“Tarde Te amei!” De Santo Agostinho, uma das mais arrebatadoras orações de todos os tempos

1. Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova… Tarde Te amei! Trinta anos estive longe de Deus. Mas, durante esse tempo, algo se movia dentro do meu coração… Eu era inquieto, alguém que buscava a felicidade, buscava algo que não achava… Mas Tu Te compadeceste de mim e tudo mudou, porque Tu me deixaste conhecer-Te. Entrei no meu íntimo sob a Tua Guia e consegui, porque Tu Te fizeste meu auxílio.

2. Tu estavas dentro de mim e eu fora… “Os homens saem para fazer passeios, a fim de admirar o alto dos montes, o ruído incessante dos mares, o belo e ininterrupto curso dos rios, os majestosos movimentos dos astros. E, no entanto, passam ao largo de si mesmos. Não se arriscam na aventura de um passeio interior”. Durante os anos de minha juventude, pus meu coração em coisas exteriores que só faziam me afastar cada vez mais d’Aquele a Quem meu coração, sem saber, desejava… Eis que estavas dentro e eu fora! Seguravam-me longe de Ti as coisas que não existiriam senão em Ti. Estavas comigo e não eu Contigo…

3. Mas Tu me chamaste, clamaste por mim e Teu grito rompeu a minha surdez… “Fizeste-me entrar em mim mesmo… Para não olhar para dentro de mim, eu tinha me escondido. Mas Tu me arrancaste do meu esconderijo e me puseste diante de mim mesmo, a fim de que eu enxergasse o indigno que era, o quão deformado, manchado e sujo eu estava”. Em meio à luta, recorri a meu grande amigo Alípio e lhe disse: “Os ignorantes nos arrebatam o céu e nós, com toda a nossa ciência, nos debatemos em nossa carne”. Assim me encontrava, chorando desconsolado, enquanto perguntava a mim mesmo quando deixaria de dizer “Amanhã, amanhã”… Foi então que escutei uma voz que vinha da casa vizinha… Uma voz que dizia: “Pega e lê. Pega e lê!”.

4. Brilhaste, resplandeceste sobre mim e afugentaste a minha cegueira. Então corri à Bíblia, abri-a e li o primeiro capítulo sobre o qual caiu o meu olhar. Pertencia à carta de São Paulo aos Romanos e dizia assim: “Não em orgias e bebedeiras, nem na devassidão e libertinagem, nem nas rixas e ciúmes. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13,13s). Aquelas Palavras ressoaram dentro de mim. Pareciam escritas por uma pessoa que me conhecia, que sabia da minha vida.

5. Exalaste Teu Perfume e respirei. Agora suspiro por Ti, anseio por Ti! Deus… de Quem separar-se é morrer, de Quem aproximar-se é ressuscitar, com Quem habitar é viver. Deus… de Quem fugir é cair, a Quem voltar é levantar-se, em Quem apoiar-se é estar seguro. Deus… a Quem esquecer é perecer, a Quem buscar é renascer, a Quem conhecer é possuir. Foi assim que descobri a Deus e me dei conta de que, no fundo, era a Ele, mesmo sem saber, a Quem buscava ardentemente o meu coração.

6. Provei-Te, e, agora, tenho fome e sede de Ti. Tocaste-me, e agora ardo por Tua Paz. “Deus começa a habitar em ti quando tu começas a amá-Lo”. Vi dentro de mim a Luz Imutável, Forte e Brilhante! Quem conhece a Verdade conhece esta Luz. Ó Eterna Verdade! Verdadeira Caridade! Tu és o meu Deus! Por Ti suspiro dia e noite desde que Te conheci. E mostraste-me então Quem eras. E irradiaste sobre mim a Tua Força dando-me o Teu Amor!

7. E agora, Senhor, só amo a Ti! Só sigo a Ti! Só busco a Ti! Só ardo por Ti!…

8. Tarde te amei! Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu Te amei! Eis que estavas dentro, e eu, fora – e fora Te buscava, e me lançava, disforme e nada belo, perante a beleza de tudo e de todos que criaste. Estavas comigo, e eu não estava Contigo… Seguravam-me longe de Ti as coisas que não existiriam senão em Ti. Chamaste, clamaste por mim e rompeste a minha surdez. Brilhaste, resplandeceste, e a Tua Luz afugentou minha cegueira. Exalaste o Teu Perfume e, respirando-o, suspirei por Ti, Te desejei. Eu Te provei, Te saboreei e, agora, tenho fome e sede de Ti. Tocaste-me e agora ardo em desejos por Tua Paz!

Santo Agostinho, Confissões 10, 27-29

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da evangeização

SEMANA PAROQUIAL DA MISERICÓRDIA 2016 – Campanha/MG “Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36).

Aconteceu entre os dias 17 e 22 de outubro, a Semana Paroquial da Misericórdia, promovida pelos Apóstolos Eucarísticos da Divina Misericórdia da Paróquia Santo Antônio da Campanha.

O evento trouxe como tema central “Misericórdia e Justiça no cuidado da Casa Comum”, escolhido por ocasião do Ano Santo da Misericórdia e a Campanha da Fraternidade 2016, que nos convida a refletir sobre o cuidado da Casa Comum com base na Encíclica Laudato Si (Louvado Sejas) escrita recentemente pelo Santo Padre, o Papa Francisco, que nos exorta a colocar como obra de misericórdia, o cuidado da criação.

Desde o princípio, a justiça social (Êx22:21-23;23:2-9; Lv 19:10; Pv 14:31; 29:7) fez parte das leis de Deus e de seu ideal para seu povo. A justiça social é a intenção original de Deus para a sociedade humana: um mundo em que as necessidades básicas são satisfeitas, as pessoas prosperem e a paz reine.

Durante toda semana vários temas foram abordados, que nos levaram à compreender um pouco mais a Misericórdia e a Justiça de Deus, o cuidado com a Casa Comum, sendo a primeira casa o nosso coração.

Ministraram palestras os Reverendíssimos Padres Rogério Ferreira da Silva, Carlos Henrique Machado Paiva, Reginaldo Sebastião Oliveira e o Cônego Luzair Coelho de Abreu. Ainda, houve debates e rodas de conversas sobre Ano Santo da Misericórdia ministrado pelo Irmão Augusto Cezar, da Congregação dos Irmãos do Sagrado Coração e o Seminarista Vinícius Thiago Amaral.

No primeiro momento refletimos sobre o tema “Cuidado da Casa Comum como Obra de Misericórdia”; sobre isso, nos orienta o Santo Padre, Papa Francisco, “É preciso que tenhamos como obra de misericórdia espiritual “a grata contemplação do mundo” e a corporal, os “simples gestos quotidianos” que permitem quebrar “a lógica da violência, da exploração, do egoísmo”.

No Jubileu da Misericórdia, Ano Santo Extraordinário que acontece até o dia 20 de novembro de 2016, nos propomos a reconhecer os pecados que cometemos contra a criação, para que seja possível “dar passos concretos no caminho da conversão ecológica”.

Em uma de suas várias mensagens o Santo Padre, Papa Francisco, nos ensina: “Habitados por tal arrependimento, podemos confessar os nossos pecados contra o Criador, contra a criação, contra os nossos irmãos e irmãs”, ou seja, podemos e temos condições de cuidar da nossa casa comum, buscando diariamente a conversão, o perdão, a boa convivência com os outros e acima de tudo cuidar de nós mesmos, entendendo que somos limitados e pecadores, e assim saber que onde Deus faz morada, onde Deus revela sua face e a beleza da criação, tudo isso começa em nós e por nós. Toda a Criação é bela, seja mineral, vegetal ou animal; e tudo foi feito para o homem. “O homem é a única criatura que Deus quis por si mesma” (GS, 24). Tudo é fruto da misericórdia divina: “Os Céus e a Terra proclamam a Vossa glória!

Refletimos a Misericórdia e a Justiça como marcas do povo de Deus, como atributo máximo da nossa salvação e como bem comum dado por Deus a nós. Misericórdia é quando a miséria do outro nos toca profundamente, é quando temos a capacidade de trazermos o outro para dentro de nós mesmos; quando o nosso coração é mísero, aberto e despojado, temos a possibilidade de acolher as outras pessoas dentro dele e sermos misericordiosos para com eles.

A Justiça é dar a cada um aquilo que lhe é devido. A justiça de Deus não é a mesma que humanamente conhecemos, aquelas que estão ligadas ao cumprimento da lei. Quando passamos a pensar em justiça de Deus, compreendemos que, o seu fundamento é o amor e é a partir do amor de Deus que seremos julgados, assim como diz São João da Cruz “no anoitecer da vida, seremos julgados pelo amor”.

Não podemos e nem devemos falar de misericórdia e justiça separados. No coração de Deus a misericórdia abrange a justiça, mas não se submete às leis e julgamentos humanos, é superior, pois, vem de um Deus que é misericordioso e que a pratica, baseada no amor em plenitude.

Dentre outras, refletimos sobre a parábola do Pai Misericordioso (O Filho Pródigo – Lucas 15,1-3. 11-31). Essa parábola vem como uma história que nos mostra as imagens e figuras concretas, de um Pai que é pura misericórdia e de um o filho que além de pedir sua parte da herança, corta relações com o seu pai e sai de casa, gasta todo o dinheiro que recebeu sem qualquer escrúpulo, e com isso perdeu sua dignidade e o que ele acreditava ser importante: o dinheiro. Com o passar do tempo, lembrou que os empregados do pai comiam com fartura, mas ele, naquele momento precisava ao menos da comida que alimentava os porcos para sobreviver.

Nesse estado miserável, de pecado e dor que o filho se encontrava, não resistiu e decidiu voltar pra casa de seu Pai e esse Pai o esperava todos os dias. Quando o filho chegou, seu pai o avistou de longe e foi logo ao seu encontro, e ouviu seu filho: “Pai, pequei contra o Céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados”. E o pai cheio de amor e compaixão apenas o cobriu de beijos, o abraçou e disse aos seus empregados: “Trazei depressa a melhor túnica e vista-lhe, dai-lhe um anel para o dedo e sandálias para os pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o; vamos fazer um banquete e alegrar-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi encontrado” (Lucas 15, 11-31).

O Pai poderia ter dado ao filho uma bronca, talvez nem o aceitar de volta, porém, o pai agiu como um verdadeiro pai misericordioso, cobriu-o de beijos, devolveu a ele a dignidade, a vida novamente e mostrou ao filho que seu amor por ele era imenso.

É dessa forma que Deus age, Ele nos acolhe, nos abraça, se enche de compaixão por nós e vem ao nosso encontro e nos pede para ficarmos junto d’Ele. Sua Misericórdia nos é revelada todos os dias… muito ele tem a nos dar pois sua misericórdia é infinita.

A misericórdia de Deus é o atributo máximo da nossa salvação, e quando falamos em salvação, para consegui-la, não basta ter fé. Nós precisamos mostrar essa fé em nossa casa, testemunhá-la e vivenciá-la (Atos 4:10, 12; Romanos 10:9, 10; Hebreus 5:9). A salvação não depende de nós. A salvação é dom de Deus (Efésios 2:8, 9). Que possamos abrir o nosso coração e acolher a salvação que Deus oferece incessantemente a nós pecadores.

            O nome de Deus é misericórdia: com esse pensamento, o Papa Francisco iniciou a Bula de Proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia. Desta forma, aprendemos que é possível ver, sentir e ser tocado pela Misericórdia, pois em todas as ações de Jesus vemos a misericórdia do Pai. A misericórdia é o caminho de união entre Deus e o homem, é sempre assim que Deus vem ao nosso encontro, através da misericórdia, vemos toda manifestação do amor de Deus.

Quando falamos em Ano da Misericórdia, entendemos que, de maneira muito especial, Deus vem manifestar todo seu amor como sempre o faz, porém, de maneira ainda mais intensa, forte e precisa, pois Ele estará derramando seu manancial de amor e misericórdia abundantemente sobre todo o seu povo.

Nesse ano que estamos vivendo, somos convidados a conhecer mais sobre este poder da misericórdia de Deus que tudo vence, enche o coração de amor e consola com o perdão.

Quando olhamos para algumas realidades desse tempo, vemos o quanto é necessário repetir o que São João Paulo II dizia: “Há uma urgência de anunciar e testemunhar a misericórdia de Deus. (…) É tempo de regresso ao essencial, para cuidar das fraquezas e dificuldades dos nossos irmãos. O perdão é uma força que ressuscita para nova vida e infunde a coragem para olhar o futuro com esperança”. Precisamos levar muitos irmãos a se encontrarem com a misericórdia, viver e sentir de verdade todo esse amor infinito que vem de Deus, mesmo sendo eu, você, miseráveis pecadores, é a nós que Ele quer atingir com os raios de sua misericórdia .

A Semana Paroquial da Misericórdia 2016 encerrou-se com a Santa Missa às 18h30m na Catedral de Santo Antônio, dia de São João Paulo II. A celebração foi presidida pelo Reverendíssimo Cônego Luzair Coelho de Abreu, Pároco e Cura da Catedral da Campanha.

