CF2017: “Fraternidade: biomas brasileiros e a defesa da vida”

Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e a defesa da vida“, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente, na Quarta-feira de Cinzas, dia primeiro de março, a Campanha da Fraternidade 2017 (CF 2017). O lançamento será na sede da entidade, em Brasília (DF), e será transmitido ao vivo pelas emissoras de TV de inspiração católica, a partir das 10h45.

A campanha, que tem como lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15), alerta para o cuidado da Casa Comum, de modo especial dos biomas brasileiros. Segundo o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, a proposta é dar ênfase à diversidade de cada bioma e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles habitam, especialmente à luz do Evangelho. Para ele, a depredação dos biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão interior. “Ao meditarmos e rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem, sejamos conduzidos à vida nova”, afirma.

Ainda de acordo com o bispo, a CF deseja, antes de tudo, levar à admiração, para que todo o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. “Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos conduzidos à conversão, isto é, cultivar e a guardar”, salienta.

A cerimônia de lançamento contará com as presenças do arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, cardeal Sergio da Rocha, do secretário geral da Conferência, Dom Leonardo Steiner, e do secretário de articulação institucional e cidadania do Ministério do Meio Ambiente, Edson Duarte.

No Brasil, a Campanha já existe há mais de 50 anos e sua abertura oficial sempre acontece na Quarta-feira de Cinzas, quando tem início a Quaresma, época na qual a Igreja convida os fiéis a experimentarem três práticas penitenciais: a oração, o jejum e a esmola.

Material

Para ajudar nas reflexões sobre a temática, são propostos subsídios, sendo o texto-base o principal. Dividido em quatro capítulos, a partir do método ver, julgar e agir, o documento faz uma abordagem dos biomas, suas características e contribuições eclesiais na defesa da vida e cultura dos povos originários de cada bioma brasileiro. Também são apresentadas considerações ecológicas sob a perspectiva de São João Paulo II, Bento XVI e o papa Francisco. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos para esta edição, sendo o principal a Coleta Nacional de Solidariedade.

cf2017

Os subsídios da CF 2017 estão disponíveis no site da editora Edições CNBB. É possível fazer o download do arquivo com todas partituras das músicas da CF 2017 e da Quaresma, entre elas o Hino Campanha, de autoria do padre José Antônio de Oliveira e Wanderson Freitas. Os interessados poderão baixar ainda o cartaz da CF e os spots de rádio, TV e internet preparados para a ocasião.

Ouça Dom Leonardo, entrevistado pela Província Franciscana da Imaculada Conceição, clicando acima.

(Fonte-CNBB)

O tempo da quaresma segundo o Diretório da Liturgia

Na próxima quarta-feira(01/03), iniciaremos o período da Quaresma. O tempo da Quaresma vai da Quarta-feira de Cinzas até a Missa da Ceia do Senhor. É o tempo para preparar a celebração da Páscoa. “Tanto na liturgia quanto na catequese esclareça-se melhor a dupla índole do tempo quaresmal que, principalmente pela lembrança ou preparação do Batismo e pela penitência, fazendo os fiéis ouvirem com mais frequência a Palavra de Deus e entregarem-se à oração, os dispõe à celebração do mistério pascal” (SC, nº 109).

Quaresma é a designação do período de quarenta dias que antecedem a principal celebração do cristianismo: a Páscoa, a ressurreição de Jesus Cristo, que é comemorada no domingo e praticada desde o século IV

Anotações:

1. Durante este tempo, é proibido ornar o altar com flores; o toque de instrumentos musicais só é permitido para sustentar o canto. Excetuam-se o Domingo Laetare (4º Domingo da Quaresma), bem como as solenidades e festas.

2. A cor do tempo é roxa. No Domingo Laetare, pode-se usar cor-de-rosa (IGMR, n.308f).

3. Em todas as Missas e Ofícios (onde se encontrar), omite-se o Aleluia.

4. Nas solenidades e festas somente, como ainda em celebrações especiais, diz-se o Te Deum e o Glória.

5. As memórias obrigatórias que ocorrem neste tempo podem ser celebradas como memórias facultativas (cf. Anotações Gerais 2.4). Não são permitidas missas votivas.

6. Na celebração do Matrimônio, seja dentro ou fora da Missa, deve-se sempre dar a bênção nupcial; mas admoestem-se os esposos que se abstenham de demasiada pompa.

Notas para a Quarta-feira de Cinzas:

1. Dia de jejum e abstinência.

2. Na Missa, depois do Evangelho e da homilia, se benzem e impõem as cinzas feitas de ramos de oliveira ou outras árvores, bentos no Domingo de Ramos do ano anterior. O ato penitencial se omite.

3. A bênção e imposição das cinzas também podem ser feitas sem Missa; neste caso, oportunamente, precede uma Liturgia da Palavra, aproveitando o canto de Entrada, a Coleta e as leituras da Missa com seus cantos; depois da homilia, são bentas as cinzas e impostas, e o rito termina com a oração dos fiéis.

Fonte: Diretório da Liturgia 2017, CNBB, p.65-66

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

A Cultura abraça a fé: Unidos de Vila Maria brilha no Anhembi com enredo sobre os 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida – Emoção e Fé!

Escola Samba Unidos de Vila Maria de SP lembrou 300 anos da aparição da imagem da padroeira do Brasil e misturou samba com canto religioso em desfile grandioso, solene e emocionante.   A Vila Maria chamou representantes da Igreja Católica para ajudar a desenvolver o enredo. A Igreja ajudou com a pesquisa histórica e pediu que se evitasse a nudez e que o respeito e bom comportamento fossem mantidos, assim a escola de samba fez na avenida, acolheu as orientações da igreja e deu um show a parte uma linda e emocionante homenagem a Nossa Senhora Aparecida.

A rainha de bateria Dani Bolina, por exemplo, usou figurino “comportado”. Foram 3500 componentes e cinco carros na avenida, em uma hora de desfile.

No enredo chamado “Aparecida – a rainha do Brasil: 300 anos de amor e fé no coração do povo brasileiro”, a Vila Maria mostrou os vários milagres atribuídos a ela e a devoção dos seguidores.

A comissão de frente encenou a história da aparição da imagem em 1717, diante de três pescadores. Após acharem a imagem de barro, eles voltaram a jogar a rede no rio. A rede voltou repleta de peixes, diz a história – o primeiro milagre atribuído a ela.

Até a representação de Nossa Senhora na música popular brasileira foi mostrada no enredo “Romaria”, de Renato Teixeira, “Nossa senhora, cuida do meu coração”, de Roberto e Erasmo Carlos e “Negra Mariama”, de Milton Nascimento.

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Confira o enredo e todo seu significado

Ficha Técnica – Enredo 2017

Presidente
Adilson José
Supervisão Geral
Direção de Carnaval
(Demis Roberto e Marcelo Muller)
 
Pesquisa Histórica
Marcelo Muller
 
Argumentação e Desenvolvimento de Enredo
Sidnei França

Desenvolvimento do Enredo

Prece de Abertura – Cântico da Aparição
Aparecida das Águas… Do Caminho de Vila Rica ao Milagre da Fartura… Óh, Virgem Santa!
 
Prece nº 1 – Cântico de Devoção
Nossa Senhora da Conceição Aparecida… No Cortejo da Fé Ardente, Um “Caso de Amor e Devoção”
 
Prece nº 2 – Cântico de Luz
No Percurso da História o Teu Brilho Reluz… A Coroa é de Ouro, o Manto é Azul!
 
Prece nº 3 – Cântico dos Milagres
Nas Súplicas do Povo, o Clamor de Salvação e Liberdade… Milagres da “Mãe Negra”
 
Prece nº 4 – Cântico de Proteção
Embala Nossa Pátria Mãe Gentil… És Consagrada Padroeira… A Rainha do Brasil!
 
Prece nº 5 – Cântico de Paz
No Coração dos Fieis, o Relicário da Paz… 300 Anos de Amor!

Apresentação do Enredo

Todas as vezes que venho ver Aparecida
Venho pensando e tentando entender a imagem pequena,
Maria morena, ferida e alquebrada, no rio jogada, depois encontrada
Escola de fé!
A rede pescou, o povo juntou, de manto a cobriu, da cor do Brasil
E então coroou…
E o pobre e o rico, o branco e o negro, caboclos e índios se deram as mãos
Mil vezes Aparecida!
(Padre Zezinho)

 

Sob a luz do carnaval, o Grêmio Recreativo Cultural Social Escola de Samba Unidos de Vila Maria faz de seu desfile um momento de profunda celebração da fé. Emoção infinita e inesgotável, que embala na procissão do carnaval os divinos mistérios que envolvem um dos maiores símbolos de fé do povo brasileiro.
Um inexplicável sentimento toma conta de toda uma comunidade. Sentimento que floresce, cresce, comove, arrebata e propaga dentre todos os sambistas. Corações se inundam de amor. Almas reluzem na fé. Formada por um povo fiel, devoto e apaixonado, a nossa Escola de Samba faz do samba oração em louvor a ela… A Rainha dos Céus, Mãe dos Homens: Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida!
Deixamos a ti – Virgem Santa – a nossa felicidade plena em forma de preces. Preces entoadas por milhares de corações “unidos”, reunidos e guardados por teu manto de amor. Desfilando com o brilho da tua luz, dedicamos a ti o nosso canto mais puro de “amor e devoção”, pois a fé em ti é sublime e inabalável.
Rogai por nós, iluminai teus filhos… Óh, Mãe de Deus!

Avante, com fé… Unidos de Vila Maria


Sinopse do Enredo

“Sempre que o meu pranto rolar
Ponha sobre mim suas mãos
Aumenta minha fé e acalma o meu coração”
(Trecho de “Nossa Senhora”, de Erasmo Carlos e Roberto Carlos)


Prece de Abertura – Cântico da Aparição
Aparecida das Águas… Do Caminho de Vila Rica ao Milagre da Fartura… Óh, Virgem Santa!
Óh! Mãe Aparecida… Vieste a nós!
Pelos Caminhos do Ouro, no Vale do Paraíba, naquele quinhão de terra, rincão do Brasil, tem início uma linda história de fé… A tua história!
Chega ao pequeno vilarejo a notícia de que o Conde de Assumar, Governador da Província de São Paulo e das Minas Geraes, estaria de passagem por ali a caminho de Vila Rica – terra de muito ouro e reluzentes diamantes.
Convocados pelo poder local e iluminados pelos céus, três pescadores seguem a procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram… Depois de muitas tentativas, eis que um deles lançou a rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de barro… Era Nossa Senhora da Conceição, sem a cabeça. Lançou novamente a rede e apanhou a cabeça da mesma imagem.
Bendita rede, iluminada trama de humilde ofício!… Dali em diante, peixes chegaram em abundância para aqueles três humildes pescadores… Eis o primeiro milagre… O milagre da fartura!
 
“Aparecida” das Águas… Do Caminho de Vila Rica ao Milagre da Fartura… Óh, Virgem Santa!
 
Prece nº 1 – Cântico da Devoção
Nossa Senhora da Conceição Aparecida… No Cortejo da Fé Ardente, Um “Caso de Amor e Devoção”
Óh! Mãe Aparecida… Espalhaste em nossos corações o teu louvor!
No auge do esplendor barroco do Vale do Paraíba a devoção foi crescendo no meio do povo sofrido e muitas graças foram alcançadas por aqueles que rezavam diante de ti, a santa que “apareceu”… Desde então és tu… “Aparecida”!
De um oratório de família, viraste posse do vigário, foste aberta à visitação pública… Mas foi graças aos bandeirantes e aos tropeiros – que ali faziam suas paragens rumo às riquezas das Geraes – que a fama dos teus poderes extraordinários, Nossa Senhora da Imaculada Conceição “Aparecida”, foi se espalhando pela vastidão desse país menino.
O número de fiéis aumentava a cada dia… A louvação à ti, Mãe Santa, crescia, multiplicava, e número de romeiros só fazia aumentar… Eis no coração do povo a louvação à Rainha dos Céus!
Na peregrinação do povo à Mãe Virgem, os caminhos da fé ardente… Para aquela gente simples e sofrida daquele projeto de nação, foi o alento…
No cortejo da fé ardente, és um “caso de amor e devoção”!
Prece nº 2 – Cântico de Luz
Óh! Virgem… No Percurso da História o Teu Brilho Reluz… A Coroa é de Ouro, o Manto é Azul!
Óh! Mãe Aparecida… Iluminaste este povo com o brilho da fé!
A tua luz foi vista por famosos estrangeiros… A fé misericordiosa em ti ganhou retrato na pintura de Debret… Naturalistas registraram costumes em teu louvor… Saint-Hilaire se encanta ao observar sinais de profunda comoção à tua imagem,
Em tua capela teria rezado Dom Pedro I, pedindo luz e proteção para a mais nobre missão de sua existência: A Independência do Brasil!
Também da nobreza vieram presentes a ti em sinal de agradecimento… Presentes da Princesa Isabel, que dariam a forma definitiva pela qual te tornaria popularmente conhecida: O manto e a coroa!
Surge a Basílica Velha… Através da Estrada de Ferro do Norte, a fé em ti – Nossa Senhora Aparecida – percorre distâncias e arrebata rincões inimagináveis… De fenômeno da fé local, torna-te estandarte da crença do povo brasileiro… És a santa nos trilhos da fé!
Óh! Mãe Amantíssima, no percurso da história o teu brilho reluz… A coroa é de ouro, o teu manto é azul!
Prece nº 3 – Cântico dos Milagres
Nas Súplicas do Povo, o Clamor de Salvação e Liberdade… Milagres da “Mãe Negra”
Óh! Mãe Aparecida… Tem de piedade de nós!
Dia-a-dia, sol a sol… Súplica, gratidão, clamor e fé!
Milhares de fieis percorrem distâncias muito além do que se possa sequer imaginar para a ti pedir, mas também para agradecer… Vem dos quatro cantos do Brasil devotos testemunhando milagres atribuídos à vossa misericórdia… Romeiros em preces clamam: Rogai por nós… Óh! Mãe Santa!
Muitos são teus milagres popularmente reconhecidos… Milagre da onça, testemunho da fé na salvação… Milagre do cavalo preso, exemplo da fé que comove e impulsiona… Milagre das velas, demonstrando a fé persistente que acende a alma… Porém, milagre maior foi o do Negro Zacarias, pois igual a este jamais se viu. Verdadeiro louvor da fé na liberdade. Dádiva divina que serviu de alento e esperança no raiar de um novo tempo… A fé rompeu grilhões!
Para quem clama por ti, Virgem Aparecida, é certa a graça a alcançar, pois a verdadeira fé – absoluta e altaneira – faz sonhar com o fim dos percalços do caminho e acreditar no impossível.
Afinal, nas súplicas do povo o clamor de salvação e liberdade… Os teus milagres são nosso amparo… Milagres da Mãe Negra!
Prece nº 4 – Cântico de Proteção
Embala Nossa Pátria Mãe Gentil… És Consagrada Padroeira… A Rainha do Brasil!
Óh! Mãe Aparecida… Cobriste este país com teu sagrado manto… Olhai por nós!
Desde muito tempo, quando o Brasil sequer sabia o tamanho do Brasil, tua pequena imagem se tornara símbolo da identidade de um povo moreno na pele e rico na fé.
E fora tua divina proteção – materialização de súplicas atendidas – que fizeram com que singela e amorosa figura se perpetuasse na memória e no sentimento da nação, entrando em todos os lares.
Conhecendo intimamente todos os corações brasileiros.
Inestimável a identificação e imensa a confiança do povo em sua santa de devoção, escolhida por corações radiantes de fé, sendo proclamada honrosamente a “Rainha do Brasil”… Porém, clamor maior não poderia haver senão a consagração definitiva: Padroeira!
De lá para cá, batizaste Marias, Aparecidas, Cidos, Cidas e Cidinhas… Culturalmente se faz presente nas telonas dos cinemas, nas telinhas da TV… Abençoaste uma legião de caminhoneiros que percorre as artérias desse país… Nos rodeios, a fé sertaneja exalta a ti, Santa Protetora!
E as canções… Ah! São tantas as canções de fé… Da “romaria de caipira, Pirapora, Nossa Senhora de Aparecida”, dos fieis peregrinos que pedem para cuidar da “sua vida, do seu destino, do seu caminho”… Cuida dos filhos teus!
Orgulhosamente, és tu o símbolo maior dessa pátria mãe gentil… És a nossa Padroeira… A Rainha do Brasil!
Prece nº 5 – Cântico de Paz
No Coração dos Fieis, o Relicário da Paz… 300 Anos de Amor!
Óh! Mãe Aparecida… Zelai por nós e cubra-nos de amor!
Em teu louvor foi consagrada a cidade onde escolheste se tornar “Aparecida”… Um Santuário foi erguido em tua fé… Abrigo do povo, casa de Deus… Cenário da infinita beleza da fé popular.
Virgem Mãe… Cubra de paz esse povo sofrido, sedento de amor, de compaixão e de esperança… Proteja a todos sob teu manto… Cuida daqueles que se curvam diante de sua misericórdia… Relicário da paz!
Hoje, a Unidos de Vila Maria clama pelo futuro desse país menino que ainda aprende a cuidar dos filhos teus… Filhos que esperam por ti… Óh! Mãe de Deus!
Nossa Senhora Aparecida… Tua luz nos guia e aponta o caminho. A ti cantamos em louvor…
São sessenta e cinco minutos em romaria, por 300 anos de amor!
Rogai por nós, óh! Mãe… Amém!
 

Sidnei França: Carnavalesco Unidos de Vila Maria


AGORA CANTE E ESCUTE O ENREDO – UMA VERDADEIRA ORAÇÃO 
Aos teus pés vou me curvar
Senhora de aparecida
A prece de amor que nos uniu
Salve a rainha do BrasilPedi aos céus
Para iluminar essa jornada
Seguir com fé na caminhada
Santa aparecida dessas águas
Fez a nossa rede prosperar
Virgem Conceição Imaculada
Os teus feitos vão se revelar
Num choro incontido
O nó na garganta
A história marcada em devoção
Jóia da princesa pra te coroar
Presente que acalanta o coração

Oh senhora, oh senhora
Reluz teu manto azul bordado em ouro
A benção de viver a tua glória

Milagre
É lindo ver o povo venerando
Pagando promessas em oração
Negra mãe, divina liberdade
Do impossível és a salvação
O cortejo vem te receber
E eu já posso ouvir a cantoria
É gente abraçada a chorar
Vila Maria abraçada vem pedir
Pátria mãe gentil
Não deixa de exaltar a padroeira
Pro bem do meu país
Nos dê a paz bendita e verdadeira

A escola Unidos de Vila Maria é uma das mais tradicionais de São Paulo, criada em 1954. Desde 2002 participou todos os anos do grupo Especial, exceto em 2014, quando foi campeã do Acesso. Sua melhor colocação recente foi o vice-campeonato em 2007 e o 5º lugar no grupo das campeãs de 2016.

Foi um feito histórico que ficará marcado na mente de todo o povo Brasileiro, no ano nacional Mariano a famosa frase que viralizou  nas redes sociais nos últimos meses e é tema de uma canção do Ministério de Música Colo de Deus “acaso não sabeis que sou da Imaculada” – “acaso não sabeis que 2017 é da imaculada”, vem confirmado que Maria está olhando por todos nós Brasileiros, que Ela intercede sempre pelas nossas necessidades. Podemos dizer com base na frase que 2017 é todo da Imaculada sem sombra de dúvida pois, até no carnaval Ela imperou como Rainha da nossa Nação.

Nota 10 para a cúpula da Igreja que autorizou essa manifestação de fé, cultura e devoção a Virgem Maria Mãe Aparecida – Parabéns a Escola Unidos de Vila Maria, foi um belo e respeitoso desfile. Que pelas mãos de Maria venha o título de Campeã do Carnaval Paulistano 2017.

Aos teus pés vou me curvar, Senhora de aparecida, A prece de amor que nos uniu, Salve a rainha do Brasil – SALVE MARIA !!

Por Bruno Henrique / Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

Referências/fontes: http://www.unidosdevilamaria.com.br – Fotos: g1.com

CNBB lança Campanha da Fraternidade 2017 na quarta-feira em Brasília

A campanha que tem como lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15), alerta para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros. Segundo o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a proposta é dar ênfase a diversidade de cada bioma e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles habitam, especialmente à luz do Evangelho. Para ele, a depredação dos biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão interior. “Ao meditarmos e rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem sejamos conduzidos à vida nova”, afirma.

Ainda de acordo com o bispo, a campanha deseja, antes de tudo, levar à admiração, para que todo o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos conduzidos à conversão, isto é, cultivar e a guardar”, salienta.

A cerimônia de lançamento contará com as presenças do arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, cardeal Sergio da Rocha, do secretário-geral da conferência, dom Leonardo Ulrich Steiner e do secretário de articulação institucional e cidadania do ministério do Meio Ambiente, Edson Duarte.

No Brasil, a Campanha já existe há mais de 50 anos e sua abertura oficial sempre acontece na quarta-feira de cinzas, época na qual a Igreja convida os fiéis a experimentarem três práticas penitenciais: a oração, o jejum e a esmola.

Material

Para ajudar nas reflexões sobre a temática são propostos subsídios, sendo o texto-base o principal. Dividido em quatro capítulos, a partir do método ver, julgar e agir, o texto-base faz uma abordagem dos biomas existentes, suas características e contribuições eclesiais. Também traz reflexões sobre os biomas e os povos originários, sob a perspectiva de São João Paulo II, Bento XVI e o papa Francisco. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2017.

cf2017

Todo o material da CF 2017 está disponível  no site das Edições CNBB. Também é possível fazer o download do arquivo com todas as músicas do CD, entre elas o Hino Campanha, de autoria do padre José Antônio de Oliveira e Wanderson Freitas. Por CNBB

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

O Papa Francisco não disse que é preferível ser ateu do que cristão hipócrita – Confira a homilia de Francisco e vejam a verdade!

Hoje, fomos inundados por uma avalanche de noticias: O Papa declarou que é melhor ser ateu do que católico hipócrita. Me impressionei com a incisão das palavras do pontífice. Palavras certeiras mas que poderiam induzir a uma complacência com o ateísmo. Poderia justificar-se o ateísmo tendo em vista da má vida dos fiéis? Eis a pergunta que a grande imprensa quis incutir na mente dos leitores.– A frase tem sentido, avisa o desavisado. Sim, se bem compreendida, tem sentido. No entanto, sou impelido a ressaltar: Não se trata da frase ser correta ou errada, mas ser exatamente o que foi dito… me perdoem os informais, mas eu costumo exigir dos redatores que o conteúdo que está entre aspas seja exatamente o que foi dito. Senão fica parecendo que qualquer um senta numa redação e escreve o que lhe convém. Nós sabemos que é assim, mas não façam de uma forma que a brincadeira passe a ser constrangedora.Tendo em vista a credibilidade da grande mídia, preferi esperar a publicação da homilia pela Santa Sé. Fingi estar surpreso enquanto Surpresa: A palavra ‘ateu’ aparece apenas simplesmente uma vez na homilia e, olhem que coisa surpreendente: Não tinha o sentido laicista que a grande mídia divulgou. O Papa disse:

“Quantas vezes já ouvimos na rua ou em outros locais alguém dizer: “Para ser católico como aquele é melhor ser ateu!” É isto o escândalo, que destrói, que manda abaixo.”

Por Renato Aquino – Fides Press


Leia a homilia completa

Papa Francisco

Meditação da manhã na capela da
Casa de Santa Marta

Não adiar a conversão – Quinta-feira, fevereiro 23, 2017

O “escândalo” daqueles que professam o cristão e, em seguida, mostra a sua verdadeira face com uma vida que não é cristão em tudo; e o contra-testemunho daqueles que “usos” e “destruir” a vida dos outros, fingindo ser um bom católico. Isto tem-se centrado na missa celebrada quinta-feira, fevereiro 23 em Santa Marta Papa Francisco, que, comentando sobre as duras palavras usadas por Jesus no Evangelho, chamado à conversão os protagonistas de certos “vida dupla”.

A homilia do Papa foi inspirado no Salmo 1, que afirma: “Feliz é o homem que não entra no conselho dos ímpios, não permanecem na vida dos pecadores, nem se assenta na companhia de arrogante, mas na lei do Senhor encontra a sua alegria. Sua lei medita de dia e de noite “. Escritura, explicou Francis, refere-se ao homem que tem “a sua força” no Senhor “, que se sente pequeno, que sabe que sem o Senhor não pode fazer nada.” Ele é “o bendito do Senhor.”

Mais tarde, ele acrescentou, o salmo também propõe a “oposição entre aqueles que seguem a lei do Senhor, e aqueles arrogante, mal”. É o mesmo conflito que se encontra no Evangelho do dia (Marcos, 9, 41-50). Mesmo naquela canção, “Não são boas e não são ruins.” Por trás das palavras de Jesus é percebido, “a figura destes justos que se sentir pequeno, mas a sua confiança está no Senhor.” Um passo, observou o Papa, em que “quatro vezes” retorna a palavra “escândalo”. E em usá-lo ao Senhor “, ele era muito forte”, tanto que ele diz: “Ai de fazer com que um destes pequeninos. Problemas. ” Na verdade, o Pontífice explicou, “O escândalo, pois o Senhor, é a destruição.” Jesus aconselha: “É melhor para destruir a si mesmo que destruir os outros. Cortou a mão, cortar o pé, tirar o olho, jogado ao mar. Mas, para não escandalizar os mais pequenos, que os justos, aqueles que confiam no Senhor, que você simplesmente crer no Senhor. “

Neste ponto, o Pontífice perguntou: “Mas o que é o escândalo?”. A resposta toca a vida concreta de cada pessoa: “O escândalo dizer uma coisa e fazer outra; É a vida de casal. ” Um exemplo? “Estou muito católica, eu sempre ir à missa, eu pertenço a essa associação e outro; mas minha vida não é cristão, eu não pagar o direito de meus funcionários, eu explorar as pessoas estão sujas no negócio, eu faço a lavagem de dinheiro. ” Esta é uma “vida dupla”. Infelizmente, ele considerou o Papa, “muitos católicos são assim, e estes escandalizado.”

palavras claras que trazem todos para a vida diária: “Quantas vezes já ouvimos”, acrescentou Francis “, no bairro e em outro lugar:” Mas para ser um católico assim, melhor ser um ateu “. Isso é o que o escândalo “, que” destrói “, que” bate “. E “isso acontece todos os dias: basta assistir ao noticiário ou assistir ao noticiário. Nos jornais há tantos escândalos, e até lá a grande publicidade dos escândalos. E com os escândalos que ele é destruído. “

Uma outra explicação das suas palavras, o Papa disse um fato recentemente a respeito de “uma importante empresa”, que estava “à beira da falência.” Porque, segundo ele, as autoridades queriam evitar o direito de greve, mas ele não faria bem “, eles tentaram entrar em contato com o gerente da empresa. E onde estava ele, enquanto “a empresa estava falhando,” e as pessoas “não receberam o salário do seu trabalho”? O executivo, que também afirmou ser “um homem católico, muito católico”, que estava “em uma praia no Oriente Médio” para fazer “férias de inverno”. O fato, acrescentou o Papa, “não saiu nos jornais”, mas “as pessoas o conheciam.” Estes “são os escândalos, a vida dupla”. E Jesus para aqueles que se comportam assim diz: “Nessas pequenas, essas pobres pessoas que crêem em mim, não arruiná-los com a sua vida dupla.”

Parafraseando outra passagem do Evangelho, o Papa imaginado o momento em que aqueles que dão escândalo vai bater na porta do Céu “, estou, Senhor!” – “Sim, você não se lembra? Fui à igreja, eu estava perto, eu pertencia a essa associação, eu faço isso … não se lembra de todas as ofertas que eu fiz? “-” Sim, eu me lembro. As ofertas, os que eu lembre-se: todo sujo. Todos roubado dos pobres. Eu não sei você. “

O problema, explicou o Papa, decorre de uma atitude que é encontrado bem descrito na sua primeira leitura do dia (Siraque, 5, 1-10): “Não confie em suas riquezas, e não de dizer” basta para mim “» . E ainda: “Não siga sua inclinação e força, satisfazendo os desejos do teu coração.” A vida dupla, isto é, “se trata de seguir as paixões do coração, os pecados mortais que são as feridas do pecado original”. Quem dá escândalo, disse Francis, siga estas paixões, mesmo se o couro. Escritura adverte essas pessoas que, embora reconhecendo o seu erro, contam com o fato de que “o Senhor é paciente, vai esquecer ….” Ele convida todos a “não adiar a conversão.”

Uma chamada reiterada pelo Papa a todos os cristãos: “Para cada um de nós, vai fazer bem hoje a pensar se há algo vida dupla em nós, para aparecer justo para olhar bons crentes, bons católicos, mas de baixo para fazer um ‘ outra coisa. ” É de entender se a atitude é daqueles que dizem: “Mas, sim, o Senhor vai me perdoar então tudo, mas eu ainda …” e, embora consciente de seus erros, repetiu: “Sim, isso não é bom, eu I irá converter, mas não hoje, amanhã. ” Um exame de consciência, que deve levar à conversão do coração, da consciência de que “o escândalo destrói.”


© Direitos de autor – Libreria Editrice Vaticana

Expliquem-nos, dona imprensa, qual foi a mandinga que foi feita para o Papa declarar isso? Será que é difícil para a imprensa ler por completo a homilia do Santo Padre? Tem mesmo que distorcer as palavras ditas pelo Papa? – Se quiserem contestar essa matéria a veja aqui ->  SITE DO VATICANO – HOMILIA DO PAPA FRANCISCO 23/02/2017
Por Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

RCC celebra Jubileu de Ouro em Duquesne, EUA

Os 50 anos de nascimento da Renovação Carismática Católica (RCC) estão sendo celebrados em Duquesne, Pittsburgh (EUA), de 15 a 19 de fevereiro. Presentes no encontro, entre outros, Mons. Jonas Abib, da Canção Nova e Reinaldo Beserra Dos Reis.

Líderes de diversas realidades da Renovação presentes no mundo, estão reunidos precisamente no local onde realizou-se o primeiro Retiro dos estudantes da Universidade de Duquesne. Serão cinco dias “para dar graças a Deus por este Jubileu de Ouro da Renovação”, diz uma nota.

Os primeiros dois dias serão dedicados à reflexão e à partilha sobre os temas “Os frutos da Renovação” e “Para onde o Senhor está conduzindo a Renovação?”. Na sexta-feira, 17, e sábado, 18, as sessões serão abertas, com testemunhos na parte da tarde.

A RCC está presente em 204 países dos cinco continentes, envolvendo mais de 100 milhões de católicos, assumindo nos vários países estilos, formas e estados jurídicos diferentes entre si, mas com uma característica comum: a efusão do Espírito Santo.

Contemporaneamente ao encontro de Duquesne, de 17 a 19 de fevereiro, a RCC italiana organiza um encontro de oração em apoio ao Jubileu. Serão 50 horas de oração nos mesmos dias daquele histórico final de semana em que, tradicionalmente, é fixado como o início da Renovação Carismática Católica, ocorrido na Universidade de Duquesne em Pittsburgh, na Pensilvânia.

“Nos encontramos em Pittsburgh – declarou o Presidente da RCC italiana, Salvatore Martinez – cinquenta anos após o histórico final de semana em Duquesne, para deixar-nos surpreender e maravilhar mais uma vez pelo Espírito Santo. A graça da Renovação não teme o envelhecimento! Antes pelo contrário, encontra no Pontificado de Francisco uma instância de grande atualidade e de desenvolvimento, no duplo registro da missão carismática e do ecumenismo espiritual. Estes dias serão ocasião para despertar em nós, mediante uma forte oração, o espírito profético e a invocação de um novo Pentecostes na Igreja e no mundo. E é maravilhoso pensar que a mesma experiência, em comunhão de intenções e espírito, poderá ser vivida por todas irmãs e irmãos de nossos Grupos e Comunidades que estão na Itália, mediante a iniciativa “50 horas de oração pelos 50 anos da Renovação”. No Espírito Santo está sempre um novo início!”.

Fonte: Rádio Vaticano

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização

Formação da CF2017 – Cultivar e guardar a criação Forania N.Sra das Fontes – Diocese da Campanha/MG

A campanha da fraternidade é realizada todos os anos pela Igreja Católica no Brasil.

A CF 2017 nada mais é do que uma campanha que envolve a comunidade com diversas ações pastorais em todas as regiões do Brasil.

A Campanha da Fraternidade é marcada pelo empenho de todos em favor da solidariedade e fraternidade, sempre abordando temas atuais, que a cada ano propõe uma transformação social e comunitária, seja ela em desafios sociais, econômicos, culturais e até mesmo religiosos, onde toda a população envolvida na Campanha da Fraternidade é convidada a ver, julgar e agir.

Este ano a campanha vem com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15).  “Cultivar e guardar nasce da admiração”! A beleza que toma o coração faz com que nos inclinemos com reverência diante da criação e de tudo que Deus criou. A iniciativa alerta para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros que tem sofrido diversas perdas e tem sido explorada de formas erradas por grandes empresas e sentido fortemente o mau cuidado do ser humano. A natureza clama por socorro, sobrevivência.

Bioma é uma unidade que agrupa diversos organismos de acordo com as condições físicas de um mesmo ambiente, como microclima, solo, altitude, temperatura e umidade. Deste modo, é possível generalizar e encontrar semelhanças em espécies animais e vegetais que habitam um mesmo espaço, mesmo que estas não possuam nenhum parentesco entre si. O termo, que pode ser entendido como um ecossistema em larga escala, foi usado pela primeira vez na década de 1940 pelo ecologista norte-americano Frederic Clementes.

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Diversas dioceses do país inteiro estão realizando formações com base nas diretrizes e texto base da CF2017 lançado pelo CNBB assim levando até as paróquias e comunidades a importância de vivenciar e por em prática a proposta da CF2017. Em nossa Diocese da Campanha, foram realizadas as formações divididas por foranias. Todas as foranias se reuniram no dia 12 de fevereiro (domingo) para apresentar as lideranças das paróquias que compõem cada forania a Campanha da Fraternidade 2017 e sua proposta do cuidar e cultiva a criação.

A forania Nossa Senhora das Fontes se reuniu no Salão Paroquial Santo Antônio em Campanha/MG, a formação ficou a cargo dos membros do GRADI (Grupo de Assessores Diocesano) Mirian de Oliveira Cristiano Nascimento e Antônio Tadeu Pires ambos da paróquia Sagrado Coração de Jesus – Cotia – Três Corações/MG. Estiveram presentes no encontro diversos membros de pastoral e conselhos das paróquias pertencentes à forania Nossa Senhora das Fontes.

A formação foi bastante produtiva abordando a realidade dos biomas brasileiros nos dias atuais e vendo as necessidades de cada região e mostrando os caminhos para uma formação consciente de modo que as pessoas contemplem o meio ambiente de uma forma mais cristã.

Os principais biomas terrestres no Brasil são a Amazônia, o Cerrado, a Mata Atlântica, a Caatinga, os Pampas e Pantanal que juntos ocupam todo território brasileiro. Em nossa diocese destacamos a Mata Atlântica que está em nosso território e foi alvo de debates e rodas de conversas durante a tarde de formação.

Foi colocado em questão o processo de conscientização de nossos padres, leigos, instituições, órgãos públicos e famílias em geral. A ideia é fazer com que todos se envolvam por está causa do cuidado da casa comum e tenham consciência de que é importante o trabalho eficaz de cada um pelo bem e cuidado da “MÃE TERRA”.  A Campanha da Fraternidade sugere que durante a Quaresma, que se inicia na Quarta-feira de Cinzas (um de março), todos cristãos busque viver a experiência de uma espiritualidade franciscana, de modo que se torne uma atitude comum e concreta para a vida humana e terrestre.

14721679_1299540356746363_4839742973252826501_n“São Francisco, o grande defensor do meio ambiente, nos ensina com a sua vida e com seus escritos que a natureza não pode ser manipulada muito menos tratada como objeto de lucro, pelo contrário, a natureza é a nossa irmã, o bioma faz parte do nosso relacionamento fraterno”. Já diz um ditado antigo: Deus perdoa sempre, o Homem às vezes, a Natureza nunca.

Que essa campanha da fraternidade possa ser para nós um incentivo a mudar nossas ações com a natureza que possamos cuidar daquilo que Deus nos deu e que acima de tudo, o nosso coração esteja voltado à graça do Pai nesta quaresma, tempo propício para mudança de vida, hábitos e uma profunda conversão ao evangelho de Jesus Cristo e uma consciência ampla sobre o cuidado das coisas de Deus.

Agradecemos os membros do GRADI que se colocaram disposição para passar a formação sobre a CF2017.

Conheça a NATUREZA E MISSÃO DO GRADI: O GRADI é o Grupo de Assessores Diocesanos e, como tal, assessora a Coordenação Diocesana de Pastoral na sua missão própria. Como grupo de assessoria tem natureza consultiva. Sua missão é colaborar com a Coordenação Diocesana de Pastoral na reflexão e na formação e dinamização pastoral da Diocese, falando em seu nome e transmitindo o seu pensamento.

Texto de Bruno Henrique Santos/Gestor do Portal Terra de Santa Cruz 

FOTOS: Miriam de Oliveira Cristiano Nascimento – (GRADI)

CONHEÇA O HINO DA CF2017

https://youtu.be/Ja693wVcyjQ?t=106

O hino da Campanha da Fraternidade 2017 foi escrito pelo Padre José Antônio de Oliveira e música de Wanderson Luiz Freitas.
Acesse: http://www.campanhadafraternidade2017… e saiba mais .

Segue a letra do hino abaixo.

01 – Louvado seja, ó Senhor, pela mãe terra,
que nos acolhe, nos alegra e dá o pão (cf. LS, n.1)
Queremos ser os teus parceiros na tarefa
de “cultivar e bem guardar a criação.”

Refrão:
Da Amazônia até os Pampas,
do Cerrado aos Manguezais,

chegue a ti o nosso canto
pela vida e pela paz (2x)

02 – Vendo a riqueza dos biomas que criaste,
feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom!
E pra cuidar a tua obra nos chamaste
a preservar e cultivar tão grande dom (cf. Gn 1-2).

03 – Por toda a costa do país espalhas vida;
São muitos rostos – da Caatinga ao Pantanal:
Negros e índios, camponeses: gente linda,
lutando juntos por um mundo mais igual.

04 – Senhor, agora nos conduzes ao deserto
e, então nos falas, com carinho, ao coração (cf. Os 2.16),
pra nos mostrar que somos povos tão diversos,
mas um só Deus nos faz pulsar o coração.

05 – Se contemplamos essa “mãe” com reverência,
não com olhares de ganância ou ambição,
o consumismo, o desperdício, a indiferença
se tornam luta, compromisso e proteção (cf LS, n.207).

06 – Que entre nós cresça uma nova ecologia (cf LS, cap.IV),
onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim,
possam cantar na mais perfeita sinfonia
ao Criador que faz da terra o seu jardim.

PORTAL TERRA DE SANTA CRUZ – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO

Memória do 3º Ano da Páscoa de Irmã Laura foi celebrada em Cambuquira/MG

Durante os dias 12 e 13 de fevereiro fiéis participaram das celebrações que homenagearam Irmã Laura Motta, fazendo memória do seu 3º aniversário de morte. Exemplo de vida e santidade nos tempos atuais. Irmã Laura ganhou coração do povo cambuquirense com sua humildade e amor pelas coisas de Deus e acima de tudo sua preocupação e generosidade para com os pobres, excluídos e detentores do vício do álcool.

As celebrações se iniciaram no dia 12 com a recitação do terço na Igreja Nossa Senhora Aparecida no bairro do Marombeiro, Cambuquira/MG. Neste lugar a rua de frente a igreja leva o nome de Rua Irmã Laura, pois o terreno da igreja e as casas vizinhas são frutos do trabalho da intercessora dos alcoólatras que por muitos anos procurava servir nos trabalhos pastorais desta comunidade da paróquia. Neste mesmo dia também foi celebrada na Igreja Matriz de São Sebastião a santa missa em sufrágio de sua alma tendo como presidente da celebração o Reverendíssimo Padre Joaquim Geraldo Azevedo, pároco de Cambuquira/MG.

No dia 13 às 10h da manha, sua Excelência Reverendíssima Dom Diamantino Prata de Carvalho, bispo Emérito da Diocese da Campanha, celebrou a Santa Missa no pátio da casa das Irmãs Marcelina. Em sua homilia Dom Diamantino ressaltou a justiça em favor do povo, principalmente dos pequenos que sofrem sem voz e vez, por várias vezes citou o exemplo de Irmã Laura como mulher caridosa de amor fraca e oprimida, alcoólatras e demais dependentes químicos. Logo após o terço fieis foram até o jazigo de Irmã Laura onde rezaram o santo terço. A cerimônia também contou com a presença de crianças da Escola Municipal Doutor Raul Sá, do Excelentíssimo Ser Prefeito municipal de Cambuquira/MG e demais autoridades civis.  No mesmo dia aconteceu também na Comunidade Evangelizadora Magnificat (CEM) a terceira missa em sufrágio da alma de Irmã Laura, dessa vez presidida pelo Reverendíssimo Padre Pedro Paulo (Pepê), fundador da referida comunidade e o mesmo foi o confessor de Irmã Laura por muitos anos.

Fiéis lembraram que em dois anos será celebrado o centenário de nascimento de Irmã Laura e poderá com o consentimento da Santa Sé e do bispo diocesano da Campanha Dom Pedro Cunha Cruz acontecer o reconhecimento de suas virtudes e sendo assim declarada serva de Deus e consequentemente a abertura do processo de beatificação, tendo em vista a conclusão do tempo de espera para essa ação da igreja junto ao vaticano que são cinco anos.

