Arquivo da categoria: Defesa da Vida

Formação da CF2017 – Cultivar e guardar a criação Forania N.Sra das Fontes – Diocese da Campanha/MG

A campanha da fraternidade é realizada todos os anos pela Igreja Católica no Brasil.

A CF 2017 nada mais é do que uma campanha que envolve a comunidade com diversas ações pastorais em todas as regiões do Brasil.

A Campanha da Fraternidade é marcada pelo empenho de todos em favor da solidariedade e fraternidade, sempre abordando temas atuais, que a cada ano propõe uma transformação social e comunitária, seja ela em desafios sociais, econômicos, culturais e até mesmo religiosos, onde toda a população envolvida na Campanha da Fraternidade é convidada a ver, julgar e agir.

Este ano a campanha vem com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15).  “Cultivar e guardar nasce da admiração”! A beleza que toma o coração faz com que nos inclinemos com reverência diante da criação e de tudo que Deus criou. A iniciativa alerta para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros que tem sofrido diversas perdas e tem sido explorada de formas erradas por grandes empresas e sentido fortemente o mau cuidado do ser humano. A natureza clama por socorro, sobrevivência.

Bioma é uma unidade que agrupa diversos organismos de acordo com as condições físicas de um mesmo ambiente, como microclima, solo, altitude, temperatura e umidade. Deste modo, é possível generalizar e encontrar semelhanças em espécies animais e vegetais que habitam um mesmo espaço, mesmo que estas não possuam nenhum parentesco entre si. O termo, que pode ser entendido como um ecossistema em larga escala, foi usado pela primeira vez na década de 1940 pelo ecologista norte-americano Frederic Clementes.

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Diversas dioceses do país inteiro estão realizando formações com base nas diretrizes e texto base da CF2017 lançado pelo CNBB assim levando até as paróquias e comunidades a importância de vivenciar e por em prática a proposta da CF2017. Em nossa Diocese da Campanha, foram realizadas as formações divididas por foranias. Todas as foranias se reuniram no dia 12 de fevereiro (domingo) para apresentar as lideranças das paróquias que compõem cada forania a Campanha da Fraternidade 2017 e sua proposta do cuidar e cultiva a criação.

A forania Nossa Senhora das Fontes se reuniu no Salão Paroquial Santo Antônio em Campanha/MG, a formação ficou a cargo dos membros do GRADI (Grupo de Assessores Diocesano) Mirian de Oliveira Cristiano Nascimento e Antônio Tadeu Pires ambos da paróquia Sagrado Coração de Jesus – Cotia – Três Corações/MG. Estiveram presentes no encontro diversos membros de pastoral e conselhos das paróquias pertencentes à forania Nossa Senhora das Fontes.

A formação foi bastante produtiva abordando a realidade dos biomas brasileiros nos dias atuais e vendo as necessidades de cada região e mostrando os caminhos para uma formação consciente de modo que as pessoas contemplem o meio ambiente de uma forma mais cristã.

Os principais biomas terrestres no Brasil são a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica, a Caatinga, os Pampas e Pantanal que juntos ocupam todo território brasileiro. Em nossa diocese destacamos a Mata Atlântica que está em nosso território e foi alvo de debates e rodas de conversas durante a tarde de formação.

Foi colocado em questão o processo de conscientização de nossos padres, leigos, instituições, órgãos públicos e famílias em geral. A ideia é fazer com que todos se envolvam por está causa do cuidado da casa comum e tenham consciência de que é importante o trabalho eficaz de cada um pelo bem e cuidado da “MÃE TERRA”.  A Campanha da Fraternidade sugere que durante a Quaresma, que se inicia na Quarta-feira de Cinzas (um de março), todos cristãos busque viver a experiência de uma espiritualidade franciscana, de modo que se torne uma atitude comum e concreta para a vida humana e terrestre.

14721679_1299540356746363_4839742973252826501_n“São Francisco, o grande defensor do meio ambiente, nos ensina com a sua vida e com seus escritos que a natureza não pode ser manipulada muito menos tratada como objeto de lucro, pelo contrário, a natureza é a nossa irmã, o bioma faz parte do nosso relacionamento fraterno”. Já diz um ditado antigo: Deus perdoa sempre, o Homem às vezes, a Natureza nunca.

Que essa campanha da fraternidade possa ser para nós um incentivo a mudar nossas ações com a natureza que possamos cuidar daquilo que Deus nos deu e que acima de tudo, o nosso coração esteja voltado à graça do Pai nesta quaresma, tempo propício para mudança de vida, hábitos e uma profunda conversão ao evangelho de Jesus Cristo e uma consciência ampla sobre o cuidado das coisas de Deus.

Agradecemos os membros do GRADI que se colocaram disposição para passar a formação sobre a CF2017.

