corpus Christi. Estes tapetes representam a manifestação pública da fé dos fiéis no Jesus Sacramentado. Tudo é preparado com muito carinho para Jesus passar e os trabalhos começam bem cedo. Todos os anos fiéis demonstram sua fé e amor ao Cristo Eucarístico, confiando em sua presença viva na hóstia consagrada confeccionando lindos tapetes com desenhos que retratam a liturgia desta solenidade que acontece sempre na primeira quinta-feira pós a festa da Santíssima Trindade (Domingo da Santíssima Trindade). Retratam também o ano em que a Igreja vive, neste caso estamos vivendo o Ano Mariano por decorrência dos 300 anos da Aparição de Nossa Senhora Rainha e Padroeira do Brasil.

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Em sua homilia Dom Pedro partilhou um fato ocorrido com ele e que era propício para o dia. Ele diz: Recebi uma mensagem de um amigo perguntando: Dom Pedro, na quinta-feira de Corpus Christi, eu devo participar somente da missa ou só da procissão? 

DSC05594.JPGA reposta de Dom Pedro imediata: Da missa e da procissão! Por este caminho, nosso pastor nos deu uma mini catequese durante a homilia, explicando-nos que a Procissão do Corpo E Sangue de Cristo (Corpus Christi) é uma procissão de preceito observando que esta solenidade nasceu por uma procissão e que, ela é uma consequência daquilo que é celebrado sobre o altar do Senhor e que isso nos recorda exatamente a caminhada do povo de Deus no deserto em busca da terra prometida. E a cada vez que o povo tinha fome, Deus tinha que providenciar através de Moisés, o manáexplicou Dom Pedro!

O Conselho Pastoral Paroquial realizou minutos antes da procissão uma homenagem ao nosso bispo Dom Pedro, tendo em vista que o mesmo celebrara o seu aniversário natalício no dia seguinte (16/06 – Sexta-feira).

Durante a procissão pelas ruas laterais da Praça Dom Ferrão, aconteceram quatro paradas para bênção do Santíssimo Sacramento. A última bênção se deu adro da Catedral, em seguida realizaram a guarda do Santíssimo e a leitura da mensagem e oração enviadas a todas as dioceses do Brasil pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) intitulada “Jornada de Oração pelo Brasil” por decorrência do atual momento político e ético que vive nosso país, se veem a necessidade urgente de oração pelo mesmo e unidade entre os cristãos.

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Por fim, o Sr. bispo concedeu a bênção final a todos fiéis presentes.

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Por Bruno Henrique Santos–Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização!

Chuva de graças: Povo Campanhense celebram seu Padroeiro Santo Antônio

Padroeiro do povo Campanhense, Santo Antônio é sempre aclamado e invocado durante todo ano nas celebrações realizadas na Catedral Diocesana  porém,  no mês de Junho acontece como de costume a Trezena e Festa de Santo Antônio na Comunidade Paroquial da cidade. A trezena teve início no dia 31/05 encerrando no dia 12/06. Cada dia foi meditado um tema sobre a devoção de Santo Antônio com a Virgem Maria, tendo em vista que, estamos no ano Nacional Mariano.

Santo Antônio foi exímio pregador do evangelho, piedosamente tinha total devoção a Virgem Maria,  foi um santo caridoso, pai dos pobres e necessitados, homem zeloso e temente a Deus.

No dia 13 de junho a Igreja da Campanha-MG e o mundo todo celebra o dia de Santo Antônio. Em Campanha-MG após, treze dias preparatórios, o dia 13 começou com a Alvorada festiva com o dobrar de todos os sinos da Catedral às 06h da manhã.

Ainda na parte da manhã houve uma missa celebrada pelo Monsenhor José Hugo Goulart e Silva na catedral em louvor a Santo Antônio,  fiéis participaram e rezaram junto ao santo, ao final da celebração todos receberam os tradicionais pães de Santo Antônio já abençoados .

No momento em que o relógio marcava 12h, os sinos da Catedral começaram a badalar-se e ao mesmo tempo no alto falante da Igreja tocava-se o hino em Louvor a Santo Antônio, em seguida foi realizada a oração do Angelus.  Por Volta das 16hs os sinos da Catedral voltaram a tocar sinalizando a chegada das carreatas que vinham das comunidades urbanas e rurais da cidade, com seus respectivos padroeiros solenemente enfeitados em seus andores.

O Vigário Paroquial Reverendo Padre Edson Pereira Oliveira, muito animado, com espírito missionário e sua sanfona,  acolheu as comunidades que adentravam  a casa de seu padroeiro maior Santo Antônio.  Cada comunidade foi recebida com palmas e cânticos de saudações e boas vindas.

Conhecido como taumaturgo de Pádua embora com uma curta existência terrena, Santo Antônio tornou-se um dos santos mais populares do mundo, sendo venerado tanto no Oriente quanto no Ocidente. Quando foi canonizado pelo Papa Gregório IX, Antônio ganhou o titulo de Doutor da Igreja, devido aos seus belos sermões e pregações. E é exortado como o “Santo que conforta os pobres e os desesperados”. “Doutor da Igreja”, “Martelo dos Hereges”, “Doutor do Evangelho”, “Arca do Testamento”, “Santo de todo o mundo” –– são alguns dos títulos com que os Soberanos Pontífices honraram aquele cuja vida foi, no dizer de um de seus biógrafos, um milagre contínuo.

Em Campanha o Santo de todos as necessidades, Santo Antônio da Campanha assim chamado pela população, recebe muitas homenagens no dia 13 de junho de todo ano.

Encerrando os festejos do Padroeiro, às 17h deu-se início a Santa Missa Pontifical da Solenidade de Santo Antônio Padroeiro da Campanha e da Catedral Diocesana.

A solene celebração foi presidida pelo Excelentíssimo Reverendíssimo Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha.

Participaram a santa eucaristia o Cônego Luzair Coelho de Abreu pároco e cura da Catedral e Chanceler do Bispado da Campanha,  o Reverendo Padre Edson Pereira Oliveira vigário paroquial e Reitor do seminário Propedêutico São pio X e o Reverendíssimo Monsenhor Cônego José Hugo Goulart e Silva. Esteve presente na celebração o Sr. Diácono Wendel Rezende bem como todos os seminaristas das casas propedêutica e filosófica, acólitos, coroinhas,  ministros da palavra e da sagrada comunhão, movimentos, pastorais e todas as comunidades da paróquia com seus respectivos padroeiros.

Dom Pedro, destacou o grande pregador do evangelho que Santo Antônio foi, um homem jovem que viveu intensamente sua vocação sacerdotal.  Santo Antônio morreu muito cedo,  mas viveu toda sua vida em santidade, um sacerdote sábio que ao fazer sua primeira pregação não estava preparado porém, o espirito santo agiu nele,  Antônio foi impelido pelo Cristo Jesus por ele muitos milagres aconteceram e muitos se converteram apenas ouvindo seus belos sermões. Cantava louvores a Deus e tinha grande devoção a Maria Santíssima a quem ele sempre recorria nos momentos difíceis.

Que possamos aprender com Santo Antônio a dar o pão aos mais necessitados e sobre tudo do o pão da palavra que é próprio Cristo Jesus.

Após a Santa Missa o grande número de fiéis  e devotos de Santo Antônio acompanharam a procissão com a imagem do santo e as dos padroeiros das comunidades rurais e urbanas pelas ruas da cidade.  Devotos enfeitaram suas casas, estiaram bandeirinhas pelas ruas para a procissão passar assim como os seminaristas do seminário propedêutico que, ornamentaram a sacada do prédio com flores e bandeirinhas, homenageando o padroeiro da Campanha/MG.  No momento em que a procissão se aproximava novamente da catedral, todos foram surpreendidos por uma linda queima de fogos e uma acolhida maravilhosa a Santo Antônio.  Mesmo com chuva os fiéis acompanharam toda procissão, mostrando sua fé e devoção no Santo de todo mundo o Santo de todas necessidades o nosso glorioso Santo Antônio.

Acompanhe abaixo os melhores momentos desta festa:

Dom Pedro C. Cruz abençoou os pães de santo Antônio que foram distribuídos a todos os fiéis presentes na igreja , dando a bênção final a todos. Esta foi a segunda vez que Dom Pedro como bispo titular da santa sé Campanhense presidiu a solene celebração de Santo Antônio, padroeiro da Campanha e de nossa Catedral Diocesana que é a igreja particular do bispo.

Assim encerrou todos os festejos em honra à Santo Antônio de Pádua, “Doutor da Igreja”, “Martelo dos Hereges”, “Doutor Evangélico”, “Arca do Testamento”, “Santo de todo o mundo” com esses nomes que os Soberanos Pontífices honraram aquele cuja vida foi, no dizer de um de seus biógrafos, um milagre contínuo.

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“Alegra-te, feliz Lusitânia! Salta de júbilo, Pádua ditosa! Pois gerastes para a Terra e para o Céu um varão que bem pode comparar-se com um astro rutilante, já que brilhando, não só pela santidade da vida e gloriosa fama de milagres, mas também pelo esplendor que por todas as partes derrama a sua celestial doutrina”.

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Por Bruno Henrique Santos/ Portal Terra de Santa Cruz/Campanha-MG