Fotos:

Foto Capa: Prefeitura Municipal de Cambuquira/MG

Por Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

A história milagrosa de como morreu o último apóstolo de Cristo

Dos 12 apóstolos chamados por Jesus, 10 deles morreram como mártires. Judas, o traidor, tirou a própria vida. Mas o último apóstolo a morrer, João, encontrou um destino muito diferente. Vivendo quase até o final do século I, ele morreu de causas naturais – e foi por causa de um milagre surpreendente.

A tradição diz que João foi o autor do último livro do Novo Testamento, Apocalipse, como também três cartas e o Evangelho que tem seu nome. Neste último, ele é descrito como “o discípulo que Jesus amava” e é recebe de Jesus na cruz a missão de cuidar da Virgem Maria. Acredita-se que ele tenha sido o mais jovem dos apóstolos. Isso explica parcialmente porque os estudiosos pensam que ele viveu um longo caminho até chegar aos 95 anos.

Mas se Pedro foi crucificado de cabeça para baixo, Tomé foi morto por lança, Judas Tadeu com flechadas (apenas para enumerar como alguns dos Apóstolos morreram) – como João escapou de um destino semelhante por tanto tempo?

A resposta: as autoridades tentaram matar João de uma maneira horrível, mas Deus não deixou.

A história conta que, após a Assunção da Bem Aventura Virgem Maria, João foi preso pelas autoridades e levado para Roma, onde foi condenado à morte.

O método de execução prescrito? Sendo mergulhado em óleo quente fervente na frente de uma multidão de espectadores no Coliseu.

O fogo foi aceso embaixo da panela, o óleo estava fervendo, e João foi trazido para fora. Guardas o apanharam e então forçosamente o mergulharam no líquido escaldante.

Foi quando algo incrível aconteceu. Em vez de ver um homem ser brutalmente fervido até a morte, a multidão testemunhou um milagre: João ficou no óleo completamente ileso!

Algumas versões da história dizem que muitos ou mesmo todos os espectadores se converteram por causa do que viram. O governante romano, furioso e envergonhado por não poder matar João , decidiu, em vez disso, bani-lo para a pequena ilha grega de Patmos.

Mas Deus redimiu até mesmo o desterro de João: foi lá em Patmos que recebeu a visão que transcreveu no livro do Apocalipse.

Em algum momento, João foi capaz de deixar Patmos e viajar de volta para Éfeso, onde morreu de causas naturais. Dado tudo o que tinha acontecido, viver quase cem anos foi realmente algo milagroso.


Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da evangelização 

Ordenação Sacerdotal do Diácono Clayton Gregório Evaristo – Diocese da Campanha/MG – “Farei de ti pescador de homens”

“Ser padre é uma entrega total a vivencia do evangelho”. (Dom Pedro Cunha Cruz)

Cerca de 450 pessoas estiveram presentes na Ordenação Sacerdotal do Diácono Clayton Gregório Evaristo

A celebração aconteceu neste dia 11 de fevereiro, na Catedral Diocesana de Santo Antônio em Campanha/MG.  Leigos e padres de diversas paróquias, comunidades e de outras dioceses foram recepcionadas com orientação para estacionamento de ônibus entre outros veículos, acolhida e um café preparado pelas lideranças da paróquia Santo Antônio da Campanha.

P1040716.JPGPresidiu a Santa Eucaristia a sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha, concelebrou a santa missa o Vigário Geral Diocesano Reverendíssimo Monsenhor Cônego José Douglas Baroni, o Chanceler do Bispado, pároco e Cura da Catedral Cônego Luzair Coelho de Abreu, os Reverendíssimos Padres Sérgio Monteiro, Edvar Rodrigues Rangel e demais presbíteros da diocese da campanha, Itapecerica da Serra – SP e Campinas-SP.

Entre seminaristas, religiosos e diáconos, se fez presente, membros da Comunidade Canção Nova de Cachoeira Paulista – SP. A família do neo sacerdote, participou da celebração juntamente com os padrinhos e madrinhas do eleito.

A celebração

O rito da missa seguiu-se normalmente, após a homilia foi realizado o rito da ordenação sacerdotal. Em um gesto de humildade, o eleito se deitou no chão, demonstrando-se, dispostos ao despojamento e à humildade. (Neste momento entoa-se a ladainha de todos os santos com todos de joelhos) Em seguida foi o momento de ungir as mãos do novo padre. O óleo do crisma simbolizou a unção do Espírito Santo, permitindo-lhes, a partir daquele momento, exercer as funções exclusivas a um sacerdote.

Após o rito da unção das mãos, ele recebeu a bênção e os cumprimentos de todos os padres presentes. Conheça e saiba mais sobre o RITO DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL AQUI

Primeiros passos

O neo-sacerdote Pe.Clayton Gregório Evaristo exercerá os primeiros momentos do sacerdócio na paróquia de São Gonçalo do Amarante em São Gonçalo do Sapucaí/MG como vigário paroquial.

Mensagem Final Portal Terra de Santa Cruz

Ao querido amigo ordenado sacerdote neste dia que fazemos memória de Nossa Senhora de Lourdes, deixamos nosso abraço e felicitações de um ministério sacerdotal santo, eficaz  e de grandes realizações, que seja um verdadeiro pastor, zeloso, humilde e que cuide bem de suas ovelhas. Que seja sinal de Cristo por onde passar. Que Deus abençoe o novo Padre da Diocese da Campanha.

Texto: Por Bruno Henrique Santos/ Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

PORTAL TERRA DE SANTA CRUZ – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO 

A mulher é harmonia, poesia e beleza, diz Papa Francisco

Na homilia desta quinta-feira, o Papa Francisco falou sobre o cuidado de Deus na criação da mulher: “sem a mulher não há harmonia no mundo”

Nesta quinta-feira, 9, o Papa Francisco iniciou suas atividades celebrando a Missa na capela da Casa Marta. “Sem a mulher não há harmonia no mundo”, disse durante a reflexão que foi centralizada na figura da mulher a partir da Criação narrada no Livro do Gênesis.

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O homem estava só, então o Senhor lhe tirou uma costela e fez a mulher, que o homem reconheceu como carne de sua carne. “Mas antes de vê-la, a sonhou. Para entender uma mulher é necessário antes sonhá-la”, explicou Francisco.

“Muitas vezes, quando nós falamos das mulheres falamos de modo funcional: mas a mulher é para fazer isto, quando, ao invés, a mulher traz uma riqueza que o homem, toda a criação e todos os animais não têm: a mulher traz harmonia à Criação, somente com a mulher Adão podia ser uma única carne”.

O Santo Padre prosseguiu afirmando que quando não há mulher, falta a harmonia. “Nós dizemos que esta é uma sociedade com uma forte atitude masculina e que a mulher é para lavar a louça. Não. A mulher é para trazer harmonia. Sem a mulher não há harmonia. Não são iguais, não são um superior ao outro. Só que o homem não traz harmonia. É ela que traz a harmonia, que nos ensina a acariciar, a amar com ternura e que faz do mundo uma coisa bela”.

A homilia de Francisco se desenvolveu em três temas: a solidão do homem, o sonho, porque não se entende uma mulher sem sonhá-la antes, e o terceiro, o destino de ambos: ser uma só carne. O Pontífice citou um exemplo concreto, recordando que em uma audiência, enquanto saudava as pessoas, perguntou a um casal que celebrava 60 anos de matrimônio: “Qual de vocês teve mais paciência?”

“Eles que me olhavam, se olharam nos olhos, não me esqueço nunca daqueles olhos. Depois voltaram e me disseram os dois juntos: Somos apaixonados! Depois de 60 anos, isto significa uma só carne. Isso é o que traz a mulher: a capacidade de se apaixonar. A harmonia ao mundo. Muitas vezes, ouvimos: ‘É necessário que nesta sociedade, nesta instituição, tenha uma mulher para que faça isso ou aquilo’. Não! A funcionalidade não é o objetivo da mulher. É verdade que a mulher deve fazer coisas e faz coisas, como todos nós fazemos. O objetivo da mulher é criar harmonia e sem a mulher não há harmonia no mundo. Explorar as pessoas é um crime que lesa a humanidade”.

Mas explorar uma mulher é algo ainda pior, prossegue Francisco, é destruir a harmonia que Deus quis dar ao mundo.

“Explorar uma mulher não é somente um crime, mas é destruir a harmonia”, reiterou, e fez referência também ao Evangelho de hoje onde se fala da mulher sírio-fenícia.

O Santo Padre concluiu sua reflexão com uma observação pessoa. “Este é o grande dom de Deus: nos deu a mulher. No Evangelho, ouvimos do que é capaz uma mulher. Aquela é corajosa! Foi adiante com coragem. Mas é algo mais: a mulher é a harmonia, é a poesia, é a beleza. Sem ela o mundo não seria bonito, não seria harmônico. Isso é algo pessoal, mas gosto de pensar que Deus criou a mulher para que todos nós tivéssemos uma mãe.”

Por Rádio Vaticano

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

Nossa Senhora Aparecida no Carnaval, por Dom Odilo Scherer

Sou muito devoto da Mãe de Jesus, Nossa Senhora, invocada com carinho sob muitos títulos. Desde criança, aprendi a rezar o terço, a cantar à “Mãezinha do Céu” e a me consagrar a ela todos os dias. Com o povo católico, alegro-me pela comemoração dos 300 anos do achado da imagem sagrada da Mãe Aparecida e escrevi, recentemente, uma carta pastoral à Arquidiocese de São Paulo, com o título “Viva a Mãe de Deus e nossa”, sobre o lugar de Maria no coração de Deus, de Jesus Cristo e da Igreja, não podendo estar ausente do coração dos cristãos. E fico triste cada vez que se desrespeita a Mãe de Jesus; é como se fosse destratada minha própria mãe.

Desejo, pois, desfazer dúvidas e temores a respeito da “homenagem a Nossa Senhora Aparecida” que a escola de samba “Unidos de Vila Maria” vai fazer no carnaval de 2017, em São Paulo. No dia 25 de março de 2015, fui procurado pelos representantes da citada escola de samba. Em vista do 3º centenário do encontro da imagem sagrada nas águas do rio Paraíba do Sul, achavam que seria a ocasião propícia para apresentar o tema de Aparecida num enredo do carnaval de 2017, como um tributo a Nossa Senhora Aparecida. Indaguei sobre o formato da proposta que apresentavam e, desde logo, procurei verificar se era algo sério, que não desrespeitasse minimamente a Mãe de Jesus, ou debochasse da fé do povo católico. Obtive todas a explicações que desejava e lhes informei que era necessário refletir e que a “autorização” pedida não dependia apenas do arcebispo de São Paulo. Eles, desde logo, se dispuseram a aceitar todas as orientações de nossa parte. Mais ainda: pediram uma supervisão, da parte da Igreja, para os preparativos da homenagem.

Nossa Senhora Aparecida no Carnaval

A questão foi levada ao conhecimento do Conselho Pro-Santuário Nacional de Aparecida, encarregado de acompanhar, em nome da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a vida pastoral e administrativa do Santuário. Participam do Conselho, além do Arcebispo de Aparecida e do Presidente da CNBB, vários outros arcebispos do Brasil e também o Reitor da Basílica. O pedido da “Vila Maria” foi exposto na reunião de 27 de março de 2015. Levantaram-se várias questões e foram pedidos esclarecimentos, em vista de uma resposta à Escola Unidos de Vila Maria.

O Conselho, por unanimidade, deu parecer favorável à iniciativa, mas recomendou que fossem observados alguns critérios: 1. Respeito à imagem de Nossa Senhora Aparecida, à fé e à religiosidade do povo católico; 2. Fidelidade aos fatos históricos; 3. Apresentação da genuína piedade mariana católica, sem sincretismos; 4. Decoro no desfile da escola, sem exposição de nudez; 5. Supervisão dos preparativos pelo Santuário de Aparecida e pela Arquidiocese de São Paulo.

“Para alguns, a iniciativa pode parecer chocante, pois o carnaval e o sambódromo não seriam os locais mais adequados para homenagear Nossa Senhora”.

A agremiação aceitou sem reservas todos esses critérios. Os Diretores da “Unidos de Vila Maria” asseguraram que também eles são devotos de Nossa Senhora Aparecida e, longe de desrespeitarem a Mãe de Deus, eles lhe queriam tributar uma singela homenagem, em nome de todos os brasileiros. O Reitor do Santuário Nacional e representantes da Arquidiocese de São Paulo acompanharam a elaboração da proposta do desfile. Antes da confecção das alegorias, os projetos e a letra do samba-enredo foram mostrados e receberam sugestões. Por isso, até o presente, não há motivos para pensar que a imagem de Maria seja profanada, nem que seja desrespeitada a fé dos católicos. Na sede da “Unidos de Vila Maria” há um nicho com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, sempre com flores, e as pessoas rezam diante dela.

A apresentação consistirá numa série de alegorias, música e danças, narrando o encontro da imagem, o contexto histórico e social da época, as primeiras devoções e milagres, a relação da Princesa Isabel com Aparecida, oferecendo o manto e a coroa, a construção das duas basílicas, as romarias e o significado cultural da devoção a Nossa Senhora Aparecida. Trata-se de algo mais amplo do que uma homenagem religiosa.

“Mas será que Maria não gostaria de chegar lá, onde mais se faz necessária a sua presença?”

Para alguns, a iniciativa pode parecer chocante, pois o carnaval e o sambódromo não seriam os locais mais adequados para homenagear Nossa Senhora. Até pode ser, pois tudo depende da intenção e da forma como as coisas são feitas. No caso em questão, a intenção é boa e a forma também. O lugar seria impróprio para honrar a puríssima Virgem Maria? Mas será que Maria não gostaria de chegar lá, onde mais se faz necessária a sua presença?

Pensemos bem: não rezamos a Santa Missa em praças, estádios e ginásios de esporte, onde tantas coisas pouco decorosas acontecem e são ditas? Não levamos nós o Santíssimo Sacramento para as praças e avenidas, onde acontecem injustiças e violência e prostituição? Para as cracolândias e outros locais, onde se profana a dignidade humana e o santo nome de Deus? Não foi para os pecadores que Jesus veio ao mundo? E sua Mãe Santíssima não iria com Ele a esses locais? E Jesus não entrou na casa de publicanos e pecadores, escandalizando fariseus e mestres da Lei? E não permitiu que uma mulher, conhecida de todos como pecadora, banhasse seus pés com as lágrimas, os beijasse e ungisse com perfume? E os católicos não poderiam honrar o nome de Deus, professar sua fé e prestar homenagem a Nossa Senhora também no sambódromo?

Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo

Por A12.com

Reprodução: Portal Terra de Santa Cruz- A serviço da Evangelização

Mensagem do Papa Francisco para Quaresma 2017: A Palavra é um dom. O outro é um dom

Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como temos de agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, incitando-nos a uma sincera conversão.

1. O outro é um dom

A parábola inicia com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se solevar, jaz à porta do rico na esperança de comer as migalhas que caem da mesa dele, tem o corpo coberto de chagas, que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio, com o homem degradado e humilhado.

A cena revela-se ainda mais dramática, quando se considera que o pobre se chama Lázaro, um nome muito promissor pois significa, literalmente, «Deus ajuda». Não se trata duma pessoa anónima; antes, tem traços muito concretos e aparece como um indivíduo a quem podemos atribuir uma história pessoal. Enquanto Lázaro é como que invisível para o rico, a nossos olhos aparece como um ser conhecido e quase de família, torna-se um rosto; e, como tal, é um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza connosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.

2. O pecado cega-nos

A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que vive o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas, de um luxo exagerado, que usa. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso se reservava para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).

O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e uma fonte de invejas, contendas e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 55). Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz.

Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico fá-lo vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência serve de máscara para o seu vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).

O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar. Assim o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.

Olhando para esta figura, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).

3. A Palavra é um dom

O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no Além. Dum momento para o outro, os dois personagens descobrem que nós «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).

Também o nosso olhar se abre para o Além, onde o rico tece um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se disse da sua relação com Deus. Com efeito, na sua vida, não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.

Só no meio dos tormentos do Além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No Além, restabelece-se uma certa equidade, e os males da vida são contrabalançados pelo bem.

Mas a parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E, à sucessiva objeção do rico, acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).

Deste modo se patenteia o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não dar ouvidos à Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.

Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos, encontrando Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que, nos quarenta dias passados no deserto, venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos guie na realização dum verdadeiro caminho de conversão, para redescobrirmos o dom da Palavra de Deus, sermos purificados do pecado que nos cega e servirmos Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, inclusive participando nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

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FRANCISCO

Por Radio Vaticana

Portal Terra de Santa Cruz-A serviço da Evangelização

Como relacionar-se com Nossa Senhora no dia a dia

A presença de Nossa Senhora se revela em nosso dia a dia

Cada paróquia no Brasil tem um título de Nossa Senhora, que ganha destaque na comunidade local. Quando se aproxima a festa relacionada a esse título mariano, a paróquia se mobiliza, faz novena, quermesse e celebra muito a festividade. Mas Nossa Senhora só está presente em nossa vida nesses momentos particulares? Somos fiéis devotos dela, mas só pedimos sua interseção nas Missas celebrativas ou quando estamos com problemas a resolver? Não é esse o desejo de Deus ao nos dar Maria como Mãe nem é o desejo dela ao nos assumir como filhos. Ela quer participar do nosso dia a dia, auxiliando-nos e fortalecendo-nos na caminhada até Deus.

Auxílio dos cristãos

São Bernardo nos ensina que “nos perigos, nas angústias e dúvidas devemos pensar em Maria, invocando-a”. São Boaventura afirma: “Jamais li que algum santo não tivesse sido devoto especial da Santíssima Virgem”. Na oração da Ladainha de Nossa Senhora, nós a chamamos de “auxílio dos cristãos”. Sim, ela o é! Nossa Senhora é Auxiliadora!

No Evangelho de João 19,26-27, vemos que “Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse a ela: ‘Mulher, eis o teu filho!’. Depois, disse ao discípulo: ‘Eis a tua mãe!’. A partir daquela hora, o discípulo a acolheu no que era seu’”. O Papa Francisco, ao meditar essa leitura, fala-nos: “Temos uma Mãe que está conosco, que nos protege, acompanha e ajuda também nos tempos difíceis, nos maus momentos”.

Podemos encontrar um vasto conteúdo nos escritos dos Papas e Santos da Igreja, mostrando-nos a real maternidade de Maria; e a resposta de João às Palavras do Cristo na cruz nos mostra qual deve ser nossa postura ao acolher a Virgem Santa como Mãe: “A partir daquela hora, o discípulo a acolhe no que era seu”. Esse é o centro do relacionamento materno entre Maria e seus filhos, não somente crer na maternidade, mas trazer Nossa Senhora para perto, colocá-la a par dos acontecimentos e sentimentos que diariamente compõem nossa vida e, para isso, há um caminho eficaz: a oração.

Colo sublime

Seja o Rosário, o Ofício, a Ladainha ou uma jaculatória que invoca a proteção da Santíssima Virgem, seja um momento longo ou um breve elevar da alma até o colo sublime da Mãe de Deus, o certo é que devemos seguir o exemplo de João e trazer Maria para tudo o que nos pertence. Apresentar a Maria nossos conflitos e medos, nossas vitórias e projetos e tê-la como Mãe é encontrar nela uma companheira para o dia a dia.

Muitas vezes, durante o meu dia, elevo meu coração a Maria. Além de rezar o Santo Terço, vou me colocando nas mãos dela no decorrer das horas e dos fatos ocorridos. Quando estou realizando algum trabalho, para o qual não tenho muito domínio, vou pedindo a Maria que venha em meu auxílio. Quando vivo uma situação difícil, busco nela um apoio.

Mostra-te, Mãe

Na Carta Encíclica Adiutricem Populi, Papa Leão XIII fala de uma jaculatória simples, mas eficaz: “Mostra-te, Mãe”. Ele convida os cristãos a invocar Maria nos acontecimentos do dia e pedir sua presença ou seu conselho.

Maria, não somente quer nos acolher como filhos, como deseja nos acompanhar por toda nossa peregrinação aqui na terra rumo à morada eterna.

Nos acontecimentos duros da vida, nos momentos de solidão e dor, alegria e realização, clamemos essa simples oração que nos ensina o Santo Padre: “Mostra-te, Mãe”. Confiemos: aquela que acompanhou Jesus até o Calvário também nos acompanhara por todos caminhos.

Por José Paulo Neves Pereira – missionário da Comunidade Canção Nova

Foto/Reprodução: Portal Terra de Santa Cruz- A serviço da evangelização

Lançado o DOCAT – A Doutrina Social da Igreja para os Jovens.

Dando continuidade ao projeto do YOUCAT, finalmente chega às livrarias brasileiras o “DOCAT – como agir” o livro apresenta a Doutrina Social da Igreja numa linguagem jovem e bem dinâmica. Esta obra conta com o prefácio do Papa Francisco que manifesta o sonho de ter 1 milhão de jovens que leiam e estudem a Doutrina Social da Igreja, mais do que isso convida-os a ser Doutrina Social em movimento.

O DOCAT foi lançado na Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia, Polônia em julho deste ano. Assim como o Papa Bento XVI presenteou os jovens na Jornada de 2011 em Madrid com o YOUCAT, o Papa Francisco na JMJ 2016, também quis brindar a juventude com algo marcante. No início, o presente foi o “DOCAT App”, um gesto que foi o ponto de partida para uma campanha juvenil em escala global: “Faça parte do sonho do Papa”, um sonho em que os jovens serão a Doutrina Social em ação.

No prefácio, o Papa Francisco desafia todos os jovens a entrarem no mundo da política e a lutar pela justiça e pela dignidade humana, sobretudo dos mais pobres. “Um cristão que não seja revolucionário neste tempo, não é cristão”, diz o Papa.

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O QUE É O DOCAT?‬

O DOCAT é uma tradução acessível da Doutrina Social da Igreja Católica, o material foi desenvolvido com base em importantes documentos da Igreja desde Leão XIII até o atual pontificado do Papa Francisco, ele mesmo no prefácio, nos diz que “com a força do Evangelho, podemos mudar realmente o mundo”. O sonho do Papa é que esta mudança aconteça pelas mãos dos jovens. “Eu espero que um milhão de jovens, mais ainda, que uma geração inteira seja, para os seus contemporâneos, uma Doutrina Social em movimento”, diz Francisco.

O ‘DOCAT – o que fazer’ está dividido em 12 capítulos, responde a 328 questões sobre temas como família, paz, política, economia, vida como um dom. Com a aprovação oficial da Igreja Católica por meio da Congregação da Doutrina da Fé e do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, hoje é considerado pelo Vaticano a melhor ferramenta para quem deseja conhecer com facilidade e rapidez a Doutrina Social da Igreja, ou para quem tem a missão de ensiná-la aos outros. Para o missionário e responsável pelo YOUCAT Center Brasil, Jerônimo Lauricio, o melhor caminho para aproximar os jovens é “ser paciente e lançar as sementes da DSI com a mesma honestidade e ousadia que o Papa fez conosco na Vigília da JMJ em Cracóvia, ao nos dizer que ‘o mundo de hoje nos pede para ser protagonistas da história, porque a vida é bela desde que a queiramos viver, desde que queiramos deixar uma marca que determine a nossa história e a história de muitos outros’, é esse convite que todos nós precisamos semear com palavras e atitudes concretas no coração desses jovens”.

‬‬‬FERRAMENTA DE EVANGELIZAÇÃO

Essa nova ferramenta de formação e evangelização como o YOUCAT está baseada em perguntas e respostas, para que o jovem compreenda e possa colocar as reflexões em prática. O DOCAT, seguindo os passos e propostas da Nova Evangelização, pretende recordar aos jovens que sua principal tarefa enquanto cristãos em todo o mundo é também encher de ‎Fé, Esperança e ‎Caridade os espaços que aos poucos foram instrumentalizados, esvaziados de sentido e dignidade. A obra foi elaborada por renomados especialistas em Doutrina Social, e contou com a participação de jovens de alguns países.

Pe. Toninho, Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, destaca que “a Pastoral Juvenil é a primeira responsável pela evangelização da juventude. O DOCAT é parte dessa missão da evangelização da juventude. Sendo a Pastoral Juvenil a primeira responsável por essa evangelização na Igreja do Brasil, acolhe e abre espaço para que Associação Youcat Brasil possa contribuir nessa grande missão”.

Para o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, Dom Vilson Basso, “assim como o Papa Francisco quer um milhão de jovens, queremos uma geração inteira que mude a si mesmo, que mude esse planeta pela força do amor e da solidariedade sendo sal da terra e luz do mundo. Queremos que o DOCAT anime a juventude do Brasil a fazer a sua parte por um mundo melhor”.

COMO ESTUDAR?  NA PRÁTICA  – ACESSE O MAPA 

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Fonte: Jovens Conectados – Conheça e saiba mais sobre DOCAT

Foto capa/ Reprodução: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização