Renovação Carismática inicia seu Jubileu de Ouro no Santuário Nacional com ENF2017

De 25 a 29 de janeiro, a Renovação Carismática Católica realizou seu Encontro Nacional de Formação (ENF) no Santuário Nacional de Aparecida. O encontro teve o grande marco do início das celebrações brasileiras do Jubileu de Ouro que comemora os 50 anos da RCC no mundo.

O evento, que recebeu mais de 9 mil participantes vindos de todos os estados do Brasil, é anual e tem como objetivo passar os direcionamentos do Movimento para o ano que se inicia. Veja como foram os momentos marcantes do ENF:

Consagração a Nossa Senhora Aparecida

Encontro RCC - rccbrasil
Foto: RCCBRASIL

Na quinta-feira (26), Dom Alberto Taveira, arcebispo de Belém (PA) e assessor eclesiástico da Renovação, presidiu a Missa no Santuário Nacional. Ao final da celebração, Katia Zavaris, presidente do Conselho Nacional da RCC do Brasil, fez uma oração de consagração do Movimento a Nossa Senhora, ressaltando também o Jubileu dos 300 anos do encontro da imagem em Aparecida.

Festa de Ouro

Encontro RCC - rccbrasil
Foto: RCCBRASIL

O Centro de Eventos ficou repleto de mais de 9 mil luzes na noite do sábado (28) durante a festa de comemoração do Jubileu de Ouro da RCC. A noite aconteceu com um show especial que teve a participação de cantores como Eugênio Jorge, Olívia Ferreira e Luiz Carvalho, recordando os grandes sucessos da música católica que marcaram as últimas décadas, desde a chegada do Movimento no Brasil.

Missa de encerramento

Encontro RCC - rccbrasil
Foto: RCCBRASIL

A missa de encerramento foi presidida no domingo (29) por Dom José Aparecido, bispo auxiliar de Brasília (DF), no Centro de Eventos Pe. Vitor Coelho de Almeida. Dom José começou a homilia com um agradecimento a Deus, “o Espírito Santo permanece em nós! Te louvamos pelos 50 anos da RCC. Mas dai-nos a graça de não parar na nostalgia da Glória do passado”.

O bispo destacou a presença dos mais de 100 sacerdotes que participaram do evento e ressaltou a importância do trabalho dos leigos no auxílio da missão dos padres.

“Quantos irmãos vemos pregar melhor do que nós (sacerdotes)! E, muitas vezes, isso pode nos gerar inveja, mas não é necessário se preocupar, pois sempre haverá trabalho para nós. Isso, se os leigos fizerem a parte deles, porque então teremos que confessar mais pessoas e rezar missas mais vezes”, afirmou.

Também ressaltou que devemos buscar desenvolver uma evangelização corpo a corpo, um a um. Devemos sair da nossa segurança, evangelizar aqueles que não são católicos e não devemos ir para dizer que somos senhores da verdade e sim para levar Jesus. “O Papa Francisco diz que gostaria de ter uma Igreja pobre para os pobres, não desprezando os meios de evangelização, mas para que não confiemos em nossas próprias forças”, explicou.

Ainda falando do Papa Francisco, Dom José deixou um conselho de sempre carregar a palavra de Deus. Muitas vezes, investimos tempo lendo e relendo mensagens nas redes sociais que são vazias. Porque não ler aquilo que foi escrito com amor pelos dedos de Deus? E fez um apelo a RCC, “aprofundem na teologia, saibamos dar razão da nossa fé. Não para ficar fazendo apologéticas, não que não sejam úteis e necessárias, mas principalmente para evangelizar”.

Falando mais diretamente para a Renovação lembrou que devemos ser missionários, estar nas ruas, praças, estar onde as pessoas estão. “A RCC já entrou na identidade da Igreja do Brasil, mas que lindo seria se as pessoas citassem as palavras bíblicas, mesmo não sabendo de onde vem. Isso é carregar a maior herança que é a fé”, disse o bispo.

Dom José Aparecido finalizou com uma bênção dedicada à celebração do Jubileu de Ouro do Movimento.

No fim da celebração, Katia, coordenadora nacional da RCC agradeceu a todos que de alguma maneira colaboraram com o ENF, desde os membros do Conselho Nacional até os colaborados e voluntários. E para finalizar a celebração Dom José concedeu a bênção jubilar aos participantes do evento.

