Dom Pedro Cunha Cruz visita pela 1ª vez a Paróquia N.Sª. da Conceição em VIRGÍNIA-MG / Diocese da Campanha

No dia 28 de fevereiro, Dom Pedro Cunha Cruz, bispo da Diocese da Campanha(MG) fez sua primeira visita á Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Virgínia(MG).

COM INFORMAÇÕES, PASTORAL DA COMUNICAÇÃO DA PARÓQUIA DE VIRGÍNIA(MG)

Durante a Missa, celebrada ás 10h da manhã na igreja matriz, Dom Pedro recordou a todos os fieis que lotaram a igreja, a missão individual de cada cristão de ser uma “árvore fecunda” na vida da Igreja, assimilando suas palavras à Sagrada Escritura da liturgia do dia.

Vossa Excelência Reverendíssima cumprimentou todos aqueles que trabalham pelo êxito da Igreja  de Cristo e convidou todos a um compromisso cada vez maior na conversão pessoal proposta na quaresma.

Ao final da celebração nosso Bispo recebeu os cumprimentos de representantes da comunidade, movimentos e pastorais e também de nosso querido Padre Robson (Pároco), que garantiu a Dom Pedro um esforço constante na realização dos projetos da Igreja particular de Campanha.

VEJAM ALGUMAS IMAGENS DESSA CELEBRAÇÃO MARCANTE PARA OS PAROQUIANOS DE VIRGÍNIA(MG)

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Texto: PASCON – Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Virgínia(MG) 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz – A serviço da Evangelização.

VEJA MAIS FOTOS NO ÁLBUM DA PARÓQUIA DE VIRGÍNIA(MG)

 

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3º Domingo da Quaresma – Deus deseja que produzamos frutos.

Deus deseja que possamos dar muitos frutos, Ele não quer que sejamos estéreis

“Mas se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo” (Lc 13,3).

A Palavra de Deus, hoje, fala ao nosso coração que as desgraças, tragédias e tantas situações inusitadas que acontecem no mundo não são castigo nem iniciativas do coração de Deus.

*Primeira Leitura (Êx 3,1-8a.13-15)
Leitura do Livro do Êxodo:

Naqueles dias, Moisés apascentava o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Madiã. Levou, um dia, o rebanho deserto adentro e chegou ao monte de Deus, o Horeb.

Apareceu-lhe o anjo do Senhor numa chama de fogo, do meio de uma sarça. Moisés notou que a sarça estava em chamas, mas não se consumia, e disse consigo: “Vou aproximar-me desta visão extraordinária, para ver por que a sarça não se consome”.

O Senhor viu que Moisés se aproximava para observar e chamou-o do meio da sarça, dizendo: “Moisés! Moisés!” Ele respondeu: “Aqui estou”.

E Deus disse: “Não te aproximes! Tira as sandálias dos pés, porque o lugar onde estás é uma terra santa”.

E acrescentou: “Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó”.

Moisés cobriu o rosto, pois temia olhar para Deus.

E o Senhor lhe disse: “Eu vi a aflição do meu povo que está no Egito e ouvi o seu clamor por causa da dureza de seus opressores. Sim, conheço os seus sofrimentos. 8aDesci para libertá-los das mãos dos egípcios, e fazê-los sair daquele país para uma terra boa e espaçosa, uma terra onde corre leite e mel”.

Moisés disse a Deus: “Sim, eu irei aos filhos de Israel e lhes direi: ‘O Deus de vossos pais enviou-me a vós’. Mas, se eles perguntarem: ‘Qual é o seu nome?’, o que lhes devo responder?”

Deus disse a Moisés: “Eu Sou aquele que sou”. E acrescentou: “Assim responderás aos filhos de Israel: ‘Eu Sou’ enviou-me a vós’”.E Deus disse ainda a Moisés: “Assim dirás aos filhos de Israel: ‘O Senhor, o Deus de vossos Pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó enviou-me a vós’. Este é o meu nome para sempre, e assim serei lembrado de geração em geração”. – Palavra do Senhor.

SALMO DO DIA – Salmo 102 – O Senhor é bondoso e compassivo.

— O Senhor é bondoso e compassivo.

— Bendize, ó minha alma, ao Senhor,/ e todo o meu ser, seu santo nome!/ Bendize, ó minha alma, ao Senhor,/ não te esqueças de nenhum de seus favores!

— O Senhor é bondoso e compassivo.

— Pois ele te perdoa toda culpa,/ e cura toda a tua enfermidade;/ da sepultura ele salva a tua vida/ e te cerca de carinho e compaixão.