Conheça a NATUREZA E MISSÃO DO GRADI: O GRADI é o Grupo de Assessores Diocesanos e, como tal, assessora a Coordenação Diocesana de Pastoral na sua missão própria. Como grupo de assessoria tem natureza consultiva. Sua missão é colaborar com a Coordenação Diocesana de Pastoral na reflexão e na formação e dinamização pastoral da Diocese, falando em seu nome e transmitindo o seu pensamento.

Texto de Bruno Henrique Santos/Gestor do Portal Terra de Santa Cruz 

FOTOS: Miriam de Oliveira Cristiano Nascimento – (GRADI)

CONHEÇA O HINO DA CF2017

https://youtu.be/Ja693wVcyjQ?t=106

O hino da Campanha da Fraternidade 2017 foi escrito pelo Padre José Antônio de Oliveira e música de Wanderson Luiz Freitas.
Acesse: http://www.campanhadafraternidade2017… e saiba mais .

Segue a letra do hino abaixo.

01 – Louvado seja, ó Senhor, pela mãe terra,
que nos acolhe, nos alegra e dá o pão (cf. LS, n.1)
Queremos ser os teus parceiros na tarefa
de “cultivar e bem guardar a criação.”

Refrão:
Da Amazônia até os Pampas,
do Cerrado aos Manguezais,

chegue a ti o nosso canto
pela vida e pela paz (2x)

02 – Vendo a riqueza dos biomas que criaste,
feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom!
E pra cuidar a tua obra nos chamaste
a preservar e cultivar tão grande dom (cf. Gn 1-2).

03 – Por toda a costa do país espalhas vida;
São muitos rostos – da Caatinga ao Pantanal:
Negros e índios, camponeses: gente linda,
lutando juntos por um mundo mais igual.

04 – Senhor, agora nos conduzes ao deserto
e, então nos falas, com carinho, ao coração (cf. Os 2.16),
pra nos mostrar que somos povos tão diversos,
mas um só Deus nos faz pulsar o coração.

05 – Se contemplamos essa “mãe” com reverência,
não com olhares de ganância ou ambição,
o consumismo, o desperdício, a indiferença
se tornam luta, compromisso e proteção (cf LS, n.207).

06 – Que entre nós cresça uma nova ecologia (cf LS, cap.IV),
onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim,
possam cantar na mais perfeita sinfonia
ao Criador que faz da terra o seu jardim.

PORTAL TERRA DE SANTA CRUZ – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO

CF2017: O urgente desafio de despertar a consciência coletiva ambiental e uma conversão pessoal e comunitária.

A CF2017 vem com o tema ‘Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida’ e o lema ‘Cultivar e guardar a criação’ a Campanha de 2017, nos mostra a urgência do despertar das pessoas, para uma consciência coletiva ambiental e uma conversão pessoal e comunitária. Esse despertar deve começar primeiramente nas pequenas e grandes comunidades das diversas paróquias/dioceses de nosso país

Padre Leandro Alves de Souza que é o assessor da Campanha da Fraternidade da sub-região pastoral de Aparecida (SP), vai nos explicar no texto abaixo a importância da conscientização sobre as ações direcionadas ao meio ambiente. A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) traz a reflexão sobre os biomas brasileiros (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal) na Campanha da Fraternidade desse ano.

“O grande desafio da Campanha da Fraternidade 2017, como em todos os anos, é a formação da consciência de modo que as pessoas contemplem o meio ambiente de uma forma mais cristã”, enfatiza padre Leandro Alves de Souza. 

O sacerdote cita o livro de Gênesis que fala da criação do mundo, dando o exemplo do limite colocado por Deus ao proibir o homem de comer o fruto da árvore, explicando que “o ser humano não é capaz de perceber se as suas ações são boas ou ruins, precisando de fato da luz de Deus” Como base nisso, a Igreja vê a necessidade de refletir cada vez mais a importância do pensamento coletivo, de uma responsabilidade assumida verdadeiramente com respeito ao próximo e à natureza, como princípios de um bom cristão.

“Outro grande desafio é esse individualismos acentuado que a gente vive. Vimos há alguns anos essa a crise hídrica enfrentada no estado de São Paulo. E ficou claro que muitas pessoas só tomavam consciência do problema se abrissem a torneira e não caísse um pingo d’água. A gente continuou vendo o desperdício, atitudes totalmente irresponsáveis. Então na verdade o grande desafio nosso é despertar essa consciência coletiva”, expressou padre Leandro.

Para contribuir na formação das pessoas e incentivar ações que favoreçam o meio ambiente e as gerações futuras, a CNBB preparou uma série de atividades como via-sacra, círculo bíblico, temas para reflexões em família e celebração penitencial. Padre Leandro aponta que essas reflexões são urgentes e necessárias e deixa uma pergunta, que em sua opinião, deveria nortear as atitudes de cada pessoa:

“Qual o mundo ou qual o meio ambiente entregaremos para os filhos, para os netos, para as gerações futuras?”

“Até quando o ser humano vai tratar a natureza simplesmente com objeto de lucro…?
Padre Leandro levanta um questionamento preocupante: “Até quando o ser humano vai tratar a natureza simplesmente com objeto de lucro, manipulando-a cada vez mais, sem pensar nas consequências futuras”?”.

Ele destaca alguns gestos concretos que podem motivar a política pública a criar ações que promovam um meio ambiente sustentável como incentivar projetos de lei que proíbam, por exemplo, o uso de agrotóxicos, cobrar dos políticos atenção aos malefícios que as queimadas e a poluição urbana provocam e incentivar a participação dos leigos e leigos nos conselhos paritários, como o Conselho Municipal do Meio Ambiente.

O assessor da Campanha da Fraternidade sugere que durante a Quaresma, que se iniciam na Quarta-feira de Cinzas (um de março), os cristãos busque viver a experiência de uma espiritualidade franciscana, de modo que se torne uma atitude comum e concreta para a vida.

“São Francisco, o grande defensor do meio ambiente, nos ensina com a sua vida e com seus escritos que a natureza não pode ser manipulada muito menos tratada como objeto de lucro, pelo contrário, a natureza é a nossa irmã, o bioma faz parte do nosso relacionamento fraterno”, concluiu padre Leandro.

Referências:  a12.com

 

O que é Bioma

Bioma é uma unidade que agrupa diversos organismos de acordo com as condições físicas de um mesmo ambiente, como macroclima, solo, altitude, temperatura e umidade. Deste modo, é possível generalizar e encontrar semelhanças em espécies animais e vegetais que habitam um mesmo espaço, mesmo que estas não possuam nenhum parentesco entre si. O termo, que pode ser entendido como um ecossistema em larga escala, foi usado pela primeira vez na década de 1940 pelo ecologista norte-americano Frederic Clements.

Principais Biomas Terrestres

Os principais biomas terrestres são: florestas tropicais, temperadas e coníferas; savanas; desertos; chaparral; campos temperados; zonas de montanha; e tundra. No Brasil, os maiores são a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica, que juntos ocupam mais de 80% do território brasileiro.


Por Portal Terra de Santa Cruz – Serviço da Evangelização 

 

FEMINISMO E ABORTO — EMANCIPAÇÃO DA MULHER E LIBERDADE DA MÃE MATAR O FILHO? UMA UTOPIA EQUIVOCADA.

Decidimos postar novamente este artigo retirado da Folha de São Paulo, estamos em um momento em que a mídia apoia de forma descarada este movimento chamado feminismo e o aborto, duas ideologias que assolam nossas virtudes, valores e desafiam nossa própria lógica e razão, querem por toda leia dizer manipuladamente que o aborto deve ser liberado com a pequena frase “Meu Corpo, minha regra” . A Mídia precisamente a Rede Globo de Televisão tem investido pesado na divulgação asquerosa do aborto com vídeos usando seus artistas, logo estará nas novelas tais atos como esse, por isso vamos entender um pouco mais da legalização do aborto e os direitos da mulher de matar seu próprio filho que ainda está em seu ventre, algo absurdo que não dá para acreditar . Leia abaixo. 

A legalização do aborto é considerada, infelizmente, uma das leis que indicam a modernidade de um país: De fato, a possibilidade de abortar assinala — na opinião de muitos — uma meta indiscutível no processo de libertação da mulher, a ponto de se entender o aborto como um “direito da mulher” que deve ser defendido a todo custo.

É terrível pensar que a liberdade das mulheres deva ser medida em relação à morte de outro ser humano, o qual, além de tudo, é o mais fraco dos seres, um filho que depende da mãe para virão mundo. É um terrível equívoco acreditar que a emancipação das mulheres possa fundamentar-se sobre essa legalização, inclusive porque, para a mulher, o aborto é sempre um momento de dor, dor física e psíquica, de autodestruição e não apenas de destruição. Ônus? Para se igualar aos homens, elas não precisam se libertar da maternidade.

Esse erro nasce de um conceito equivocado de emancipação, da ideia de que, para se igualarem aos homens, as mulheres devam tornar-se como eles, ou seja, libertar-se da maternidade, aliviar-se de um ônus que é também um mistério maravilhoso, graças ao qual elas se tornam criadoras de uma maneira inigualável, que as faz protagonistas de uma relação extremamente intensa e especial com outros seres humanos, únicas, diferentes.

É uma ideologia perigosa, uma das várias utopias equivocadas da modernidade que quer garantir a igualdade das mulheres apagando toda diferença, e particularmente a diferença que constitui sua especificidade:
a maternidade.

Nos países em que o aborto foi legalizado há dezenas de anos, e é realizado em entidades públicas, já se começa a falar do desconforto que essa intervenção provoca em todos os que nela atuam: médicos e enfermeiros — embora favoráveis à liberdade de abortar — pedem para trabalhar em turnos breves por se sentirem deprimidos e desmotivados quando destinados por longas horas a esse tipo de ocupação.

Sem falar nas mulheres que o sofrem, embora por sua livre escolha e vivendo num contexto cultural que não as julga de maneira negativa, mas, ao contrário, considera o aborto um direito como outro qualquer.

Hoje, depois de muitas intervenções, médicos e psicólogos sabem que são extremamente frequentes as depressões pós-aborto, cuja manifestação pode ocorrer anos depois do episódio médico, aparentemente esquecido.

Aliás, o próprio fato de vivenciá-lo com leviandade, de enfrentá-lo como uma intervenção qualquer, torna mais difícil a aceitação do pesar e, portanto, as mulheres têm dificuldade em reconhecer e encarar a dor que ele acarreta.

É como se se submetessem a uma tortura e depois fossem informadas de que esse é um direito que deve ser defendido.

Uma tortura que não envolve apenas a mãe.

As descobertas mais recentes sobre a constituição biológica do feto revelam que algumas terminações nervosas já estão formadas 40 dias depois da concepção; portanto, a ideia de que os fetos não sofram no aborto não passa de uma mentira piedosa. Tanto é verdade que já se aventou a possibilidade de submeter o feto destinado ao aborto a uma anestesia…

São reconhecimentos dramáticos, que se contrapõem à leviandade ideológica com que a intervenção é considerada e defendida nas batalhas pró-aborto, enganando mais uma vez as mulheres, induzindo-as a um conformismo “politicamente correto” que prejudica somente elas.

A legalização do aborto possibilita — e em geral realiza imediatamente — a seleção eugenética dos nascituros: os exames pré-natais distinguem nitidamente entre crianças saudáveis e crianças doentes, e as mães são aconselhadas pelos médicos a eliminar o feto doente “pelo seu próprio bem”.

Inútil dizer que as associações de portadores de deficiências não se cansam de declarar que eles estão felizes por ter nascido: a mentira continua prosperando.

E se depois se constata que a medicina não é uma ciência exata, e uma criança sadia foi eliminada, paciência! É curioso notar que nesses casos ninguém processa o médico — mas se o médico errou prometendo um filho saudável, e este nasce “imperfeito”, imediatamente se desencadeiam
batalhas legais.

A legalização do aborto induz inclusive alguns casais a pediremindenizações por um filho imperfeito, indiferentes ao fato de que ele está ali, diante deles, assistindo a uma ação legal que revela que os pais acham que teria sido melhor que ele não tivesse nascido.

O aborto, e a possibilidade legal de retirar um embrião ou um feto do único lugar em que ele está protegido, o útero materno, favoreceram o surgimento das novidades biotecnológicas que hoje permitem “fazer” filhos de “proveta” em balcão de laboratório,escolher os embriões melhores, modificá-los, inserir no processo de concepção óvulos ou embriões diferentes dos solicitados pelos pais, como um produto, um artefato.

E, portanto, todos os graves problemas de bioética decorrentes do processo.

Além disso, a legalização do aborto introduz em nossas democracias uma forte contradição, que enfraquece o próprio conceito de igualdade de todos os seres humanos; de fato, ela implica existirem seres indignos de nascer, que não são iguais aos outros.

Retirado “O Estado de S. Paulo”, domingo, 8 de março de 2015″

Por Portal Terra de Santa Cruz 

 

Campanha abortista de globais é o segundo vídeo mais reprovado da história do YouTube

O vídeo “Meu Corpo, Minhas Regras”, um promocional abortista estrelado por atores globais, atinge uma meta histórica: É o segundo vídeo mais reprovado da história do YouTube. Com incríveis 85% de reprovação, o vídeo que foi escandalosamente defendido pela grande mídia  tem um índice enorme de rejeição. A marca foi atingida em apenas 10 dias.

Não curti

Neste momento o vídeo perde apenas para o clipe da cantora norte americana Rebecca Black que teve uma taxa de 88% de deslike.

No entanto, o vídeo se mostra um forte concorrente a tomar a posição do clipe da Rebecca. ( http://fidespress.com)

Se tudo continuar nesse ritmo, poderemos em breve gritar junto a Galvão Bueno: Ééééééééé do Brasil, e ainda criar a #ÉéédaRedeGloboooooo, teriam eles audiência ? Não, ficariam em primeiro lugar no twtter como assunto mais comentado? Também não.

Isso é para mostrar que não adianta Rede Globo ou qualquer outro meio de comunicação do País fazer apologia ao aborto porque não vai vingar jamais, Deus é maior e seu povo respeita e ama a vida, somos todos a favor da Vida – diga não ao aborto!

Por Portal Terra de Santa Cruz

 

“Nada neste mundo pode me fazer voltar a realizar um aborto”

O aborto era uma prática corriqueira no trabalho do Dr. Anthony Levatino. Ele chegou a realizar mais de mil deles nos anos 80. Até que um acidente mudou a sua opinião sobre o assunto – e deu um giro de 180 graus na sua vida.

Em 1976, o obstetra e ginecologista Dr. Anthony Levatino tinha acabado de receber a sua graduação em medicina e era, sem sombra de dúvida, a favor do aborto. Ele defendia convicto o chamado “direito ao aborto” e acreditava que o tema não passava de uma decisão a ser tomada apenas entre uma mulher e o seu médico.

“Muitas pessoas se identificam como sendo contra (pro-life) ou a favor do aborto (pro-choice), mas, para a maior parte delas, nada disso as afeta pessoalmente, nada disso impacta as suas vidas do modo como eu queria que as impactasse”, diz Levatino em uma palestra para a associação Pro-Life Action League. “Mas, quando você é um obstetra ou ginecologista e se diz a favor do aborto, a coisa se torna bem mais pessoal, porque é você quem realiza os abortos e é você quem deve tomar a decisão de fazer aquilo ou não.”

Defensor do “direito da mulher sobre o próprio corpo”, Levatino tomou a sua decisão e aprendeu a fazer abortos no primeiro e segundo trimestres de gravidez. À época, trinta a quarenta anos atrás, o procedimento para interromper a gestação no segundo trimestre era a perigosa prática da injeção salina.

Nesse mesmo período, Levatino e sua esposa estavam lutando com problemas de fertilidade e começaram a pensar na possibilidade de uma adoção. O procedimento, porém, era complicado, sem falar da dificuldade em encontrar uma criança recém-nascida. “Foi a primeira vez em que comecei a ter dúvidas sobre o que estava fazendo, porque eu sabia bem que um dos motivos pelos quais é tão difícil achar crianças para adotar é que médicos como eu os estão matando em abortos“, disse Levatino.

Finalmente, em 1978, o casal adotou a sua primeira filha, Heather. Pouco depois disso, eles descobriram que estavam esperando outro filho. Até então, Anthony descreve uma vida “perfeitamente feliz” e diz que, apesar das primeiras dúvidas a respeito do aborto, ele voltou a realizá-los, sem maiores problemas.

Em 1981, depois de terminar a sua residência, Levatino fez um curso de obstetrícia e ginecologia que incluía um novo método de fazer abortos. Até então, o envenenamento salino era o método mais comum para os abortos de segundo trimestre, mas sempre trazia o risco de bebês nascessem vivos. Os procedimentos também eram caros, difíceis e exigiam que as mulheres entrassem em trabalho de parto. Levatino e seus companheiros foram treinados, então, para realizar o método chamado de “dilatação e evacuação” (D&E), que ainda é o mais comum hoje em dia.

Dr. Anthony Levatino

Em sua palestra, ele descreve exatamente como é realizar esse tipo de procedimento:

“Você pega um instrumento como esse, chamado fórceps, e você basicamente, a operação consiste em você literalmente dilacerar uma criança em pedaços. A sucção é apenas para o fluído. Todo o resto [do procedimento] consiste literalmente em desmembrar a criança, pedaço por pedaço, com esse instrumento de aborto.”

Ao longo dos quatro anos seguintes, Levatino realizaria em torno de 1.200 abortos, sendo 100 deles abortos tardios realizados por “dilatação e evacuação”.

Em um belo dia de junho de 1984, no entanto, sua vida viraria de ponta cabeça. Sua família estava em casa se divertindo com alguns amigos, quando, de repente, Levatino escutou o barulho de pneus freando na pista. As crianças tinham corrido para a rua e Heather havia sido atingida por um carro.

“Ela estava destruída”, ele explica. “Fizemos tudo o que podíamos, mas, naquela mesma noite, ela morreu, literalmente em nossos braços, no caminho para o hospital.”

Depois de um tempo, Anthony tinha que voltar ao trabalho. Um dia, agendaram para ele um aborto por “dilatação e evacuação”. Era o primeiro que ele iria fazer depois do acidente. Na cabeça de Anthony, nenhuma preocupação. Para ele, seria mais um procedimento de rotina que ele já tinha realizado várias vezes antes. Mas, não foi bem isso o que aconteceu.

“Eu comecei aquele aborto, peguei o fórceps, e literalmente quebrei um braço ou uma perna, e eu simplesmente parei naquele movimento”, ele diz. “Mas, sabe de uma coisa, quando você um aborto, você não pode parar. Se você não remove todos os pedaços – e não os ‘estende’ literalmente do lado da mesa de operação, sua paciente vai voltar, ou com uma infecção, ou com uma hemorragia, ou morta. Então, eu segui em frente e terminei aquele aborto.”

Quando concluiu, porém, Anthony estava começando a sentir uma mudança dentro de si:

Pela primeira vez na minha vida, depois de todos aqueles anos e todos aqueles abortos, eu olhei para aquele pilha de resíduos do lado da mesa e a única coisa que eu conseguia enxergar era o corpo de um filho. Eu não conseguia ver o grande médico que eu estava sendo. Não conseguia ver como tinha ajudado aquela mulher em sua crise. Não conseguia ver os 600 dólares que tinha acabado de fazer em 15 minutos. Tudo o que eu conseguia ver era o corpo do filho de alguém. Depois de perder a minha filha, tudo aquilo estava parecendo muito, muito diferente para mim.”

Anthony parou de realizar abortos tardios, mas continuou a prover abortos de primeiro trimestre nos meses seguintes, até ele finalmente perceber que matar um bebê com 20 semanas de gestação era exatamente o mesmo que matar um com nove ou mesmo duas semanas de gravidez. Ele tinha entendido que não importa quão grande ou pequeno seja um bebê, ele não deixa de ser uma vida humana. Desde fevereiro de 1985, Levatino nunca mais realizou um aborto e, diz ele, “não há absolutamente nenhuma chance” de que ele volte a fazer algum.

Teimando que nunca faria parte do movimento pró-vida – que, para ele, não passava de um “bando de loucos” –, Levatino foi eventualmente convidado a um jantar onde, ao contrário do que imaginava, ele conheceria pessoas inteligentes, homens que trabalhavam voluntariamente gastando o seu tempo – e a sua vida – para defender a vida dos que ainda não nasceram.

Hoje, Levatino faz conferências públicas sobre o assunto, especialmente para jovens, descrevendo-lhes com detalhes em que realmente consiste um aborto. Ele já deu o seu testemunho no próprio Congresso Federal, pedindo que o “aborto legal” acabe de uma vez por todas nos Estados Unidos da América.

Que o seu testemunho também ajude o Brasil a perceber a maldade da prática do aborto e a importância que há em uma sociedade defender os seus membros mais frágeis e indefesos: os não-nascidos.

Fonte: Live Action News

Tradução: Equipe CNP / Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

 

Entenda porque os atores da Globo estão em uma campanha a favor do aborto.

Muitas pessoas surpreenderam-se nesta semana com um vídeo de alguns atores da Rede Globo defendendo abertamente o aborto. Além disto, ridicularizam o fato de Nossa Senhora ter gerado e gestado, sendo virgem, seu Filho Jesus. Além de cometerem pelo menos um delito neste vídeo, a saber, incitação ao crime (promover o aborto é promover um crime!) e atentar contra nós crentes, vilipendiando nossa fé, as “estrelas” da televisão deste país mostram-nos algo bem maior: seu desespero.

Aborto Não

O que eles esperavam

Os defensores do assassinato das crianças estão desesperados, pois sua ideologia de morte está perdendo terreno cada dia mais. Vamos aos fatos: A Indústria do aborto, tão presente nos Estados Unidos, anseia muito pela legalização do aborto no Brasil, para ter mais um mercado consumidor onde possa faturar em cima do sofrimento de crianças e mães, por meio do procedimento em si, da venda de remédios e da comercialização dos corpos das crianças abortadas (clique aqui para ler a matéria) .

A Rede Globo e a mídia secular em geral, anseiam pela liberação do aborto porque este contribui para o seu projeto de Revolução cultural, cujo objetivo é destruir os valores cristãos na sociedade. Além disto, a vida promíscua que a maior parte destes midiáticos vive leva-os a querer a sua libertinagem ampliada a toda sociedade.

A própria ONU, usando da tática de manipulação da linguagem, ao defender nos países membros o “Direito Sexual e Reprodutivo” tem trabalhado arduamente para impor o aborto no mundo.

É sabido que, segundo os planos dos abortistas e pelo montante de dinheiro por eles investido, o aborto já deveria estar legalizado no Brasil há pelo menos uma década. O partido que há mais de dez anos está no poder se comprometeu com esta legalização.Clique aqui para ver a resolução.

A realidade

Não obstante toda ação para legalizar o aborto, isto não somente não aconteceu como a opinião pública tem sido cada vez mais contrária ao aborto, passando de 80% o número de brasileiros que desaprovam este assassinato.

Diversos países, além do Brasil, não obstante toda pressão política e financeira não têm avançado na liberação do aborto.

Para piorar as coisas para os abortistas a última eleição que tivemos para o Legislativo formou uma Casa ainda mais conservadora, impedindo que a legalização do aborto passe como lei.

Os defensores da vida têm se organizado de uma forma cada vez melhor no país, inclusive com ação política.

Por fim, estamos às vésperas de uma grande vitória pró-vida: logo irá para votação na Câmara o Projeto de Lei 5.069 que dirime as brechas na lei 12845 – sancionada pela Presidente Dilma em 2013 – que praticamente banaliza o aborto. Com sua aprovação o aborto continuará sendo um crime, os estupradores serão condenados e a indústria do aborto não poderá lucras às custas do drama alheio, clique aqui e veja o PL5069 – Por que apoiamos.

Por tudo isso os fautores da cultura de morte precisam criar filmes e campanhas publicitárias na tentativa de ganharem a opinião pública, sempre por meio da mentira e das meias verdades.

Se é verdade que a nossa luta é de Davi contra Golias, pois eles detêm a mídia, o dinheiro e a fama, nós detemos a verdade, algo que fala direto ao coração humano. Mas, assim como eles não descansam na busca de seu objetivo sórdido – o assassinato – muito mais nós – cidadãos comuns -devemos nos empenhar por um país de cultura de vida.

O que fazer? Não dê audiência para estes atores. Não assista a seus filmes e novelas. Esta deve ser a resposta do povo brasileiro aos promotores do assassinato de bebês. Não doe para o Criança Esperança. Conheça ações em defesa da vida próximas a você: em seu bairro, sua cidade, sua igreja e faça ali sua doação.
Informe-se sobre o PL 5.069 e divulgue-o, para que esta lei passe e o Brasil seja livre do aborto.

Clique abaixo

assine-ja

Texto: http://casaprovidami.com.br

Adaptação e Foto: Portal Terra de Santa Cruz

Um ataque aos direitos humanos |Quando a Igreja defende a lei natural, ela defende os próprios fundamentos dos direitos humanos

A insistência da Igreja Católica no combate à legalização do aborto e de outras práticas contrárias à família é fonte de muitas críticas. Não se consegue entender por que uma instituição religiosa poderia influenciar nas decisões políticas de um Estado que, a princípio, se declara laico. Assistimos a este tipo de argumentação, por exemplo, durante o debate acerca da Sugestão Legislativa 15/2014, a qual pretende “regular a interrupção voluntária da gravidez, dentro das doze primeiras semanas de gestação, pelo Sistema Único de Saúde”.

Corrente

 

Essa confusão sobre o papel da Igreja na sociedade tem sua origem em um problema bastante complexo para a mentalidade moderna, e que diz respeito aos próprios fundamentos dos direitos humanos. “A ideia do direito natural” é vista, nos dias de hoje, como “uma doutrina católica bastante singular, sobre a qual não valeria a pena discutir fora do âmbito católico, de tal modo que quase se tem vergonha mesmo só de mencionar o termo” [1]. Isso se deve basicamente a dois fatores: a) a cisão entre fé e razão, a qual gerou uma noção de lei natural rígida demais, sem a consideração de processos históricos; b) o surgimento da doutrina positivista, cuja explicação sobre o ser humano tende a reduzi-lo a uma natureza apenas funcional.

Há, no entanto, outro aspecto a ser considerado. A lei natural constitui um obstáculo à arbitrariedade, pois exige do indivíduo uma adequação às necessidades dos outros, de modo que as paixões não deteriorem a harmonia social. Ela assegura ao homem o direito à objeção de consciência frente a imposições injustas, mesmo quando aprovadas pela maioria ou por juízes aparentemente capazes. O próprio Hans Kelsen, um dos maiores opositores da lei natural, viu-se obrigado a evocá-la para condenar a perseguição nazista que sofreu.

Eis o ponto. Toda a luta a favor do aborto, como disse Padre Paulo Ricardo durante o debate, resume-se a uma luta contra o direito natural. Não se trata de uma defesa das minorias marginalizadas, não se trata de uma defesa das mulheres pobres e negras nem da saúde pública — apesar de insistirem muito neste discurso. O objetivo é bem outro: manipulação e poder.

A razão defende a lei natural

A luz da razão mostra-nos que existe uma verdade natural acerca do ser humano e que, precisamente por isso, deve existir uma coerência ética comum para que essa verdade seja respeitada como um direito inalienável da humanidade. Isso se expressa de maneira eloquente no desejo moral compartilhado por vários grupos étnicos, culturais e sociais ao longo da história. Em praticamente todas as sociedades de que se tem notícia, encontra-se uma máxima ligada à famosaregra de ouro, isto é, aquele conselho de não fazer aos outros aquilo que não queres que façam contigo. Vemos, assim, que a moral não é uma construção social, embora seja influenciada por esse aspecto. Trata-se de algo que corresponde às exigências do próprio ser.

Na tradição filosófica clássica, essa verdade sobre o homem e o meio à sua volta foi denominada lei natural. Aristóteles, talvez o maior expoente desse período, considerava moralmente lícito aquilo que correspondia à natureza [2]. Nesta visão, o Estagirita queria explicar que a busca do homem pela felicidade só poderia ser plenamente cumprida se houvesse um respeito à sua vocação. Aqui entra o papel de instituições como a família e o Estado.

O homem, para poder cumprir sua vocação, necessita de condições favoráveis ao seu agir moral. Nem todos os preceitos da lei natural são evidentes. Eles precisam ser refletidos e ponderados pela razão, para que possam ganhar clareza e força de adesão. No entanto, em um ambiente de vícios, em que se proliferem preconceitos, paixões e má vontade, o indivíduo facilmente tende a ignorar a lei natural, senão mesmo a repudiá-la [3]. Como explica Santo Tomás de Aquino, “a lei natural pode ser destruída do coração humano, seja por más persuasões, como se dão erros relativos às conclusões necessárias na ordem especulativa, seja por maus costumes e hábitos corruptos” [4]. Nestas condições, restam a anarquia e a lei dos mais fortes.

A partir disso, podemos intuir a função da família. Cabe a ela o dever de assegurar uma educação virtuosa, a fim de que os filhos mantenham-se sempre atentos à verdade. Para Aristóteles, as famílias “originam-se da necessidade de os seres humanos manterem-se vivos e protegerem e criarem seus filhos” [5]. E isso postula a complementariedade dos sexos. O Estado, por sua vez, tem a obrigação de proteger as famílias, ajudando-as a educar as crianças para as virtudes. Isso porque a pessoa é “anterior à sociedade e a sociedade é humanizadora somente quando responde às expectativas inscritas na pessoa enquanto ser social” [6].

Por isso a Igreja defende a lei natural. Defendê-la é defender o homem, como explicou o Papa Emérito Bento XVI no Congresso do Partido Popular Europeu, em 2006. A “tutela da vida em todas as suas fases”, o “reconhecimento e promoção da estrutura natural da família” e a “tutela do direito dos pais de educar os próprios filhos” são direitos humanos inegociáveis, que garantem a perfeita realização do ser humano [7]:

Estes princípios não são verdades de fé mesmo se recebem ulterior luz e confirmação da fé. Eles estão inscritos na natureza humana e, portanto, são comuns a toda a humanidade. A ação da Igreja de os promover não assume, por conseguinte, um caráter confessional, mas dirige-se a todas as pessoas, prescindindo da sua filiação religiosa. Ao contrário, esta ação é tanto mais necessária quanto mais estes princípios forem negados ou mal compreendidos porque isto constitui uma ofensa contra a verdade da pessoa humana, uma grave ferida infligida à própria justiça.

Uma antropologia manipuladora

As fundações internacionais — relativistas que são — negam a existência do direito natural e, por assim dizer, a inviolabilidade desses três valores defendidos não somente pela fé católica, mas, em primeiro lugar, pela racionalidade das coisas. Entendem a sociedade como uma massa de modelar, passível de modificações arbitrárias, pois, afinal, na origem de sua constituição, não haveria princípios elementares para a manutenção de um ambiente virtuoso, voltado para a realização do homem conforme sua própria natureza. Ao contrário. A sociedade atual, para esses ideólogos, seria apenas resultado de uma estrutura opressora, sustentada pelo discurso da Igreja e de outras instituições, no jargão marxista, burguesas.

Encontramos esse tipo de abordagem no livro Sociologia em movimento, comentado recentemente aqui no site. A moral sexual, segundo dizem, seria apenas “um meio de estabelecer relações de poder construídas historicamente nas sociedades ocidentais” [8].

As fundações Ford, Rockfeller, MacArthur e cia. puseram na cabeça que o grande mal da humanidade é o crescimento populacional. Até a década de 1950, a estratégia adotada para impedir novos nascimentos foi o apoio maciço à indústria contraceptiva. O método, porém, não obteve o resultado almejado. A partir da década de 1960, com o investimento em pesquisas sociológicas, essas mesmas fundações encontraram um meio de danificar o tecido social, incentivando o aborto e justificando todos os tipos de práticas sexuais desordenadas.

Essa é a razão da causa LGBT e da liberação do aborto estarem tão atreladas. Qualquer coisa que corrompa a sensibilidade humana para a lei inscrita em sua própria natureza serve como instrumento de manipulação. Tudo se resume a um grande engodo, como já mostramos aqui em outras ocasiões. Acompanhem o raciocínio: se, em matéria sexual, não existe verdade — não existe lei natural, diferentemente do que indica a razão —, mas apenas discursos para a legitimação de poderes “historicamente construídos”, acaso essa crítica não caberia também à própria sociologia desenvolvida pelos pesquisadores financiados por tais fundações? A rigor, a tese deles é esta: deixem de ser manipulados pela malvada Igreja Católica para serem manipulados por nós, as fundações internacionais, pois sabemos o que é melhor para a humanidade.

A “ditadura do relativismo”, para usar uma expressão do Cardeal J. Ratzinger, é a única tábua de salvação para essas fundações internacionais — em que pese todas as lacunas dessa ditadura. O que elas querem é o poder; por isso, precisam quebrar a coluna da sociedade, ou seja, destruir o direito natural, pois quando este é negado, o que resta é somente a “vontade do legislador que faz a lei” [9].

O que está em jogo nesta questão não é só a aprovação do aborto, que de per si já bastaria para protestarmos. Estamos diante de um ataque orquestrado aos fundamentos dos direitos humanos, sob uma falsa promessa de liberdade e defesa dos oprimidos. O aborto é só a ponta do iceberg.

Fonte : Christo Nihil Praeponere

Adaptação PTSC( Portal Terra de Santa Cruz)