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Festival da Padroeira: o exemplo de Pe. Zezinho aos jovens

O Brasil vem de uma semana importante e festiva pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Se não com a oração, com a devoção e o testemunho, pode ser a música a elevar nossa proximidade com a Mãe, tocando o coração principalmente dos jovens, ao abraçar essa nova e estimulante experiência de fé.

Padre Zezinho e sua canção “Oração pela Família”, conhecida internacionalmente e que o ajudou a ganhar um Disco de Ouro em 1991, foi interpretada junto a um grupo de padres no palco do Santuário de Aparecida, em São Paulo. O show de 10 de outubro fez parte do Festival da Padroeira para as comemorações dos 300 anos.

Entre os padres cantores que se apresentaram com canções marianas para homenagear Nossa Senhora estavam: Fábio de Melo, Reginaldo Manzotti, Joãozinho, Juarez, Omar, Marcos, Antônio Maria e Pe. Periquito. O cantor Daniel e Ziza Fernandes também participaram do show. Padre Zezinho, desde os 9 anos frequentando o Santuário, sabe o que significam esses 300 anos de Aparecida e a força que os padres e pastores têm para interceder pelos fiéis.

Pe. Zezinho – “Num testemunho bonito de unidade, 15 padres e o cantor Daniel, apresentado também com o Pe. Fábio de Melo, cantaram para Maria, cada um do seu jeito. Pe. Zezinho esteve junto, falando de Maria – a Maria que acompanhou o Filho desde Belém até a cruz. E dizíamos para o povo presente, em multidão: ‘Perto de Maria, perto de Jesus. Longe de Maria, longe de Jesus’ porque Maria sempre peregrinou com o Filho. Nos 300 anos da festa e da presença de Maria em Aparecida, com os seus sinais, estamos lembrando a presença da Igreja também. Foi muito bonito, foi uma festa impressionante e foi um jeito nosso de dizer: ‘Com Maria, sempre com Maria’. E, por isso, ‘com Jesus e sempre com Jesus’.

No canal da TV Aparecida no YouTube você pode conferir a participação de Pe. Zezinho no Festival da Padroeira (https://goo.gl/udE3bf).

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Acolhimento e xenofobia: dilemas da migração

Acolhimento, integração, xenofobia: os desafios da migração e suas consequências não dizem respeito somente à Europa ou aos Estados Unidos. Na África do Sul, por exemplo, há milhões de migrantes que querem residir legalmente no país.

Os campos de refugiados na África Austral remontam aos anos 70. Inicialmente, acolhiam pessoas da região. Com o passar dos anos, a situação foi se diversificando e se complicando com refugiados de Ruanda, Burundi, Mali, Somália, Etiópia e atualmente inclusive da Ásia, de onde chegam sobretudo mulheres vítimas do tráfico humano.

Ouça a entrevista com o sacerdote moçambicano Cláudio dos Reis, responsável pelo setor migrações da Imbisa, organismo que reúne os Bispos de nove países da região. Ele fala da geopolítica da região e do trabalho da Igreja em pressionar os governos na assistência aos refugiados:

Por Rádio Vaticano

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Roma: vigília missionária diocesana em São João de Latrão

Realizar-se-á na próxima quinta-feira (19/10), na Basílica de São João de Latrão, em Roma, a vigília missionária diocesana presidida pelo Vigário do Papa para a Diocese de Roma, Dom Angelo De Donatis.

No Brasil, coleta nacional das missões nos dias 21 e 22 deste mês.

O evento tem como tema “Ouvi o grito do meu povo”, extraído do livro do Êxodo 3, 7. Durante o encontro, o arcebispo dará o mandato missionário a alguns irmãos e irmãs da Diocese de Roma que partirão, este ano, para levar o Evangelho ao mundo.

Promovida pelo Centro diocesano de cooperação missionária entre as Igrejas, a vigília será uma introdução do Dia Mundial das Missões que a Igreja celebrará no próximo domingo, 22.

No encontro de quinta-feira próxima, se rezará pelo Pe. Maurizio Pallù sacerdote florentino da Diocese de Roma sequestrado na última quinta-feira, dia 12, na Nigéria, por uma milícia armada.

Além disso, dois missionários darão o próprio testemunho. Trata-se do Bispo de Djibuti, Dom Giorgio Bertin, Administrador Apostólico de Mogadíscio, na Somália, onde foi perpetrado o mais grave atentado da história do país, no último sábado (14/10), que causou mais de 300 vítimas e vários feridos. Italiano de Galzignano Terme, Província de Pádua, e franciscano, Dom Bertin desempenhou seu ministério na Somália junto com o Bispo Pietro Salvatore Colombo, assassinado em 1989. No final de seu testemunho, o bispo rezará com a Igreja romana pelo povo da Somália.

Despois, segue o testemunho do missionário do PIME Pe. Daniele Mazza, romano, que desde 2008 vive na Tailândia. Além do profícuo diálogo com os budistas, ele realiza atividades ligadas à educação e assistência às crianças abandonadas, deficientes e idosos.

Na mensagem para o Dia Mundial das Missões deste ano, sobre o tema “A missão no coração da fé cristã”, o Papa escreve: “Este Dia nos convida a refletir novamente sobre a missão no coração da fé cristã. De fato a Igreja é, por sua natureza, missionária; se assim não for, deixa de ser a Igreja de Cristo, não passando duma associação entre muitas outras, que rapidamente veria exaurir-se a sua finalidade e desapareceria. Por isso, somos convidados a interrogar-nos sobre algumas questões que tocam a própria identidade cristã e as nossas responsabilidades de crentes, num mundo baralhado com tantas quimeras, ferido por grandes frustrações e dilacerado por numerosas guerras fratricidas, que injustamente atingem sobretudo os inocentes”.

Seguindo essa exortação, o Centro diocesano de cooperação missionária entre as Igrejas irá propor um percurso de reflexão em cinco encontros que, a partir do mês de novembro, terá como tema menores, migração, tráfico de pessoas, desafios para a missão da Igreja e para a cidade de Roma.

A coleta do Dia Mundial das Missões será destinada às Pontifícias Obras Missionárias, através do Centro Missionário Diocesano que irá  distribui-la segundo as exigências dos vários países.

Por Rádio Vaticano

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Papa no Angelus: abrir-se à alegria, à paz e à liberdade do perdão

“O perdão não nega o erro sofrido, mas reconhece que o ser humano, criado à imagem de Deus, é sempre maior do que o mal que comete”. Por isto, quem experimentou “a alegria, a paz e a liberdade interior que vem do ser perdoado pode, por sua vez, abrir-se à possibilidade de perdoar”.

O Papa Francisco dedicou a sua reflexão que precede a oração mariana do Angelus ao perdão, inspirando-se na passagem de Mateus proposta pela liturgia do dia.

“Perdoar setenta vezes sete, ou seja, sempre”, é a resposta de Jesus a Pedro ao ser questionado por ele sobre quantas vezes deveria perdoar. Se para ele perdoar sete vezes uma mesma pessoa já parecia ser muito, “talvez para nós pareça muito fazê-lo duas vezes”, observou o Papa.

Jesus ilustra a sua exortação com a parábola do “rei misericordioso e do servo perverso, que mostra a incoerência daquele que antes foi perdoado e depois se recusa a perdoar”:

“A atitude incoerente deste servo é também a nossa quando recusamos o perdão aos nosso irmãos. Enquanto o rei da parábola é a imagem de Deus que nos ama com um amor tão rico de misericórdia, que nos acolhe, nos ama e nos perdoa continuamente”.

Com o nosso Batismo – recordou o Santo Padre – Deus nos perdoou de uma “dívida insolvível”, e continua a nos perdoar “assim que mostramos um pequeno sinal de arrependimento”. E Francisco nos dá um conselho quando temos dificuldade em perdoar:

“Quando somos tentados a fechar o nosso coração a quem nos ofendeu e nos pede desculpa, nos recordemos das palavras do Pai celeste ao servo perverso: “eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?”.

“Alguém que tenha experimentado a alegria, a paz e a liberdade interior que vem do ser perdoado pode, por sua vez, abrir-se à possibilidade de perdoar”, sublinhou Francisco, que recordou que “na oração do Pai Nosso, Jesus quis inserir o mesmo ensinamento desta parábola. Colocou em relação direta o perdão que pedimos a Deus com o perdão que devemos conceder aos nossos irmãos: “Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”:

“O perdão de Deus é o sinal de seu amor transbordante por cada um de nós; é o amor que nos deixa livres para nos afastar, como o filho pródigo, mas que espera a cada dia o nosso retorno; é o amor contínuo do pastor pela ovelha perdida; é a ternura que acolhe todo pecado que bate à sua porta. O Pai celeste é pleno de amor e quer oferecê-lo, mas não o pode fazer se fechamos o nosso coração ao amor pelos outros”.

Ao concluir, o Papa pede que “a Virgem Maria nos ajude a sermos sempre mais conscientes da gratuidade e da grandeza do perdão recebido de Deus, para nos tornarmos misericordiosos como Ele, Pai bom, lento para a ira e grande no amor”.

Por Radio Vaticano

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