Documentário: Carta do Papa“Laudato si, sobre o cuidado da casa comum.

“Laudato si – sobre o cuidado da casa comum”, apresenta texto que trata da ecologia humana. O clima está no centro das preocupações apresentadas pelo pontífice.  São indicadas, também, as problemáticas e desafios de preservação e prevenção e, ainda, os aspectos da criação à proteção, e questões como a fome no mundo, pobreza, globalização e escassez.

Este é o primeiro documento escrito integralmente pelo pontífice, que buscou inspiração nas meditações de São Francisco de Assis, patrono dos animais e do meio ambiente. Em 2013, no início do seu pontificado, o primeiro documento publicado por Francisco foi “Lumen Fidei”, que já tinha sido iniciado pelo papa emérito Bento XVI.

laudato si

Francisco disse que a Terra tem sido maltratada e saqueada. “Esta nossa ‘casa’ está sendo arruinada e isso prejudica a todos, especialmente os mais pobres. Portanto, o meu apelo é à responsabilidade, com base na tarefa que Deus deu ao ser humano na criação: ‘cultivar e preservar’ o ‘jardim’ em que ele o colocou. Convido todos a acolher com ânimo aberto este Documento, que está em sintonia com a Doutrina Social da Igreja”.

A Encíclica foi inspirado na invocação de São Francisco  “Louvado sejas, meu Senhor”, que no Cântico das Criaturas recorda que a terra pode ser comparada com uma irmã e uma mãe.

A nova Encíclica é composta por seis capítulos, são eles: “O que está a acontecer à nossa casa”, “O Evangelho da criação”, “A raiz humana da crise ecológica”, “Uma ecologia integral”, “Algumas linhas de orientação e ação” e “Educação e espiritualidade ecológicas”.

Ao longo do texto, o papa convida a ouvir os gemidos da criação, exortando todos a uma “conversão ecológica”, a “mudar de rumo”, assumindo a responsabilidade de um compromisso para o “cuidado da casa comum”.

“Deus, que nos chama a uma generosa entrega e a oferecer-Lhe tudo, também nos dá as forças e a luz de que necessitamos para prosseguir. No coração deste mundo, permanece presente o Senhor da vida que tanto nos ama. Não nos abandona, não nos deixa sozinhos, porque Se uniu definitivamente à nossa terra e o seu amor sempre nos leva a encontrar novos caminhos. Que Ele seja louvado!”, disse Francisco ao final da Encílica.

Informações: CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil)

Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Rádio – A serviço da Evangelização

Festa do Padroeiro: Paroquianos de Seritinga/MG celebram São João Batista

Festa de São João Batista padroeiro da cidade e paróquia de Seritinga/MG.

O dia começo às 05hs da manhã  com a alvorada festiva anunciando que era dia de festa, dia do padroeiro maior. A alvorada contou com a apresentação da  Corporação musical São João Batista, que desfilou pelas ruas da cidade.  As 10hs da manhã foi celebrada  a primeira missa do dia, presidida por Dom Diamantino Prata de Carvalho, bispo Emérito da Diocese da Campanha/MG. Esta celebração matinal tem como tradição a descida da Imagem de São João Batista, que sai de seu trono para ser venerado de perto por seus fiéis devotos.  A Santa missa foi concelebrada pelos padres  Dehon Vicente Ferreira da paróquia de Cruzília/MG, Padre Rafael Neves que é natural de Serrano/MG com atuação em Juiz de Fora/MG e pelo Padre Geraldo Ernesto da Silva, Pároco de Seritinga/MG

Na descida da imagem, ocorreu a execução do hino de São João Batista e o hino Nacional Brasileiro pela corporação musical São João B.  A Imagem foi incensada por Dom Diamantino que em seguida realizou a oração do padroeiro . Após a celebração, as crianças da catequese realizaram a tradicional dança do mastro de São João no adro da Igreja Matriz . (Mastro esse que foi levantado no dia 13 de Junho no primeiro dia da novena do padroeiro)

As 18hs deu-se início a Santa Missa Pontifical,  presidia por Dom Pedro Cunha Cruz, bispo titular da Santa Sé Episcopal Campanhense. A solene celebração foi  concelebrada pelo Padre Geraldo Ernesto da Silva, pároco local contando com a participação dos romeiros e paroquianos que lotaram a igreja e rezaram pedindo a intercessão de São João Batista. Ao final da celebração Dom Pedro realizou a oração de São João Batista, em seguida incensou a imagem e proferiu a bênção final.

Após a missa, padre Geraldo deu início a solene procissão com a Imagem do patrono paroquial,  passando pelas principais ruas da cidade de Seritinga e parando na metade do caminho para bênção da Fogueira de São João que foi abençoada, incensada e acesa pelo Pároco. A procissão seguiu novamente para a praça de Nossa Senhora Das Graças , que fica em frente a matriz, onde os fiéis e devotos do santo,  assistiram a tradicional queima de fogos com as canções entoadas pela Corporação Musical de São João B.

Terminado os fogos,  o tradicional foguete de cascata foi lançado a porta da Matriz exibindo uma imagem do padroeiro.  Encerrando o dia festivo, entronizaram o andor com a Imagem de São João Batista na Matriz para a veneração do fiéis, devotos e romeiros.

Os paroquianos de Seritinga/MG mais uma vez celebraram com piedade e devoção a novena e festa de seu padroeiro maior, seguindo a tradição de anos em honra a São João Batista .

Escrito por Bruno Henrique Santos/Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

Com Informações e colaboração de Iago Almeida/Seritinga-MG

Fotos acima: Jornal Panorama!

Fotos de Nilcéia de Fátima / Seritinga-MG

Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Rádio – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO

Pedro e Paulo, colunas e luzes que brilham no coração dos fiéis do Oriente e Ocidente

Após presidir na Basílica de São Pedro a missa pela Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, o Papa Francisco assomou à janela do apartamento pontifício para rezar o Angelus com os milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro.

Sua alocução, que precede a oração, foi toda dedicada aos dois Apóstolos, cuja fé é o fundamento “da Igreja de Roma, que sempre os venerou como padroeiros”. Todavia – observa o Santo Padre – é “toda a Igreja universal que olha para eles com admiração, considerando-os como duas colunas e duas grandes luzes que brilham não somente no céu de Roma, mas no coração dos fieis do Oriente e do ocidente.

“Se aqui em Roma conhecemos Jesus – explicou o Papa – e se a fé cristã é parte viva e fundamental do patrimônio espiritual e da cultura deste território, isto se deve à coragem apostólica destes dois filhos do Oriente próximo”.

“Se aqui em Roma conhecemos Jesus isto se deve à coragem apostólica destes dois filhos do Oriente próximo” Papa Francisco

Pedro e Paulo
Estes dois homens “que eram diferentes um do outro: Pedro um “humilde pescador” e Paulo “mestre e doutor”, foram enviados a Roma para pregar o Evangelho:

“Eles, por amor à Cristo, deixaram sua pátria e, independentemente das dificuldades da longa viagem e dos riscos e das suspeitas que encontrariam, desembarcaram em Roma. Aqui eles se tornaram anunciadores e testemunhas do Evangelho entre as pessoas, selando com o martírio a sua missão de fé e caridade”.

E este fato ocorrido nos primórdios do cristianismo, é trazido por Francisco para os tempos atuais:

“Pedro e Paulo hoje retornam idealmente entre nós, percorrendo novamente as ruas desta cidade, batendo na porta de nossas casas, mas acima de tudo dos nossos corações. Eles querem trazer mais uma vez Jesus, o seu amor misericordioso, a sua consolação, a sua paz. Acolhamos a mensagem deles! Façamos tesouro de seu testemunho! A fé firme e sincera de Pedro, o coração grande e universal de Paulo, nos ajudarão a ser alegres cristãos, fiéis ao Evangelho e abertos ao encontro com todos”.

Novos arcebispos

Francisco voltou-se então para a cerimônia por ele presidida esta manhã na Basílica vaticana onde abençoou os Pálios dos Arcebispos Metropolitas nomeados no últimos ano, vindos de diversos países:

“Renovo a minha saudação e o meu augúrio a eles, aos familiares e àqueles que os acompanham nesta peregrinação. Os encorajo a prosseguir com alegria a sua missão a serviço do Evangelho, em comunhão com toda a Igreja e especialmente com a Sé de Pedro, como expressa precisamente o sinal do Pálio”.

Por fim, o Pontífice recordou a presença na mesma cerimônia dos Membros da Delegação vinda a Roma em nome do Patriarca Ecumênico, “o caríssimo irmão Bartolomeu”:

“Também esta presença é sinal das fraternas ligações existentes entre as nossas Igrejas. Rezemos para que se fortaleçam sempre mais os vínculos de comunhão e o testemunho comum”.

Ao concluir, o Papa Francisco confiou a Salus Populi Romani “o mundo inteiro e em particular esta cidade de Roma, para que possa encontrar sempre nos valores espirituais e morais de que é rica o fundamento da sua vida social e da sua missão na Itália, na Europa e no mundo”.

Por Rádio Vaticano 

Adaptação: Portal terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Rádio – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO

Deus retira todo medo de nosso coração

Os medos são verdadeiros fantasmas que nos assustam, que tiram nossa paz interior e nos deixam viver em falsas seguranças na vida

Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé? Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria” (Mateus 8, 26).

Jesus está nos mostrando, hoje, diante desse acontecimento, no mar onde Seus discípulos da barca começaram a ficar apavorados, que o medo é uma grande tempestade que vai nos apavorar durante a nossa vida. As crianças têm medo, os jovens têm medo, nós adultos também temos medos.

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Os medos são verdadeiros fantasmas que nos assustam, que tiram nossa paz interior e nos deixam viver falsas seguranças na vida, quando, na verdade, a fé é o remédio de que precisamos, a cada dia, para vencer a tempestade do medo.

Ninguém vive sem ter medo, mas não podemos viver a partir dele. Existem medos que tomam conta de nós, apavoram a nossa vida, tiram nossa paz interior e não nos deixam ir para frente. Existem medos que são verdadeiros monstros dentro de nós e que, muitas vezes, são alimentamos por nós; e deixamos que cresçam e nos apavorem.

Não podemos seguir Jesus por causa de nossos medos; precisamos segui-Lo e n’Ele vencer os medos que há em nós, a cada dia ter a coragem de enfrentar esses monstros e deixá-los no lugar deles.

Como vamos fazer isso? Não fazemos, mas permitimos que Deus faça, permitimos que Ele vença, a cada dia, os nossos medos. Se podemos entender fé como entrega, não existe maior entrega do que dar a Deus nossas inseguranças e incertezas.

Isso não significa que quem segue Deus vai saber de tudo, vai ter segurança em tudo. Não! Mas tem convicção de onde colocou o seu coração e sua confiança!

Hoje, Jesus quer acalmar aquilo que dentro de nós está agitado. A Palavra de Deus vem ao nosso encontro para trazer calmaria às agitações que cresceram dentro de nós, às inseguranças que gritam dentro do nosso coração, aos medos e fantasmas que andam perturbando a nossa mente e alma.

Que a paz do coração de Deus acalme todos os medos do nosso coração!

Deus abençoe você!

Por Pe. Roger Araújo – Comunidade Canção Nova 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

 

Papa e Patriarca assinam Declaração Conjunta em Viagem Apostólica

Entre os dias 24 e 26 de junho, o papa Francisco esteve em Viagem Apostólica pela Armênia, numa visita ao patriarca dos armênios, Karekin II. Dentre as atividades diplomáticas e visitas às instituições religiosas e públicas, as duas autoridades eclesiásticas participaram de celebrações litúrgicas, as quais motivaram uma reflexão sobre a valorização do ecumenismo e unidade entre as Igrejas. Na conclusão da viagem, foi assinada uma Declaração Comum entre Sua Santidade o Papa Francisco e Sua Santidade Karekin II, na Santa Etchmiadzin, centro espiritual de todos os armênios.

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Leia a Declaração Comum na íntegra

Hoje na Santa Etchmiadzin, centro espiritual de Todos os Armênios, nós, o Papa Francisco e o Catholicos de Todos os Armênios Karekin II, elevamos as nossas mentes e corações em ação de graças ao Todo-Poderoso pela progressiva e crescente proximidade na fé e no amor entre a Igreja Apostólica Armênia e a Igreja Católica no seu testemunho comum à mensagem do Evangelho da salvação num mundo dilacerado por conflitos e desejoso de conforto e esperança. Louvamos a Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, por ter permitido que nos reunamos na terra bíblica de Ararat, que permanece como uma memória de que Deus será para sempre a nossa proteção e salvação. Grande prazer espiritual nos dá lembrar que, em 2001, por ocasião dos 1700 anos da proclamação do cristianismo como religião da Armênia, São João Paulo II visitou a Armênia e foi testemunha duma nova página nas relações calorosas e fraternas entre a Igreja Armênia Apostólica e a Igreja Católica. Estamos gratos pela graça que tivemos de estar juntos numa solene liturgia na Basílica de São Pedro em Roma no dia 12 de abril de 2015, onde empenhamos a nossa vontade de nos opor a toda a forma de discriminação e violência, e comemoramos as vítimas daquele que a Declaração Comum de Sua Santidade João Paulo II e Sua Santidade Karekin II assinala como “o extermínio de um milhão e meio de cristãos armênios, naquele que geralmente é referido como o primeiro genocídio do século XX” (27 de Setembro de 2001).

Louvamos ao Senhor por a fé cristã ser, hoje, novamente uma realidade vibrante na Armênia e por a Igreja Armênia exercer a sua missão com espírito de colaboração fraterna entre as Igrejas, sustentando os fiéis na construção dum mundo de solidariedade, justiça e paz.

Infelizmente, porém, estamos a ser testemunhas duma tragédia imensa que se desenrola diante dos nossos olhos: inúmeras pessoas inocentes que são mortas, deslocadas ou forçadas a um exílio doloroso e incerto devido a contínuos conflitos por motivos étnicos, econômicos, políticos e religiosos no Médio Oriente e noutras partes do mundo. Em consequência, minorias religiosas e étnicas tornaram-se alvo de perseguição e tratamento cruel, a ponto de o sofrimento por uma crença religiosa se tornar uma realidade diária. Os mártires pertencem a todas as Igrejas e o seu sofrimento é um “ecumenismo de sangue” que transcende as divisões históricas entre os cristãos, convidando-nos a todos a promover a unidade visível dos discípulos de Cristo. Juntos rezamos, por intercessão dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, Tadeu e Bartolomeu, por uma mudança de coração em todos aqueles que cometem tais crimes e naqueles que estão em posição de acabar com a violência. Imploramos aos líderes das nações que ouçam o apelo de milhões de seres humanos que anseiam pela paz e a justiça no mundo, que pedem respeito pelos seus direitos dados por Deus, que têm necessidade urgente de pão, não de armas. Infelizmente, estamos a ser testemunhas duma apresentação fundamentalista da religião e dos valores religiosos, usando tal forma para justificar a difusão de ódio, discriminação e violência. A justificação de tais crimes com base em concessões religiosas é inaceitável, porque “Deus não é um Deus de desordem, mas de paz” (1 Coríntios 14, 33). Além disso, o respeito pelas diferenças religiosas é condição necessária para a convivência pacífica de diferentes comunidades étnicas e religiosas. Precisamente por sermos cristãos, somos chamados a buscar e implementar caminhos para a reconciliação e a paz. A propósito, expressamos também a nossa esperança duma resolução pacífica das questões em torno de Nagorno-Karabakh.

Conscientes do que Jesus ensinou aos seus discípulos, quando disse: “Tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo” (Mateus 25, 35-36), pedimos aos fiéis das nossas Igrejas que abram os seus corações e mãos às vítimas da guerra e do terrorismo, aos refugiados e suas famílias. Em causa está o próprio sentido da nossa humanidade, da nossa solidariedade, compaixão e generosidade, que só pode ser devidamente expresso numa imediata partilha prática de recursos. Reconhecemos tudo o que já se está a fazer, mas insistimos que é necessário muito mais, por parte dos líderes políticos e da comunidade internacional, em ordem a garantir o direito de todos a viver em paz e segurança, para defender o estado de direito, proteger as minorias religiosas e étnicas, combater o tráfico de seres humanos e o contrabando.

A secularização de amplos setores da sociedade, a sua alienação das ligações espirituais e divinas leva inevitavelmente a uma visão dessacralizada e materialista do homem e da família humana. A este respeito, estamos preocupados com a crise da família em muitos países. A Igreja Apostólica Armênia e a Igreja Católica compartilham a mesma visão da família, fundada no matrimônio como ato de livre doação e de amor fiel entre um homem e uma mulher.

Temos o prazer de confirmar que, apesar das divisões que subsistem entre os cristãos, percebemos mais claramente que aquilo que nos une é muito mais do que aquilo que nos divide. Esta é a base sólida sobre a qual será manifestada a unidade da Igreja de Cristo, de acordo com as palavras do Senhor: “que todos sejam um só” (João 17, 21). Nas últimas décadas, a relação entre a Igreja Apostólica Armênia e a Igreja Católica entrou com êxito numa nova fase, fortalecida pelas nossas orações comuns e mútuos esforços a fim de superar os desafios contemporâneos. Hoje estamos convencidos da importância crucial de avançar nesta relação, promovendo uma colaboração mais profunda e decisiva, não somente na área da teologia, mas também na oração e na cooperação ativa no nível das comunidades locais, com o objetivo de compartilhar a comunhão plena e expressões concretas de unidade. Exortamos os nossos fiéis a trabalhar harmoniosamente pela promoção na sociedade dos valores cristãos que contribuam efetivamente para construir uma civilização de justiça, paz e solidariedade humana. Diante de nós está a senda da reconciliação e da fraternidade. Possa o Espírito Santo, que nos guia para a verdade completa (cf. João 16, 13), sustentar todo o esforço genuíno por construir pontes de amor e comunhão entre nós.

Da Santa Etchmiadzin, apelamos a todos os nossos fiéis para se juntarem a nós nesta oração feita com as palavras de São Nerses, o Gracioso: “Glorioso Senhor, aceitai as súplicas dos vossos servos e, graciosamente, atendei os nossos pedidos, pela intercessão da Santa Mãe de Deus, João Batista, o primeiro mártir Santo Estêvão, São Gregório nosso Iluminador, os Santos Apóstolos, Profetas, Teólogos, Mártires, Patriarcas, Eremitas, Virgens e todos os vossos Santos no céu e na terra. E a Vós, Santa e Indivisível Trindade, seja glória e adoração por todo o sempre. Amém”.

Santa Etchmiadzin, 26 de junho de 2016.

Sua Santidade Francisco                                  Sua Santidade Karekin II

(from Vatican Radio)

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Rádio – A SERVIÇO DA EVANGELIZAÇÃO. 

JMJ 2016: Exposições retratará a vida de João Paulo II

Cerca de 20 exposições diferentes, variando em forma e conteúdo,  retratarão a vida de João Paulo II, a ação pró-vida, vocação e outros temas

Pintura, fotografia, ícones, histórias em quadrinhos, apresentações e improvisos serão apresentados em exposições organizadas no âmbito do Festival da Juventude. Os trabalhos serão apresentados por artistas da Polônia, França, Argentina, Estados Unidos, entre outros.

Serão cerca de 20 exposições diferentes, variando em forma e conteúdo e aludindo à vida de João Paulo II, à ação pró-vida, vocação e outros temas. Dentre os trabalhos desenvolvidos, estão as placas mostrando peregrinações de escoteiros para a Itália, Santuários Marianos Europeus e pôsteres relativos à Divina Misericórdia importados da Argentina. Uma parte importante das exposições será o trabalho do falecido Eugeniusz Mucha, notável artista da pintura sacra contemporânea.

Um dos artistas convidados para o Festival da Juventude é a irmã religiosa Terezja Maria Pi?ko?, que trará da Dinamarca um mosaico impresso criado juntamente com crianças dinamarquesas que mostra a história da salvação.

Os Jovens Embaixadores que viajam pela Europa em um “Busem do marze?” (‘Ônibus para os Sonhos’) promovendo o encontro com o Papa em julho, irá apresentar os impactos desse projeto no festival da juventude, como uma coleção de livros de histórias em quadrinhos intitulado “Kilometr dla papie?a” (‘Quilômetro para o Papa’). Haverá também uma exposição preparada por americanos relacionada ao tema pró-vida, utilizando motocicletas.

Parte das exposições será aberta às vésperas da Jornada Mundial da Juventude, enquanto outras peças poderão ser vistas bem antes. Diferentes lugares da cidade, como museus, igrejas e ambientes ao ar livre vão receber as exposições.

De acordo com a coordenadora das Exposições, Julia Basista, as galerias preparadas oferecerão aos peregrinos e moradores de Cracóvia a chance de “descansar”. “E quem sabe talvez, essas pessoas possam se envolver na proteção da vida, ajudar as pessoas com deficiência ou se interessar pela comunidade das Irmãs de Maria, Rainha dos Apóstolos”, disse Julia.

Além das tradicionais exposições, haverá também espetáculos ao vivo. Um dos artistas é Julien Touchard, da França. Desde já, ele está encorajando todos a enviar fotos pessoais para handbyhandproject@gmail.com. As fotografias enviadas serão impressas e dispostas em uma obra de arte na frente de um público em Plac Niepodleg.

Por Portal Canção Nova

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz – Boa Nova Web Rádio 

 

Natividade de São João Batista

História de São João Batista

São João Batista nasceu milagrosamente em Aim Karim, cidade de Israel que fica a 6 quilômetros do centro de Jerusalém. Seu pai era um sacerdote do templo de Jerusalém chamado Zacarias. Sua mãe foi Santa Isabel, que era prima de Maria Mãe de Jesus. São oão Batista foi consagrado a Deus desde o ventre materno. Em sua missão de adulto, ele pregou a conversão e o arrependimento dos pecados manifestos através do batismo. João batizava o povo. Daí o nome João Batista, ou seja, João, aquele que batiza.

A importância de São João Batista

São João Batista é muito importante no Novo Testamento, pois ele foi o precursor de Jesus, anunciou sua vinda e a salvação que o Messias traria para todos. João Batista era a voz que gritava no deserto e anunciava a chegada do Salvador. Ele é também o último dos profetas. Depois dele, não houve mais nenhum profeta em Israel.

Nascimento milagroso de São João Batista

A mãe de João Batista, Santa Isabel, era idosa e nunca tinha engravidado. Todos a tinham como estéril. Mas, então, o anjo Gabrielapareceu a Zacarias quando este prestava seu serviço de sacerdote no templo e anunciou que Isabel teria um filho e que este deveria se chamar João. Zacarias não acreditou e ficou mudo. Pouco tempo depois, Isabel engravidou como o Anjo havia dito.

Isabel e a Ave Maria

Nesse mesmo tempo, o anjo apareceu também a Maria e anunciou que ela seria a mãe do Salvador. Então, Maria foi visitar Isabel, pois o anjo lhe havia dito que Isabel estava grávida. Quando Maria chegou e saudou Isabel, João mexeu no ventre da mãe e Isabel fez aquela maravilhosa saudação a Maria santíssima: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! De onde me vem que a mãe do meu Senhor me visite? (Lc 1-41-43) Esta saudação de Isabel, inclusive, se tornou parte da oração da Ave Maria.

sc3a3o-joc3a3o-batistaVida no deserto

Quando São João Batista ficou adulto, percebeu que chegara sua hora. Então, foi morar no deserto para rezar, fazer sacrifícios e pregar para que as pessoas se arrependessem. Vivendo uma vida extremamente difícil e com muita oração, passou a ser conhecido como profeta, homem enviado por Deus. Ele sempre anunciava a vinda do Messias. Batizava a todos que se arrependiam e multidões sempre iam ver suas pregações no rio Jordão.

O batismo de Jesus

Por causa de seu carisma, algumas vezes o povo pensava que São João Batista era o Messias. Mas ele sempre dizia: Eu não sou o Cristo, eu não sou digno de desatar nem a correia de suas sandálias. (Jo. 1-27). Em outra passagem, ele disse:Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. (Jo.1-29) Quando o próprio Jesus, o verdadeiro Salvador, foi ao encontro de João Batista para ser batizado, São João disse: Eu é que devo ser batizado por ti, e tu vens a mim? (Mt3-14). Mas Jesus confirmou e São João Batista batizou Jesus. Assim Jesus começou sua vida pública.

Prisão e morte de João Batista

Nas pregações de São João ele não poupava o rei local, Herodes Antipas, Rei fantoche de Roma na Peréia e na Galileia. João denunciava a vida adultera do rei. Herodes tinha se unido a Herodíades, sua cunhada. São João Batista denunciava também a vida desregrada de Herodes em seu governo.

São Marcos em seu evangelho narra que Salomé, filha de Herodíades, dançou para Herodes. O rei ficou deslumbrado com ela e disse que daria tudo o que lhe pedisse. Então Salomé fala com sua mãe e pede a cabeça de São João Batista numa bandeja. Herodes, triste, fez como havia prometido diante dos convivas. (Mar 6.14-29)

Devoção a São João Batista

São João Batista é o primeiro mártir da Igreja, e o último dos profetas. Sua festa é celebrada desde o começo da igreja, no dia 24 de junho. Ele é venerado como profeta, santo, mártir, precursor do Messias e arauto da verdade, custe o que custar. Sua representação é mostrada batizando Jesus e segurando um bastão em forma de cruz.

Oração a São João Batista

São João Batista, voz que clama no deserto, endireitai os caminhos do Senhor, fazei penitência, porque no meio de vós esta quem não conheceis, e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandálias. Ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas, para que eu me torne digno do perdão  daquele que vós anunciaste com estas palavras: Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira o pecado do mundo. São João Batista rogai por nós. Amém. 

Por Portal Terra de Santa Cruz