SERMÃO DO ENCONTRO (22/03/2016)- Pe. Edson Pereira de Oliveira-Campanha(MG)

SEMANA SANTA 2016 – SERMÃO DO ENCONTRO (22/03/2016)

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Quem não toma sua cruz, não tem coragem de renunciar a si mesmo, às suas vontades, aos seus desejos e vem atrás de mim enfrentando a vida, a dor, a morte, o que tiver que enfrentar pelo Evangelho, não é digno de mim

“Antes de iniciar esse sermão, eu quero fazer um pedido pra você, eu quero pedir que você reze pelo Padre e reze por você para que o seu coração possa ser como uma terra boa, onde a semente do Evangelho de Jesus caia e este pobre Padre que vos fala que ele não fale palavras suas, que ele não fale palavras do seu coração nem aquelas que queiram vir de dentro, mas que ele procure palavras de Deus, iluminado pelas luzes do Espírito Santo. Então vamos cantar todos juntos esta música invocando as luzes do Divino Espírito Santo: “A nós descei divina luz…”(Oração do Espírito Santo).

Desde o seio materno, o Senhor me chamou, desde o ventre da minha mãe, Ele já sabia o meu nome, fez de minha língua uma espada afiada e Ele disse: “O meu servo és tu, em ti é que eu vou brilhar”, e eu pensava, batalhei por coisa alguma, acabei com minhas forças à toa, a minha defesa, entretanto está com o Senhor e a minha recompensa com o meu Deus, é Ele quem diz, “é bem pouco seres o meu servo só para trazer de volta os fiéis que escaparam. Quero fazer de ti uma luz para as nações, para que a minha salvação chegue até os confins da terra”.

Reverendíssimo Pe. Luzair Coelho de Abreu, DD. Pároco desta Paróquia de Santo Antônio, meus irmãos e minhas irmãs na mesma fé. O que viemos fazer aqui nesta noite? Qual será o motivo que nos fez sair de nossas casas e nos reunirmos neste largo? Por acaso viemos aqui assistir algum espetáculo? Viemos ver uma apresentação folclórica tradicional? Viemos ouvir lindas peças barrocas? Viemos cumprir apenas uma tradição? NÃO! Eu digo que não. Eu tenho certeza que não.  Não viemos aqui por isso, porque viemos aqui hoje para ver o Mistério do aniquilamento de Deus, a maior kenosis que existiu em toda história, um rebaixamento da pessoa de Deus sem precedentes. É o próprio Deus que toma sobre si as nossas dores e carrega as enfermidades da humanidade. É o próprio Deus que suporta no duro peso do lenho da cruz o pecado de toda humanidade.

Me recordo das últimas cenas da vida de Jesus, quando Jesus se aproximou de Jerusalém e avistou a cidade santa… Ele chorou… chorou e disse: “Jerusalém, Jerusalém, tu que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados, quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne os pintainhos debaixo das asas, mas não quiseste. Vede, preste atenção, a tua casa ficará abandonada”.

Nosso divino Mestre sabia que nessa cidade, Ele derramaria o seu sangue e como que aconteceria o mesmo destino com Ele, como aconteceu com os profetas. Aquele mesmo povo que gritava “Hosana nas alturas! Bendito o Rei que vem me nome do Senhor”, seria o mesmo povo que gritaria: “Fora com Ele, Crucifica-o”. Não havia condenação pior para o ser humano do que a de ser crucificado, eis a mais terrível e vergonhosa condenação para a qual Jesus foi condenado; julgamento justo não houve… nenhuma das testemunhas que acusaram Jesus foram capazes de apresentar um motivo convincente; o que saltava aos olhos de Pilatos é que realmente Jesus não era réu de morte e que seus crimes não pertenciam a Ele, mas talvez às próprias pessoas que o acusavam.

A mulher de Pilatos o alertou dizendo que havia tido um sonho e que no sonho havia visto que aquele Homem era justo e que sofreu muito nesse sonho, mas o ódio que movia o coração de seus acusadores fizera Pilatos empurra Jesus para Herodes para que tomasse tamanha e insana decisão.

Herodes, ah! Muito bem! Este homem só queria zombar de Jesus, ver um sinal grandioso, ver um milagre, era isso que ele esperava ver de Jesus, mas não conseguiu nem isso e nem crime e por isso o devolveu a Pilatos. De algo tão pavoroso, alguma coisa boa teve, pelo menos naquele dia, Herodes e Pilatos se tornaram amigos, mesmo que fosse para condenar o Filho de Deus.

Pilatos não queria se responsabilizar pelo sangue de Jesus, ele covardemente lavou as mãos e deixou que fizessem com Ele o que quisessem. O povo que o aclamou preferiu Barrabás e quando Pilatos lavou a sua mão disse que o sangue d’Ele caía sobre nós e caía sobre nossos filhos.

Interessante que essa palavra de Jesus, nos faz lembrar as palavras d’Ele na última ceia; quando Ele ofereceu o cálice aos discípulos Ele disse: “Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova Aliança, que será derramado por muitos para remissão dos pecados”. Realmente a responsabilidade pela morte de Jesus era do seu próprio povo, porém os frutos dessa morte que é a salvação, não pertencem a eles, não lhe serviram de nada, porque para receber os frutos da salvação é preciso acima de tudo crer n’Ele, e eles foram incapazes de crer na sua Palavra.

Depois do julgamento de Jesus, nós vemos o nosso divino Salvador ser flagelado, zombado e receber no rosto escarro e as bofetadas dos carrascos. Na sua cabeça colocaram o suplício de uma coroa de espinhos e sobre os seus ombros um manto vermelho.

Os cruéis soldados ajoelhavam diante de Jesus e diziam: “Salve o Rei dos Judeus”, batiam n’Ele com uma vara, cuspiam n’Ele, zombavam d’Ele. É uma vergonha para o povo judeu, ver os romanos zombarem de seu rei desta forma, assim a zombação era a Jesus e era do seu povo que covardemente o entregarou.

Depois colocaram sobre Ele uma pesada cruz, iniciaram o cortejo para o caminho do Calvário e esta é a cena que está diante dos nossos olhos; todo esse julgamento, toda essa crueldade, toda essa falta de justiça, deu nisso.

Olhe, veja, contemple diante dos seus olhos o que a maldade do coração humano foi capaz de fazer. Eis aí a paga dos teus pecados, eis aonde foi todas as minhas e tuas iniquidades, estão nos ombros de Nosso Senhor.

Olhamos pra Jesus e permaneçamos com os olhos focados n’Ele, não tiremos de Jesus  os nossos olhos; de tal forma, Ele nem parecia gente, tanto havia perdido a aparência humana que muitos se horrorizavam com Ele, era o mais desprezado e abandonado de todos. Homem do sofrimento, experimentado na dor, indivíduo de quem a gente desvia o olhar; D’Ele nem tomamos conhecimento (música).

Eram na verdade os nossos sofrimentos que Ele carregava, eram as nossas dores que Ele levava às suas costas e achavam que Ele era um castigado; alguém por Deus ferido e massacrado, mas estava sendo transpassado por causa de nossas rebeldias, estava sendo esmagado por nossos pecados. O castigo que nós teríamos que pagar caiu sobre Ele, com seus ferimentos veio a cura para todos nós.

Meus irmãos e minhas irmãs, olhando para Jesus, nós olhamos também para o rosto de tantos irmãos nossos que caminham para o Calvário, que tem nos ombros uma dura cruz, a dura cruz da exclusão, a dura cruz do sofrimento, a dura cruz da rejeição e a nossa cidade não está longe dessas duras cruzes não; muitas vezes existe a dura cruz da falta de alimento e quanta gente passa necessidade; existe a dura cruz da doença e eu tenho certeza que você recorda de muitas pessoas que carregam essa cruz, mas eu penso que no atual momento, a cruz mais pesada que o nosso povo campanhense tem carregado se chama DEPRESSÃO. Depressão que leva à morte, aos vícios, ao álcool, à droga e não são poucas as pessoas em nossa cidade que estão condenadas à morte como Jesus está condenado à morte, e eles foram condenados por suas próprias mãos e pés quando assumiram na sua vida essa tristeza.

A droga entra aonde faltou amor; a depressão entra muitas vezes aonde falta Deus e esse ano que passou uma coisa muito triste me cortou o coração,  digo nesse ano que estamos vivendo, o número de suicídios em Campanha está elevado. Por que será que tem acontecido isso? O que tem levado nossos jovens a tomar esse rumo? Qual a minha culpa nisso? Qual a tua culpa nisso? Será que as pessoas entram na depressão por falta de um sentimento muito importante, e eu tenho certeza que é… é a falta de amor, amor em casa, amor na família, a falta de cuidado, a falta de zelo, a falta de atenção e paciência… mais do que nunca tem aumentado o número de pessoas que não falam mais, só clicam, só usam o dedinho e muitas vezes, já disse isso em homilias, os nossos relacionamentos tem-se tornado virtuais até mesmo dentro de casa… não é de assustar, filhos e pais conversam pelo WhatsApp, cada um em seu quarto… onde fica o calor dessa família? Onde fica a presença? O cheiro da casa? O individualismo nos aprisiona em nós mesmos e o individualismo nos torna pessoas frias e vazias… o individualismo é a porta da depressão, não só doença, mas depressão que gera na pessoa a necessidade de preencher o seu vazio com realidades que lhe farão mal; é esta a dor que nós experimentamos em Jesus, é esta a cruz que nós vemos hoje nas costas de Nosso Senhor.

Não viemos aqui somente para falar de Jesus, viemos aqui para falar também de uma mãe e eu quero que você olhe pra ela… essa mãe se chama Maria!

Esses dias me assustou uma pessoa que eu vi pelas ruas dizendo que na Bíblia não tem o nome de Maria… meu filho, minha filha, claro que tem, está no Evangelho de Mateus e no Evangelho de Lucas.

Maria, a mãe de Jesus foi uma mulher que entregou a sua vida toda nas mãos de Deus, ela foi toda de Deus e assumiu viver para Deus na pessoa de seu Filho, tendo como algo gerado dentro dela esta criança pelo poder do Espírito Santo.

Maria, a mãe exemplar, a mãe que acompanhou o Filho em todos os momentos de sua vida; eu tenho certeza que Maria naquela noite da despedida estava na ceia, estava com Jesus, estava com os discípulos… e você que é mãe e você que é filho sabe que coração de mãe e coração de filho batem no mesmo compasso e tenho certeza que o coração de Maria naquela noite de tristeza batiam no mesmo momento e Maria sentia em si a angústia que Jesus já sentia e quando ela vê o Filho doando o seu Corpo e o seu Sangue, no Pão e no Vinho e deixando este testamento, Maria sabia que a hora de seu Filho se aproximava.

 

Quando Jesus sai para o Horto das Oliveiras, como toda boa mãe, penso que Maria foi para o leito, foi pra cama, mas a mãe não dorme enquanto o filho não chega, e o coração da mãe sente, e o coração da mãe fica desinquieto e uma boa mãe não repousa enquanto não tem a plena certeza que está tudo bem com seu filho, mas naquela noite não estava… mas naquela noite não havia como estar, pois o seu Filho, enquanto Maria se recostava, estava suando sangue, estava prestes a ser preso.

Naquela noite, Jesus seria injustamente preso e levado à tantas humilhações que nós já refletimos.

Eu sei que é doloroso, mas penso assim: “Como terá Nossa Senhora recebido a notícia na surdina da madrugada da prisão de Jesus? Como teria Nossa Senhora reagido naquele momento? Eu tenho certeza que uma tristeza profunda tomou conta do seu coração porque não há mãe que se alegra com isso, porém, eu tenho mais certeza ainda que Maria nunca deixou de confiar no Pai de Jesus e sabia que o Pai jamais abandonaria o Filho.

Por aquela madrugada afora, Maria com certeza sai desesperada e ela sai à procura do Filho e ela vai procurar Aquele que ela gerou e assim como tantas vezes na sua vida, a mãe procura a criança quando a criança se perde pra acudir a criança, talvez no seu instinto materno, o que Maria quisesse ao ir ao encontro do seu Filho era acudir por aquelas vielas de Jerusalém, Maria caminhava desesperada em busca do amado do seu coração.

É por isso que eu peço aos bons homens que façam Nossa Senhora caminhar. Vamos contemplar esta caminhada silenciosa de Maria, a caminhada que ela fez naquela noite, não precisa dizer uma palavra, basta olhar e basta perceber que Maria caminha e ela procura o seu Filho amado, ela procura o seu filho querido. Ela quer encontrar, mas nem sempre é fácil. Jesus disse “que em pouco tempo vocês me vêem, mas em mais um pouco de tempo e não me vereis mais”.

Os lugares aonde Jesus estava com certeza Nossa Senhora não podia entrar.

Olho no rosto de Maria e vejo as tantas Marias que procuram seus filhos, mães que tem um coração amoroso e que querem cuidar, mas infelizmente os filhos não querem ser cuidados, os filhos escolhem aqueles caminhos que há pouco eu falava e a mãe sofre no seu coração porque ela quer fazer alguma coisa, mas muitas vezes ela está de mãos amarradas porque o filho foge.

Tenho certeza que você conhece mães assim, que você percebe mães aqui em nossa cidade que sofrem muito por causa de seus filhos, sofrem por causa da rebeldia, sofrem por saber que os filhos estão trilhando caminhos sem volta, sofrem por ver seus filhos vivendo uma vida que não está de acordo com a proposta de Deus, sofrem por ver seus filhos distanciando-se de Deus e afundando no caminho do mundo, sofrem porque amam e nós muitas vezes temos lágrimas para chorar por Maria, mas muitas vezes não temos lágrimas para chorar pelas Marias. Vemos o problema perto da gente, vemos a dificuldade até mesmo dentro de casa e somos até um espinho a cutucar, a fazer com que a ferida doa mais e até muitas vezes temos a coragem de dizer “bem feito”, “está ganhando o que mereceu”.

Não é fácil… mas está mais perto de nós do que podemos imaginar. Entre nós estás, Ó Maria! E nós não te conhecemos. Entre nós estás, Ó Jesus! E nós te desprezamos.

É claro que quem procura acha, quem busca vai encontrar, e o que a mãe procura, ela precisa encontrar. Maria encontra seu Filho no caminho do Calvário. Maria encontra seu Filho com a dura e pesada cruz. “Mulher, eis aí o teu Filho! Filho, eis aí a tua Mãe!” Eis aí o que a humanidade foi capaz de fazer com aquele que geraste com tanto amor; eis o fruto da maldade do coração humano; eis o que os nossos pecados fizeram com o plano de amor de Deus.

Era preciso que Ele carregasse as nossas dores, mas podia ter sido diferente, mas para reconciliar a humanidade era preciso que Ele doasse a si por inteiro e não faltasse uma gota e todo sofrimento que Ele deveria passar.

Mãe eu contemplo a tua dor, eu contemplo o teu sofrimento, eu contemplo a tua angústia diante do teu Filho. Eu contemplo com o coração partido ao ver que as mães que procuram também seus filhos neste estado e que muitas vezes enganadas por histórias, às vezes não acreditam, mas quando deparam com a realidade elas vêem que estão carregando a cruz para a morte como a Senhora vê Jesus carregando a cruz para a morte.

E é por isso que eu peço que vocês fiquem em silêncio e olhem para esse encontro. Maria não pode falar nem sequer uma palavra pra Jesus, foi apenas uma troca de olhar, mas um olhar carregado de sentimento, um olhar carregado de amor, um olhar carregado de cuidado.

Se nós vemos Jesus caído pelo chão, como quem não aguenta mais e que está difícil chegar ao alto do Calvário para que fosse cumprido o que faltava, nós vemos o olhar de Maria encorajando seu Filho a não desistir, encorajando o seu Filho a ir até o fim, doa o quanto doer, sofra o quanto tiver que sofrer, mas sem a cruz não haverá luz. Contemplemos, silenciemos, deixemos essa cena falar por si mesma. (música)

O duro caminho para o Calvário não terminou, agora Jesus não vai mais sozinho, a sua mãe vai logo atrás, Jesus segue para cumprir o que precisava ser cumprido. E nós agora também seremos convidados a fazer a mesma coisa. Neste caminho do Calvário, ainda haverá encontros, haverá encontros forçados, mas que ajudam.

Cirineu aquele que estende a mão. Haverá gestos espontâneos, mas de conforto… De uma mulher que sai do meio do povo e que enxuga o rosto de Jesus com o seu véu, mas acima de tudo há um encontro com Jesus com mulheres piedosas, piedosas porque o amavam, piedosas porque como muitas e talvez muitos, porque homens também choram, estejam com lágrimas nos olhos e que agora eu repito a vocês as palavras que Jesus disse: “Filhas da Campanha, Filhos da Campanha, não choreis por mim, mas chorais por vós mesmos e por vossos filhos porque virão dias em que se dirá, felizes os ventres que nunca deram a luz e os seios que nunca amamentaram, porque se fazem assim com a árvore verde, o que não farão com a árvore seca? Dias virão em que os tempos não serão fáceis em que a vida se torna mais difícil”.

E é preciso entender que o sofrimento é parte da vida e que se você não assume com coragem o sofrimento e vem atrás de Jesus você não é digno de Jesus. É ele próprio quem diz: “Quem não toma sua cruz, não tem coragem de renunciar a si mesmo, às suas vontades, aos seus desejos e vem atrás de mim enfrentando a vida, a dor, a morte, o que tiver que enfrentar pelo Evangelho, não é digno de mim”.

Acima de tudo está o Evangelho de Jesus, a Palavra de Jesus, o sonho de Deus para a humanidade e que deve ser também o nosso sonho, aonde as pessoas saibam o verdadeiro sentido da palavra AMOR, aonde as pessoas saibam o verdadeiro sentido da palavra PERDÃO, aonde as pessoas saibam que a palavra MISERICÓRDIA, que está tanto em moda esse ano graças a esse gesto tão maravilhoso do Santo Padre o Papa Francisco, saiba o peso que tem a palavra MISERICÓRDIA.

Ai de mim se não tenho misericórdia. Ai de você se não tem misericórdia, porque se eu recebo tanta misericórdia do Pai do Céu, que é capaz de perdoar as minhas fraquezas, as minhas misérias que são tantas, porque eu não sou perfeito e você também não é, e olha nos ombros de Jesus o fruto do meu e do seu pecado.

Se eu não sou capaz de ter misericórdia do outro, como eu posso experimentar e querer que Deus tenha misericórdia de mim? E é por isso que eu termino essa reflexão cantando… “Perdoai-nos ó Pai, as nossas ofensas, como nós perdoamos a quem nos ofendeu. Se eu não perdoar o meu irmão, o Senhor não me dá o seu perdão. Eu não o julgo para não ser julgado, perdoando é que se é perdoado!”

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. Para sempre seja louvado!”.

Por Pe. Edson Pereira de Oliveira, Vigário Paroquial da Paróquia Santo Antônio da Campanha/Reitor do Seminário Propedêutico São Pio X / Especialista em Música Litúrgica e Liturgia/Coordenado do SAV (Serviço de Animação Vocacional) da Diocese da Campanha-MG 

  Transcrito por Priscila Magalhães/ Gravado por Bruno Henrique Santos /Gestor do Portal Terra de Santa Cruz / Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz. 

 

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