Por fim, no dia 23/10 (domingo) aconteceu a Peregrinação pelos locais santos de nossa cidade, selando toda semana de formação e oração que vivemos. A peregrinação iniciou-se Cruzeiro localizado na Praça Zoroastro de Oliveira, passando pelas Igrejas de Nossa Senhora das Dores, São Sebastião, Oratório do Lar Vicentino, Cemitério Municipal, Capela São Miguel Arcanjo, Memorial Servo de Deus Dom Othon Motta, no qual rezamos pela sua santificação, encerrando a peregrinação na Catedral, onde todos os peregrinos puderam passar pela Porta Santa da Misericórdia, participar da Santa Missa, realizando assim todos os passos para se alcançar as indulgências do Ano Santo da Misericórdia.

Por Bruno Henrique Santos – Coordenador dos Apóstolos Eucarísticos da Divina Misericórdia e Gestor do Portal Terra de Santa Cruz  – Paróquia Santo Antônio – Campanha/MG

Veja todos as fotos no álbum da Paróquia Santo Antônio – Campanha

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Holywins ou Halloween? Católicos resgatam Véspera de Todos os Santos

Há alguns anos, diversas dioceses, paróquias e comunidades católicas em várias partes do mundo se propuseram a recuperar o dia 31 de outubro como a Véspera de Todos os Santos. Assim, nasceu a celebração “Holywins” (a santidade vence), para festejar com as crianças e jovens a vocação universal à santidade.

Foto: Holywins – Paróquia Imaculada, em Madri

Brasil

Um dos muitos exemplos dessa festividade acontece na Arquidiocese de Porto Alegre (RS). Os fiéis comemorarão no dia 5 de novembro, a partir das 18h30 na Catedral Metropolitana. Haverá Adoração Eucarística, confissão, Missa, atividades infantis (Holy Kids) e show com a banda Eterna Aliança e com a cantora católica Suely Façanha.

A página oficial do evento no Facebook explica que “a busca de viver a santidade é um olhar para a eternidade, assim, o Holywins oferece espaço de reflexão e reforça os valores que não passam”.

Em entrevista ao programa ‘Alegrai-vos’ da Rádio Aliança, Rosana Both, da organização do evento, explicou que no Holywins é possível se “encontrar e celebrar a santidade, essa grande alegria de ser cristão, de celebrar a festa de Todos os Santos”.

“Que coisa boa olhar para nossa Igreja e pensar quantos homens e mulheres nos precederam na fé, alguns foram elevados formalmente aos altares e outros tantos, com certeza, por nós intercedem. É a alegria de celebrarmos a vida eterna que o Senhor nos prometeu e tantos já alcançaram”, declarou.

Além do evento do dia 5 de novembro, o Holywins será precedido pela Semana da Misericórdia, de 30 de outubro a 4 de novembro, com Missa de abertura, cachorro-quente solidário para entregar lanches a moradores de rua, confissões ao ar livre, Missão Vida Eterna no cemitério São Miguel e Almas, Adoração Eucarística e Vigília.

Para conhecer toda a programação, acesse a página do Holywins Brasil: www.facebook.com/holywinsbrasil/?fref=ts.

Espanha

A Diocese de Alcalá de Henares também se soma a esta comemoração. O centro de todas as atividades de 31 de outubro é a celebração da Missa às 19h30, na Catedral Magistral ‘Santos Niños’, que será presidida pelo bispo, Dom Juan Antonio Reig Pla.

Estão convidados crianças e adolescentes, assim como suas famílias e todos os jovens e demais pessoas que desejam participar. Após a Missa, o Santíssimo Sacramento será exposto e começará a evangelização pelas ruas até a vigília que acontecerá a partir de 23h, na Praça dos ‘Santos Niños’.

Colômbia

No dia 31 de outubro, a Arquidiocese de Barranquilla convida os fiéis a celebrar a ‘Noite Branca’, uma iniciativa em todas as paróquias, onde as crianças vão celebrar “a tradicional festa do Dia dos Anjinhos”, abrindo “um espaço onde os pequenos, através do que sabem fazer – jogar, cantar, dançar, atuar –, elevem uma oração a Deus pelas outras crianças no país e no mundo”.

Peru

Na paróquia de São Miguel Arcanjo, no distrito de São Miguel (Lima), haverá uma jornada para jovens, sob o nome “Holywins / Santos Vencedores”, a partir das 15h.

Polônia

Os católicos poloneses, compatriotas de São João Paulo II, também não querem ficar para trás e animam os paroquianos a celebrar “Holywins” no dia 31 de outubro às 11h, através de uma procissão pelas ruas da comuna de Liviaz.

Fonte: ACDIGITAL 

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Nota da CNBB sobre a PEC 241

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta quinta-feira, dia 27 de outubro, durante entrevista coletiva à imprensa, a Nota da CNBB sobre a Proposta de Emenda Constitucional 241 (PEC 241), que estabelece um teto para os gastos públicos para os próximos vinte anos. O texto foi aprovado pelo Conselho Permanente da entidade, reunido, em Brasília, entre os dias 25 e 27 deste mês.

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“Não fazer os pobres participar dos próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida.”
 (São João Crisóstomo, século IV)

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, dos dias 25 a 27 de outubro de 2016, manifesta sua posição a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de autoria do Poder Executivo que, após ter sido aprovada na Câmara Federal, segue para tramitação no Senado Federal.

Apresentada como fórmula para alcançar o equilíbrio dos gastos públicos, a PEC 241 limita, a partir de 2017, as despesas primárias do Estado – educação, saúde, infraestrutura, segurança, funcionalismo e outros – criando um teto para essas mesmas despesas, a ser aplicado nos próximos vinte anos. Significa, na prática, que nenhum aumento real de investimento nas áreas primárias poderá ser feito durante duas décadas. No entanto, ela não menciona nenhum teto para despesas financeiras, como, por exemplo, o pagamento dos juros da dívida pública. Por que esse tratamento diferenciado?

A PEC 241 é injusta e seletiva. Ela elege, para pagar a conta do descontrole dos gastos, os trabalhadores e os pobres, ou seja, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos constitucionais sejam garantidos. Além disso, beneficia os detentores do capital financeiro, quando não coloca teto para o pagamento de juros, não taxa grandes fortunas e não propõe auditar a dívida pública.

A PEC 241 supervaloriza o mercado em detrimento do Estado. “O dinheiro deve servir e não governar! ” (Evangelii Gaudium, 58). Diante do risco de uma idolatria do mercado, a Doutrina Social da Igreja ressalta o limite e a incapacidade do mesmo em satisfazer as necessidades humanas que, por sua natureza, não são e não podem ser simples mercadorias (cf. Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 349).

A PEC 241 afronta a Constituição Cidadã de 1988. Ao tratar dos artigos 198 e 212, que garantem um limite mínimo de investimento nas áreas de saúde e educação, ela desconsidera a ordem constitucional. A partir de 2018, o montante assegurado para estas áreas terá um novo critério de correção que será a inflação e não mais a receita corrente líquida, como prescreve a Constituição Federal.

É possível reverter o caminho de aprovação dessa PEC, que precisa ser debatida de forma ampla e democrática. A mobilização popular e a sociedade civil organizada são fundamentais para superação da crise econômica e política. Pesa, neste momento, sobre o Senado Federal, a responsabilidade de dialogar amplamente com a sociedade a respeito das consequências da PEC 241.

A CNBB continuará acompanhando esse processo, colocando-se à disposição para a busca de uma solução que garanta o direito de todos e não onere os mais pobres.

Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, continue intercedendo pelo povo brasileiro. Deus nos abençoe!

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: CNBB

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DNJ 2016: Cerca de 4mil Jovens celebram a Misericórdia de Deus em Três Corações-MG/Diocese da Campanha

Neste último domingo 23/10 a Juventude da Diocese da Campanha celebrou o Dia Nacional da Juventude (DNJ) no ginásio Pelezão em Três Corações/MG

Com mais de 4 mil jovens, o DNJ 2016 teve como tema “Aqui também mora a Misericórdia de Deus”, tema este que vem em comunhão com o Ano Jubilar da Misericórdia que estamos vivendo, uma verdadeira oportunidade de celebrar e meditar as misericórdias de Deus em nossas vidas.  Jovens de várias paróquias da Diocese da Campanha estiveram presentes no evento, são jovens do EAC, EJC, e da RCC e de outros movimentos e pastorais.

O Dia Nacional da Juventude (DNJ) surgiu em 1985, durante o Ano Internacional da Juventude, promovido pela Organização das Nações Unidas. Estava evidente que a juventude precisava mobilizar-se e construir espaços de participação, para pensar e repensar uma nova sociedade. Todos os anos organiza-se um dia de festa da juventude, sempre com um tema importante a ser debatido e trabalhado com grupos.

 

O DNJ é o principal evento do Setor Juventude da Diocese da Campanha e assim acontece em todo o país, em todos os estados. Ele tem a  intenção de promover o protagonismo juvenil, defender a vida da juventude, anunciar sinais de vida e denunciar sinais de morte.

Neste evento todos são chamados a viver verdadeiramente um encontro com Deus. Foi realizado shows, palestras, teatro, adoração e Missa, tudo para levar e mostrar ao Jovem que ele pode ser feliz sem precisar atrever-se por caminhos tortuosos que não agradam o coração de Deus e não os fazem bem. Equipes de organização foram montadas para bem receber os jovens desde o começo até o fim do evento.

A Santa Missa foi presidida por Vossa Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz, bispo diocesano da Campanha, concelebraram a santa Eucaristia, padres e diáconos entre eles o assessor diocesano do Setor Juventude, o Reverendíssimo Pe. Aylton Marcos de Jesus Santos que esteve a frente da organização do DNJ2016.  Os seminaristas das casas de formação Propedêutica, Filosófica e Teológica estiveram presentes participando das atividades do dia ao decorrer do evento.

Foi um dia de muitas bênçãos e reflexões, animação e diversão, música e acima de tudo, muita oração. Aos organizadores do DNJ2016, deixamos aqui o nosso abraço e que Deus abençoe a todos que se dispuseram a ajudar e preparar este grande Dia Nacional da Juventude na Diocese da Campanha.

DNJ SOMOS MAIS QUE JUVENTUDE  – CONFIRA ALGUMAS FOTOS 

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Fotos: Maria Aparecida Andrade Anézio – Três Corações/MG 

Escrito por Bruno Henrique/Campanha-MG 

 

 

NOVENA PELA BEATIFICAÇÃO DA SERVA DE DEUS MADRE TEREZA MARGARIDA – ‘NOSSA MÃE’ – Programação

cartaz-nossa-mae-2016De 05 a 13 de novembro de 2016 – 11º Aniversário de Morte

NOSSA MÃE: TESTEMUNHA DO AMOR MISERICORDIOSO DE DEUS

“Como é bom agradecer e cantar as misericórdias do Senhor”!

1º DIA: Sábado, 5 de novembro A MISERICÓRDIA DIVINA NA MINHA VIDA

Padre Ednaldo Barbosa

2º DIA: Domingo, 6 de novembro A ORAÇÃO HUMILDE ALCANÇA A MISERICÓRDIA

Dom Diamantino Prata de Carvalho

3º DIA: Segunda-feira, 7 de novembro COMO DEUS É BOM!

Padre Roberto Donizetti de Carvalho

4º DIA: Terça-feira, 8 de novembro JESUS FEZ BRILHAR EM MIM A SUA MISERICÓRDIA

Pe. Luzair Coelho de Abreu

5º DIA: Quarta-feira, 9 de novembro NUNCA SE CONFIA DEMAIS EM JESUS

Pe. Dehon Vicente Ferreira

6º DIA: Quinta-feira, 10 de novembro MISERICÓRDIA PARA O MUNDO

Padre André Luís da Cruz

7º DIA: Sexta-feira, 11 de novembro A MISERICÓRDIA É O AMOR QUE SE CURVA SOBRE A NOSSA MISÉRIA

Padre André Villas Boas

8º DIA: Sábado, 12 de novembro ABANDONO NAS MÃOS DE DEUS

Padre Rogério Augusto Silva

9º DIA: Domingo, 13 de novembro MARIA, MÃE DA MISERICÓRDIA

Frei Alonso Gustavo Malaquias

14 DE NOVEMBRO – 11º ANIVERSÁRIO DE MORTE DA SERVA DE DEUS MADRE TEREZA MARGARIDA – NOSSA MÃE

NOSSA MÃE: TESTEMUNHA DO AMOR MISERICORDIOSO DE DEUS

Missas às 7h – Dom Diamantino Prata de Carvalho – Bispo Emérito da Diocese da Campanha

Missa às 19h – Padre Vânis Vieira da Cunha

BAIXE A PROGRAMAÇÃO PARA DIVULGAÇÃO -> AQUI <-

SERVA DE DEUS MADRE TEREZA MARGARIDA – NOSSA MÃE, ROGAI POR NÓS 

PORTAL TERRA DE SANTA CRUZ – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO 

Papa Francisco nomeou padre de Nepomuceno para ocupar importante cargo – Padre Luís Henrique Eloy e Silva

Trata-se do Reverendíssimo Padre Luís Henrique Eloy e Silva, filho da Diocese da Campanha , natural de Nepomuceno/MG

Padre Luís Henrique Eloy e Silva foi nomeado pelo Santo Padre o Papa Francisco para integrar a Pontifícia Comissão Bíblica, ele é o terceiro brasileiro a compor a comissão e o primeiro mineiro. Padre Luís Henrique Eloy e Silva é assessor da Comissão Pastoral para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB). O grupo, formado por professores, têm a função de fazer estudos bíblicos atuais. O religioso é o único brasileiro na comissão.

São 20 integrantes na Pontifícia Comissão Bíblica. Os membros são professores de Sagrada Escritura, nomeados de vários países. Ela é presidida pelo cardeal Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Todos os membros são especialistas em bíblia.

Além do padre Luís Henrique, participam da comissão professores da Itália, Espanha, México, Estados Unidos, Portugal, França, Grã-Bretanha, Nigéria, Índia, Colômbia, Congo, Irlanda, Coréia, Argentina, Hungria e Polônia. O primeiro encontro já está marcado para acontecer em abril do próximo ano.

O padre Luís Henrique iniciou sua carreira religiosa na cidade de Campanha, onde foi ordenado sacerdote. Ele trabalha, atualmente, como professor de exegese do Novo Testamento no Instituto de Teologia Dom João Resende Costa da PUC Minas e na Faculdade Jesuíta de Belo Horizonte.

O padre é Mestre e Doutor em Sagradas Escrituras pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma e presbítero desde 1996. Em 2008, foi nomeado pelo papa Bento XVI perito no Sínodo sobre a Palavra de Deus na Vida e na Missão da Igreja.

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São João Paulo II: História e Missão de um grande semeador da Paz

João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.

Os primeiros passos na Igreja Católica

Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como “arma” para “ganhar espíritos“. A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviamproibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.

A nomeação como Papa

Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.

Realizações e fatos

Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.

Canonização

A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

Leia mais sobre a canonização do Papa no artigo “Canonização dos papas João Paulo II e João XXIII”

Oração de São João Paulo II

Ó São João Paulo,PAPA-JOÃO-PAULO-II-DIVULGAÇÃO-2
da janela do céu,
dá-nos a tua bênção!

Abençoa a Igreja,
que tu amaste, serviste e guiaste,
incentivando-a a caminhar corajosamente
pelos caminhos do mundo,
para levar Jesus a todos
e todos a Jesus!

Abençoa os jovens,
que também foram tua grande paixão.
Ajuda-os a voltar a sonhar,
voltar a dirigir o olhar ao alto
para encontrar a luz que
ilumina os caminhos da vida na terra.

Abençoa as famílias,
abençoa cada família!
Tu percebeste a ação de Satanás
contra esta preciosa e indispensável
faísca do céu que Deus
acendeu sobre a terra.

São João Paulo,
com a tua intercessão,
protege as famílias
e cada vida que nasce
dentro da família.

Roga pelo mundo inteiro,
ainda marcado por tensões,
guerras e injustiças.
Tu te opuseste à guerra,
invocando o diálogo e semeando o amor;
roga por nós,
para que sejamos incansáveis
semeadores de paz.

Ó São João Paulo,
da janela do céu,
onde te vemos junto a Maria,
faz descer sobre todos nós
a bênção de Deus!

Amém.

(Cardeal Angelo Comastri)

Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da evangelização 

Papa: rezar para conhecer Jesus; o catecismo não é suficiente

Para conhecer realmente Jesus precisamos de oração, adoração e reconhecer-nos pecadores. Foi o que disse o Papa Francisco na Missa matutina (20/10) na Casa Santa Marta. O Pontífice destacou que o catecismo não é suficiente para compreender a profundidade do mistério de Cristo.

Francisco desenvolveu sua homilia partindo da Carta de São Paulo aos Efésios. O Apóstolo dos Gentios, observou ele, pede que o Espírito Santo dê aos Efésios a graça de “serem fortes, robustos”, que faça de modo que Cristo habite em seus corações. Ali está o centro”.

Não se conhece Jesus somente com o catecismo, é preciso rezar

O Papa observou que Paulo “se imerge” no “mar imenso que é a pessoa de Cristo”. Mas como podemos conhecer Cristo?”, questionou Francisco. Como podemos compreender “o amor de Cristo que supera todo conhecimento”?:

“Cristo está presente no Evangelho, lendo o Evangelho conhecemos Cristo. E todos fazemos isso, pelo menos ouvimos o Evangelho quando vamos à Missa. Com o estudo do catecismo: o catecismo nos ensina quem é Cristo. Mas isso não é suficiente. Para ser capaz de compreender qual é a largura, o comprimento, a altura e a profundidadede Jesus Cristo é preciso entrar num contexto, primeiro, de oração, como faz Paulo, de joelhos: ‘Pai, envia-me o Espírto para conhecer Jesus Cristo”.

Encontrar o Senhor no silênio da adoração

Para conhecer realmente Cristo, “é necessária a oração”. “Paulo não somente reza, adora este mistério que supera todo conhecimento e num contexto de adoração pede esta graça” ao Senhor:

“Não se conhece o Senhor sem este hábito de adorar, de adorar em silêncio, adorar. Se não estou enganado, creio que esta oração de adoração seja a menos conhecida entre nós, é a que menos rezamos. Perder tempo, permito-me dizer, diante do Senhor, diante do mistério de Jesus Cristo. Adorar. Ali em silêncio, o silêncio da adoração. Ele é o Senhor e eu o adoro”.

Reconhecer-se pecadores para entrar no mistério de Jesus

O Papa disse ainda que “para conhecer Cristo é necessário ter consciência de nós mesmos, ou seja, ter o hábito de nos acusar”, de reconhecer-nos pecadores:

“Não se pode adorar sem acusar-se a si mesmo. Para entrar neste mar sem fundo, sem margens, que é o mistério de Jesus Cristo, estas coisas são necessárias: Primeira, a oração: Pai, envia-me o Espírito para que Ele me leve a conhecer Jesus. Segunda, a adoração ao mistério, entrar no mistério, adorando. E terceira, acusar-se a si mesmo: Sou um homem dos lábios impuros. Que o Senhor dê esta graça que Paulo pediu para os Efésios também a nós, esta graça de conhecer e merecer Cristo.”

Por Rádio Vaticano 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

13 de novembro: fecham-se as portas santas das Basílicas papais e Dioceses do mundo.

Em vista do encerramento oficial do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, no próximo dia 20 de novembro, o Papa Francisco nomeou os cardeais-arciprestes de três Basílicas papais para presidir o rito de fechamento da Porta Santa:

O Card. Agostino Vallini presidirá o rito na Basílica Papal de São João de Latrão. O Card. Santos Abril y Castelló fará o mesmo na Basílica de Santa Maria Maior. E o Card. James Michael Harvey fechará a Porta Santa da Basílica de São Paulo Fora dos Muros.A cerimônia nas três Basílicas Papais foi marcada para o domingo que antecede o encerramento do Jubileu, em 13 de novembro.

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Nesta mesma data, enquanto os Cardeais-arciprestes presidem o rito, na Basílica Vaticana Papa Francisco celebra o Jubileu dos sem-teto.

A programação do Ano Jubilar prevê ainda o Jubileu dos Encarcerados, em 6 de novembro, e a última audiência jubilar aos sábados, em 12 de novembro. Dia 19 de novembro haverá o Consistório para a criação de 17 novos Cardeais e, com eles, no dia 20 de novembro, a Santa Missa de encerramento do Jubileu na Basílica Vaticana.

Por Rádio Vaticano 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

Santo Inácio de Antioquia, portador de Deus

Sua santidade brilhava, tanto que o prenderam devido a sua liderança na religião cristã.

Neste dia deparamos com a fé ardente, doação completa e amor singular ao Cristo do mártir Inácio, sucessor de São Pedro em Antioquia da Síria, que desde a infância conviveu com a primeira geração dos cristãos.

Como Bispo foi muito amado em Antioquia e no Oriente todo, pois sua santidade brilhava, tanto que o prenderam devido a sua liderança na religião cristã, durante o Império de Trajano, por volta do ano 107.

Chamado Teóforo – portador de Deus – Inácio, ao ser transportado para Roma, sabia que cristãos de influência na corte imperial poderiam impedi-lo de alcançar Cristo pelo martírio, por isso, dentre tantas cartas que enviara para as comunidades cristãs, a fim de edificar, escreveu em especial à Igreja Católica em Roma: “Eu vos suplico, não mostreis comigo uma caridade inoportuna. Permiti-me ser pasto das feras, pelas quais me será possível alcançar Deus, sou trigo de Deus e quero ser moído pelos dentes dos leões, a fim de ser apresentado como pão puro a Cristo. Escutai, antes, as feras, para que se convertam em meu sepulcro e não deixem rasto do meu corpo. Então serei verdadeiro discípulo de Cristo”.

Nesta mesma carta há uma preciosa afirmação sobre a presença de Cristo na Eucaristia: “Não encontro mais prazer no alimento corruptível nem nos gozos desta vida, o que desejo é o pão de Deus, este pão que é a carne de Cristo e, por bebida, quero seu sangue, que é o amor incorruptível”.

Santo Inácio escreveu sete cartas: Epístola a Policarpo de Esmirna, Epístola aos Efésios, Epístola aos Esmirniotas, Epístola aos Filadélfos, Epístola aos Magnésios, Epístola aos Romanos, Epístola aos Tralianos.

Santo Inácio foi, de fato, atirado às feras no Coliseu em Roma no ano 107, e hoje intercede para que comecemos a ter a têmpera dos mártires a fim de nos doarmos por amor.

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Santo Inácio de Antioquia, rogai por nós!

PORTAL TERRA DE SANTA CRUZ – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO 

No Vaticano, Papa Francisco canoniza sete novos santos

Em sua homilia, o Pontífice destacou a importância da oração, que aparece no centro das leituras bíblicas deste domingo.

O Papa Francisco presidiu na manhã deste domingo, 16, na Praça São Pedro, à Missa com o rito de canonização de sete novos santos.

No início da celebração eucarística, com a participação de milhares de fiéis, foram canonizados: Salomão Leclercq (1745-1792), José Sanchez do Río (1913-1928), Manuel González Garcia (1877-1940), Ludovico Pavoni (1784-1849), Afonso Maria Fusco (1839-1910), Isabel da Santíssima Trindade (1880-1906) e José Gabriel do Rosário Brochero (1840-1914). Estavam presentes na Praça delegações oficiais dos cinco países de origem dos santos: Itália, Argentina, México, França e Espanha.

Firmes na oração

Em sua homilia, o Pontífice destacou a importância da oração, que aparece no centro das leituras bíblicas deste domingo.

No episódio da batalha contra Amalec, Moisés está de pé no topo da colina com os braços erguidos; mas de vez em quando, com o peso, seus braços caem e, nesses momentos, o povo perde; então Aarão e Hur fizeram Moisés sentar-se numa pedra e sustentavam os seus braços erguidos até à vitória final.

“Este é o estilo de vida espiritual que a Igreja nos pede, não para vencer a guerra, mas para vencer a paz!”, ressaltou o Papa.

Na segunda leitura, São Paulo recomenda a Timóteo que permaneça firme naquilo que aprendeu e acredite firmemente. Contudo, também Timóteo não pode perseverar sozinho, sem a oração. “Não uma oração esporádica, intermitente, mas feita como Jesus ensina no Evangelho de hoje: ‘orar sempre, sem desfalecer’. Esta é a maneira cristã de agir: ser firme na oração para se manter firme na fé e no testemunho”, explicou Francisco.

O Papa disse ainda que quando o desânimo aparecer devemos nos recordar que não estamos sós, mas que fazemos parte de um Corpo. “Somos membros do Corpo de Cristo, a Igreja. E só na Igreja e graças à oração da Igreja é que podemos permanecer firmes na fé e no testemunho”, disse.

Rezar é lutar

Francisco prosseguiu, afirmando que rezar não é refugiar-se num mundo ideal, nem evadir-se numa falsa tranquilidade egoísta. “Pelo contrário, rezar é lutar e deixar que o próprio Espírito Santo reze em nós. É o Espírito Santo que nos ensina a rezar, guia na oração e faz rezar como filhos”.

“As sete testemunhas que hoje foram canonizadas também travaram o bom combate da fé e do amor através da oração. Que Deus nos conceda também a nós, pelo exemplo e intercessão delas, ser homens e mulheres de oração; gritar a Deus dia e noite, sem nos cansarmos; deixar que o Espírito Santo reze em nós, e orar apoiando-nos mutuamente para permanecermos com os braços erguidos, até que vença a Misericórdia Divina”, rezou o Papa ao final da homilia.

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Por Rádio Vaticano

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização 

Ser professor é um dom e uma missão

Ser professor é uma vocação que nasce do amor e do comprometimento em educar

Toda vocação nasce de um chamado e toda resposta nasce de um ‘sim’. Ser professor é um dom, uma vocação que nasce de um ‘sim’. Sabemos, no entanto, que a vocação dos professores no Brasil não é valorizada como deveria ser: salários baixos, pouca valorização pelos órgãos governamentais, falta de estrutura básica para o ensino em muitas escolas. Como se não bastasse, muitos ainda precisam enfrentar, todos os dias, alunos extremamente agressivos, que chegam às escolas totalmente desestruturados emocionalmente.

O berço da educação grita por dignidade, e muitos professores buscam, dentro de suas possibilidades, sanar as dores dessa realidade enferma.

Em meio a tantas situações de trevas, esses homens e mulheres seguem sua vocação partilhando conhecimento e acreditando que o amanhã poderá ser melhor, e que somente com educação o Brasil será o país do futuro.

Busque inspiração

Como viver o dom dessa nobre vocação sem se perder em meio a tantos sinais de trevas que podem causar desânimo e abandono de um “sim” nascido de um amor? Jesus Cristo é o modelo para todos os professores que buscam viver o dom de sua vocação de modo espiritualmente pleno e rico de significados.

Nem sempre é fácil, em uma sala de aula, acolher os alunos rebeldes e agressivos. No entanto, olhando para Jesus e buscando inspiração nos Seus ensinamentos, encontramos um caminho para que esse desafio seja enfrentado com sabedoria. O Mestre da vida nunca se deixou vencer pelos agressores, e o preço de Sua luta era pago com amor. Somente com um amor que ultrapassa as fronteiras da agressão o coração do aluno será conquistado.

Ninguém é agressivo, porque nasceu assim. As raízes da agressão e da violência são frutos de uma vida cultivada sobre os alicerces de realidades complexas, muitas vezes difíceis de serem compreendidas, desde uma estrutura familiar mal vivida até mesmo complexas desestruturas emocionais causadas por inúmeros fatores.

Alimente sua vocação

Somente com o olhar da misericórdia, que ultrapassa os muros da agressão, será possível aproximar-se de quem fere com o bálsamo do amor, ensina que a vida pode ser diferente do que aquilo que foi ensinado por muito tempo. Quando um professor se coloca no mesmo nível de um aluno agressor, ele desce ao nível mais baixo de sua vocação: tornar-se aquilo pelo qual sente tanta repulsa.

As dificuldades são muitas, porém a vocação de ser professor deve ser alimentada com uma vida espiritual rica de significados profundos. Ninguém sustenta sozinho um dom sem uma ajuda que ultrapassa as forças humanas. Para que a vocação do magistério seja sempre nova e se renove a cada novo encontro, é preciso cultivar uma vida de oração, andar de mãos dadas com Deus, para que outros possam ser abraçados por esse amor cultivado na intimidade da fé.

Quando o professor caminha sozinho, ele se perde em meio aos problemas que parecem não ter solução. Quando caminha com Deus, constrói pontes que unem a vida à beleza da fé.

Por Padre Flávio Sobreiro – Bacharel em Filosofia pela PUCCAMP e Teólogo pela Faculdade Católica de Pouso Alegre (MG), padre Flávio Sobreiro é vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Santa Rita do Sapucaí (MG), e padre da Arquidiocese de Pouso Alegre (MG). É autor do livro “Amor Sem Fronteiras” pela Editora Canção Nova. Para saber mais sobre o sacerdote e acompanhar outras reflexões, acesse: facebook.com/peflaviosobreiro

Fonte: Portal Canção Nova

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

Graças demos à Senhora, Virgem por Deus escolhida Para ser Mãe de Cristo, a Senhora Aparecida”

Escrito por: Thiago Augusto da Silva.

Ao refletir sobre a Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Mãe, Rainha e Padroeira do Brasil, sou levado pelas minhas lembranças às rezas dos terços que ocorriam na rua da minha casa, quando eu tinha por volta de seis anos.

Lembro-me que levávamos à Imagem de Nossa Senhora Aparecida de casa em casa, rezando o terço, pedindo pela saúde dos moradores que recebiam a imagem, pelas famílias, por toda paróquia. Foi nesses terços que aprendi a amar Maria de Nazaré.

Filipe Pedroso, Domingos Garcia e João Alves, não podiam imaginar que ao lançar sua rede nas águas do Rio Paraíba, trariam para o barco, naquele 12 de outubro de 1717, um dos maiores símbolos de fé e devoção do povo brasileiro, a Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

A devoção a Nossa Senhora Aparecida, que começou  na casa dos pescadores em um simples oratório, onde a pequena comunidade se reunia para rezar o santo terço, contemplando os mistérios da vida de Jesus, hoje espalhada por todo o Brasil e partes do mundo.

Na Jornada Mundial da Juventude de 2016, muitos jovens brasileiros presentearam as famílias polonesas, onde ficaram hospedados, com uma imagem da santa, um dos símbolos mais representativo da religiosidade do Brasil, a imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Neste ano de 2016, às vésperas do tricentenário do encontro de imagem milagrosa, no dia 3 de setembro, foi inaugurado no Vaticano o Momumento a Nossa Senhora Aparecida, Sua Santidade Papa Francisco. Diante destes fatos marcantes, somos levados a refletir o valor simbólico, cultural e espiritual que carrega aquela que é Mãe, Rainha e Padroeira do Brasil.

Como não se emocionar diante da diminuta imagem negra, como nossa gente, que fora escravizada, excluída, abandonada a sua própria sorte. Pois, sendo verdadeiramente Nossa Mãe, assumiu as nossas feições em um período tão difícil na História da Nação. Segundo Padre Omar Cavaca:
“[…] a cor enegrecida da imagem foi interpretada, num tempo de escravatura, como força que testemunha o amor de Deus para com os pobres e os humildes; de uma  imagem enegrecida, Ele se serve para comunicar aos homens e mulheres negros, pobres ou pecadores de todos os tempos que sua descida os eleva à dignidade de plena e realizada imago Dei”.

Maria, a Imaculada Conceição, é aquela que anuncia em seu belo canto do Magnificat, o Deus que  “exalta os humildes” (cf. Lc 1, 52b). É aquela que anuncia o Verbo Eterno, Cristo Jesus, que se fez carne em seu ventre, assumiu as nossas dores, os nossos pecados, a nossa pequenez, para a redenção de toda a humanidade.

Assim diz essa autora: “Maria é a imagem da Filha predileta do Pai porque vive no Verbo a máxima realização da existência humana em seu modo de ser feminino. Esta realização se cumpre em ser interlocutora do Pai em seu Projeto de enviar seu Verbo ao mundo e ela, com sua fé, chega a ser o primeiro membro da comunidade dos crentes em Cristo, que se legitima com sua presença, junto com outras mulheres seguidoras de Jesus (cf. At 1, 12 – 14)”. (Boff, Lina, 2016, pag. 27).

Na imensidão desta “Terra de Santa Cruz”, chamada Brasil, Nossa Senhora é o exemplo de Discípula, pois seguiu os passos de seu Filho, sendo testemunha de todo Evangelho de Sua vida – da manjedoura, passando pela Cruz até a Ascensão de Jesus aos Céus; e de Missionária que vai de casa em casa anunciando Jesus, Caminho, Verdade e Vida.

A imagem da Virgem Maria, sob o título de Conceição Aparecida, está presente na Catedral, nas  capelas a ela dedicadas na zona urbana e rural, em muitas outras capelas dedicadas a outros padroeiros e nas milhares de casas esparramadas pelo município da Campanha, qual estrelas no azul do manto da Mãe de Deus.

Podemos dizer como o poeta: “Dá-me aquela ponta do céu como está agora banhada com as luzes da madrugada.  Não seria um belo manto para a Mãe Santíssima a quem chamamos, com tanto acerto, de Estrela da Manhã?

(Servo de Deus Dom Helder Camara, 1981, p. 48).

Estrela da Manhã, Mãe da Igreja, Cheia de Graça, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, viemos hoje, celebrar as maravilhas que o Altíssimo fez por ti. Veneramos sua imagem, ó Mãe de nossa pátria, pedindo que rogueis a Deus por nós, em todas as nossas necessidades espirituais e temporais. Dai-nos a graça de seguir fielmente seu Divino Filho, Jesus Cristo, testemunhando Seu Amor e Sua Infinita Misericórdia a toda criatura humana.

São quase três séculos de uma fé, nascida no meio do povo e, assumida por toda Igreja do Brasil, o pequeno oratório particular, deu lugar ao belíssimo Santuário Nacional. Como outrora faziamos na rua da minha casa, ó Mãe querida, elevamos a ti nosso canto de gratidão, por nos acompanhar em nossa caminhada rumo à Jerusalém Celeste.

“Graças demos à Senhora, Virgem por Deus escolhida
Para ser Mãe de Cristo, a Senhora Aparecida”.


Referências bibliográficas

– CAMARA, Dom Helder, Nossa Senhora no meu caminho. São Paulo: Paulus, 1981.
– Iconografia de Aparecida: Teologia da Imagem. Pe. Valdivino Guimarães (Org.). São Paulo: Paulus; 2016.
– Liturgia das Horas Segundo o Rito Romano, Vol. IV: Tempo Comum, 18°- 34° Semana. São Paulo: Editora Vozes; Paulinas; Paulus; Editora Ave Maria, 1999.
– PENNA, Lucy, Aparecida do Brasil: A Madona negra da abundância. São Paulo: Paulus, 2009.

Graças demos à Senhora!
Em romaria chegaremos aos 300 anos de fé e devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

Escrito por: Thiago Augusto da Silva – Colaborador do Portal Terra de Santa Cruz 

PORTAL TERRA DE SANTA CRUZ – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO

Papa em Sta. Marta adverte sobre religião “maquiagem” e “fingir”

Na sua homilia, na terça-feira, o Santo Padre recorda que o bem deve ser feito com humildade, como fez Jesus

O Papa Francisco em sua homilia terça-feira em uma missa celebrada em Santa Marta, lembrou que Jesus nos pede para fazer o bem, com humildade, evitando a aparecer, a “fingir” fazer alguma coisa. Além disso, o Santo Padre alertou sobre a “religião de maquiagem”, sublinhando que o caminho do Senhor é o caminho da humildade.

liberdade cristã vem de Jesus “, e não de nossas obras.” Assim Papa Francisco desenvolveu sua homilia falando a Carta de São Paulo aos Gálatas, e o Evangelho do dia, onde Jesus repreende um fariseu focada em aparências e não sobre o mérito da fé.

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Jesus disse ao doutor da lei que criticavam Jesus por não fazer ablução antes do almoço: “Você, os fariseus limpar a parte externa do copo e do prato, mas por dentro rebosáis de roubo e maldade.” Por isso, o Papa recordou que Jesus repete isso muitas vezes no Evangelho a estas pessoas.

Na mesma linha, o Papa observou que, em outra passagem do Evangelho, Jesus pede orar sem ver, sem aparecer. Alguns tinham “nervo” tinha “nenhuma vergonha” orou e deu esmolas para ser admirado. No entanto, o Senhor “mostra o caminho da humildade.”

A este respeito, o Pontífice recordou também que o que importa, Jesus diz: “É a liberdade que nos deu a redenção, amor, recreação do Pai”.

Ele também explicou que é esta liberdade interior, que a liberdade faz o bem pelo discrição, sem soar a trombeta porque o caminho da verdadeira religião é o mesmo caminho de Jesus: a humildade, humilhação.

Esta é a única maneira de remover nós egoísmo, ganância, arrogância, vaidade, mundanismo. Pelo contrário, “Jesus repreende essas pessoas são as pessoas que seguem a religião de maquiagem: aparência, aparecer, fingir ser, mas dentro …”. Jesus -HA observou o Papa usa para essas pessoas uma imagem muito forte, “Você é sepulcros caiados, bonitos por fora, mas dentro cheios de ossos de mortos e em decomposição.”

Por outro lado, o Papa explicou que Jesus nos chama, nos convida a “fazer o bem com humildade.” Assim, recordou que “você pode fazer todo o bem que quero, mas se você não fizer isso, humildemente, como Jesus nos ensina, este poço não funciona, porque é um bem que vem de si mesmo, para sua segurança, não de redenção Jesus nos deu. ”

Precisado- redenção -HA vem pelo caminho da humildade e humilhação, porque ele nunca vem à humildade, sem humilhação.

E vemos Jesus humilhou na cruz. Assim, ele foi finalmente convidado a pedir ao Senhor “não está cansado de ir por este caminho e não ficar cansado de fingir rejeitar esta religião, o olhar de fingir …”. E ir “silenciosamente fazendo o bem, livre como nós recebemos gratuitamente a nossa liberdade interior”. E Ele -Ha custodie Concluída- esta liberdade interior de todos nós.

Por ZENIT.COM

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz