Arquivo da categoria: Dom Pedro Cunha Cruz(Bispo da Campanha-MG)

Solenidade de Corpus Christi em Campanha/MG

A Igreja celebrou no último dia 15 de Junho, a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Em Campanha, a Paróquia Santo Antônio atendeu os fiéis com três missas na Catedral e uma na comunidade N. Sra. Aparecida no Distrito de Ferreiras (Ressaca). Todas as celebrações contaram com um número expressivo de fiéis. Ás 15h realizou-se a última missa do dia na Catedral, presidida por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha. A Santa Eucaristia foi concelebrada pelo pároco e chanceler do bispado, Reverendíssimo Cônego Luzair Coelho de Abreu e pelo Reverendo Pe. Edson Pereira de Oliveira, vigário paroquial; contou com presença do Monsenhor Con. José Hugo Goulart e Silva.

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Como é de tradição, diversos seguimentos da paróquia se mobilizam para a confecção dos tapetes de Corpus Christi. Estes tapetes representam a manifestação pública da fé dos fiéis no Jesus Sacramentado. Tudo é preparado com muito carinho para Jesus passar e os trabalhos começam bem cedo. Todos os anos fiéis demonstram sua fé e amor ao Cristo Eucarístico, confiando em sua presença viva na hóstia consagrada confeccionando lindos tapetes com desenhos que retratam a liturgia desta solenidade que acontece sempre na primeira quinta-feira pós a festa da Santíssima Trindade (Domingo da Santíssima Trindade). Retratam também o ano em que a Igreja vive, neste caso estamos vivendo o Ano Mariano por decorrência dos 300 anos da Aparição de Nossa Senhora Rainha e Padroeira do Brasil.

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Em sua homilia Dom Pedro partilhou um fato ocorrido com ele e que era propício para o dia. Ele diz: Recebi uma mensagem de um amigo perguntando: Dom Pedro, na quinta-feira de Corpus Christi, eu devo participar somente da missa ou só da procissão? 

DSC05594.JPGA reposta de Dom Pedro imediata: Da missa e da procissão! Por este caminho, nosso pastor nos deu uma mini catequese durante a homilia, explicando-nos que a Procissão do Corpo E Sangue de Cristo (Corpus Christi) é uma procissão de preceito observando que esta solenidade nasceu por uma procissão e que, ela é uma consequência daquilo que é celebrado sobre o altar do Senhor e que isso nos recorda exatamente a caminhada do povo de Deus no deserto em busca da terra prometida. E a cada vez que o povo tinha fome, Deus tinha que providenciar através de Moisés, o manáexplicou Dom Pedro!

O Conselho Pastoral Paroquial realizou minutos antes da procissão uma homenagem ao nosso bispo Dom Pedro, tendo em vista que o mesmo celebrara o seu aniversário natalício no dia seguinte (16/06 – Sexta-feira).

Durante a procissão pelas ruas laterais da Praça Dom Ferrão, aconteceram quatro paradas para bênção do Santíssimo Sacramento. A última bênção se deu adro da Catedral, em seguida realizaram a guarda do Santíssimo e a leitura da mensagem e oração enviadas a todas as dioceses do Brasil pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) intitulada “Jornada de Oração pelo Brasil” por decorrência do atual momento político e ético que vive nosso país, se veem a necessidade urgente de oração pelo mesmo e unidade entre os cristãos.

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Por fim, o Sr. bispo concedeu a bênção final a todos fiéis presentes.

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Por Bruno Henrique Santos–Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização!

Chuva de graças: Povo Campanhense celebram seu Padroeiro Santo Antônio

Padroeiro do povo Campanhense, Santo Antônio é sempre aclamado e invocado durante todo ano nas celebrações realizadas na Catedral Diocesana  porém,  no mês de Junho acontece como de costume a Trezena e Festa de Santo Antônio na Comunidade Paroquial da cidade. A trezena teve início no dia 31/05 encerrando no dia 12/06. Cada dia foi meditado um tema sobre a devoção de Santo Antônio com a Virgem Maria, tendo em vista que, estamos no ano Nacional Mariano.

Santo Antônio foi exímio pregador do evangelho, piedosamente tinha total devoção a Virgem Maria,  foi um santo caridoso, pai dos pobres e necessitados, homem zeloso e temente a Deus.

No dia 13 de junho a Igreja da Campanha-MG e o mundo todo celebra o dia de Santo Antônio. Em Campanha-MG após, treze dias preparatórios, o dia 13 começou com a Alvorada festiva com o dobrar de todos os sinos da Catedral às 06h da manhã.

Ainda na parte da manhã houve uma missa celebrada pelo Monsenhor José Hugo Goulart e Silva na catedral em louvor a Santo Antônio,  fiéis participaram e rezaram junto ao santo, ao final da celebração todos receberam os tradicionais pães de Santo Antônio já abençoados .

No momento em que o relógio marcava 12h, os sinos da Catedral começaram a badalar-se e ao mesmo tempo no alto falante da Igreja tocava-se o hino em Louvor a Santo Antônio, em seguida foi realizada a oração do Angelus.  Por Volta das 16hs os sinos da Catedral voltaram a tocar sinalizando a chegada das carreatas que vinham das comunidades urbanas e rurais da cidade, com seus respectivos padroeiros solenemente enfeitados em seus andores.

O Vigário Paroquial Reverendo Padre Edson Pereira Oliveira, muito animado, com espírito missionário e sua sanfona,  acolheu as comunidades que adentravam  a casa de seu padroeiro maior Santo Antônio.  Cada comunidade foi recebida com palmas e cânticos de saudações e boas vindas.

Conhecido como taumaturgo de Pádua embora com uma curta existência terrena, Santo Antônio tornou-se um dos santos mais populares do mundo, sendo venerado tanto no Oriente quanto no Ocidente. Quando foi canonizado pelo Papa Gregório IX, Antônio ganhou o titulo de Doutor da Igreja, devido aos seus belos sermões e pregações. E é exortado como o “Santo que conforta os pobres e os desesperados”. “Doutor da Igreja”, “Martelo dos Hereges”, “Doutor do Evangelho”, “Arca do Testamento”, “Santo de todo o mundo” –– são alguns dos títulos com que os Soberanos Pontífices honraram aquele cuja vida foi, no dizer de um de seus biógrafos, um milagre contínuo.

Em Campanha o Santo de todos as necessidades, Santo Antônio da Campanha assim chamado pela população, recebe muitas homenagens no dia 13 de junho de todo ano.

Encerrando os festejos do Padroeiro, às 17h deu-se início a Santa Missa Pontifical da Solenidade de Santo Antônio Padroeiro da Campanha e da Catedral Diocesana.

A solene celebração foi presidida pelo Excelentíssimo Reverendíssimo Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha.

Participaram a santa eucaristia o Cônego Luzair Coelho de Abreu pároco e cura da Catedral e Chanceler do Bispado da Campanha,  o Reverendo Padre Edson Pereira Oliveira vigário paroquial e Reitor do seminário Propedêutico São pio X e o Reverendíssimo Monsenhor Cônego José Hugo Goulart e Silva. Esteve presente na celebração o Sr. Diácono Wendel Rezende bem como todos os seminaristas das casas propedêutica e filosófica, acólitos, coroinhas,  ministros da palavra e da sagrada comunhão, movimentos, pastorais e todas as comunidades da paróquia com seus respectivos padroeiros.

Dom Pedro, destacou o grande pregador do evangelho que Santo Antônio foi, um homem jovem que viveu intensamente sua vocação sacerdotal.  Santo Antônio morreu muito cedo,  mas viveu toda sua vida em santidade, um sacerdote sábio que ao fazer sua primeira pregação não estava preparado porém, o espirito santo agiu nele,  Antônio foi impelido pelo Cristo Jesus por ele muitos milagres aconteceram e muitos se converteram apenas ouvindo seus belos sermões. Cantava louvores a Deus e tinha grande devoção a Maria Santíssima a quem ele sempre recorria nos momentos difíceis.