Por Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da evangelização 

Referência/ rcccampanha.com.br – portal a12.com

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Papa Francisco: “Não tenhamos medo de encontrar o olhar de Jesus sobre nós”

As leituras do dia nesta 4ª semana no Tempo Comum inspiraram o Papa Francisco na homilia da missa matutina de terça-feira (31/01), na Casa Santa Marta.

Dirigindo-se aos participantes, o Pontífice iniciou recordando que a Carta aos Hebreus nos exorta a correr na fé com “perseverança, mantendo o olhar fixo em Jesus”. Já no 5º capítulo Evangelho de Marcos, “é Jesus que nos olha e percebe que estamos ali. Ele nos está próximo, está sempre no meio da multidão”, explicou o Papa.

“Não está com os guardas que fazem escolta, para que ninguém o toque. Não, não! Ele fica ali, comprimido entre as pessoas. E toda vez que Jesus saia, tinha mais gente. Especialistas de estatísticas poderiam até ter noticiado: “Cai a popularidade do Rabí Jesus”… Mas ele procurava outra coisa: procurava as pessoas. E as pessoas o procuravam. O povo tinha os olhos presos Nele e Ele tinha os olhos presos nas pessoas. “Sim, sim, no povo, na multidão”, “Não, não, em cada um!” É esta a peculiaridade do olhar de Jesus. Jesus não massifica as pessoas; Ele olha para cada um”.

Pequenas alegrias

O Evangelho de Marcos narra dois milagres: Jesus cura uma mulher que tem hemorragias há 12 anos e que, no  meio da multidão, consegue tocar sua roupa. Ele percebe que foi tocado e depois, ressuscita a filha de 12 anos de Jairo, um dos chefes da Sinagoga. Ele observa que a menina está faminta e diz aos pais que lhe deem de comer:

“O olhar de Jesus passa do grande ao pequeno. Assim olha Jesus: olha para nós, todos, mas vê cada um de nós. Olha os nossos grandes problemas, percebe as nossas grandes alegrias e vê também as nossas pequenas coisas… porque está perto. Jesus não se assusta com as grandes coisas e leva em conta também as pequenas. Assim olha Jesus”.

Se corrermos “com perseverança, mantendo fixo o olhar em Jesus” – afirma o Papa Francisco – acontecerá conosco o que aconteceu com as pessoas depois da ressurreição da filha de Jairo, que ficaram todas admiradas:

“Vou, vejo Jesus, caminho avante, fixo o olhar em Jesus e o que vejo? Que Ele tem o olhar sobre mim! E isto me faz sentir um grande estupor: é a surpresa do encontro com Jesus. Mas não tenhamos medo! Não tenhamos medo, assim como não o teve aquela senhora que foi tocar o manto de Jesus. Não tenhamos medo! Corramos neste caminho, com o olhar sempre fixo em Jesus. E teremos esta bela surpresa, que nos encherá de estupor. O próprio Jesus com os olhos fixos em mim”.

Por Radio Vaticano

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

4º Domingo do Tempo Comum/Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus

A liturgia deste domingo nos apresenta, para nossa reflexão, o tema da humildade. Na primeira leitura, o Profeta Sofonias nos recomenda a humildade para encontrarmos refúgio no Senhor e para a prática da justiça. Isto porque o humilde é pobre, sem poder e sem riqueza. Sua confiança está apenas no Senhor e não nos bens terrenos e nem na ação maléfica para garantir a estabilidade.

No contexto da liturgia de hoje, o conceito de pobre deixa de ser maldição e passa a ser bênção. O rico está de tal modo fascinado pelo conforto e segurança que o dinheiro traz, que se esquece de que tudo deve estar subordinado à justiça, à ética emanada da Lei de Deus, a Lei do Amor. O pobre, pelo contrário, confia plenamente no Senhor, em sua Providência, vivendo a justiça dos filhos de Deus, que nos torna irmãos de todos os homens.

Confira a liturgia para este 4º Domingo do Tempo Comum

Primeira Leitura (Sf 2,3; 3,12-13) – Leitura da Profecia de Sofonias:

3Buscai o Senhor, humildes da terra, que pondes em prática seus preceitos; praticai a justiça, procurai a humildade; achareis talvez um refúgio no dia da cólera do Senhor.

3,12E deixarei entre vós um punhado de homens humildes e pobres. E no nome do Senhor porá sua esperança o resto de Israel.

13Eles não cometerão iniquidades nem falarão mentiras; não se encontrará em sua boca uma língua enganadora; serão apascentados e repousarão, e ninguém os molestará.

– Palavra do Senhor.   – Graças a Deus.

Responsório (Sl 145)

— Felizes os pobres em espírito,/ porque deles é o Reino dos Céus.

— Felizes os pobres em espírito,/ porque deles é o Reino dos Céus.

— O Senhor é fiel para sempre,/ faz justiça aos que são oprimidos;/ ele dá alimento aos famintos,/ é o Senhor quem liberta os cativos.

— O Senhor abre os olhos aos cegos,/ o Senhor faz erguer-se o caído;/ o Senhor ama aquele que é justo./ É o Senhor quem protege o estrangeiro.

— Ele ampara a viúva e o órfão,/ mas confunde os caminhos dos maus./ O Senhor reinará para sempre!/ Ó Sião, o teu Deus reinará/ para sempre e por todos os séculos!

Segunda Leitura (1Cor 1,26-31)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:

26Considerai vós mesmos, irmãos, como fostes chamados por Deus. Pois entre vós não há muitos sábios de sabedoria humana nem muitos poderosos nem muitos nobres.

27Na verdade, Deus escolheu o que o mundo considera como estúpido, para assim confundir os sábios; Deus escolheu o que o mundo considera como fraco, para assim confundir o que é forte; 28Deus escolheu o que para o mundo é sem importância e desprezado, o que não tem nenhuma serventia, para assim mostrar a inutilidade do que é considerado importante, 29para que ninguém possa gloriar-se diante dele.

30É graças a ele que vós estais em Cristo Jesus, o qual se tornou para nós, da parte de Deus: sabedoria, justiça, santificação e libertação, 31para que, como está escrito, “quem se gloria, glorie-se no Senhor”.

– Palavra do Senhor.  – Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho (Mt 5,1-12a)

— O Senhor esteja convosco.  — Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, 2e Jesus começou a ensiná-los:

3”Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.

4Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.

5Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.

6Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.

7Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.

8Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.

9Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.

10Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. 11Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. 12aAlegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus.

— Palavra da Salvação.  — Glória a vós, Senhor.

MEDITANDO O EVANGELHO

No Evangelho, Jesus aprofunda o conceito de pobre e acrescenta pobres em espírito, ou seja, é bem-aventurado aquele que desapegado dos bens deste mundo, desapega-se também de atitudes nada fraternas como a arrogância, o poder opressor, e se compromete na construção de uma sociedade alicerçada na partilha de todos os bens, materiais ou não, e na fraternidade de seus pensamentos e ações.

Jesus declara bem-aventurado um mundo novo, de acordo com os planos do Pai. Ele quer salvar aqueles que ainda vivem no mundo antigo, corrompido, onde os únicos valores são riqueza, poder e glória. Jesus nos propõe desapego dos bens materiais, serviço e humildade. Esses são os valores da nova sociedade, vividos por aqueles que desejam construir o Reino de Deus. Nela todos serão felizes e não apenas um pequeno grupo de privilegiados.

Quando o Senhor fez seu sermão do alto da montanha, olhou em sua volta e encontrou a imensa  multidão de sofredores, injustiçados, cansados, sobrecarregados com todos os tipos de fardos que podemos imaginar. São Paulo, em sua Carta aos Coríntios, mostra um espelho aos seus seguidores e comenta que sua comunidade é formada por fracos, desprezados, pessoas sem importância e valor. Esses foram os escolhidos por Deus para manifestar, neles, o carinho de sua glória. É a nova sociedade, onde Deus impera com sua justiça de amor.

Caríssimos irmãos, como somos nós? Como está nossa paróquia, nossa associação religiosa? Vivemos essa nova sociedade promulgada por Jesus, do alto da montanha, onde o pobre, o pecador são acolhidos com carinho e humildade de nossa parte, ou nossa vida cristã mostra exatamente o contrário do que Nosso Senhor ensinou?

Que o projeto de Jesus, para uma nova sociedade, esteja presente não apenas em nossa vida eclesial, mas também em nossa casa, em nosso trabalho profissional, em tudo onde estivermos atuando. Bem-aventurados aqueles que abrem mão de seus conceitos e verdades, para seguir integralmente os ensinamentos do Senhor!»

(Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos para o IV Domingo do Tempo Comum)

Por Radio Vaticano

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização

CF2017: O urgente desafio de despertar a consciência coletiva ambiental e uma conversão pessoal e comunitária.

A CF2017 vem com o tema ‘Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida’ e o lema ‘Cultivar e guardar a criação’ a Campanha de 2017, nos mostra a urgência do despertar das pessoas, para uma consciência coletiva ambiental e uma conversão pessoal e comunitária. Esse despertar deve começar primeiramente nas pequenas e grandes comunidades das diversas paróquias/dioceses de nosso país

Padre Leandro Alves de Souza que é o assessor da Campanha da Fraternidade da sub-região pastoral de Aparecida (SP), vai nos explicar no texto abaixo a importância da conscientização sobre as ações direcionadas ao meio ambiente. A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) traz a reflexão sobre os biomas brasileiros (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal) na Campanha da Fraternidade desse ano.

“O grande desafio da Campanha da Fraternidade 2017, como em todos os anos, é a formação da consciência de modo que as pessoas contemplem o meio ambiente de uma forma mais cristã”, enfatiza padre Leandro Alves de Souza. 

O sacerdote cita o livro de Gênesis que fala da criação do mundo, dando o exemplo do limite colocado por Deus ao proibir o homem de comer o fruto da árvore, explicando que “o ser humano não é capaz de perceber se as suas ações são boas ou ruins, precisando de fato da luz de Deus” Como base nisso, a Igreja vê a necessidade de refletir cada vez mais a importância do pensamento coletivo, de uma responsabilidade assumida verdadeiramente com respeito ao próximo e à natureza, como princípios de um bom cristão.

“Outro grande desafio é esse individualismos acentuado que a gente vive. Vimos há alguns anos essa a crise hídrica enfrentada no estado de São Paulo. E ficou claro que muitas pessoas só tomavam consciência do problema se abrissem a torneira e não caísse um pingo d’água. A gente continuou vendo o desperdício, atitudes totalmente irresponsáveis. Então na verdade o grande desafio nosso é despertar essa consciência coletiva”, expressou padre Leandro.

Para contribuir na formação das pessoas e incentivar ações que favoreçam o meio ambiente e as gerações futuras, a CNBB preparou uma série de atividades como via-sacra, círculo bíblico, temas para reflexões em família e celebração penitencial. Padre Leandro aponta que essas reflexões são urgentes e necessárias e deixa uma pergunta, que em sua opinião, deveria nortear as atitudes de cada pessoa:

“Qual o mundo ou qual o meio ambiente entregaremos para os filhos, para os netos, para as gerações futuras?”

“Até quando o ser humano vai tratar a natureza simplesmente com objeto de lucro…?
Padre Leandro levanta um questionamento preocupante: “Até quando o ser humano vai tratar a natureza simplesmente com objeto de lucro, manipulando-a cada vez mais, sem pensar nas consequências futuras”?”.

Ele destaca alguns gestos concretos que podem motivar a política pública a criar ações que promovam um meio ambiente sustentável como incentivar projetos de lei que proíbam, por exemplo, o uso de agrotóxicos, cobrar dos políticos atenção aos malefícios que as queimadas e a poluição urbana provocam e incentivar a participação dos leigos e leigos nos conselhos paritários, como o Conselho Municipal do Meio Ambiente.

O assessor da Campanha da Fraternidade sugere que durante a Quaresma, que se iniciam na Quarta-feira de Cinzas (um de março), os cristãos busque viver a experiência de uma espiritualidade franciscana, de modo que se torne uma atitude comum e concreta para a vida.

“São Francisco, o grande defensor do meio ambiente, nos ensina com a sua vida e com seus escritos que a natureza não pode ser manipulada muito menos tratada como objeto de lucro, pelo contrário, a natureza é a nossa irmã, o bioma faz parte do nosso relacionamento fraterno”, concluiu padre Leandro.

Referências:  a12.com

 

O que é Bioma

Bioma é uma unidade que agrupa diversos organismos de acordo com as condições físicas de um mesmo ambiente, como macroclima, solo, altitude, temperatura e umidade. Deste modo, é possível generalizar e encontrar semelhanças em espécies animais e vegetais que habitam um mesmo espaço, mesmo que estas não possuam nenhum parentesco entre si. O termo, que pode ser entendido como um ecossistema em larga escala, foi usado pela primeira vez na década de 1940 pelo ecologista norte-americano Frederic Clements.

Principais Biomas Terrestres

Os principais biomas terrestres são: florestas tropicais, temperadas e coníferas; savanas; desertos; chaparral; campos temperados; zonas de montanha; e tundra. No Brasil, os maiores são a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica, que juntos ocupam mais de 80% do território brasileiro.


Por Portal Terra de Santa Cruz – Serviço da Evangelização