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PE. VICTOR 2017: Em Campanha/MG, lançamento do Livro “Escravo Herói” com programação religiosa especial e cerca de 50 mil fiéis devem passar por Três Pontas/MG na festa do beato.

No dia 23 de Outubro a Igreja no Brasil em especial a Diocese da Campanha celebra os 112 anos de morte de Padre Victor o Campanhense trespontano primeiro beato negro do Brasil.
Para bem celebrar este dia, fiéis em Campanha acompanharão a procissão com a Imagem do Beato saindo da Catedral de Santo Antônio para o morro do cruzeiro (Caminho de Oração Beata Nhá Chica e Beato Pe. Victor inaugurado no dia 22 de Dezembro do ano de 2016) onde haverá a missa solene. A procissão sairá às 07h da manhã.
Às 18h haverá o lançamento do livro “ESCRAVO HERÓI” Uma história que jamais pode ser esquecida. O evento será em frente a casa onde nasceu o Beato Padre Victor em Campanha/MG.
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Três Pontas/MG
A população de Três Pontas já se prepara para os festejos do Beato Pe. Victor com a tradicional novena do beato, celebrações ao longo do dia na Matriz Nossa Senhora D’Ajuda onde se encontra o túmulo e relíquias do querido e amado beato Pe. Victor.
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Foto: Conexão Três Pontas

Durante a madrugada do sábado dezenas de fiéis do Beato participarão da procissão da penitência e da alvorada musical. Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz presidirá a Santa Missa na capela do Padre Victor, na zona rural.

Além dos romeiros e fiéis de Três Pontas, diversos religiosos e religiosas devem comparecer nas celebrações do dia 23/09 bem como o clero diocesano da Campanha e os seminaristas das três casas de formação tendo em vista que os da casa filosófica já estão à caminho da cidade em peregrinação a pé. (Foto abaixo)

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Foto: Marly De Azevedo

Conheça a história do Beato Padre Victor 

Beatificação
A missa de beatificação de Padre Victor aconteceu no dia 14 de novembro de 2015, no Campo de Aviação, em Três Pontas. A celebração foi presidida pelo cardeal Ângelo Amato, responsável pela Congregação da Causa dos Santos. Na ocasião, a prefeitura de Três Pontas também decretou ponto facultativo para as repartições públicas.

A data de beatificação foi marcada depois que o Vaticano reconheceu, em junho de 2015, um milagre atribuído à intercessão do Venerável. O pedido foi feito pela professora Maria Isabel de Figueiredo, que não podia engravidar. Foram dois anos de tratamentos e muitas desilusões, até que ela pediu ajuda a Padre Victor durante uma novena em 2009. Um ano depois, a professora conseguiu engravidar de uma menina, contrariando todas as previsões médicas.

Conheça o hino do Beato Pe. Victor – letra

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Beato Pe. Victor, rogai por nós! 

Por Portal Terra de Santa Cruz

Referências: G1.com e Conexão Três Pontas 

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Série Laudato Si, chega em seu último capítulo – confira! “Mudar de Rumo”

A série LAUDATO SI’ é uma adaptação radiofônica da ideia central que transpassa a encíclica do Papa Francisco: as mudanças climáticas estão arruinando a Mãe Terra e suas terríveis consequências prejudicam todos os seres vivos, especialmente os homens e mulheres empobrecidos por um sistema que já não se sustenta.

A ficção literária é que Francisco de Assis, que cantou ao irmão Sol e à irmã Água e que falava com as criaturas de Deus, tem agora a oportunidade de conversar com o Ar, os Peixes e os Pássaros, e também com o Ouro, o Milho Transgênico e a Chuva Ácida e com tantas criaturas que são cada vez mais afetadas pela irresponsabilidade dos seres humanos e suas empresas depredadoras do ambiente.

São 20 programas de uns 10 minutos cada um. Todos têm o mesmo objetivo: criar consciência sobre a indispensável cidadania ecológica. Sobre a urgência de mudar de rumo e superar o estilo de vida consumista, a cultura do descarte, um modelo de civilização tecnocrática, mercantilizada e ambiciosa que não é sustentável.

LAUDATO SI – LOUVADO SEJAS – ÚLTIMO CAPÍTULO

Diz o Papa Francisco em sua encíclica Laudato Si, Louvado Sejas:
As previsões catastróficas já não se podem olhar com desprezo e ironia. Às próximas gerações, poderíamos deixar demasiadas ruínas, desertos e lixo. O ritmo de consumo, desperdício e alteração do meio ambiente superou de tal maneira as possibilidades do planeta, que o estilo de vida atual – por ser insustentável– só pode desembocar em catástrofes, como aliás já está a acontecer periodicamente em várias regiões… A esperança convida-nos a reconhecer que sempre há uma saída, sempre podemos mudar de rumo, sempre podemos fazer alguma coisa para resolver os problemas. (Laudato Si, 161, 61)
E disse o Papa Francisco no Encontro com os Movimentos Populares na Bolívia:
Terra, teto e trabalho para todos nossos irmãos e nossas irmãs. Já disse e repito: são direitos sagrados. Vale a pena, vale a pena lutar por eles. Que o clamor dos excluídos se ouça na América Latina e em toda a terra.
PERGUNTAS PARA O DEBATE
1- Você é otimista ou pessimista sobre o futuro da Terra?
2- Você está de acordo com isso de que “Deus proverá”? Por que sim ou por que não?
3- Podemos ser cristãos sem ter consciência ambiental? O que significa cidadania ecológica?

 

 

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Papa no Angelus: abrir-se à alegria, à paz e à liberdade do perdão

“O perdão não nega o erro sofrido, mas reconhece que o ser humano, criado à imagem de Deus, é sempre maior do que o mal que comete”. Por isto, quem experimentou “a alegria, a paz e a liberdade interior que vem do ser perdoado pode, por sua vez, abrir-se à possibilidade de perdoar”.

O Papa Francisco dedicou a sua reflexão que precede a oração mariana do Angelus ao perdão, inspirando-se na passagem de Mateus proposta pela liturgia do dia.

“Perdoar setenta vezes sete, ou seja, sempre”, é a resposta de Jesus a Pedro ao ser questionado por ele sobre quantas vezes deveria perdoar. Se para ele perdoar sete vezes uma mesma pessoa já parecia ser muito, “talvez para nós pareça muito fazê-lo duas vezes”, observou o Papa.

Jesus ilustra a sua exortação com a parábola do “rei misericordioso e do servo perverso, que mostra a incoerência daquele que antes foi perdoado e depois se recusa a perdoar”:

“A atitude incoerente deste servo é também a nossa quando recusamos o perdão aos nosso irmãos. Enquanto o rei da parábola é a imagem de Deus que nos ama com um amor tão rico de misericórdia, que nos acolhe, nos ama e nos perdoa continuamente”.

Com o nosso Batismo – recordou o Santo Padre – Deus nos perdoou de uma “dívida insolvível”, e continua a nos perdoar “assim que mostramos um pequeno sinal de arrependimento”. E Francisco nos dá um conselho quando temos dificuldade em perdoar:

“Quando somos tentados a fechar o nosso coração a quem nos ofendeu e nos pede desculpa, nos recordemos das palavras do Pai celeste ao servo perverso: “eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?”.

“Alguém que tenha experimentado a alegria, a paz e a liberdade interior que vem do ser perdoado pode, por sua vez, abrir-se à possibilidade de perdoar”, sublinhou Francisco, que recordou que “na oração do Pai Nosso, Jesus quis inserir o mesmo ensinamento desta parábola. Colocou em relação direta o perdão que pedimos a Deus com o perdão que devemos conceder aos nossos irmãos: “Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”:

“O perdão de Deus é o sinal de seu amor transbordante por cada um de nós; é o amor que nos deixa livres para nos afastar, como o filho pródigo, mas que espera a cada dia o nosso retorno; é o amor contínuo do pastor pela ovelha perdida; é a ternura que acolhe todo pecado que bate à sua porta. O Pai celeste é pleno de amor e quer oferecê-lo, mas não o pode fazer se fechamos o nosso coração ao amor pelos outros”.

Ao concluir, o Papa pede que “a Virgem Maria nos ajude a sermos sempre mais conscientes da gratuidade e da grandeza do perdão recebido de Deus, para nos tornarmos misericordiosos como Ele, Pai bom, lento para a ira e grande no amor”.

Por Radio Vaticano

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Reflexão dominical: “Perdoar setenta vezes sete”

O tema da liturgia deste domingo continua sendo o ato de perdoar, agora refletido como necessidade para ser feliz.

O Livro do Eclesiástico nos diz que: “O rancor e o ódio são coisas detestáveis; até o pecador procura dominá-las.” “Quem se vingar encontrará a vingança do Senhor, que pedirá severas contas de seus pecados.” Quando nos deixamos levar por esses sentimentos, não só não reparamos a injustiça que nos atingiu, mas o mal irá se agravar.

Sabemos que o homem verdeiramente religioso perdoa, e isso garante sua relação com Deus porque Deus é misericórdia e nos criou à sua imagem e semelhança. Fomos criados à imagem da misericórdia e do perdão.

“Se não tem compaixão por seu semelhante, como poderá pedir perdão pelos próprios pecados?”

O mais humano, o mais racional é perdoar as injustiças cometidas contra nós, para que Deus perdoe as nossas. O ódio, a vingança só acrescentam mágoas, dores e outros sentimentos negativos, enquanto o perdão leva à vida, à reconstrução, à liberdade. O perdão abre as portas ao diálogo, à possibilidade de aliança, “devolve ao outro o direito de ser feliz”.

No Evangelho de hoje Jesus nos diz em “perdar setenta vezes sete” o irmão, isto é, perdoar sempre.

Apesar de textos como o do Eclesiástico estarem presentes no mundo judeu da época, era para todos muito difícil perdoar algumas faltas e principalmente se eram cometidas várias vezes pela mesma pessoa.

Também nós, alguns milênios depois, temos as mesmas dificuldades. Pedro, nesse momento, representa toda a Humanidade que pergunta ao Senhor quantas vezes se deve perdoar.

Para o Mestre, o perdão deve ser total e contínuo. Deve ser uma atitude, uma postura de vida. Para isso ele nos ensina o Pai-Nosso que diz: “Perdoai as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos têm ofendido”.

Jesus conta uma parábola: um rei pediu que um de seus empregados que lhe devia uma pequena fortuna lhe pagasse. Este, evidentemente, jamais teria esse dinheiro e suplicou por perdão. O rei, compassivo, perdoou.

Contudo o empregado perdoado, ao sair da presença do rei, encontrou um companheiro que lhe devia uma quantia pequena, cerca de três salários mínimos. Ele, simplesmente, agarrou o companheiro pelo pescoço e exigiu o pagamento. Também esse fez como ele. Ficou de joelhos e pediu um tempo para pagar. Mas ele não agiu como o rei que lhe perdoara a dívida, ao contrário, mandou prender o colega. Quando o rei soube do ocorrido, ficou indignado e mandou prender o empregado, a quem chamou de servo mau e cruel.

O rei da parábola possuía misericórdia, enquanto seu empregado, não. Deus é esse rei que nos perdoa todas as nossas imensas dívidas. Por isso devemos agir como Ele e perdoar aos que nos devem. “Filho de peixe, peixinho é!” Deus nos fêz à Sua imagem e semelhança!

O perdão é conatural ao ser humano, contudo, o não perdoar é antinatural, é desumano! Desfigura o homem e a sociedade. Favorece o progresso da violência instaurando a cultura da morte. Isso trás o inferno para o nosso dia a dia.

Ao contrário, se somos humanos e perdoamos, estamos trabalhando pela paz, pela nova sociedade, instaurando a Civilização do Amor»!

(Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos sobre o XXIV Domingo do Tempo Comum – A)

Por Radio Vaticano 

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