Que possamos aprender com Santo Antônio a dar o pão aos mais necessitados e sobre tudo do o pão da palavra que é próprio Cristo Jesus.

Após a Santa Missa o grande número de fiéis  e devotos de Santo Antônio acompanharam a procissão com a imagem do santo e as dos padroeiros das comunidades rurais e urbanas pelas ruas da cidade.  Devotos enfeitaram suas casas, estiaram bandeirinhas pelas ruas para a procissão passar assim como os seminaristas do seminário propedêutico que, ornamentaram a sacada do prédio com flores e bandeirinhas, homenageando o padroeiro da Campanha/MG.  No momento em que a procissão se aproximava novamente da catedral, todos foram surpreendidos por uma linda queima de fogos e uma acolhida maravilhosa a Santo Antônio.  Mesmo com chuva os fiéis acompanharam toda procissão, mostrando sua fé e devoção no Santo de todo mundo o Santo de todas necessidades o nosso glorioso Santo Antônio.

Acompanhe abaixo os melhores momentos desta festa:

Dom Pedro C. Cruz abençoou os pães de santo Antônio que foram distribuídos a todos os fiéis presentes na igreja , dando a bênção final a todos. Esta foi a segunda vez que Dom Pedro como bispo titular da santa sé Campanhense presidiu a solene celebração de Santo Antônio, padroeiro da Campanha e de nossa Catedral Diocesana que é a igreja particular do bispo.

Assim encerrou todos os festejos em honra à Santo Antônio de Pádua, “Doutor da Igreja”, “Martelo dos Hereges”, “Doutor Evangélico”, “Arca do Testamento”, “Santo de todo o mundo” com esses nomes que os Soberanos Pontífices honraram aquele cuja vida foi, no dizer de um de seus biógrafos, um milagre contínuo.

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“Alegra-te, feliz Lusitânia! Salta de júbilo, Pádua ditosa! Pois gerastes para a Terra e para o Céu um varão que bem pode comparar-se com um astro rutilante, já que brilhando, não só pela santidade da vida e gloriosa fama de milagres, mas também pelo esplendor que por todas as partes derrama a sua celestial doutrina”.

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Por Bruno Henrique Santos/ Portal Terra de Santa Cruz/Campanha-MG

INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ – Por Dom Pedro Cunha Cruz

No início do mês corrente os bispos do Brasil reunidos na 55ª Assembleia Geral, abordaram como tema central a “Iniciação à Vida Cristã” como um itinerário para formar discípulos missionários. À luz do Sínodo sobre a Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã, os pastores da Igreja do Brasil estão cada vez mais conscientes da urgência em rever o processo da transmissão da fé que deve abranger não somente os batizados, mas sobretudo os batizados distanciados e que, por várias razões, ainda não vivem as exigências e alegrias do seu batismo e sua pertença a Cristo.

Os desafios inquietantes do mundo atual, longe de nos desestimular, nos interpelam a uma conversão pastoral aonde as luzes para autêntica transmissão da fé sempre aparecem, a fim de que a Igreja continue a dialogar e propor novos paradigmas pautados na Palavra de Deus e no encontro com a pessoa de Cristo. E isto é realizado por meio de símbolos, ritos e celebrações que fazem parte dos momentos mais importantes do Itinerário Catecumenal previstos pelo Ritual da Iniciação Cristã de Adultos (RICA).

Quando falamos de catecumenato pensamos em um primeiro anúncio (Querigma) que abre caminhos para novas etapas do itinerário e que gera uma vida nova de discípulos de Cristo. Daí a necessidade de se partir de alguns ícones bíblicos marcados pelos diálogos de Jesus, que não deixam de ser diálogos catequéticos, como o encontro com a Samaritana, com Nicodemos e com os discípulos de Emaús, dentre muitos. Nestes diálogos, Jesus se faz conhecer, progressivamente, por aqueles que O procuram. Ele é o princípio e o fim, ponto de partida e de chegada, a pergunta e a resposta do homem e o sentido pleno da Revelação.

O tema central se propõe ancorar e inspirar os projetos diocesanos de Iniciação Cristã de nossas igrejas particulares; considerando a grande diversidade pastoral e eclesial de nosso País. Mas sempre visando uma resposta consciente de cada catecúmeno quanto ao verdadeiro desejo de ser tornar cristão. Por isso, as etapas do itinerário visam tornar a catequese menos fragmentada e mais vinculada à vida eclesial e paroquial. Tal propósito reduz o puro interesse do catequizando em apenas receber os sacramentos da Iniciação Cristã como a conclusão de um curso diplomado. Este objetivo só será atingindo se a catequese for entendida como uma responsabilidade que envolve toda a comunidade; é neste sentido que deve ser permanente e motivada pelo testemunho cristão.

Por fim, o seguir a Cristo, sentindo-se seu discípulo que assume o protagonismo do apostolado na Igreja e no mundo, e não buscando simplesmente os sacramentos na Igreja, constitui o grande objetivo deste itinerário catecumenal que visa, além do primeiro anúncio, uma vida de comunhão eclesial, sacramental, de oração e ação pastoral. Somente com estes elementos fundamentais é que a pessoa conhece Jesus e compreende o sentido mais profundo de ser cristão e autêntico discípulo e missionário de Cristo. Vençamos o medo com a armadura da fé que nos leva a superar as barreiras do pessimismo e a encontrar sempre a alegria do anúncio do Evangelho.

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Fonte: www.diocesedacampanha.org.br

Mitra Diocesana da Campanha/MG – Endereço: Rua Maestro Pompeu, 150 – Centro
CEP: 37.400-000 – Campanha (MG) – Fone: (35) 3261-1217 ou (35) 3261-2091

Foto/Reprodução/Capa: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

O SENHOR RESSUSCITADO, NOSSA VIDA E SALVAÇÃO – Por Dom Pero Cunha Cruz

Vivemos a alegria do anúncio pascal que ressoa em toda Igreja: Cristo Ressuscitou! Não podemos deixar de celebrar e anunciar ao mundo inteiro que nós cremos no senhor ressuscitado; Ele é nossa vida e nossa certeza de uma eternidade feliz. A morte foi vencida, pois o senhor morreu, mas vivo está; e “Ele é nossa salvação. A liturgia cristã canta alegremente: Este é o dia que o Senhor fez para nós, alegremo-nos e nele exultemos; porque a pedra que os construtores rejeitaram tornou- se a pedra angula” (SL 117).

A vitória de cristo crucificado sobre as potências da morte o qualifica como Senhor e Messias. “Eu sou o primeiro e o último; o vivente; estive morte, mas estou vivo pelos séculos dos séculos” (Apc 1,17). Deste modo, Jesus ressuscitado transmitindo sua vida aos cristãos, ajuda-os a superar todas as adversidades e inimizade, “até o último inimigo ser vencido, isto é, a morte”(1Cor 15,26). O Aleluia Pascal que ressoa e é cantado constantemente neste tempo, exprime a alegria da nova criação, da vida e da recapitulação de todas as coisas em Jesus Cristo. Por isso, os cristãos participam de modo especial dos frutos da ressurreição, pois a fé pautada na ressurreição transforma nossa vida. Somos todos novas criaturas ao participarmos com fé no Ministério do Ressuscitado. Tal renascimento ocorre no seio da Igreja pela nossa purificação pessoal e vivência sacramental.

Jesus passou da morte para a vida, não para uma vida de limites, mas uma vida inteiramente nova. A ressurreição é uma vitória sobre a morte, é uma liberação das amarras e limites deste mundo, é o triunfo da vida de Deus sobre a morte. Com sua ressurreição Jesus mostra qual é a recompensa dos que sofrem com Ele e por Ele. Todo cristão, pelo batismo, é chamado a participar da morte e ressurreição de Cristo. Como Cristo foi sepultado, o cristão também, pela água do batismo, morre para o mundo do pecado e ressuscita para uma nova vida em Cristo. Não pertencemos mais a este mundo de pecado, mas buscamos as coisas do alto, de onde reina Cristo Senhor.

Caríssimos irmãos e irmãs celebremos com júbilo a festa da “Passagem”, a nossa Páscoa. O Cristo ressuscitado nos dá a certeza de que a ressurreição acontece em nossas vidas. Alegremo-nos, pois é a festa da nossa redenção e de toda a humanidade. Proclamemos nossa fé pascal, saiba anunciar com coragem e autenticidade esta mensagem de salvação e alegria a todos.

Uma santa páscoa a todo o rebanho desta igreja particular da Campanha.

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Mitra Diocesana Campanha – MG
Endereço: Rua Maestro Pompeu, 150 – Centro
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Foto/Reprodução: Portal Terra de Santa Cruz 

Tradição, Fé e Devoção marcaram a semana santa 2017 em Campanha/MG

A Semana Santa começa com o Domingo de Ramos no qual comemoramos a entrada de Jesus em Jerusalém, evento este da vida de Jesus relatado nos quatro evangelhos canônicos (Marcos 11:1, Mateus 21:1-11, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19) Esta solene celebração que ocorre no mundo todo pelos cristãos católicos, é um prelúdio das dores e humilhações nas quais Jesus Cristo passara, é partir dela que fomos levados pela liturgia da igreja a caminhar e contemplar os últimos passos de Jesus até sua morte e ressurreição.

Tradicionalmente em Campanha/MG, a abertura da Semana Santa é feita por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo da Diocese da Campanha, na Catedral de Santo Antônio.

A Missa Pontifical de abertura da Semana Santa ocorreu pela manhã, no domingo, 09 de abril. Os fiéis se reunirão na Igreja Nossa Senhora das Dores para a bênção de ramos, em seguida todos caminharam em procissão conduzida solenemente pela Banda Marcial Irmão Paulo que abrilhantou a caminhada onde atualizamos a entrada de Jesus em Jerusalém aclamado pelo povo com gritos de “Hosana ao filho de Davi, bendito quem vem em nome do Senhor, Hosana nas alturas”.

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DSC04511Ao chegar à Catedral Diocesana de Santo Antônio, Dom Pedro se aproximou da porta principal e com a Cruz processional, a tocou por três vezes dizendo; “Levantai, ó portas, os vossos frontões; abram-se, ó antigos portais, para que entre o Rei da Glória!”. E a porta se abriu… já, no interior da Catedral deu-se continuidade a santa missa, conforme pede a liturgia do dia. Concelebrou com Dom Pedro, o Reverendíssimo Padre Edson Pereira Oliveira, Vigário Paroquial da Campanha e Reitor do Seminário Propedêutico São Pio X.

Pelo anoitecer deste dia, aconteceu à procissão do Triunfo como é chamada pelo povo de nossa cidade, presidida pelo Reverendíssimo Cônego Luzair  Coelho de Abreu, pároco e cura da Catedral da Campanha e chanceler do bispado.

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No decorrer dos dias passamos pelas tradicionais procissões e sermões que enriqueceram nossa mente e coração, mas, acima de tudo a nossa vida de fé. São elas as procissões do Depósito, do Encontro, e da Soledade de Maria, ocorridas na segunda, terça e quarta-feira santa.  Na quarta-feira santa vivemos um dia mais que especial, pois este ano o feriado municipal por ocasião do Nascimento do Beato Francisco de Paula Victor coincidiu com a semana santa e os devotos do beato não deixou de celebra-lo e fazer suas orações ao nosso beato Campanhense, o Pe. Victor. Foi realizada a procissão da penitência para o morro do cruzeiro (Mirante) levando a imagem do beato, mostrando para nós a Cruz do Senhor sinal e símbolo maior da nossa fé. Após a caminhada até o cruzeiro foi realizada a Santa missa presidida pelo Vigário Paroquial Padre Edson Pereira Oliveira.

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A quinta-feira santa é sempre marcada por duas celebrações importantes.  São elas a Missa dos Santos Óleos (Missa da Unidade Diocesana) e a Missa da Ceia do Senhor popularmente chamada de Missa do Lava Pés (Instituição da Santa Eucaristia) ambas presididas por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz.

A Missa dos santos óleos também chamada de missa do crisma e da unidade diocesana, consiste em dois pontos fundamentais: a Bênção dos Santos Óleos, que são os óleos do Crisma, dos Enfermos e do Batismo e por fim a Renovação das Promessas Sacerdotais por parte dos sacerdotes diante do Bispo. Foram mais de 120 sacerdotes de várias paróquias, os regulares, os pertencentes a ordens ou congregações, e padres que auxiliam na Semana Santa nas diversas paróquias da diocese da Campanha.  Além do clero, participaram desta celebração, muitos religiosos, seminaristas e agentes de pastorais e movimentos que vieram em caravanas. Como todo ano o bom povo campanhense doaram bolos, roscas, pães e outras quitandas para bem receber os visitantes que vieram para a missa da unidade diocesana.

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A missa da Ceia do Senhor (Lava Pés): o termo lava-pés designa o gesto praticado por Jesus Cristo na última Ceia. Momento este em que o sacerdote, assistido por dois ministros, lava o pé direito de 12 homens, clérigos ou seculares. Este ano alguns membros do terço dos Homens foram escolhidos para a representarem os 12 apóstolos por ocasião do ano Mariano que nossa igreja no Brasil está vivendo!

Muito além da liturgia católica, o lava pés foi o evento que marcou a insistência do Senhor Jesus em um dos assuntos mais importantes do seu ministério: O papel dos cristãos e da igreja. O serviço. A humildade. O colocar-se abaixo, considerar uns aos outros superiores a si mesmo.

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Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor, o dia começou com a Via-sacra encenada pelos Jovens da Paróquia Santo Antônio. Ao cair da tarde, ás 15h, aconteceu a tradicional Ação Litúrgica onde recordamos o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Neste dia não se celebra a missa em todo o mundo.

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O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos ficando completamente na penumbra. Esta celebração foi presidida por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz no qual se prostrou no chão frente ao altar no começo da cerimônia sem calçado como pede o rito litúrgico em sinal de humildade e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.  Para esta celebração as cores dos paramentos do bispo como dos padres e ministros da palavra são vermelhas, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testemunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deu e continua dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.

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Um ato simbólico, mas, muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz apresentada solenemente para os fiéis e é cantando três vezes a aclamação: “Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ó VINDE ADOREMOS”, e todos ajoelham uns instantes de cada vez, e então vamos, em procissão, venerar a Cruz pessoalmente, com uma genuflexão (ou inclinação profunda) e um beijo (ou tocando-a com a mão e fazendo o sinal da cruz); enquanto cantamos os louvores ao Cristo na Cruz. Pela noite, um imenso número de pessoas participou da procissão do enterro (Senhor morto) pelas ruas de nossa cidade.

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Por fim, a Vigília Pascal, a mais importante celebração de nossa semana santa (Sábado Santo) que foi presidia pelo nosso Bispo diocesano Dom Pedro Cunha Cruz. A vigília começa após o pôr-do-sol no Sábado Santo fora da igreja, onde o fogo ou fogueira é abençoado pelo celebrante. Este novo fogo simboliza o esplendor do Cristo ressuscitado dissipando as trevas do pecado e da morte. O Círio pascal ou (vela pascal) é abençoado com um rito muito antigo.

A celebração da Vigília pascal articula-se em quatro partes: (ritos) 1) a liturgia da luz; 2) a liturgia da Palavra; 3) a liturgia batismal; 4) a liturgia eucarística.

A liturgia da luz consiste na bênção do fogo, na preparação do círio e na proclamação do louvor pascal. O lume novo e o círio pascal simbolizam a luz da Páscoa, que é Cristo, luz do mundo.

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A liturgia da Palavra propõe sete leituras do Antigo Testamento, que recordam as maravilhas de Deus na história da salvação e duas do Novo Testamento, ou seja, o anúncio da Ressurreição segundo os três Evangelhos sinópticos, e a leitura apostólica sobre o Batismo cristão como sacramento da Páscoa de Cristo.

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A liturgia batismal é parte integrante da celebração. Quando não há Batismo, faz-se a bênção da fonte batismal e a renovação das promessas do Batismo. O rito consta, ainda, o canto da ladainha dos santos, a bênção da água, a aspersão de toda a assembleia com a água benta e a oração universal.

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A liturgia eucarística é o momento culminante da Vigília, qual sacramento pleno da Páscoa, isto é, a memória do sacrifício da Cruz, a presença de Cristo Ressuscitado, o ápice da Iniciação cristã e o antegozo da Páscoa eterna.

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Já no domingo de páscoa como em todos os anos, a procissão da ressurreição acorreu pelas 5h da manhã com grande participação dos fiéis campanhense proclamando o Aleluia, Cristo Ressuscitou e em seguida a Santa Missa na Catedral com a presença do Coral Campanhense.

O Coral Campanhense, mais um ano se fez presente em nossa semana santa, entoando os famosos moteto para cada dia e abrilhantando nossas celebrações litúrgicas nas quais o coral participa solenemente. São 60 anos de história, sempre presente em nossa comunidade paroquial. O coral Catedral também animou nossas celebrações com lindos cantos litúrgicos.

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Por fim agradecemos a todos que de forma direta ou indireta contribuíram para a realização de nossa semana santa 2017 – Deus abençoe a todos!

Fotos e Texto; Por Bruno Henrique Santos 

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Dom Pedro proclama a Páscoa do Senhor na noite da Vigília Pascal em Campanha/MG – “A vigília das vigílias, aleluia Ele ressurgiu”

Na noite, em que Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos a reunirem-se em vigília e oração. Na verdade, a Vigília pascal foi sempre considerada a mãe de todas as vigílias, é o coração do Ano litúrgico. Está celebração se estende por toda oitava da páscoa onde nós cantamos Aleluia o Cristo ressurgiu, as trevas foram dissipadas e ao longo do dia do Domingo de Páscoa e semana seguinte, a palavra de Deus vai nos mostrar nas leituras e no evangelho os acontecimentos pós ressurreição, vida nova.

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E foi assim, cantando o Aleluia que sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha Proclamou a Páscoa do Senhor na noite da Vigília Pascal (Sábado Santo) na Catedral Diocesana de Santo Antônio em Campanha/MG

Concelebrou esta santa celebração pascal o Reverendíssimo Cônego Luzair Coelho de Abreu, pároco e cura da Catedral e Chanceler do bispado da Campanha. A animação litúrgica ficou a cargo do Coral Catedral.

A comunidade paroquial acolheu dois novos irmãos que foram batizados e crismado neste dia pascal, dia em que como Jesus eles também renascem, para uma vida nova em Deus. Com número expressivo de fiéis Dom Pedro destaca que “vivemos um momento forte e mais importante de nossa caminhada durante a semana santa, chegamos na Vigília pascal, a vigília das vigílias, o ponto culminante da história da humanidade. Cristo ressuscitou, as trevas foram dissipadas, já não há mais dor nem sofrimento, tudo passou. Aleluia Cristo Ressurgiu…” ao final da celebração, Dom Pedro concedeu a bênção solene para todos os fiéis presentes desejando-lhes feliz e santa páscoa!


Na Solene Vigília Pascal é celebrada a Missa da Ressurreição. Essa missa é precedida pela bênção do Fogo Novo e do Círio Pascal, benção da água Batismal e Renovação das Promessas do Batismo.

Fogo: Sinal da presença de Deus na história, em suas manifestações de salvação. Ligado ao fogo, temos o círio pascal que aceso no fogo novo lembra o Cristo ressuscitado.

Luz: Símbolo da vida. Representa a presença de Cristo que é vida e oferece vida e salvação ao homem. Jesus atravessa as portas da mansão dos mortos, vencendo e trazendo a luz para a humanidade.

Água: Também é sinal da vida que é comunicada ao cristão quando ele renasce pelo batismo para um mundo novo.


A celebração da Vigília pascal articula-se em quatro partes: 1) a liturgia da luz ou ‘lucernário’; 2) a liturgia da Palavra; 3) a liturgia batismal; 4) a liturgia eucarística.

1) A liturgia da luz consiste na bênção do fogo, na preparação do círio e na proclamação do louvor pascal. O lume novo e o círio pascal simbolizam a luz da Páscoa, que é Cristo, luz do mundo. O texto do evidencia-o quando afirma que ‘a luz de Cristo (…) dissipa as trevas de todo o mundo» e convida a «celebrar o esplendor admirável desta luz (…) na noite ditosa, em que o céu se une à terra, em que o homem se encontra com Deus!’.

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2) A liturgia da Palavra propõe sete leituras do Antigo Testamento, que recordam as maravilhas de Deus na história da salvação e duas do Novo Testamento, ou seja, o anúncio da Ressurreição segundo os três Evangelhos sinópticos, e a leitura apostólica sobre o Batismo cristão como sacramento da Páscoa de Cristo. Assim, a Igreja, ‘começando por Moisés e seguindo pelos Profetas’ (Lc 24,27), interpreta o mistério pascal de Cristo. Toda a escuta da Palavra é feita à luz do acontecimento-Cristo, simbolizado no círio colocado no candelabro junto ao Ambão ou perto do Altar.

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3) A liturgia batismal é parte integrante da celebração. Quando não há Batismo, faz-se a bênção da fonte batismal e a renovação das promessas do Batismo. Do programa ritual consta, ainda, o canto da ladainha dos santos, a bênção da água, a aspersão de toda a assembleia com a água benta e a oração universal. A Igreja antiga batizava os catecúmenos nesta noite e hoje permanece a liturgia batismal, mesmo sem a celebração do Batismo.

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4) A liturgia eucarística é o momento culminante da Vigília, qual sacramento pleno da Páscoa, isto é, a memória do sacrifício da Cruz, a presença de Cristo Ressuscitado, o ápice da Iniciação cristã e o antegozo da Páscoa eterna.

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O sábado pascal é iniciado com o fogo novo. O que ele nos remete?

A páscoa originalmente era uma celebração típica dos pastores. Depois passou a ser a grande festa da libertação dos hebreus, recordando sua saída do Egito. Mais tarde foi-lhe incorporada uma antiga festa agrícola dos pães sem fermento (ázimos).

Nesse dia a Igreja toda guarda luto pela morte de Jesus. Neste dia se faz também a comemoração das Dores de Nossa Senhora.

É uma celebração que relembra todos os sofrimentos de Nossa Senhora desde o nascimento de Jesus, culminando com a dor infinita à qual se viu exposto o coração de Maria, ao deixar seu divino Filho no sepulcro. Por maior que seja a solidão que algum coração humano já sentiu, por certo, sequer aproximará do amargor, do infinito abandono que se apossou do coração da mãe do Divino Amor.

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Missa da Unidade Diocesana: Fiéis lotam a Catedral da Campanha/MG em Celebração do Santo Crisma

Nesta última quinta-feira santa, dia 13 de abril, aconteceu na Catedral Diocesana de Santo Antônio, em Campanha/MG a solene missa do Santo Crisma, presidida por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz. Concelebrou a mesma, o bispo Emérito Dom Diamantino Prata de Carvalho assim como todo clero diocesano. Nesta celebração o clero renova suas as promessas nas quais fizeram no dia de sua ordenação. Acontece no decorrer da celebração a bênção dos óleos dos enfermos, dos catecúmenos e do Santo Crisma.

Participaram desta solene celebração da unidade diocesana os padres regulares, pertencentes a ordens ou congregações, que auxiliam na Semana Santa nas diversas paróquias da diocese. Além do clero, seminaristas e religiosos também estiveram presentes.

Na missa do crisma, celebramos o nascimento do sacerdócio que é a participação na consagração de Jesus Cristo, o Messias, nosso Senhor e Deus.

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Em sua homilia nosso bispo fala diretamente ao clero: Nós presbíteros fomos chamados na Igreja com uma vocação e missão especial, ou seja, amar a Jesus incondicionalmente; ser pastores com Ele, como Ele e por Ele. “Recebemos uma graça especial para sermos pastores santos” (PO 12). Paulo VI já nos levava a questionar ao dizer: “Se és sacerdote, por que não és santo? E, se não és santo, para que és sacerdote?”. Deus dá aos pastores um caminho para santificar-se. Exercendo autêntica e incansavelmente seu ministério no Espírito de Cristo, cada atividade ministerial produz santidade (PO 13). Desta forma, contemplando O Bom Pastor, os ministros ordenados alcançarão o vínculo o vínculo da perfeição sacerdotal que leva à unidade suas vidas e atividades. Imitamos a Cristo em sua entrega e em seu serviço. “É a doação de nós mesmos que mostra o amor de Cristo por seu rebanho, através de nosso modo de pensar e agir, nosso modo de comportar-nos com o povo” (CF PDV 23). A caridade específica de ministros de Deus, não permite tratar mal o rebanho a nós confiado, mas a leva-lo cada vez mais a Deus, como pontes que devemos ser e não muros da discórdia, da divisão, da insensibilidade e até da infâmia. Somos ministros da misericórdia, para além de um ano só que já vivemos dedicados a ela.   

VEJA NO VÍDEO ABAIXO A HOMILIA COMPLETA OU LEIA AQUI

A animação litúrgica (canto) ficou a cargo do coral da Paróquia Sagrado Coração de Jesus de Três Corações/MG – Cotia, contamos a ilustre presença e participação do Coral Campanhense, entoando o Ecce Sacerdos, tradicional canto sacro, composto para a ocasião; e Ó Redemptor, (versão latina) Acolhei, ó Redentor, pelo Missal Romano, durante a procissão dos Santos Óleos.

Dom Pedro Cunha Cruz encerrou a celebração com Bênção Papal, concedida pelo Santo Padre o Papa Francisco. Ao final da celebração, a paróquia Santo Antônio ofereceu aos visitantes um lanche, doado pelos agentes de pastorais e pela população campanhense.

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Por Bruno Henrique Santos – Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

Semana santa 2017

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“Unidade e alegria sacerdotal” – Homilia de Dom Pedro C. Cruz – Missa da Unidade Diocesana (Santos Óleos)

Missa da Unidade – A unidade dos presbíteros com o bispo neste dia é fundamental. Daí a importância de todo o presbitério participar, em todo mundo, desta celebração do Santo  Crisma, onde a nossa unção com óleo da alegria é recordada e renovada. O Decreto Christus Dominus, n. 16 lembra aos bispos: “tratem sempre com especial caridade os sacerdotes, que compartilham de suas funções e solicitude…considerando filhos e amigos, para que possam exercer com fidelidade e fruto o seu ministério”.

    A unidade que celebramos hoje está alicerçada no amor à vontade divina e na caridade e fraternidade sacerdotal; insto é que nos ajuda a construir uma unidade de vida. O sacerdote deve tender a ela sempre por um novo motivo. O crescimento desta unidade entre nós se fundamenta sempre no amor fraterno e na caridade pastoral,  além do testemunho como reflexo de nossa vida interior. “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-Nova  (Lc 4,18). Se formos pastores desejosos do amor de Cristo e da consequente caridade pastoral, seremos também um Evangelho vivo. Somos portadores de uma consagração ontológica que se estende por tempo integral (não existe folga ou férias do nosso ser padre, nós o somos 24h).

   Nesta celebração recordamos nossa identidade d efundo conferida no sacramento da ordem, sobre a qual se desenvolve fecundamente a graça de nosso pastoreio. Como dizia São João Bosco, é sacerdote no altar e no confessionário, como na escola, pelas ruas e em toda parte. Este ministério não pode ficar na periferia de nossa, mas no seu próprio centro.

   Estamos reunidos hoje nesta celebração porque queremos também reforçar a nossa unidade interior, além daquela com todo presbitério; pois a ruptura da unidade interior no sacerdote gera um esfriamento de sua caridade e ardor pastoral, ou seja, do “amor vigilante do mistério que traz em si para o bem da igreja e da humanidade” (João Paulo II, Pastores dabo Vobis, n. 72). Lembramos  assim, que o sacerdócio ministerial, na medida em que se configura ao ser e ao agir sacerdotais de Cristo, introduz sempre uma novidade na vida e na espiritualidade de quem recebeu este bom. Portanto, não podemos nunca deixar de aprofundar a nossa “consciência de ser ministro” (PDV, N 25); isto é de grande importância para vida espiritual do sacerdote e para a eficácia do seu próprio ministério. Tal foi a “consciência de Jesus” ao tomar o livro do profeta Isaías e afirmar; “hoje se cumpriu esta passagem da escritura que acabaste de ouvir” (Lc 4, 21)

  “Jesus nos ama…fez de nós um reino, sacerdotes para seu Deus e Pai” (Ap 1, 5.6). Nós presbíteros fomos chamados na Igreja com uma vocação e missão especial, ou seja, amar a Jesus incondicionalmente; ser pastores com Ele, como Ele e por Ele. “Recebemos uma graça especial para sermos pastores santos” (PO 12). Paulo VI já nos levava a questionar ao dizer: “Se és sacerdote, por que não és santo? E, se não és santo, para que és sacerdote?”. Deus dá aos pastores um caminho para santificar-se. Exercendo autêntica e incansavelmente seu ministério no Espírito de Cristo, cada atividade ministerial produz santidade (PO 13). Desta forma, contemplando O Bom Pastor, os ministros ordenados alcançarão o vínculo o vínculo da perfeição sacerdotal que leva à unidade suas vidas e atividades. Imitamos a Cristo em sua entrega e em seu serviço. “É a doação de nós mesmos que mostra o amor de Cristo por seu rebanho, através de nosso modo de pensar e agir, nosso modo de comportar-nos com o povo” (CF PDV 23). A caridade específica de ministros de Deus, não permite tratar mal o rebanho a nós confiado, mas a leva-lo cada vez mais a Deus, como pontes que devemos ser e não muros da discórdia, da divisão, da insensibilidade e até da infâmia. Somos ministros da misericórdia, para além de um ano só que já vivemos dedicado a ela.

   Nesta Santa Eucaristia, queremos renovar nossa consciência de ministros de Cristo.  Nem sempre conseguimos atingir um ideal projetado por nossa boa intenção, para fazer tudo e só aquilo que Deus quer; mas se não atingimos este ideal, temos que nos confiar à Providência e deixarmos o restante nas mãos de Deus .  Mais uma vez repito, para atingirmos esta unidade temos que trabalhar sempre em comunhão com o bispo e com todo o presbitério. Trabalhamos assim, os presbíteros encontrarão a unidade da própria vida na própria unidade da missão da igreja (CF PO 14).  Assim seremos sempre consolados e transbordantes de alegria (Unção da Alegria). Lutemos contra tudo aquilo que nos tenta roubar a alegria. Tenhamos sabedoria e força para irmos adiante com alegria, fazendo  também o que nos resulta agradável ou cômodo e servindo alegremente também àqueles a quem no custa aceitar.

  Por fim, mesmo vivendo cada vez mais em uma cultura do ódio, da perseguição, da violência, da intolerância (lembremos de nossos irmãos, cristão coptas, mortos em pleno Domingo de Ramos e tantos outros ainda perseguido), queremos compreender e viver a unidade e harmonia em nossas vidas de pastores e ministros de Deus. Vivemos em um tempo difícil, seja na economia na ética, na política, na área social e previdenciária, em várias esferas da existência, mas queremos agradecera Jesus hoje, sua presença  seu amor por cada um de nós. A nossa unidade deve ser um sinal de contradição a esta cultura dilacerada pela discórdia e divisão.  Como pastores, sentimos a necessidade de encontrar, cada vez mais a unidade e harmonia entre nós, em nossa vida e nosso ministério. Porém, a unidade e a harmonia dependem só do nosso esforço; assim não sentiremos nosso ministério e nossa vida como uma carga pesada. Antes, teremos sabedoria e fortaleza para ir adiante com alegria.

Obrigado pelo “sim” de cada irmão presbítero que se renova neste dia e pelo trabalho que cada um realiza pelo “bom povo” do rebanho campanhense.

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Assista ao Vídeo da Homilia 

Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo!

Dom Pedro Cunha Cruz – Bispo diocesano da Campanha/MG

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Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor em Campanha/MG

A Semana Santa começa com o Domingo de Ramos no qual comemoramos a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, evento este da vida de Jesus relatado nos quatro evangelhos canônicos (Marcos 11:1, Mateus 21:1-11, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19) Esta solene celebração que ocorre no mundo toda pelos cristãos católicos, é um prelúdio das dores e humilhações nas qual Jesus Cristo passou.

Em Campanha/MG, como é de tradição, a abertura da Semana Santa é feita por Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Diocese da Campanha, na Catedral de Santo Antônio.

O bispo da Santa Sé Episcopal da Campanha-MG celebrou a Missa Pontifical de abertura da Semana Santa 2017 pela manhã deste domingo 09 de abril. Os fiéis se reunirão na Igreja Nossa Senhora das Dores para a bênção de ramos, em seguida todos seguiram em procissão conduzida solenemente pela Banda Marcial Irmão Paulo que abrilhantou a caminhada onde atualizamos a entrada de Jesus em Jerusalém aclamado pelo povo com gritos de “Hosana ao filho de Davi, bendito quem vem em nome Senhor, Hosana nas alturas”.

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Ao chegar à Catedral Diocesana de Santo Antônio, Dom Pedro se aproximou da porta principal e com a Cruz processional, a tocou por três vezes “Levantai, ó portas, os vossos frontões; abram-se, ó antigos portais, para que entre o Rei da Glória!”. E a porta se abriu… já, no interior da Catedral deu-se continuidade a santa missa, conforme pede a liturgia do dia. Concelebrou com Dom Pedro, o Reverendíssimo Padre Edson Pereira Oliveira, Vigário Paroquial da Campanha e Reitor do Seminário Propedêutico São Pio X.

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O canto litúrgico ficou a cargo do belíssimo Coral Catedral.

DSC04594.JPGAs celebrações do Domingo de Ramos encerraram-se com a procissão do Nosso Senhor do Triunfo e santa missa na Catedral. Os fiéis da Campanha/MG se reuniram na Igreja do Mártir São Sebastião para bênção de Ramos e procissão com a imagem do Nosso Senhor do Triunfo. Presidiu a solene missa o Reverendíssimo Cônego Luzair Coelho de Abreu, pároco e cura da Catedral. Esta foi à última celebração do dia neste Domingo de Ramos deixando aberta a piedosa e tradicional Semana Santa da Campanha/MG.

Por Bruno Henrique Santos/Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

PARA SABER: O SIGNIFICADO DOS RAMOS

Os ramos lembram nosso batismo. Esses ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que esta é desvalorizada e espezinhada. Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Missa, lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

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Quaresma e Campanha da Fraternidade por Dom Pedro Cunha Cruz – Bispo da Campanha/MG

          O tempo da quaresma como renovação da vida cristã, nos convida a reencontrar o nosso verdadeiro rosto cristão através da oração e caridade, a fim de modelarmos nossa imagem de Cristo; deste modo é que poderemos viver uma comunhão, mas profunda nos seus mistérios d morte e ressurreição. É tempo de nós percorrermos o itinerário batismal da penitência e conversão. Tempo liturgicamente forte de mudança de vida, que nos insere ainda mais nos Mistérios de Cristo. Por isso, este tempo é de alegria, pois iniciamos nossa caminhada rumo à páscoa de nosso salvador Jesus Cristo. Os quarenta dias que percorreremos é um tempo de graça e de bênção, marcado pela escuta da palavra de Deus; da reconciliação com Deus e com os irmãos. Tempo de oração, jejum, partilha e gestos solidários, de direcionamentos a misericórdia de Deus aos mais necessitados.

             A campanha da fraternidade se insere exatamente neste tempo quaresmal, pois visa gerar para os fiéis e a sociedade uma conversão pessoal, comunitária e social. A campanha da fraternidade deste ano de 2017 tem como tema: “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”. “E como lema: Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15). Entendemos que a conversão quaresmal é , ao mesmo tempo, um voltar-se para Deus, para o próximo e para a vida da criação que nos cerca. A conversão e a adesão à vida de fé em Jesus Cristo implicam uma nova postura diante da realidade em que se encontra a vida nos diversos biomas brasileiros. Neste sentido, a igreja com esta proposta quer conscientizar a todos no cuidado da criação. Ela tem consciência que sua missão de evangelizar inclui e prioriza a defesa da vida como Dom de Deus.

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        Um bioma é um conjunto de vida (animal e vegetal). É formado por todos os seres vivos de uma determinada região 9cf. (Texto-base da CF2017, p.14). São espaços de vida que geram mais vida. A qualidade da vida humana depende, sobretudo, destes biomas. A destruição dele é também a destruição da vida humana. Evangelizar é também priorizar a defesa e a promoção da vida como dom de Deus; e esta será sempre a missão da igreja no mundo. Ela quer que tomemos consciência de sua existência e da necessidade de preservá-lo; que contemplamos a obra da criação e cuidemos da beleza e riqueza de nossa casa comum.

          Sem sombra de dúvida, a campanha da fraternidade deste ano se insere na encíclica do papa Francisco “Laudato Si”, onde sobressai a proposta ecológica integral do Papa ao entrelaçar todas as dimensões do ser humano com a natureza. Cabe ainda dizer que a natureza criada nos fala de Deus, é um dom de Deus, da qual nós seres humanos somos parte integrante, mas também seus zeladores e cultivadores. Promovendo o cuidado com a natureza para que todas as pessoas tenham mais vida, o Papa propõe a conversão ecológica ao dizer: “A crise ecológica é um apelo a uma profunda conversão interior… uma conversão ecológica, que comporta deixar emergir, nas relações com o mundo que nos rodeiam, todas as consequências do encontro com Jesus” (LS 217).

        Por fim, o objetivo da igreja com o referido tema da Campanha da Fraternidade é o de chamar a atenção para os desafios e problemas ecológicos, suas causas e possíveis caminhos de superação, sempre à luz da fé. Afinal a criação e os biomas brasileiros são dons de Deus dados a nós que ocupamos o centro de sua obra criada. Ter consciência da riqueza da biodiversidade que abrange nosso território brasileiro não nos basta; é importante empenharmos todos os seguimentos cristãos e os homens de boa vontade na preservação e defesa das riquezas naturais para o bem-estar de nosso estimado povo brasileiro.

Uma santa Quaresma a todos

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Dom Pedro Cunha Cruz – Bispo Diocesano da Campanha-MG

Por Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

Assembleia Diocesana de Pastoral 2017 – Diocese da Campanha/MG

Assembleia Diocesana de Pastoral 2017

O clero diocesano da Campanha, lideranças de pastorais e movimentos, seminaristas e membros de conselhos diocesanos estiveram presente na Assembleia Diocesana de Pastoral 2017 em Campanha/MG

As assembleias diocesanas são cada vez mais comuns e necessárias em nossos tempos de igreja. Quase toda a diocese do Brasil realiza ao menos uma vez ao ano este encontro geral diocesano para debater, partilhar e acolher novas propostas visando dar continuidade à obra evangelizadora de Jesus.

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As prioridades continuam sendo a Formação de leigos, mundo da fé e política, mundo da Família e Pastoral de Conjunto, entra nessas prioridades o reforço da catequese, comunicação e juventude conforme foi partilhado e debatido nesta assembleia que ocorreu neste último sábado 25 de março no ginásio poliesportivo da congregação dos Irmãos do Sagrado Coração situado em Campanha/MG, sede diocesana.

As assembleias valem não apenas pelo plano de pastoral que delas resulta, mas pela sua própria dinâmica, pois possibilita o encontro de leigos, religiosos, seminaristas, padres e bispos que ouvem, discutem e decidem conjuntamente. Uma verdadeira construção participativa (p.f. 8 p 10 IV Plano Diocesano de Pastoral de Conjunto).

As atividades do encontro começaram com a oração do Ofício Divino das comunidades, em seguida a divisão de grupos por fornias e regiões para debates, partilhas e decisões. Prosseguiu o dia com a apresentação de cada grupo e suas dúvidas e propostas como a palavra central do assessor diocesano de Pastoral o Reverendíssimo Padre Jean Poul Hansen e dos coordenadores das prioridades decididas na ultima assembleia apresentando os trabalhos realizados em cada uma até o presente momento. Caminhando para o final foi feita a leitura da ata, realizada pelo Reverendíssimo Cônego Luzair Coelho de Abreu, chanceler do bispado, pároco e cura da Catedral diocesana de Santo Antônio. Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz bispo da Campanha encerrou a assembleia com sua explanação e bênção há todos os presentes.

“Desejo que cada fiel, consagrados e consagradas desta igreja particular da Campanha, assumam seu papel significativo como sujeitos ativos da missão evangelizadora e protagonistas de uma sociedade mais humana e mais justa”. Evangelizar é dever da igreja. Nesta ação ela escuta, dialoga e encontra afim de que possa servir como testemunha de Cristo (E.G.; 27-33). Que o Espírito Santo nos transforme e nos conduza na direção do Reino de Deus. (p.f. 4 p.8 IV Plano Diocesano de Pastoral de Conjunto – Voz do pastor – Dom Pedro Cunha Cruz)

Por Bruno Henrique Santos / Gestor do Portal Terra de Santa Cruz  

Dom Pedro Cunha Cruz lança a CF2017 abrindo o tempo quaresmal na Diocese da Campanha

Fiéis lotaram a Catedral Diocesana de Santo Antônio em Campanha/MG na última quarta-feira 01 de março na Santa Eucaristia que marcou a abertura do tempo quaresmal e da Campanha da Fraternidade 2017 na diocese da Campanha com benção e imposição das Cinzas.

A santa missa foi celebrada por Vossa Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo titular da Diocese da Campanha. Concelebrou a solene eucaristia, o Reverendíssimo Cônego Luzair Coelho de Abreu, chanceler do bispado da Campanha, pároco e Cura da Catedral de Santo Antônio e pelo Reverendo Padre Edson Pereira Oliveira, reitor do seminário propedêutico São Pio X e vigário paroquial. Esteve presente também o Senhor Diácono Wendel Rezende como toda comunidade paroquial.

Em sua homilia Dom Pedro destacou a conversão verdadeira para uma nova vida. O tempo da quaresma é quarenta dias que percorremos buscando a graça da conversão espiritual, comunitária e social. É um tempo marcado pela escuta da palavra de Deus; da reconciliação com Deus e com os irmãos. É o renovar d avida cristã. Destacou e explicou o sentido da imposição das cinzas e se alegrou em ver a quantidade de pessoas presentes na celebração como também nas outras que ocorreram no decorrer da última quarta-feira (Cinzas). Dom Pedro aproveita a ocasião para firmar um compromisso com fiéis, lançando um desafio a todos, pedindo-lhes que façam deste tempo quaresmal um bom e santo retiro espiritual e indicando o caminho para que possam bem viver este tempo; participando das celebrações dominicais, buscando a confissão e o perdão; um conhecimento e aprofundamento intenso na santa palavra de Deus através das liturgias de cada domingo da quaresma.

Destaque para Campanha da Fraternidade 2017 que se se insere exatamente neste tempo quaresmal, pois visa gerar para os fiéis e a sociedade uma conversão pessoal, comunitária e social. Neste sentido a igreja quer conscientizar a todos sobre o cuidado da criação, o cuidado com a casa comum através dos biomas brasileiros. A igreja tem consciência que a sua missão no processo de evangelização dos povos, inclui e prioriza a defesa da vida como dom e presente de Deus.

Veja a homilia completa de Dom Pedro no vídeo abaixo

Após a homilia, seguiu-se o rito de bênção e imposição das cinzas. As cinzas nos lembram de que, somos pó, do pó viemos, e pó voltará a ser, “convertei-vos e credes no evangelho” logo após seguiu-se o rito da celebração.

Ao final da santa missa, Dom Pedro leu a mensagem enviada pelo santo padre o Papa Francisco aos fiéis do Brasil por ocasião da Campanha da Fraternidade 2017, que este ano nos trás o tema: Fraternidade Biomas brasileiros e defesa da vida; e o lema: “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2, 15) por fim, com base na CF2017 o senhor Bispo faz um apelo para que defendamos o Circuito das águas presente em nossa região diocesana e o nosso solo rico em minérios abrangendo todo nosso estado de Minas Gerais.

Vejam fotos no álbum-> Facebook Terra de Santa Cruz 

Por Bruno Henrique/ Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

Ordenação Sacerdotal do Diácono Clayton Gregório Evaristo – Diocese da Campanha/MG – “Farei de ti pescador de homens”

“Ser padre é uma entrega total a vivencia do evangelho”. (Dom Pedro Cunha Cruz)

Cerca de 450 pessoas estiveram presentes na Ordenação Sacerdotal do Diácono Clayton Gregório Evaristo

A celebração aconteceu neste dia 11 de fevereiro, na Catedral Diocesana de Santo Antônio em Campanha/MG.  Leigos e padres de diversas paróquias, comunidades e de outras dioceses foram recepcionadas com orientação para estacionamento de ônibus entre outros veículos, acolhida e um café preparado pelas lideranças da paróquia Santo Antônio da Campanha.

P1040716.JPGPresidiu a Santa Eucaristia a sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha, concelebrou a santa missa o Vigário Geral Diocesano Reverendíssimo Monsenhor Cônego José Douglas Baroni, o Chanceler do Bispado, pároco e Cura da Catedral Cônego Luzair Coelho de Abreu, os Reverendíssimos Padres Sérgio Monteiro, Edvar Rodrigues Rangel e demais presbíteros da diocese da campanha, Itapecerica da Serra – SP e Campinas-SP.

Entre seminaristas, religiosos e diáconos, se fez presente, membros da Comunidade Canção Nova de Cachoeira Paulista – SP. A família do neo sacerdote, participou da celebração juntamente com os padrinhos e madrinhas do eleito.

A celebração

O rito da missa seguiu-se normalmente, após a homilia foi realizado o rito da ordenação sacerdotal. Em um gesto de humildade, o eleito se deitou no chão, demonstrando-se, dispostos ao despojamento e à humildade. (Neste momento entoa-se a ladainha de todos os santos com todos de joelhos) Em seguida foi o momento de ungir as mãos do novo padre. O óleo do crisma simbolizou a unção do Espírito Santo, permitindo-lhes, a partir daquele momento, exercer as funções exclusivas a um sacerdote.

Após o rito da unção das mãos, ele recebeu a bênção e os cumprimentos de todos os padres presentes. Conheça e saiba mais sobre o RITO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL AQUI

Primeiros passos

O neo-sacerdote Pe.Clayton Gregório Evaristo exercerá os primeiros momentos do sacerdócio na paróquia de São Gonçalo do Amarante em São Gonçalo do Sapucaí/MG como vigário paroquial.

Mensagem Final Portal Terra de Santa Cruz

Ao querido amigo ordenado sacerdote neste dia que fazemos memória de Nossa Senhora de Lourdes, deixamos nosso abraço e felicitações de um ministério sacerdotal santo, eficaz  e de grandes realizações, que seja um verdadeiro pastor, zeloso, humilde e que cuide bem de suas ovelhas. Que seja sinal de Cristo por onde passar. Que Deus abençoe o novo Padre da Diocese da Campanha.

Texto: Por Bruno Henrique Santos/ Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

PORTAL TERRA DE SANTA CRUZ – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO 

Diocese da Campanha ganha três novos Padres – Ordenação Presbiteral de Jean, Saymont e José Rodrigo

Cerca de 800 pessoas estiveram presentes na Ordenação Presbiteral dos Diáconos Jean Sterferson, Saymont Aloísio e José Rodrigo.

A celebração aconteceu neste dia 19 de novembro, na Catedral Diocesana de Santo Antônio em Campanha/MG. Caravanas de diversas paróquias foram recepcionadas com orientação para estacionamento de ônibus entre outros veículos, acolhida e um café preparado pelas lideranças da paróquia Santo Antônio da Campanha.

Presidiu a Santa Eucaristia a sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha, concelebrou a santa missa, sua Excelência Reverendíssima Dom Diamantino Prata de Carvalho, bispo emérito da diocese da Campanha, o Vigário Geral Diocesano Reverendíssimo Monsenhor Cônego José Douglas Baroni, o Pároco e Cura da Catedral Diocesana Cônego Luzair Coelho de Abreu, os Reverendíssimos Padres Lucas Reis Pereira, Alex José Adão, Silvane Vitor Elias, os Excelentíssimos Senhores Padres Reitores das três casas de formação propedêutica, filosófica e teológica Edson Pereira Oliveira, Carlos Henrique Machado Paiva, Sérgio Monteiro e demais presbíteros da diocese da campanha.

Entre seminaristas, religiosos e diáconos, se fez presente as paróquias mães de cada um dos sacerdotes ordenados assim como as paróquias nas quais eles estão e continuaram a trabalhar exercendo seus ministério, agora Sacerdotal.

As famílias dos neo sacerdotes, participaram da celebração juntamente com os padrinhos e madrinhas de cada eleito.

O canto litúrgico ficou a cargo do Coral da Paróquia Nossa Senhora das Dores de Boa Esperança/MG que abrilhantou toda celebração com lindas e belas canções.

Durante a homilia, Dom Pedro reforçou a alegria da diocese em receber novos sacerdotes e pediu que a humildade prevaleça nos trabalhos que cada um dos três vão exercer em suas respectivas paróquias, ainda colocou a importância de ser sacerdote de exercer esse ministério com seriedade e piedade cuidando de suas ovelhas, acolhendo a todos sendo o Cristo na vida das pessoas. “Ser padre é uma entrega total a vivencia do evangelho”.

A celebração

O rito da missa seguiu-se normalmente, após a homilia, foi realizado o rito da ordenação sacerdotal. Em um gesto de humildade, os três se deitaram no chão, demonstrando que estão dispostos ao despojamento e à humildade. Em seguida foi o momento de ungir as mãos dos novos padres. O óleo da crisma simbolizou a unção do Espírito Santo, permitindo-lhes, a partir daquele momento, exercer as funções exclusivas dos sacerdotes.

Após o rito, os novos sacerdotes receberam a bênção e os cumprimentos de todos os padres presentes. Conheça e saiba mais sobre o RITO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL AQUI

Primeiros passos

Os primeiros passos dados pelos padres recém ordenados serão dados em caminhos já conhecidos. Eles exercerão os primeiros momentos do sacerdócio nas paróquias em que já trabalhavam na função de diáconos.

Padre Jean permanecerá na Paróquia Nossa Senhora das Dores, em Boa Esperança/MG. O sacerdote Saymont Aloísio, será vigário paroquial na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Itanhandu/MG. Já o padre José Rodrigo segue na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Ilocínea/MG.

Mensagem Final Portal Terra de Santa Cruz

Aos queridos amigos ordenados sacerdotes neste dia, deixamos nosso abraço e felicitações de um ministério sacerdotal feliz e de grandes realizações, que sejam verdadeiros pastores, zelosos, humildes e que cuidem bem de suas ovelhas. Que sejam sinal de Cristo por onde passar.

Deus abençoe os três novos Padres da Diocese da Campanha.

Texto: Por Bruno Henrique Santos/ Gestor do Portal Terra de Santa Cruz 

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PORTAL TERRA DE SANTA CRUZ – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO

OS FRUTOS DO ANO JUBILAR – Por Dom Pedro Cunha Cruz

No próximo dia treze de novembro, a pedido do papa Francisco, as igrejas particulares de todo mundo (Orbe) estarão encerrando o Ano Jubilar da Misericórdia. O mesmo acontecerá em Roma (Urbi) na Solenidade de Cristo Rei. Tendo sido uma forte e marcante experiência vivida por todos nós da Igreja, cada um poderá perceber o quanto foi rico e oportuno este Ano Santo. Os seus frutos, certamente, são indescritíveis; já que foi um impulso para todos os cristãos testemunharem a sua fé com mais entusiasmo e convicção, falando de Deus aos destinatários de nosso tempo de forma nova e compreensível.

A imagem de uma “mãe amorosa de todos, benigna, paciente, cheia de misericórdia e bondade” (MV, 4), tão bem descrita por São João XXIII na abertura do Concílio Vaticano II, foi resgatada e revitalizada com este Jubileu da misericórdia; permitindo não só que olhássemos a força de nossa limitação, mas muito mais a plenitude do perdão de Deus que é sempre maior do que qualquer pecado. Sendo assim, o fruto mais imediato deste ano foi a tomada de consciência de que ninguém pode colocar limite ao amor de Deus que perdoa sempre. Partindo deste princípio, ninguém pode se excluir ou se privar deste amor.

Além da experiência de dar e receber o perdão, as obras de misericórdia propostas pela bula da misericórdia, tiveram o propósito de nos desinstalar de uma fé cômoda, pois somente um autêntico coração misericordioso é capaz de colocar-se a serviço do próximo. Assim é que as referidas obras espirituais e corporais encontram seu valor e sua eficácia. Aprendemos que Deus não é um amor abstrato, mas concreto, e que sua misericórdia é eterna. Por isso, anunciamos ao mundo que todos somos filhos da misericórdia; e como filhos, fomos educados ainda mais à prática da misericórdia e chamados a ser seus mensageiros.

Por fim, se o jubileu significa alegria e ação de graças, com boa razão cantamos, incansavelmente, o refrão “Misericordiosos como o Pai” (misericordiae sicut Pater), que significa perdoar sempre; perdoar radicalmente e alegrar-se em perdoar. Este foi e deve ser o nosso programa de vida. Foi um ano para todas a pessoas de boa vontade, onde a Igreja procurou dar respostas às inquietações do mundo atual e provocou cada um a fazer a experiência daquilo que constitui a expressão do Ser mesmo de Deus, isto é, Amor (Caritas).

† Dom Pedro Cunha Cruz – Bispo da Diocese da Campanha

Acesse: www.diocesedacampanha.org.br

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