Papa Francisco: “Quando alguém tem medo de ouvir, não tem o Espírito em seu coração”

O protagonista da Igreja é o Espírito Santo afirmou o Pontífice na homilia desta quinta-feira, 28, na capela da Casa Santa Marta.

“É Ele que desde o primeiro momento deu força aos apóstolos para proclamar o Evangelho”, é “o Espírito que faz tudo, o Espírito que conduz a Igreja adiante” mesmo “com seus problemas”, mesmo “quando se desencadeia a perseguição” é “Ele que dá força aos crentes para permanecerem na fé”, inclusive nos momentos “de resistência e insistência dos doutores da lei”.

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Contudo, observa-se uma dupla resistência à ação do Espírito: a daqueles que acreditavam que “Jesus tinha vindo somente para o povo eleito” e daqueles que queriam impor a lei de Moisés, incluindo a circuncisão, aos pagãos convertidos. O Papa observou que “houve uma grande confusão em tudo isso”:

“O Espírito colocava seus corações em uma estrada nova: eram as surpresas do Espírito. E os apóstolos viram-se em situações que nunca teriam imaginado, situações novas. E como lidar com estas novas situações? Por isso, a narração de hoje começa assim: ‘Naqueles dias, tinha surgido uma grande discussão’, uma calorosa discussão, porque discutiam sobre este assunto. Eles, por um lado, tinham o poder do Espírito – o protagonista – que impulsionava a avançar, avançar, avançar … Mas o Espírito os levava a certas novidades, certas coisas que nunca tinham sido feitas. Nunca. Nem mesmo as tinham imaginado. Que os pagãos recebessem o Espírito Santo, por exemplo”.

Os discípulos “tinham um grande problema nas mãos e não sabiam o que fazer”. Assim, convocaram uma reunião em Jerusalém, onde “cada um contou a sua experiência” de como o Espírito Santo também descesse sobre os pagãos:

“E, no final, chegaram a um acordo. Mas antes há uma coisa bonita: ‘Toda a assembleia ficou em silêncio e ouviu Barnabé e Paulo, que relatavam os grandes sinais e prodígios que Deus havia realizado entre as nações, entre eles’. Ouvir, não ter medo de ouvir. Quando alguém tem medo de ouvir, não tem o Espírito em seu coração. Ouvir: ‘Você o que acha e por quê?’. Ouvir com humildade. E, depois, de terem ouvido decidiram enviar às comunidades gregas, isto é, aos cristãos que vieram do paganismo, enviar alguns discípulos para tranquilizá-los e dizer-lhes: ‘Tudo bem, continuem assim’”.

Depois de ouvir e discutir, decidem escrever uma carta na qual “o protagonista é o Espírito Santo”. E então afirmam: “O Espírito Santo e nós decidimos…”. “Este – afirma o Papa – é o caminho da Igreja face às novidades, não às novidades mundanas, como modas e roupas, mas às novidades, as surpresas do Espírito, porque o Espírito sempre nos surpreende. E como a Igreja resolve isso? Como enfrenta estes problemas para resolvê-los? Com reuniões, com a escuta, o debate, a oração e a decisão final”:

“Este é o caminho da Igreja até hoje. E, quando o Espírito nos surpreende com uma coisa que parece nova, ‘que nunca foi assim’, ‘deve-se fazer assim’, pensem no Vaticano II, nas resistências ao Concílio… e o cito porque é um evento próximo de nós. Quantas resistências: ‘mas não…’. Ainda hoje persistem resistências, de uma forma ou outra, e o Espírito vai adiante. O caminho da Igreja é esse: reunir-se, unir-se juntos, ouvir-se, discutir, rezar e decidir. Esta é a chamada sinodalidade da Igreja, na qual se expressa a comunhão da Igreja. E quem faz a comunhão? É o Espírito! De novo é ele o protagonista. O que nos pede o Senhor? Docilidade ao Espírito. O que nos pede o Senhor? Para não termos medo ao ver que é o Espírito que nos chama”.

“O Espírito – releva o Papa – às vezes nos detém”, como fez com São Paulo, para ir de um lugar ao outro, “não nos deixa sós, nos dá coragem, nos dá paciência, nos faz percorrer, seguros, o caminho de Jesus, nos ajuda a vencer as resistências e a ser fortes no martírio”. “Peçamos ao Senhor – concluiu – a graça de entender como a Igreja vai avante, entender como, desde o primeiro momento, enfrentou as surpresas do Espírito e também, para cada um de nós, a graça da docilidade ao Espírito, para percorrermos o caminho que o Senhor Jesus quer para cada um de nós e para toda a Igreja”.

Informações da Rádio Vaticano

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

 

Pio XII apoiou planos para derrubar o regime nazista, revela novo livro

O apoio secreto do Papa Pio XII a tentativas de derrocar o ditador nazista Adolf Hitler é o tema de um novo livro, que aborda documentos de guerra e entrevistas com o agente de inteligência americana que os escreveu. O título do livro (tradução livre) é “A Igreja dos Espiões: A guerra secreta do Papa contra Hitler”, do historiador Mark Riebling.

“Este livro é a verdade –o melhor que pude expô-la após vários anos de investigação– sobre as operações secretas do Papa na Segunda guerra mundial”.

A principal premissa do livro, explicou Riebling, “é que Pio decidiu resistir a Hitler com uma ação encoberta em vez de protestar abertamente. Como resultado, envolveu-se em três diferentes complôs dos dissidentes alemães para eliminar Hitler”.

“Pensei que esta ideia –que a Igreja esteja envolvida em operações secretas durante os anos mais sangrentos da história, na parte mais controvertida de sua história recente– não era só uma nota ao pé de página, era algo que valia a pena investigar”, disse.

No final da década de 1990, o debate sobre Pio XII e se ele fez o suficiente para combater os nazistas alcançou o ponto mais alto com a publicação do livro profundamente controvertido chamado “O Papa de Hitler”, do jornalista britânico John Cornwell.

Esse texto foi muito crítico com Pio XII, acusando-o de sustentar um silêncio culpado –ou até mesmo cúmplice– durante o auge do nazismo, quando na verdade ajudou a salvar a mais de 800 mil judeus neste período.

“Até os maiores críticos da Igreja na época nazista, ao menos os principais deles, admitem que Pio XII odiava Hitler e trabalhou secretamente para derrocá-lo”, disse Riebling. Durante sua investigação para um livro prévio, sobre a “guerra secreta entre o FBI e a CIA”, o historiador descobriu documentos de guerra que relacionavam o Papa Pio XII com tentativas de derrocar Hitler.

“Havia ao menos dez documentos implicando Pio XII e seus conselheiros mais próximos em não só um, mas três complôs para eliminar a Hitler –que se estendem de 1939 até 1944.

De acordo com Riebling, seu livro não denuncia que o Papa “tentou matar Hitler”. As ações do Papa foram mais sutis.

“Pio se converte em uma peça chave nas conspirações para eliminar um governante que é uma sorte de anticristo, porque as boas pessoas pedem sua ajuda, e ele procura em sua consciência, e aceita converter-se em um intermediário para os conspiradores –um tipo de agente estrangeiro–, e portanto se converte em um cúmplice de seus complôs”.

Pio XII teve conexões com três complôs contra Hitler. O primeiro, de outubro de 1939 a maio de 1940, envolveu a conspiradores militares alemães. De fins de 1941 à a primavera de 1943, uma série de complôs que envolveram a jesuítas alemães culminaram em uma bomba plantada no avião de Hitler que não explodiu.

O terceiro complô envolveu jesuítas alemães e também o coronel militar alemão Claus von Stauffenberg. Embora o coronel tenha colocado com sucesso uma bomba perto do ditador nazista, não conseguiu matar Hitler. Os sacerdotes tiveram que escapar depois do atentado fracassado.

Em um ponto, Hitler planejou invadir o Vaticano, sequestrar ao Papa e levá-lo a Alemanha. O líder nazista Heinrich Himmler “queria realizar uma execução pública do Santo Padre para a inauguração de um novo estádio de futebol”, disse Riebling.

“Pio se deu conta destes planos, através de seus agentes papais secretos; e, em minha opinião, isso influenciou a decisão do Santo Padre de envolver-se com a resistência anti-nazista”.

“Sabendo o que sei sobre Pio XII, e havendo-o investigado durante muitos anos, acredito que ele queria ser santo. Queria que o povo da Alemanha fosse santo”, acrescentou.

“Quando ele escutava que um sacerdote foi detido por rezar pelos judeus e enviado a um campo de concentração, dizia ‘quisera que todos fizessem o mesmo”. Esta frase, jamais foi dita em público, reconheceu o historiador, mas deixou por escrito em uma carta secreta aos bispos alemães.

Fonte: ACI Digital 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

A milagrosa história de Nossa Senhora dos Desamparados

Apesar dos exames realizados, até hoje não se sabe de que material foi esculpida a imagem, atribuída aos anjos

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Valência, no leste da Espanha, às margens do Mar Mediterrâneo, é uma cidade carregada de história. Ela foi invadida pelos muçulmanos no fim do século XI e reconquistada pelo grande herói Cid Campeador, que foi seu soberano e ali faleceu.

Em Valência nasceu o extraordinário São Vicente Ferrer, que lutou contra a decadência da Idade Média com tal vigor e eloquência que foi chamado de Anjo do Apocalipse.

A padroeira de Valência é Nossa Senhora dos Desamparados, cuja belíssima história é, em breves traços, a seguinte:

No início do século XV – quando ainda vivia o grande São Vicente Ferrer – foi fundada em Valência a Confraria dos Desamparados. Ela visava socorrer os doentes e dar digna sepultura aos cadáveres abandonados nos campos.

O principal inspirador foi o Beato Padre Jofré. A confraria era composta sobretudo de artesãos, mas chegou a ter entre seus membros também duques, marqueses, condes e ricos burgueses. Eles obtiveram uma capela, mas faltava uma imagem de Nossa Senhora que exprimisse o espírito daquela instituição.

Em 1414, apareceram na casa de um confrade – cuja esposa era cega e paralítica – três jovens muito bem apessoados, em traje de peregrinos. Disseram ser escultores e se dispuseram a fazer uma imagem da Virgem para a confraria. Pediram apenas um local isolado para trabalharem e que, durante três dias, ninguém os visitasse.

Consultado o Beato Jofré, a proposta foi aceita. No quarto dia, o mesmo homem de Deus, acompanhado de várias pessoas, foi até o local onde estavam os três jovens. Bateram à porta. Como ninguém atendesse, arrombaram-na.

Oh magnífica surpresa! Os jovens haviam desaparecido, mas deixaram uma belíssima imagem de Nossa Senhora com o Menino Jesus.

Todos entenderam que os peregrinos escultores eram anjos. A esposa cega do confrade, que recebera os três anjos, foi conduzida até o local onde estava a imagem. Chegando diante da bela escultura, imediatamente recobrou a vista e o movimento de seus membros.

A partir de então, mediante a intercessão de Nossa Senhora dos Desamparados, ocorreram muitos milagres, entre os quais a cessação da terrível peste que grassou em Valência e outras partes da Espanha em meados do século XVII, no reinado de Filipe IV.

A imagem de Nossa Senhora dos Desamparados mede 1,40m e a representa carregando, no braço esquerdo, o Menino Jesus; o braço direito, cuja mão segura um ramo de lírios de prata, está estendido em direção ao solo. Sobre a cabeça de Nossa Senhora há uma grande e riquíssima coroa, cravejada de brilhantes, pérolas, rubis e outras pedras preciosas. Atrás da coroa, um belo resplendor com doze estrelas. O Menino Jesus segura em seus braços uma cruz. A Virgem e seu divino Filho portam túnicas e mantos primorosamente lavrados. Apesar dos exames realizados, até hoje não se sabe exatamente de que material foi esculpida a imagem.

Hoje, tantas pessoas estão no desamparo, sobretudo espiritual. Se Nossa Senhora enviou três anjos para o socorro material dos homens no século XV, com quanto mais razão não enviará legiões de espíritos angélicos para nos proporcionar auxílio sobrenatural contra a degenerescência moral catastrófica em que o mundo se encontra!

É preciso pedirmos com fé, perseverança, humildade e confiança:

Nossa Senhora dos Desamparados, socorrei-nos, a nós, abandonados neste mundo neopagão!

A festa de Nossa Senhora dos Desamparados é celebrada no segundo domingo de maio.

Nossa Senhora dos Desamparados é também padroeira da Costa Rica.

A partir do blog Orações e Milagres Medievais

Adaptação Portal Terra de Santa Cruz 

O homem, o sacerdócio e o matrimônio.

As noivas se vestem de branco, como a Igreja.

As noivas se vestem de renda, como a Igreja.

As noivas se enfeitam, como a Igreja.
As noivas ficam lindas no dia de seu casamento e arrancam suspiros de seu noivo, como a Igreja.
O noivo é um homem sortudo. Tem diante de si a mais linda das mulheres da face da terra. A mais amada. A mais desejada. Ao olhá-la avançar pelo corredor da Igreja um pensamento lhe passa de relance: “és minha, toda minha, a minha amada”. Chesterton dissera: “Ser fiel a uma única mulher é um preço pequeno demais se comparado a grandiosidade de ter uma mulher”. Certamente é o que se passa na cabeça daquele noivo ao pé do altar esperando ansiosamente sua noiva que, em breve, se tornará sua mulher. Ao final da cerimônia, um beijo sela a união para sempre. Ao início da ação litúrgica um beijo marca também o indelével sinal, o indelével vínculo esponsal do sacerdote com o seu Senhor.
Assim como os noivos caminham para o altar para celebrar a sua união em Deus, também o sacerdote se dirige para o altar para consumar-se. Um só é o homem que se dá, que se entrega, que se doa inteiro. No matrimônio e no sacerdócio o homem há que ser viril e ter coração indiviso. Não haverá de amar mais nada e ninguém mais que sua esposa ou que a Igreja. O homem que se dá inteiro no sacerdócio e no matrimônio há que ser fiel, protetor da casa e da família, das ovelhas e do rebanho do Senhor. Haverá que amar o seu Senhor e Deus com todo o seu coração, com toda a sua alma, com todo o seu entendimento. À diferença do homem casado, o sacerdote amará assim a Deus e o casado amará assim sua esposa e sua família.
O sacerdote que sobe ao altar para celebrar o sacrifício primeiro lhe venera com uma solene vênia, como o esposo venera sua esposa beijando-lhe as mãos. Depois o beija. Ali se dá a entrega de um homem, o holocausto de uma vida. Aquele beijo ao altar é o beijo da fidelidade e do amor, da responsalidade e do sacrifício. Ao beijar o altar o sacerdote diz em seu coração: “Eu sou do meu amado e meu amado é meu” (Ct 6,3), sou todo Dele, para Ele, pela salvação dos homens. O dobrar-se sobre o altar para beijá-lo significa a auto imolação de um homem que – configurado a Cristo Sumo e Eterno Sacerdote – é Cabeça da Igreja, vítima do holocausto, sacrifício pela salvação do mundo. Do mesmo modo que nosso Senhor beijou o madeiro que traria a salvação dos homens, o sacerdote oscula o altar onde ele mesmo se sacrifica pela salvação da humanidade.  O Corpo que se consagra por entre seus dedos é o de Cristo e o seu; o sangue que se derrama em favor de muitos é o de Cristo e o seu.
Como não admirar tamanha capacidade nos homens de amar além de si mesmos? Ambas as vocações são grandes e nobres. Um homem que não saiba amar não pode ser esposo, pai, nem sacerdote. Que todos os esposos beijem suas esposas com a reverência de um sacerdote. Que todo sacerdote ame seu sacerdócio com um amor esponsal.
Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

“Amoris Laetitia” deve ser acolhida e colocada em prática, diz teólogo

“Diante de novos desdobramentos há sempre quem tenta diminuir o magistério da Igreja. Foi assim com o Concílio Vaticano II, quando se disse que, sendo um evento de natureza pastoral, não obrigava os fiéis a aceitar seus pronunciamentos. É o que se faz também hoje com o Papa Francisco, quando seu ensinamento resulta indigesto devido a seu estilo evangélico, como no caso da Amoris Laetitia”.

São palavras do professor ordinário de teologia fundamental na Pontifícia Universidade Lateranense, Pe. Giuseppe Lorizio, no debate sobre o valor magisterial da Exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia do Papa Francisco, publicada em 8 de abril.

Pastoral inclui o doutrinal

“Deve-se, todavia,  dizer e reiterar – explica o teólogo – que se um documento ou um Concílio tem natureza ‘pastoral’ não é verdade que tenha menos valor do que textos ou pronunciamentos doutrinais.”

“Efetivamente, o pastoral inclui também a doutrina. Se a Igreja sentiu a necessidade de interrogar-se em dois Sínodos e de expressar o resultado deste trabalho num documento assinado pelo Papa, é também porque quer afirmar algo de diferente em relação a antes”, observa Pe. Lorizio.

Passos avante na pastoral

“A Amoris Laetitia tem exatamente o mesmo valor da Familiaris Consortio de São João Paulo II, publicada em 1981, que era também ela uma Exortação apostólica”, acrescenta Pe. Lorizio.

Do ponto de vista doutrinal, o texto de Francisco não faz outra coisa senão repropor a ideia do matrimônio que a Revelação nos propõe. Ao invés, do ponto de vista pastoral, dá passos avante. Mas o fato de a palavra exortação ser acompanhada do termo ‘apostólica’ nos faz entender que são documentos do magistério ordenado do bispo de Roma e do Sínodo e, por conseguinte, os fiéis, em boa fé, não podem deixar de acolhê-los e buscar colocá-los em prática”.

Não há novos dogmas

“O magistério infalível do Papa requer um pronunciamento ‘ex-cathedra’ de tipo dogmático e, certamente, este não é o caso. Mas, por outro lado, aAmoris Laetitia deve ser acolhida com o espírito de confiança que deve caracterizar todo e qualquer fiel em relação aos pastores da Igreja”, pondera o especialista em teologia fundamental. (RL)

Por rádio vaticana 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

Jovens farão homenagem às Mães em Aparecida

A Juventude do JUMI – Juventude em Missão, projeto do Santuário Nacional para a Juventude – fará homenagem especial às mães no Santuário Nacional de Aparecida.

Todo ano, no dia das mães, o Santuário Nacional de Aparecida dedica sua programação especialmente as mamães. Neste ano, a comemoração terá um toque diferente: a presença da juventude.

No dia 8 de maio, terá início também no Santuário a Semana da Juventude. Assim o reitor, Padre João Batista Almeida, fez um convite aos jovens: “O convite é que, como presente do dia das mães, o jovem venha participar da Missa das 10h com a sua mãe no Santuário Nacional”, explica o reitor do Santuário, padre João Batista Almeida.

 Neste dia, as mães serão homenageadas com um coral de 100 vozes que se apresentará.
Além disso, após a celebração, haverá show na Tribuna Bento XVI com a banda “Expresso HG” e descida de paraquedistas na explanada Papa João Paulo II.

Os atletas trarão a bandeira do JUMI – Juventude em Missão, projeto do Santuário Nacional para a Juventude – e de Nossa Senhora Aparecida.

Os presentes ainda poderão apreciar apresentações de dança, skate e outras atividades para a juventude. (MT/CNBB)

Por Aparecida(RV)

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

Papa: a felicidade é Cristo, não um aplicativo no celular

Os jovens voltaram a se encontrar com o Papa Francisco este domingo (24/04), desta vez para a Santa Missa por ocasião do Jubileu dos Adolescentes.

O cenário para este encontro foi novamente a Praça S. Pedro, depois da maratona de confissões sábado pela manhã – ocasião em que Francisco confessou 16 moças e rapazes.

Com a participação de cerca de 100 mil fiéis, a homilia do Pontífice foi inspirada no Evangelho do dia, no mandamento de Jesus aos discípulos, “amai-vos uns aos outros como eu vos ameis”.

“O amor é a carteira de identidade do cristão, é o único ‘documento’ válido para sermos reconhecidos como discípulos de Jesus. Se este documento perde a validade e não for renovado, deixamos de ser testemunhas do Mestre”, disse Francisco, que reconheceu que amar não é fácil. É exigente e requer esforço, pois significa oferecer algo de nós mesmos: o próprio tempo, a própria amizade e as próprias capacidades. Não é o amor das novelas. É livre, porque não possui.

O segredo para amar é Jesus, acrescentou o Papa, que oferece o dom maior, um dom para a vida: Ele nos oferece uma amizade fiel, da qual nunca nos privará. A principal ameaça que impede de crescer como se deve é ninguém se importar conosco, é nos sentirmos deixados de lado. Ao contrário, o Senhor está sempre conosco. Ele no espera pacientemente e aguarda o nosso «sim».

A felicidade não é um ‘app’ no celular

Francisco falou ainda do desejo de liberdade que os adolescentes sentem. Ser livre, afirmou ele, não significa fazer aquilo que se quer, mas é o dom de poder escolher o bem: é livre quem procura aquilo que agrada a Deus, mesmo que nos obrigue a escolhas corajosas. Ser livre é saber dizer sim e não. “Não se contentem com a mediocridade, ficando cômodos e sentados; não confiem em quem os distrai da verdadeira riqueza, dizendo que a vida só é bela se possuir bens materiais. A felicidade não tem preço, nem se comercializa; não é um ‘aplicativo’ que se baixa no celular: nem a versão mais atualizada os ajudará a torná-los livres e grandes no amor.”

Com efeito, o amor é o dom livre de quem tem o coração aberto; é uma responsabilidade que dura toda a vida; é um compromisso diário, feito também de sonhos. “Ai dos jovens que não sabem sonhar. Se um jovem dessa idade não sonha, já está aposentado.” O amor não se realiza falando dele, mas o colocando em prática! Para crescer no amor, o segredo também é o Senhor. “Quando parecer difícil dizer não àquilo que é errado, ergam os olhos para a cruz de Jesus e não larguem a sua mão que os conduz para o alto”, indicou o Papa. Esta mão que, muitas vezes, pode ser a de um pai, de uma mãe ou de um amigo para não nos deixar caídos. “Deus nos quer em pé, sempre.”

Treinar o amor

Mas também para amar é preciso treinamento, disse Francisco, como os campões esportivos, começando desde já com empenho e afinco. Como programa diário desse treinamento, o Papa sugeriu as obras de misericórdia. “Assim, se tornarão campeões de vida, campeões de amor, e serão reconhecidos como discípulos de Jesus. E lhes garanto: a alegria será completa.”

Ao final da Missa, o Papa percorreu toda a Praça S. Pedro a bordo de seu papamóvel para saudar os fiéis.

Ouça o áudio

Por Rádio Vaticana

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

5º Domingo da Páscoa – Não se constrói uma fé verdadeira, não se vive uma fé autêntica se não houver a marca do amor

Amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros” (João 13, 34-35).

Primeira Leitura (At 14,21b-27)
Leitura dos Atos dos Apóstolos:
 
Naqueles dias, Paulo e Barnabé voltaram para as cidades de Listra, Icônio e Antioquia. Encorajando os discípulos, eles os exortavam a permanecerem firmes na fé, dizendo-lhes: “É preciso que passemos por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus”.
 
Os apóstolos designaram presbíteros para cada comunidade. Com orações e jejuns, eles os confiavam ao Senhor, em quem haviam acreditado.
 
Em seguida, atravessando a Pisídia, chegaram à Panfília. Anunciaram a palavra em Perge, e depois desceram para Atália. Dali embarcaram para Antioquia, de onde tinham saído, entregues à graça de Deus, para o trabalho que haviam realizado.
 
Chegando ali, reuniram a comunidade. Contaram-lhe tudo o que Deus fizera por meio deles e como havia aberto a porta da fé para os pagãos.
 
– Palavra do Senhor.
 
Responsório (Sl 144) – Bendirei o vosso nome, ó meu Deus,/ meu Senhor e meu Rei para sempre.
 
— Bendirei o vosso nome, ó meu Deus,/ meu Senhor e meu Rei para sempre.
 
— Misericórdia e piedade é o Senhor,/ ele é amor, é paciência, é compaixão./ O Senhor é muito bom para com todos,/ sua ternura abraça toda criatura.
 
— Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem,/ e os vossos santos com louvores vos bendigam!/ Narrem a glória e o esplendor do vosso reino/ e saibam proclamar vosso poder!
 
— Para espalhar vossos prodígios entre os homens/ e o fulgor de vosso reino esplendoroso./ O vosso reino é um reino para sempre,/ vosso poder, de geração em geração.
 
Segunda Leitura (Ap 21,1-5a)
Leitura do Livro do Apocalipse de São João:
 
Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra. Pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, de junto de Deus, vestida qual esposa enfeitada para o seu marido.
 
Então, ouvi uma voz forte que saía do trono e dizia: “Esta é a morada de Deus entre os homens. Deus vai morar no meio deles. Eles serão o seu povo, e o próprio Deus estará com eles. Deus enxugará toda lágrima dos seus olhos. A morte não existirá mais, e não haverá mais luto, nem choro, nem dor, porque passou o que havia antes”.
 
Aquele que está sentado no trono disse: “Eis que faço novas todas as coisas”. Depois, ele me disse: “Escreve, porque estas palavras são dignas de fé e verdadeiras”.
 
– Palavra do Senhor.
 
Anúncio do Evangelho (Jo 13,31-33a.34-35)
 
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
 
Depois que Judas saiu do cenáculo, disse Jesus: “Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele.
Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo.
 
Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros.
 
Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros”.
 
— Palavra da Salvação.
Refletindo o Evangelho: Meus irmãos e irmãs, no mundo em que vivemos, necessitamos de identificação, hora usamos um crachá, um uniforme, algo que vai identificar o que somos. Às vezes, sem aquela identidade não sabemos o que a pessoa é. Por isso, cada vez mais, em todas as esferas da sociedade, procuramos identificar as pessoas.

Nós, cristãos, não precisamos disso! É verdade que alguns, talvez, usem uma cruz, um crucifixo, um símbolo de devoção, mas não quer dizer que aquilo que usamos, vestimos e falamos justifica nossa identidade ou o que somos.

O Senhor nos diz, hoje, que nossa identidade é o amor! É a maneira com que amamos uns aos outros que nos edifica como discípulos de Cristo.

Foi em Antioquia que os seguidores de Cristo foram identificados e chamados, pela primeira vez, como cristãos. E não é porque eles diziam “Olha, eu sou cristão!”; pelo contrário, foi pelas obras que faziam, pelo amor vivenciado entre eles. É assim que diziam: “Vejam como eles se amam!”.

As pessoas precisam nos reconhecer pela intensidade do nosso amor. Não se constrói uma fé verdadeira, não se vive uma fé autêntica se não houver a marca do amor!

O amor é capaz de superar as decepções, as mágoas e diferenças. Nós não podemos ficar com aquele amor amarrado e egoísta. Desculpe, mas amar quem gosta de nós, quem pensa como nós, quem nos agrada é muito simples. Os que não creem em Cristo, às vezes, fazem até melhor do que nós. Mas somos chamados a uma identidade com o Cristo, a vivermos um amor sem barreiras, que supera tudo.

A primeira coisa que precisamos fazer é parar de falar mal uns dos outros, saber respeitar quem pensa e fala diferente de nós. Precisamos viver o amor que supera as mágoas e decepções. Não podemos viver o amor recheado por picuinhas, que se machuca e se ressente por qualquer coisa.

O amor que somos chamados a viver não nos permite viver semeando intrigas, fofocas, inimizades no Reino de Deus. Não são esses frutos que o Senhor espera de nós, mas sim o amor, o perdão, a reconciliação e o acolhimento; o amor que não rejeita, ao qual somos chamados a dar vida, como Cristo deu por nós!

Deus abençoe você.

Por Padre Roger Araújo – Sacerdote da Comunidade Canção Nova

Paróquia do Mártir: Dom Pedro crisma jovens e adultos em Varginha(MG)

Confirmação da fé e alegria marcaram a noite do último sábado 16 de abril, na Paróquia do Mártir São Sebastião em Varginha (MG). Quando 26 jovens e adultos, que participaram da preparação na paróquia, receberam o Sacramento da Crisma.

Presidida pelo nosso bispo diocesano da Campanha, dom Pedro Cunha Cruz, a celebração deu-se início ás 19h na igreja Matriz. Concelebrou a santa missa o Pároco Pe. José Roberto de Souza que acompanhou todo o processo de formação dos candidatos ao sacramento da crisma,  juntamente com a coordenadora Raquel Mendes Reis Maia e auxiliares da catequese paroquial.

A Crisma é a força de Deus.  Nós só conseguimos viver porque Deus nos dá essa força. Essa força de Deus é o Espírito Santo agindo em nós. Na Igreja, a experiência de nossa vida é celebrada no sacramento da Crisma. A Crisma é o sacramento do cristão que está amadurecendo na fé.

Juntamente com o Batismo e a Eucaristia, o sacramento da Confirmação constitui o conjunto dos “sacramentos da iniciação cristã” cuja unidade deve ser salvaguardada. Por isso, é preciso explicar aos fiéis que a recepção deste sacramento é necessária à consumação da graça batismal.

Pelo sacramento da Confirmação recebidos, estes jovens e adultos são vinculados diretamente à Igreja, enriquecidos na força do Espírito Santo, e assim  são obrigados à fé que, como verdadeiras testemunhas de Cristo, devem difundir e defender tanto por palavras como por obras a fé que professarão a partir desta etapa da vida cristã que iniciaram .

Ao final da celebração dom Pedro  disse aos crismados que, o Espírito Santo já estava com eles desde sempre, e a partir de agora de forma mais especial, devem levar isso com eles, não pode acabar ali. Que todos procurem participar mais da vida em Igreja e engajar nos trabalhos pastorais e em movimentos da igreja, tendo assim uma presença total dentro da santa igreja na qual receberam o sacramento da crisma, o Espirito Santo de Deus . Encerrando com a bênção final para todos os fiéis presentes na celebração .

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Se você jovem ou adulto, não é crismado ainda, procure a sua Paróquia e em 2017, dê esse passo na sua caminhada. Não perca mais tempo! Todos os cristãos precisam ser crismados para atear o fogo do Espírito Santo no Mundo.

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Que Deus ilumine os passos desses novos filhos vinculados a igreja pela ação do espírito santo.

Texto: Bruno Henrique/Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

Informações e Fotos: Colaboradores do Portal na Paróquia do Mártir em Varginha(MG)

O segredo para a felicidade está na humildade de coração

O segredo está na humildade de coração, na simplicidade de vida, no serviço e na doação ao outro

O servo não está acima do seu senhor e o mensageiro não é maior que aquele que o enviou” (João 13,16).

Essa verdade do coração de Deus para nós vem depois daquele acontecimento sublime, quando Cristo, na Última Ceia, lavou os pés de Seus discípulos e disse que o servo, o mensageiro, não está acima do Senhor, não está acima d’Aquele que O enviou. Mas o Senhor se fez servo, fez aquele trabalho que era próprio de um servo e está nos dizendo onde este encontra o sentido para sua vida, onde encontra o segredo para a felicidade.

O segredo está na humildade de coração, na simplicidade de vida, no serviço e na doação ao outro. A humildade é uma virtude tão necessária em todas as etapas e situações na vida de cada um de nós, mas não nos deixemos enganar nem nos iludir. A forma com que muitos de nós fomos formados não é a mesma da humildade, mas sim a forma da competição, do orgulho, da vaidade, da soberba, de sermos melhores, mais importantes e de querermos nos sobressair mais que os outros.

A forma com que, muitas vezes, somos formados é de nos preocuparmos com nossas coisas, com o “meu” em primeiro lugar. O “meu pirão”, a “minha farinha”, aquilo que precisamos; depois, se sobrar tempo, se sobrar algo, damos para o outro. O egoísta não consegue ser humilde e o egoísmo nos incha, inflama-nos de orgulho e prepotência.

Amados irmãos e irmãs, se queremos ser felizes, devemos olhar sempre para o nosso coração e nos lembrar da cena que não deve sair de nossas mentes, onde Cristo se faz servo e lava os pés de Seus discípulos.

Ninguém é melhor nem mais importante, ninguém tem o sangue e estrela maior do que ninguém. Somos servos uns dos outros! O lava-pés não é uma encenação ou um teatro da Quinta-feira Santa, mas o nosso modo de ser seguidores de Cristo é o segredo da espiritualidade, da mística cristã; a espiritualidade do serviço, do desprendimento, da humilhação e da humildade.

Se alguém quer ser o primeiro, que seja servo. Se alguém quer se fazer o maior, que se faça menor, que se dê mais, que se debruce mais e faça tudo sem esperar nada em troca. Assim, estaremos aprendendo com o Mestre e ficaremos menos insatisfeitos, cobraremos menos o outro e o nosso coração encontrará a paz na humildade.

Deus abençoe você!

Por Padre Roger Araújo – Comunidade Canção Nova

Adaptação: Portal Terra de Santa Cru

Madre Teresa de Calcutá será canonizada no Vaticano

Ainda, no calendário de beatificações e canonizações, estão previstas outras celebrações:

– Beatificação de Valentim Palencia Marquina, no dia 23 de abril, em Burgos, na Espanha;

– Beatificação de Francisco Maria Greco, no dia 21 de maio, em Cosenza, na Itália;

– Canonizações de Estanislau de Jesus Maria e Maria Elisabeth Hesselblad, em 5 de junho, no Vaticano;

– Beatificação de Giacomo Abbondo, no dia 11 de junho, em Vercelli, na Itália;

– Beatificação de Maria Celeste Crostarosa, no dia 18 de junho, em Foggia, Itália;

– Beatificação de Ladislao Bukowinski, no dia 11 de setembro, em Qaraghandy, no Cazaquistão;

– Beatificação de Elisabetta Sanna, no dia 17 de setembro, em Codrongianos, na Itália;

– Beatificação de Engelmar Unzeitig, no dia 24 de setembro, em Würzburg, na Alemanha;

– Canonizações de José Sanchez del Rio e de José Gabriel do Rosário Brochero, no dia 16 de outubro, no Vaticano;

– Beatificação de Mario Borzaga, no dia 11 de dezembro, em Vientiane; no Laos.

Por Rádio Vaticano – Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

DIOCESE DA CAMPANHA LANÇA “ESCOLA DIOCESANA DE TEOLOGIA”

Conforme decidido em nossa IV Assembleia Diocesana de Pastoral, uma de nossas prioridades a partir de agora é a Formação de Leigos.
Sendo assim, a pedido de nosso bispo, D. Pedro, iremos iniciar a Escola Diocesana de Teologia (EDT), a saber:

logo
Foto: www.diocesedacampanha.org.br

Local – Centro Diocesano de Formação Pastoral (antigo Seminário) Cotia – Três Corações

Data – 1 vez por mês, aos sábados, conforme segue abaixo, das 8 às 17 horas:
 

  • 27 de agosto 2016
  • 17 de setembro 2016
  • 08 de outubro 2016
  • 26 de novembro 2016
  • 17 de dezembro 2016

Investimento – R$ 30,00 – Trinta Reais por módulo (total de R$ 150,00 para este semestre).

Destinatários –

a) Homens ou mulheres, a partir de 18 anos de idade;
b) em princípio, 02 (dois) leigos por paróquia;
c) incluindo virtuais candidatos ao Diaconado Permanente (também aprovado em nossa Assembleia Diocesana). Estes terão acompanhamento suplementar, o qual será explicitado posteriormente, contudo, a formação Teológica será dada nesta Escola;
d) em caso de não preenchimento das vagas, as mesmas serão repassadas às paróquias interessadas, conforme solicitação.
e) os candidatos deverão ter o ensino médio completo, ou pelo menos, concluindo o mesmo.
Obs. As paróquias próximas poderão organizar conduções comuns, facilitando o deslocamento e barateando os custos.
Duração do curso – 4 períodos (dois anos): agosto de 2016 até julho de 2018.

Inscrições –

a) indicadas pelos párocos, ou administradores paroquiais, de preferência ouvido o CPP;
b) Prazo máximo – 29 de julho de 2016 – sexta-feira;
c) As mesmas deverão ser encaminhada à Secretaria Diocesana de Pastoral, aos cuidados de Flávia Magalhães
R. Maestro Pompeu, 150 – Centro – Campanha – MG.

GRADE CURRICULAR

  • Bíblia
    • Introdução ao Antigo Testamento – História de Israel
    • Livros proféticos
    • Introdução ao Novo Testamento
    • Evangelhos
    • Cartas Paulinas
  • Dogmática
    • Teologia da Revelação
    • Trindade
    • Cristologia
    • Eclesiologia – Diálogo ecumênico e inter-religioso – Mariologia
    • Antropologia Teológica – Escatologia
  • Prática
    • Introdução à Teologia Pastoral – Doutrina Social da Igreja
    • Teologia Moral
    • Teologia Espiritual
    • História da Igreja e sociedade
    • CELAM – As assembleias Gerais
    • CNBB – Visão geral dos documentos
    • · Liturgia/Sacramentos
    • Introdução Geral à Liturgia
    • Sacramentos da Iniciação
    • Sacramentos da Cura
    • Sacramentos do serviço e da comunhão

Fonte: www.diocesedacampanha.org.br – veja mais novidades!

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

4º Domingo da Páscoa – Estejamos em sintonia com a voz do Bom Pastor.

Essa voz é percebida e assimilada pela nossa mente, consciência e espírito 

As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem” (João 10,27)

As ovelhas de Jesus conhecem a voz do Pastor, a voz de Seu Mestre. Sabe, meus irmãos, no mundo em que vivemos, existem muitas vozes clamando dentro de nós, batendo ao nosso ouvido e em nosso coração, querendo nos seduzir para lá e para cá, levar-nos pelas veredas e estradas dessa vida e, muitas vezes, para paisagens e passagens que não são do Senhor.

Primeira Leitura (At 13,14.43-52) – Leitura dos Atos dos Apóstolos:
Naqueles dias, Paulo e Barnabé partindo de Perge, chegaram a Antioquia da Pisídia. E, entrando na sinagoga em dia de sábado, sentaram-se.
Muitos judeus e pessoas piedosas convertidas ao judaísmo seguiram Paulo e Barnabé. Conversando com eles, os dois insistiam para que continuassem fiéis à graça de Deus.
No sábado seguinte, quase toda a cidade se reuniu para ouvir a palavra de Deus. Ao verem aquela multidão, os judeus ficaram cheios de inveja e, com blasfêmias, opunham-se ao que Paulo dizia.
Então, com muita coragem, Paulo e Barnabé declararam: “Era preciso anunciar a palavra de Deus primeiro a vós. Mas, como a rejeitais e vos considerais indignos da vida eterna, sabei que vamos dirigir-nos aos pagãos. Porque esta é a ordem que o Senhor nos deu: ‘Eu te coloquei como luz para as nações, para que leves a salvação até os confins da terra’”.
Os pagãos ficaram muito contentes, quando ouviram isso, e glorificavam a palavra do Senhor. Todos os que eram destinados à vida eterna, abraçaram a fé. Desse modo, a palavra do Senhor espalhava-se por toda a região.
Mas os judeus instigaram as mulheres ricas e religiosas, assim como os homens influentes da cidade, provocaram uma perseguição contra Paulo e Barnabé e expulsaram-nos do seu território.
Então os apóstolos sacudiram contra eles a poeira dos pés, e foram para a cidade de Icônio. Os discípulos, porém, ficaram cheios de alegria e do Espírito Santo.
– Palavra do Senhor.
Responsório (Sl 99) – Sabei que o Senhor, só ele, é Deus, nós somos seu povo e seu rebanho.
— Sabei que o Senhor, só ele, é Deus, nós somos seu povo e seu rebanho.
— Aclamai o Senhor, ó terra inteira,/ servi ao Senhor com alegria,/ ide a ele cantando jubilosos!
— Sabei que o Senhor, só ele, é Deus,/ ele mesmo nos fez, e somos seus,/ nós somos seu povo e seu rebanho.
— Sim, é bom o Senhor e nosso Deus,/ sua bondade perdura para sempre,/ seu amor é fiel eternamente!
Segunda Leitura (Ap 7,9.14b-17) – Leitura do Livro do Apocalipse de São João:
Eu, João, vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro; trajavam vestes brancas e traziam palmas na mão.
Então um dos anciãos me disse: “Esses são os que vieram da grande tribulação. Lavaram e alvejaram as suas roupas no sangue do Cordeiro.
Por isso, estão diante do trono de Deus e lhe prestam culto, dia e noite, no seu templo. E aquele que está sentado no trono os abrigará na sua tenda.
Nunca mais terão fome nem sede. Nem os molestará o sol, nem algum calor ardente. Porque o Cordeiro, que está no meio do trono, será o seu pastor e os conduzirá às fontes da água da vida. E Deus enxugará as lágrimas de seus olhos”.
– Palavra do Senhor

Anúncio do Evangelho (Jo 10,27-30)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus: “As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão.
Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. Eu e o Pai somos um”.
— Palavra da Salvação.
REFLETINDO O EVANGELHO 

Somos, muitas vezes, iludidos, enganados até por nossas convicções tantas vezes não segmentadas, alimentadas, orientadas e iluminadas. Por isso, precisamos, mais do que nunca, manter a sintonia com o coração de Deus, pois assim nosso coração baterá forte por Ele e reconheceremos Sua voz que nos comanda.

Quando uma pessoa está apaixonada, o coração dela está em sintonia com a pessoa que ela ama; ela escuta a voz da pessoa amada até quando está dormindo, quando está longe ou quando está no meio de uma multidão, porque aquela voz está gravada em seus ouvidos e coração. Assim é também quando nosso amor pelo Senhor é autêntico, verdadeiro, profundo e purificado pela verdade.

Escutamos a voz do Senhor quando estamos dormindo, quando acordamos, quando estamos perdidos pelas sendas deste mundo. A voz de Deus clama e está em nós, ainda que não seja uma voz de compreensão material e humana. Essa voz é percebida e assimilada pela nossa mente, consciência e espírito, porque Deus fala a nós.

Amados irmãos, é preciso ouvir a voz do Senhor, do Bom Pastor! A criança que deixa de ouvir a voz de seus pais se perde, não sabe o que fazer; ela pode estar longe, no meio de qualquer confusão, mas quando escuta a voz de seu pai, de sua mãe, ela corre, vai atrás, deixa-se conduzir e orientar-se pela voz daquele que o chama.

Precisamos estar em sintonia com Deus. É preciso deixar que o nosso coração tenha essa docilidade para escutarmos a voz do Senhor. Ele cuida de Suas ovelhas, dá uma atenção única e especial às ovelhas que estão em Seu redil e não permite que elas se percam. Se, por algum motivo, nos perdermos por alguma circunstância da vida, a voz do Bom Pastor há de nos salvar, resgatar e conduzir pelas estradas da vida. Não percamos a sintonia com a voz do Bom Pastor!

Por Pe. Roger Araújo – Sacerdote da Canção Nova 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

Por que voltamos a cair em pecados já confessados?

Quando Jesus entrou na casa de Zaqueu não chegou como quem fosse arrancar frutos, mas como quem cuida e cura a árvore com amor.

Por que cometemos uma e outra vez os mesmos pecados, apesar de termos confessado? Por que costuma ser tão difícil a conversão? Primeiro, porque ela é uma graça de Deus; segundo, porque a conversão não é uma meta, mas um caminho; terceiro, porque a utilizamos de forma errada.

confesión 2 - pt

A compreensão geral que se costuma dar à palavra conversão nos remete à correção que damos a nossa vida e que nos lava a deixar de fazer o mal para se agarrar ao bem. Mas isso, que parece tão fácil de falar, na prática é um exercício cujos resultados nem sempre são os esperados.

Partamos do fato de que a conversão não aponta simplesmente a buscar o cessar dos pecados, que neste caso chamarei de “frutos da árvore”, mas pretende alcançar o fim do Pecado.

Utilizei o termo Pecado com P maiúscula para que compreendamos que os pecados (essas ações cotidianas que deterioram nossa relação com Deus e que nos levam a ferir sua lei) são a expressão de uma realidade interior que danificou a estrutura da personalidade, passando pelas emoções, os afetos, o intelecto, a vontade e a liberdade e que impulsiona o homem a que pouco a pouco se afasta do plano de Deus, para fazer de si mesmo o arquiteto de seu destino, que é o que atrevo chamar de O PECADO.

Desta maneira, quando pretendemos iniciar um caminho seguro de conversão, nossa ações tendem só a corrigir ou sanar os sintomas de uma realidade que está deteriorada em nossa estrutura. Quando arrancamos de uma árvore frutos de má qualidade, mas não fazemos nada para corrigir a enfermidade da planta, o resultado da ação é que continuaremos colhendo frutos de má qualidade.

Por isso costuma acontecer que na confissão, quando fazemos o exame de consciência, permanecemos nos próprios atos, sem ir à raiz que os gerou. Assim o que fazemos é simplesmente uma poda. Confissão após confissão, repetimos uma e outra vez os mesmos pecados que são produzidos por uma árvore que não pode gerar outra coisa diferente porque há um problema que a afeta por dentro.

A ação curativa e redentora de Cristo no sacramento não vai só ao ato de arrancar os fruto ruins, mas vai sanar a origem do mal. Para isso é necessário que nós reconheçamos o que é que gera uma e outra vez as mesmas ações. Toda ação tem sua origem em uma atitude e “os pecados” têm sua gênese no “Pecado”.

Jesus vem para destruir o “Pecado” do mundo que se apodera dos indivíduos na forma de pecados. Não é estranho então toparmos com quem confessa os pecados, quer dizer, quem coloca perante o confessor os frutos de uma vida que vem lastimada e inclinada ao mal há tempos, mas não ventila à luz da Graça de Deus a raiz que lhes deu vida. Se os sacerdotes e os penitentes ficarem arrancando os maus frutos, o Inimigo voltará a regar uma estrutura que novamente brotará.

Perante Jesus não basta expor os pecados, mas também o mais íntimo de nossa consciência e nossa vontade rebelde que só quer fazer o que lhe agrada. A teimosia do nosso coração e o endeusamento que fazemos de nós mesmo nos fazem esquecer que dependemos do Absoluto que é Deus, para tentar dar vida a nós mesmos, quando o que nos damos é só morte.

A proposta diante desta realidade é que o exame de consciência aponte para a análise da origem de todos esses males que cometemos para assim poder buscar em Cristo a cura de toda enfermidade e não só o analgésico para os sintomas.

A exposição perante o Senhor da vontade rebelde fará que Ele não apenas arranque os maus frutos, mas que se inicie um processo de restituição da planta inteira.

Quando Jesus entrou na casa de Zaqueu não chegou como quem fosse arrancar frutos, mas como quem cuida e cura a árvore com amor. Os frutos ruins de Zaqueu caíram diante da contundência do amor de Jesus.

Fonte: ALETEIA

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

CATEQUESE: A Igreja, uma mãe verdadeiramente catequizadora/ Por Vinícius T. Amaral

Existe uma grandeza no ensinamento da fé católica que se caracteriza singular e necessária em um mundo marcado por sua falta de referências éticas, morais e religiosas. A igreja é “Mater et Magistra”, Mãe e Mestra (MM, 1961), e por se caracterizar como tal sempre permitiu a nós, seus filhos, um embasamento fidedigno para a fé e a vivencia em comunidade. Por isso, a palavra eminente neste contexto é “Catequese”, algo que vem do alto (Katà) como ato de fazer ecoar (Echeò-Ekòs). A realidade é que ainda muitos católicos, permanecem ainda sem instrução e conhecimento da fé que professam, por erros durante o processo (permanente) de catequização,  isto é percebido pelo discurso vago e lacunar dos que não se abrem para o ensinamento da Igreja, assumindo uma fé insólita, buscando religiões e igrejas adequadas às suas vontades.

Os contemporâneos de Jesus puderam experimentar de uma catequese em que o “ver” se destacava pela simples e rica convivência com o Senhor e seu testemunho. O Testemunho e a palavra de Jesus possibilitavam a conversão e a aceitação da verdade revelada. Esta, sempre foi procurada pelos mais instruídos, agora, é revelada em Jesus Cristo, protagonista do projeto de amor e de felicidade plena para aqueles que “ouvem sua palavra e a colocam em prática” (Tg 1, 22). A verdade desta catequese é o fundamento da doutrina, o ensinamento da Igreja nasce das palavras do Cristo, o seu testemunho, sua vida, paixão e morte, instituem a Igreja como fiel seguidora da palavra.

É deste modo que aos poucos, tendo concretizado o mistério salvífico, surgem as primeiras comunidades cristãs, sendo por sua vez, catequizadas. Entre o século I a V(d.C), se vive a busca de uma identidade no meio de um mundo pagão, a catequese teria como objetivo despertar para o seguimento de Jesus, como processo de conversão. Os cristãos se reuniam para perceber os dramas dos mais necessitados, para viver a fraternidade, celebrar a liturgia pela partilha do pão e da palavra. Aqui, se deve notar que ser cristão é uma identidade perfeita para aqueles que querem continuar a missão de Jesus, ganhando a vida eterna e a felicidade neste seguimento.

O catecumenato, se ascende como necessário a formação dos cristãos, preparando os candidatos para a vivência em comunidade, escuta e partilha. Contudo, dever-se-ia preparar o cristão para as dificuldades do tempo vigente, para a perseguição e não aceitação da religião cristã, introduzindo-o cada vez mais na fé e no mistério de Cristo, realizando um tempo de santificação e conversão. Ganhar a vida pela morte, testemunhá-lo com a força do seu testemunho e não a física. Afinal, a tentação do cristianismo se caracterizava pela promessa de vida eterna.

No tempo da escolástica, na Idade Média (V-XVI d.C), como a religião cristã fora imposta como oficial, todos deveriam aceita-la, o que gera a “cristandade”. Das catacumbas, para os grandes templos e grandes produções literárias. A catequese se torna extremamente necessária, grandes pastores-catequistas se destacam para a defesa da doutrina contra as heresias. A sociedade é animada pela religião cristã, estabelecendo uma aliança entre o poder religioso e civil. Num contexto social cristão de arte, como escultura, pintura, arquitetura, a criança batizada experimentava em toda sua vida os ensinamentos da religião.  A catequese como educação da fé, se realiza por meio de uma simbiose.

Com o advento da Idade Moderna e o desligamento de alguns membros, surge o protestantismo, e a catequese se vê obrigada à busca da identidade católica face às críticas do desligamento. Valorizou-se mais a identidade pessoal, não tanto comunitária como outrora. Com a forte influência da imprensa e do iluminismo aumentou-se a preocupação com a clareza e exatidão das formulações doutrinais. Assim, da família e da Igreja, a catequese se instaura no ambiente escolar como ensino obrigatório. De tal modo o catecismo se torna um referencial de segurança sobre a fé, a catequese é marcada como sumamente doutrinária.

A partir do Sagrado Concílio Vaticano II, a catequese adquire uma outra perspectiva. É deste modo que, como “Mater et Magistra”, a Igreja procura apontar os caminhos para a verdade da fé que é Jesus Cristo, mudam-se os meios, os veículos, mas permanece a identidade e o núcleo de um ensinamento íntegro: o seguimento fiel a pessoa de Cristo, o conhecimento da verdade, tendo como consequência a felicidade total daqueles que a conhecem. “A Catequese está intimamente ligada a toda a vida da Igreja. Dependem essencialmente dela não só a expansão geográfica e o crescimento numérico mas também, e muito mais ainda, o crescimento interior da Igreja e a sua conformidade com o desígnio de Deus”.(CT 13). Um novo rosto é dado aos meios de formação da Igreja adequado aos nossos tempos. Segundo o documento “Catequese Renovada” (1983) o ensinamento catequético deve se pautar em um “ (…) processo de educação comunitária, permanente, progressiva, ordenada, orgânica, sistemática da fé. Sua finalidade é a naturalidade da fé, num compromisso pessoal e comunitário de libertação integral, que deve acontecer já aqui e culminar no reino definitivo” (CR, 318).

Não se trata de esquecer o catecismo, mas pelo contrário, de afirma-lo de modo a fazer da doutrina partícipe do cotidiano pessoal e genuíno do cristão católico. A riqueza que a Mãe Igreja propõe aos seus filhos durante a história, não deve ser motivo de condenação ou revolta, mas carece de ser desfrutada de modo a nos tornar pessoas melhores, indivíduos inseridos no corpo social que se caracterizam “sal da terra e luz do mundo” (Mt 5, 13-14), católicos autênticos formados pela verdade do Evangelho ensinado através da Igreja.

A catequese destes tempos, adota por sua vez, o “ver, julgar e agir”, palavras que possuem um significado particular na vida não só do catequista e catequizando, mas do cristão. Perceber a realidade que nos cerca, julgá-la com os olhos do Senhor, e agir de forma a promover o crescimento comum. A formação catequética atual deve libertar a mente do medo de testemunhar e viver como Cristo viveu, deve transformar-nos como filhos. Só assim, poderemos participar de uma sociedade laica e não laicista, olha-la com a perspectiva clínica da fé, e realizar nosso compromisso de sermos profetas. Deste modo, não esqueça que  “No coração da Catequese, encontramos essencialmente uma pessoa : a de Jesus de Nazaré, Filho Único do Pai(…), que sofreu e morreu por nós e que agora, ressuscitado, vive conosco para sempre. (…) Catequizar (…)é revelar, na pessoa de Cristo, todo o desígnio eterno de Deus. É procurar compreender o significado dos gestos e das palavras de Cristo e dos sinais por Ele realizados”. (São João Paulo II,CT 5). 

Em uma realidade pontuada pela falta de referências ou por múltiplas pseudo – referências, onde não se forma a pessoa e sim instrui o sujeito manipulando-o, sejamos protagonistas da verdade evangélica, ousados no anúncio da palavra, crentes na doutrina que professamos. Verdadeiros e coerentes em nossos discursos, formadores de opiniões e não defensores do absolutismo de nossas crenças.  Inteligentes por sermos formados por uma mãe que é mestra naquilo que cremos: a pessoa de Jesus.

Campanha-MG, abril de 2016, Ano da Misericórdia.

Por Vinícius T. Amaral, graduado em Filosofia pela Academia Vicentina do Paraná (FAVI)