— O Senhor é indulgente, é favorável,/ é paciente, é bondoso e compassivo./ Quanto os céus por sobre a terra se elevam,/ tanto é grande o seu amor aos que o temem.

*Segunda Leitura (1Cor 10,1-6.10-12)
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:

Irmãos, não quero que ignoreis o seguinte: Os nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem e todos passaram pelo mar; todos foram batizados em Moisés, sob a nuvem e pelo mar; e todos comeram do mesmo alimento espiritual, e todos beberam da mesma bebida espiritual; de fato, bebiam de um rochedo espiritual que os acompanhava — e esse rochedo era Cristo —.

No entanto, a maior parte deles desagradou a Deus, pois morreram e ficaram no deserto.

Esses fatos aconteceram para serem exemplos para nós, a fim de que não desejemos coisas más, como fizeram aqueles no deserto. Não murmureis, como alguns deles murmuraram, e, por isso, foram mortos pelo anjo exterminador. Portanto, quem julga estar de pé tome cuidado para não cair. – Palavra do Senhor.

Anúncio do Evangelho (Lc 13,1-9)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, vieram algumas pessoas trazendo notícias a Jesus a respeito dos galileus que Pilatos tinha matado, misturando seu sangue com o dos sacrifícios que ofereciam.

Jesus lhes respondeu: “Vós pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem sofrido tal coisa? Eu vos digo que não. Mas se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo.

E aqueles dezoito que morreram, quando a torre de Siloé caiu sobre eles? Pensais que eram mais culpados do que todos os outros moradores de Jerusalém? Eu vos digo que não. Mas, se não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo”.

E Jesus contou esta parábola: “Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha. Foi até ela procurar figos e não encontrou. Então disse ao vinhateiro: ‘Já faz três anos que venho procurando figos nesta figueira e nada encontro. Corta-a! Por que está ela inutilizando a terra?’

Ele, porém, respondeu: ‘Senhor, deixa a figueira ainda este ano. Vou cavar em volta dela e colocar adubo. Pode ser que venha a dar fruto. Se não der, então tu a cortarás’”.

— Palavra da Salvação.

REFLEXÃO

Se acontece um acidente e morre uma pessoa ou duas, mas uma sobrevive, não é que esta seja mais santa que as outras que morreram naquela situação. Não é porque um avião caiu e você não estava nele, que você é melhor do que aqueles que morreram naquele acidente. Na verdade, você teve uma oportunidade a mais para rever sua própria vida.

É verdade, sim, que a bênção de Deus, quando nós a invocamos, quando pedimos “Senhor, livrai-nos do mal!”, o fazemos com fé, para que ela nos acompanhe. Mas aqueles que, de alguma forma, foram vítimas de uma tragédia ou de algum acontecimento drástico na humanidade, não são vítimas de um castigo divino. Ao contrário, o olhar que Deus tem sobre a humanidade é de misericórdia.

Não é Ele quem determina o que vai nos acontecer. O Senhor deu aos homens a capacidade de cuidar e direcionar a própria vida. Ele pode nos livrar, pela nossa fé, de algumas situações, mas a verdade é que, quando situações trágicas chegam, o coração humano já se acostumou a culpar Deus: “Por que, meu Senhor? Por quê?”. Ele é quem mais sofre quando os dissabores humanos chegam, quando acontecem situações que doem, apertam o coração.

Deus não queria que fosse assim, nós é quem cuidamos da vida para que ela aconteça. Alguém está construindo um prédio e toda a inteligência, toda a capacidade tem de ser usada para que desastres e acidentes não aconteçam. Depois que se investiga, percebe-se que houve tantas falhas humanas, houve essa ou aquela negligência em toda situação; às vezes, é mais fácil não olhar as falhas humanas e atribuir a culpa a Deus.

Saibam de uma coisa, independente do tempo que temos de vida, de tal situação ter ou não acontecido, aproveitemos bem o tempo.

Para Deus, o tempo bem vivido, seja três, 30, 50 ou 60 anos de vida, o que vale é a intenção de se converter a cada dia. O que Deus deseja é que possamos dar muitos frutos, que não sejamos pessoas de vida estéril na produção dos frutos da vida.

Não adianta viver 60, 80, 90 anos, e vivermos na esterilidade e não produzir frutos de santidade. Dói demais ver qualquer jovem morrer! Mas muitos deixam um exemplo de vida, e nós, que muitas vezes vivemos tanto tempo, não sabemos produzir frutos. Eu não sei quanto tempo de vida nós temos pela frente, pode ser que tenhamos o hoje e o amanhã, pode ser que tenhamos ainda muito tempo pela frente, mas não percamos tempo, a hora é agora de produzir frutos e não deixar a vida passar de forma inútil.

Deus abençoe você!

Por Pe. Roger Araújo – Sacerdote na Canção Nova

Portal Terra de Santa Cruz 

Os enganos que o demônio usa para que deixemos o caminho da virtude

O engano do qual se serve o demônio para nos atacar se manifesta quando seguimos o caminho da virtude com retidão. Ele consiste em diversos bons desejos que provocam em nós a queda da virtude para o vício.

Por exemplo: uma pessoa doente suporta a sua enfermidade com grande valentia. O que fará o astuto inimigo, sabendo que ela poderá dessa forma alcançar a virtude da paciência? Sugerirá à pessoa enferma muitas boas ações que ela poderia realizar se estivesse em situação diversa, e fará o possível para convencê-la de que serviria melhor a Deus e seria mais útil a si mesma e aos demais se tivesse saúde. Esse desejo vai crescendo a tal ponto que põe em desassossego a pessoa que não consegue realizar o que quer. E quanto mais cresce o desejo, mais cresce a inquietação, da qual o inimigo se aproveita para conduzi-la pouco a pouco à impaciência e à rebeldia contra a doença, não por esta mesma, mas pelo impedimento de realizar as boas obras às quais tanto aspirava, buscando um bem maior.

Tendo-a conduzido a esse ponto, é fácil ao diabo fazer com que a pessoa se esqueça da sua principal obrigação (servir a Deus) para buscar somente os meios de se livrar da doença.

Ao ver que isso não acontece, ela se inquieta de tal maneira que perde totalmente a paciência; e então, sem se dar conta, perde a virtude que praticava e cai no vício contrário.

A maneira de se opor a esse engano é não alimentar bons desejos que não possam ser realizados no momento, evitando assim a inquietação de não os poder realizar. Para isso, com humildade, paciência e resignação, convence-te de que teus desejos não teriam o efeito esperado, pois és mais fraca e incapaz do que imaginas. Ou então pensa que Deus, por algum desígnio oculto ou devido aos teus pecados, não deseja que realizes essa boa obra, mas sim que te humilhes e te rebaixes, aceitando com paciência a Sua vontade (1Pd 5,6).

Do mesmo modo, se o teu diretor espiritual ou qualquer outra causa te impedem de praticar alguma devoção do teu gosto, especialmente receber a comunhão, não te deixes abater e nem te inquietes no desejo dela, mas, despojando-te de toda vontade própria, entrega-te à vontade do Senhor, dizendo contigo:

“Se a divina providência não visse em mim ingratidão e pecado, eu não estaria agora impedida de receber a Eucaristia. Já que o Senhor me revela desta maneira a minha indignidade, seja Ele para sempre bendito e louvado. Confio plenamente em tua bondade, meu Deus, e creio firmemente que por este modo não desejas senão que me incline à tua vontade e te obedeça em tudo, abrindo meu coração para que nele entres espiritualmente e o consoles, fortalecendo-o contra os inimigos que pretendem afastar-me de Ti. Que se cumpra tudo o que é agradável aos Teus olhos. Que a Tua vontade seja agora e para sempre o meu alimento e sustento, meu Criador e Redentor. Só esta graça Te peço, meu divino Amor, que minha alma seja purificada e limpa de qualquer coisa que te possa desagradar, que esteja sempre adornada de virtudes e preparada para a tua vinda, bem como para tudo o que quiseres pedir a esta tua indigna criatura”.

Se observares estes princípios, podes estar certa de que, sempre que não te for possível realizar algum bom propósito, seja por alguma deficiência da tua natureza, seja pela ação do demônio que te quer afastar do caminho da virtude, seja porque o próprio Deus quer provar dessa forma a tua resignação à Sua vontade, será justamente nessa resignação que realizarás a vontade divina. Precisamente nisso consiste a verdadeira devoção e o serviço que Ele espera de nós.

A fim de que nunca percas a paciência nas provações, venham de onde vierem, quero advertir-te que, mesmo usando dos meios lícitos que Deus concede aos Seus servos, não o faças com a intenção de ver-te livre das provações, mas apenas por que Deus o quer. Pois não sabemos se é Sua vontade livrar-nos das provações. Se assim não fizeres, facilmente cairás na impaciência ao ver que as coisas não sucedem segundo a tua expectativa, ou tua paciência será defeituosa, pouco agradável a Deus e de pouco mérito.

Finalmente, previno-te sobre um engano muito sutil do nosso amor-próprio, que é muito hábil em dissimular e até defender, em certas ocasiões, os nossos defeitos. Um exemplo é quando um doente se impacienta com a sua enfermidade e tenta justificar essa  impaciência alegando para ela uma causa justa. Ele dirá que a sua impaciência não se deve à enfermidade, mas ao remorso por ser ele mesmo o seu causador, ou pelo incômodo que causa aos que cuidam dele, ou por outros danos que podem advir dessa doença.

O mesmo se dá com o ambicioso, que, perturbado por não haver obtido a dignidade que desejava, não atribui essa perturbação à sua própria soberba e vaidade, mas a outras razões que, entretanto, em nada o preocupam quando não estão em jogo os seus interesses. Como o enfermo, que tanto se compadece dos que se ocupam dele, mas não sofre igualmente quando essas mesmas pessoas se dedicam a outros doentes.

É um sinal evidente de que a raiz de suas lamentações não está nas razões alegadas, mas unicamente no fato de terem seus desejos contrariados. Para não caíres nesse erro,  procura suportar sempre com paciência e humildade o sofrimento e a dor, venham de onde vierem.

D. Lorenzo Scupoli

Retirado do livro: “O Combate Espiritual”

 POR PROF. FELIPE AQUINO 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

Em rara aparição pública, Bento XVI defende preservação da ‘música litúrgica’

O discurso do Papa Emérito reafirma a importância da hermenêutica da continuidade para uma autêntica compreensão do Vaticano II

 

É um costume antigo dos Papas passar o período de férias em Castel Gandolfo, uma pequena província da cidade de Roma. Embora não seja mais o pontífice reinante, Bento XVI ainda possui o privilégio de descansar no local. Nas duas últimas semanas, o Papa Emérito esteve hospedado na residência de verão dos pontífices, de onde saiu de sua reclusão para uma rara aparição pública. O motivo: Bento XVI foi condecorado com dois doutorados honoris causa pela Pontifícia Universidade João Paulo II de Cracóvia e pela Academia de Música de Cracóvia, graças à sua contribuição para a música sacra.

Desde que renunciou ao ministério petrino, em 28 de fevereiro de 2013, Bento XVI não pronunciava mais aulas abertas. A ocasião, no entanto, deu-nos a chance de mais uma vez ouvir as orientações do Papa teólogo. Em seu discurso sobre a relação entre liturgia e música, o Papa Emérito lembrou a tensão pós-conciliar entre o grupo que desejava aplicar as determinações da ConstituiçãoSacrosanctum Concilium e o Movimento Litúrgico, o qual defendia uma simplificação da Missa. Bento XVI enfatizou que o Concílio pedia para que se guardasse e se desenvolvesse “com diligência o patrimônio da música sacra”, não o contrário [1].

Outro ponto importante apontado pelo Papa Emérito, em sua aula, foi a natureza transcendental da música litúrgica:

Eu mesmo cresci em Salzburgo marcado pela grande tradição desta cidade. É certo que aquelas Missas dominicais acompanhadas pelo coral e pela orquestra foram uma parte integral de nossa experiência de fé na celebração da liturgia.Indelevelmente marcado em minha memória, por exemplo, é como, quando as primeiras notas da Missa de Coroação de Mozart tocaram, o Céu abriu-se virtualmente e a presença do Senhor foi experimentada muito profundamente.

Importantes historiadores atribuem à Igreja Católica um papel fundamental no desenvolvimento da música. Bento XVI ressaltou esse papel, afirmando a singularidade do ocidente cristão em relação aos demais ambientes culturais: “De Palestrina a Bach, de Handel até Mozart, Beethoven e Bruckner. A música ocidental é algo único; não existe nenhum equivalente em outras culturas”. “E isto”, refletiu o pontífice, “deveria fazer-nos pensar”.

O Papa ainda insistiu na força que a música litúrgica tem para levar o homem a um verdadeiro encontro com o divino:

Para mim, esta música demonstra a verdade do cristianismo. Onde quer que uma resposta é desenvolvida, houve um encontro com a verdade, com o verdadeiro criador do mundo. Portanto, a grande música sagrada é uma realidade de lugar teológico e de permanente significado para a fé de toda a cristandade, mesmo que não seja necessário executá-la sempre e em todo lugar. Por outro lado, é também claro que ela não pode desaparecer da liturgia e que sua presença pode ser uma maneira totalmente especial de participação na sagrada celebração, no mistério da fé.

Com esse discurso, o Papa Bento retomou um tema muito caro ao seu pontificado: a interpretação do Concílio Vaticano II como um acontecimento na linha da grande Tradição da Igreja, não como uma ruptura com o passado. A isso Bento XVI chamou de hermenêutica da continuidade.

Fonte: ChurchMilitant.com 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz