“Não odeie nunca e se alguém faz o mal, procure perdoá-lo, nada de ódio, muito perdão”, disse o Papa aos jovens africanos

Amar, perdoar e construir a paz. Convidou a resistir e indicou como símbolo a planta da bananeira

Depois da missa na Catedral, presidida pelo Papa neste último domingo, na capital da república centro-africana, houve um encontro com os jovens do país.

Nos degraus da Catedral de Bangui pediu-lhes para não fugirem, para ficarem e construírem a paz, que é um trabalho que se consegue dia a dia. Além do mais, destacou várias vezes três conceitos: amor, perdão e paz.

“Saúdo-vos com todo o carinho. Este jovem que falou em nome de todos disse que o símbolo de vocês é a bananeira. A bananeira é um símbolo de vida que cresce, se reproduz e dá seu fruto com tanta energia alimentar.

A banana é resistente, acho que isso marca claramente o caminho que se propõe neste momento difícil, de guerra, ódio, divisão. O caminho da resistência.

O amigo dizia que alguns de vocês querem fugir, fugir dos desafios nunca é uma solução. É necessário resistir, ter a coragem da resistência na luta pelo bem. Quem escapa não tem a coragem de dar a vida.

A banana dá a vida e se reproduz e dá mais vida, porque permanece lá. Alguns de vocês vão me perguntar: o que podemos fazer? Como se resiste? Vou lhes dar três ideias que poderão ser úteis para resistir.

Em primeiro lugar a oração, porque é poderosa. A oração vence o mal, a oração aproxima de Deus, que é Todo-Poderoso. Eu lhes pergunto: Vocês oram? Não se esqueçam.

Em segundo lugar: trabalhar pela paz, e a paz não é um documento que se assina e fica lá, a paz se faz todos os dias. A paz é um trabalho artesanal, se faz com as mãos. Alguém me perguntará: padre, como eu posso ser um artesão da paz?

Não odeie nunca e se alguém faz o mal, procure perdoá-lo, nada de ódio, muito perdão. Vão juntos. Nada ódio, muito perdão. Se você não tem ódio no seu coração, se você perdoa, será um vencedor, porque serão vencedores da batalha mais difícil da vida, vencedores no amor. E através do amor chega a paz.

Vocês querem ser perdedores ou vencedores na vida? O que vocês querem? (Respondem: “vencedores”) e só se vence no caminho do amor, no caminho do amor, e é possível amar o inimigo? Sim. É possível perdoar quem fez o mal? Sim. Assim, com o amor e o perdão vocês vencerão. Serão vencedores na vida, o amor nunca os fará derrotados.

Desejo-lhes o melhor, pensem na banana, na resistência diante das dificuldades. Fugir, escapar para longe, não é a solução. Vocês devem ser valentes. Entenderam o que significa ser valentes? Valentes no perdão, valentes no amor, valente na construção da paz.

De acordo? Digamos juntos: valentes no perdão, no amor, na paz. (O público responde).

Caro jovens centro-africanos, estou muito feliz por encontrá-los, hoje nós abrimos esta Porta, significa a porta da misericórdia de Deus. Confiem em Deus, porque Ele é misericordioso. Ele é amor, Ele é capaz de dar-nos a paz. E por isso falei há pouco que é necessário rezar para resistir, para amar, para não odiar, para ser artesão da paz.

Obrigado pela vossa presença. Agora vou confessar alguns de vocês. Estão com o coração dispostos a resistir? Sim ou não? (Os jovens respondem).

Estão com o coração disposto a lutar pela paz? (A audiência responde). Estão com o coração disposto para perdoar? (A audiência responde). Vocês têm o coração disposto para a reconciliação? (a audiência responde). Vocês têm o coração disposto para amar esta bela pátria? (o público responde). E volto ao início: estão com o coração disposto a orar?

Agora, também peço-lhes que rezem por mim, para que possa ser um bom bispo, para que possa ser um bom Papa. Me prometem que rezarão por mim? Agora eu lhes dou a minha bênção, a vocês e às suas famílias, pedindo ao Senhor que lhes dê o amor e a paz. Que a bênção de Deus…

Boa noite e rezem por mim”.

30 de Novembro de 2015 © Innovative Media Inc.(ZENIT.org)

Santo André Apóstolo, foi discípulo de João Batista

Se expressa no Evangelho como “ponte do Salvador”, porque é ele que se colocou entre seu irmão Simão Pedro e Jesus

Hoje a Igreja está em festa, pois celebramos a vida de um escolhido do Senhor para pertencer ao número dos Apóstolos.

Santo ANdré

Santo André nasceu em Betsaida, no tempo de Jesus, e de início foi discípulo de João Batista até que aproximou-se do Cordeiro de Deus e com São João, começou a segui-lo, por isso André é reconhecido pela Liturgia como o “protocleto”, ou seja, o primeiro chamado: “Primeiro a escutar o apelo, ao Mestre, Pedro conduzes; possamos ao céu chegar, guiados por tuas luzes!”

Santo André se expressa no Evangelho como “ponte do Salvador”, porque é ele que se colocou entre seu irmão Simão Pedro e Jesus; entre o menino do milagre da multiplicação dos pães e Cristo; e, por fim, entre os gentios (gregos) e Jesus Cristo. Conta-nos a Tradição que depois do Batismo no Espírito Santo em Pentecostes, Santo André teria ido pregar o Evangelho na região dos mares Cáspio e Negro.

Apóstolo da coragem e alegria, Santo André foi fundador das igrejas na Acaia, onde testemunhou Jesus com o seu próprio sangue, já que foi martirizado numa cruz em forma de X, a qual recebeu do santo este elogio: “Salve Santa Cruz, tão desejada, tão amada. Tira-me do meio dos homens e entrega-me ao meu Mestre e Senhor, para que eu de ti receba o que por ti me salvou!”

Santo André Apóstolo, rogai por nós!

Bispo Emérito da Campanha(MG) Dom Diamantino celebra missa de encerramento do ano da Vida Consagrada na Catedral de Santo Antônio.

No 1º Domingo do Advento, que abre oficialmente a preparação para o Natal do Senhor e que inaugura o novo ano litúrgico (Ano C), encerrou-se o Ano da Vida Consagrada iniciado iniciado pelo Papa Francisco em Novembro/2014 e encerrado em 2 Dezembro/2015(próxima terça-feira)

Com isso o Bispo Emérito da Campanha(MG) Dom Frei Diamantino Prata de Carvalho que faz parte da Ordem dos Frades Franciscanos, celebrou solenemente o encerramento do ano da vida consagrada, . A Celebração aconteceu na Catedral Diocesana de Santo Antônio de Pádua. A Comunidade contou com a presença de religiosos e religiosas, entre elas as Irmãs Franciscanas, Irmãs Marcelinas de Cambuquira(MG),  e os Irmãos do Sagrado Coração, residentes em Campanha(MG) entre outras religiosas de outras congregações presentes em na Diocese da Campanha.

Dom Frei Diamantino em sua homilia ressaltou a importância da vida religiosa e consagrada na Igreja, e da construção de um mundo melhor, “A esperança de um mundo melhor se constrói na maneira de ser na disponibilidade do servir e sobre tudo a nossa vontade e decisão de Amar, amar a Deus e aos irmãos” . Continuando , Dom Frei Diamantino relembrou na história da Diocese da Campanha(MG) PRECISAMENTE NOS ANOS 60 quando as congregações religiosas começaram a chegar neste rincão sul mineiro. Em Campanha eram três congregações as Irmãs de N. S. de Sion,  as Pequenas Missionarias Maria Imaculada cuidavam dos seminaristas e Sr. Bispo no Seminário e as Irmãs Vicentinas (Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo) que cuidavam da Santa Casa de Misericórdia e do Asilo São José. e a Casa dos Irmãos do Sagrado Coração ainda em funcionamento . Em Três Corações eram duas, em Cambuquira, uma casa que ainda está em funcionamento que são as Irmãs Marcelinas e em Três Pontas, a diocese conta com o Carmelo São José (Carmelitas) entre outras congregações espalhadas pela diocese.  

Veja no vídeo abaixo a Homilia Completa.

A Celebração foi preparada pelos Irmãos do Sagrado Coração, residentes em Campanha(MG). Ao Final foi entronizada dentro da Catedral uma imagem de Nossa Senhora Mãe de Jesus e Rainha da Igreja. Maria é considerada a primeira a viver a vida consagrada a partir do momento em que deu seu SIM a Deus e aceitou a ser a Mãe do Salvador. Dom Diamantino rezou junto da imagem e pediu que Nossa Senhora intercedesse pelas vocações religiosas e sacerdotais de nossa Diocese e da Igreja em geral. Após a benção final os religiosos e religiosas foram convidados para um almoço especial na Casa dos Irmãos do Sagrado Coração de Jesus, onde Dom Diamantino recebeu homenagens por tudo que ele fez pela Diocese e congregações nela presentes.

OBS: Dom Diamantino tornou-se Bispo Emérito da Diocese da Campanha no último dia 25 de novembro, quando o Papa aceitou sua renúncia, com 75 anos Dom Diamantino encerra seu episcopado na Diocese da Campanha e residirá na mesma cidade sede, precisamente na Casa onde Dom Othon Motta 3ºBispo da Campanha Morou.

Vejam algumas Imagens da Celebração:

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Texto: Bruno Henrique/Gestor do Portal Terra de Santa Cruz 

Portal Terra de Santa Cruz – Evangelizar é Preciso!

Assim será o Rito de Abertura da Porta da Misericórdia nas Igrejas particulares

O Santo Padre Francisco, por meio da Bula “Misericordiae Vultus” – com a qual convocou o Jubileu Extraordinário da Misericórdia -, estabeleceu que o Ano Santo seja inaugurado no próximo dia 08 de dezembro na solenidade da Imaculada Conceição. Como sinal deste acontecimento o Papa abrirá a Porta Santa na Basílica de São Pedro no Vaticano, onde qualquer um que ingresse “poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e oferece esperança”.

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No domingo seguinte, quer dizer, no dia 13 de dezembro -que é o III Domingo do Advento- se abrirá a Porta Santa na Basílica de São João de Latrão e depois nas demais Basílicas Papais. Para esta mesma data o Papa estabeleceu que em cada Igreja particular, seja na Catedral ou na co-Catedral, inclusive em uma igreja de especial significado e nos Santuários, se abra para todo o Ano Santo uma ‘Porta da Misericórdia’, lugares que serão determinados pelo Bispo diocesano.

“Cada Igreja particular, então, estará diretamente comprometida a viver este Ano Santo como um momento extraordinário de graça e de renovação espiritual. O Jubileu, portanto, será celebrado em Roma assim como nas Igrejas particulares como sinal visível da comunhão de toda a Igreja”, disse o Papa na Bula do Jubileu.

Com o objetivo de animar a vivência da abertura deste tempo de graça, o Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização –  dicastério vaticano encarregado da promoção das atividades do Ano Santo – elaborou o subsidio pastoral “Celebrar a Misericórdia” (parte de uma coleção de cinco subsídios para o Ano Santo, editados e traduzidos pela Paulus), em que apresenta o Ritual de abertura da ‘Porta da Misericórdia’ das Catedrais, templos ou santuários jubilares, para a  celebração de abertura do tempo jubilar que se desenvolverá através de cinco momentos:

A ‘statio’ em uma igreja ou em outro lugar apropriado. Deve se escolher uma igreja significativa e ampla para celebrar ali os ritos de introdução, que não esteja demasiado longe da Catedral, tampouco muito perto, para que permita o desenvolvimento do caminho processional. A saudação e a moção inicial, a proclamação da perícopa evangélica, e a leitura da parte inicial da Bula ‘Misericordiae Vultus’, são os momentos constitutivos da ‘statio’.

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O caminho processional. Esse é sinal de peregrinação, que será o que identifique também o Ano Santo, “porque é imagem do caminho que cada pessoa realiza em sua existência”, como sublinha o Papa na Bula. Neste caminho processional, se dá realce ao Livro dos Eva
ngelhos, que é levado pelo Diácono e é sinal de Cristo que caminha diante de seu povo e de sua Palavra, guia e luz para seus discípulos.

A abertura da Porta da Misericórdia e o ingresso à Catedral. O ingresso ao templo se faz a partir de sua porta principal, que no Jubileu extraordinário será a ‘Porta da Misericórdia’. O Bispo diocesano será quem a abrirá, e o fará invocando as palavras do Salmo 118. Para isso se ornamentará a porta com ramos frondosos e símbolos cristológicos apropriados. Ao abri-la, e antes de cruzar a Porta, o Bispo se detêm para dar-lhe especial valor à pausa no umbral da porta, e oferecendo o Livro dos Evangelhos, se dirige em procissão até o altar. Após ele ingressam os concelebrantes e ministros, e posteriormente os fiéis, que se dispõem em seus postos.

A memória do batismo. O Bispo abençoa e asperge a água, sinal do Batismo, que é porta de ingresso à Igreja em comunidade.

A celebração Eucarística. A Santa Missa, como diz a Instrução Geral do Missão Romano, é “o centro de toda a vida cristã para a Igreja, tanto universal, como local, e para cada um dos fiéis. Pois nela se tem o cume, tanto da ação pela qual Deus, em Cristo, santifica ao mundo, como a do culto que os homens tributam ao Pai, adorando-o por meio de Cristo, Filho de Deus, no Espírito Santo”. Por esta razão, a Eucaristia se constitui no eixo central da celebração da abertura do Jubileu. (GPE/EPC)

fonte: Gaudium Press

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

1ºDomingo do Advento – Liturgia – É preciso oração e vigilância na entrega a Deus

A vida no Espírito, a vida em Deus, é uma eterna vigilância, porque Ele nos convida a estarmos atentos e orarmos a todo momento para permanecermos de pé

Portanto, ficai atentos e orai a todo momento, a fim de terdes força para escapar de tudo o que deve acontecer e para ficardes em pé diante do Filho do Homem” (Lucas 21, 36).

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Primeira Leitura-Jr 33,14-16 – Leitura do Livro do profeta Jeremias:

Eis que virão dias, diz o Senhor, em que farei cumprir a promessa de bens futuros para a casa de Israel e para a casa de Judá.

Naqueles dias, naquele tempo, farei brotar de Davi a semente da justiça, que fará valer a lei e a justiça na terra.

Naqueles dias, Judá será salvo e Jerusalém terá uma população confiante; este é o nome que servirá para designá-la: ‘O Senhor é a nossa justiça’”.

 Palavra do Senhor.

Responsório Salmo 24 –Senhor meu Deus, a vós elevo a minha alma!

Senhor meu Deus, a vós elevo a minha alma!

Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos, e fazei-me conhecer a vossa estrada! Vossa verdade me oriente e me conduza, porque sois o Deus da minha salvação!

O Senhor é piedade e retidão, e reconduz ao bom caminho os pecadores. Ele dirige os humildes na justiça, e aos pobres ele ensina o seu caminho.

Verdade e amor são os caminhos do Senhor para quem guarda sua Aliança e seus preceitos. O Senhor se torna íntimo aos que o temem e lhes dá a conhecer sua Aliança.

Segunda Leitura -1Ts 3,12-4,2Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses:

Irmãos: O Senhor vos conceda que o amor entre vós e para com todos aumente e transborde sempre mais, a exemplo do amor que temos por vós. Que assim ele confirme os vossos corações numa santidade sem defeito aos olhos de Deus, nosso Pai, no dia da vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos.

Enfim, meus irmãos, eis que vos pedimos e exortamos no Senhor Jesus: Aprendestes de nós como deveis viver para agradar a Deus, e já estais vivendo assim. Fazei progressos ainda maiores! Conheceis, de fato, as instruções que temos dado em nome do Senhor Jesus.

Palavra do Senhor.

Anúncio do Evangelho – Lc 21,25-28.34-36

O Senhor esteja convosco.  Ele está no meio de nós!

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as nações ficarão angustiadas, com pavor do barulho do mar e das ondas. Os homens vão desmaiar de medo, só em pensar no que vai acontecer ao mundo, porque as forças do céu serão abaladas.

Então eles verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem com grande poder e glória. Quando estas coisas começarem a acontecer, levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima.

Tomai cuidado para que vossos corações não fiquem insensíveis por causa da gula, da embriaguez e das preocupações da vida, e esse dia não caia de repente sobre vós; pois esse dia cairá como uma armadilha sobre todos os habitantes de toda a terra.

Portanto, ficai atentos e orai a todo momento, a fim de terdes força para escapar de tudo o que deve acontecer e para ficardes em pé diante do Filho do Homem”.

Palavra da Salvação.

Portal Terra de Santa Cruz


REFLETINDO A LITURGIA DO 1ª Domingo do Advento

Amados irmãos e irmãs, se a Palavra de Deus nos mostra realidades duras, difíceis e preocupantes em relação a tantas coisas que hão de acontecer e acontecem na natureza, no mundo em que vivemos, onde estamos, algumas precauções são importantes para não nos abatermos, não nos abalarmos e não nos levarmos pela sensação do terror em qualquer situação da vida.

O primeiro é óbvio: evitar a sensibilidade diante das causas da vida, ter cuidado com o excesso de alimento e bebida, não deixar que a preocupação nos roube o essencial. Por isso, saber vigiar, saber viver com prudência na relação com as coisas é fundamental para mantermos a vida no Espírito, a vida em Deus! É uma eterna vigilância, porque Ele nos convida a estarmos atentos e orarmos a todo momento para permanecermos de pé.

Quantas tribulações nos jogam por terra, quantas situações difíceis, quantos momentos angustiantes nos deixam desanimados, para baixo ou revoltados! É preciso vigilância: “Não vou me entregar a essa ou aquela tribulação que vem para tirar a paz de espírito!”.

A segunda coisa: permanecer de pé, permanecer orante, seja de joelhos ou sentado, pois o importante não é a disposição física, mas a disposição da alma e do coração, que mantêm a comunhão, a sintonia com Deus em qualquer circunstância. O importante é pedir que o Senhor nos dê essa graça de ficarmos de pé diante de qualquer situação.

Que Deus nos faça vitoriosos e que nenhuma tribulação tire de nós o sabor de viver!

Deus abençoe você! 

Homilia proferida por Padre Roger Araújo – Sacerdote e Jornalista da Comunidade Canção Nova. 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

Que Deus nos dê a santa sobriedade no comer, no beber e no lidar com as situações da vida, assim teremos a sensibilidade necessária para vivermos bem a cada dia

Sejamos sóbrios e vigilantes

Tomai cuidado para que vossos corações não fiquem insensíveis por causa da gula, da embriaguez e das preocupações da vida, e esse dia não caia de repente sobre vós” (Lucas 21, 34).

Para ter sensibilidade, olhar vivo e ligado nas coisas de Deus e sensibilidade com as próprias realidades humanas, precisamos nos prevenir e nos cuidar para que algumas coisas não roubem de nós a reta sensibilidade. Por isso, Jesus está nos advertindo para que o nosso coração não fique pesado, primeiro, pela gula, porque o excesso em comer nos deixa pesados, carregados e até incapazes de refletir melhor a vida.

Todos nós precisamos nos alimentar, mas não podemos nos entregar ao excesso de comer, porque, muitas vezes, o nosso próprio raciocínio fica mais lento, a vida mais vagarosa, a disposição se torna menor. Se não podemos padecer de fome, também não podemos nos encher de alimentos e nos tornarmos insensatos.

Cuidado com a embriaguez! Algumas pessoas podem achar: “Eu bebo um pouquinho ali e aqui, mas não tem problema!”. O  álcool nos tira do mundo em que estamos, torna-nos, muitas vezes, pessoas irresponsáveis e insensatas. Não preciso citar as enormes tragédias que o alcoolismo causa na vida humana, em termos de família e sociedade, com desastres e assim por diante.

O alcoolismo causa desequilíbrio na personalidade de um filho de Deus, causa perturbações nas causas humanas. Toda embriaguez é uma insensatez, um perigo para a alma!

Assim como a embriaguez e a gula, as preocupações exageradas com essa ou aquela situação também geram verdadeiras neuroses no meio de nós. Não é nada muito ofensivo, mas muito real como, muitas vezes, certas pessoas olham para as coisas com uma certa neurose, ficam tão fixadas naquela coisa, naquela situação, e criam coisas que não existem. Criam tantos alardes, situações negativas, que aquilo é um mal para o próprio coração.

Todo mundo tem responsabilidades na vida, as quais, muitas vezes, fogem do nosso alcance. O excesso de preocupação não ajuda em nada, pelo contrário, tira as forças que poderíamos ter ou a sensatez necessária para lidar ou resolver essa ou aquela situação.

Que Deus nos dê a santa sobriedade no comer, no beber e no lidar com as situações da vida, assim teremos a sensibilidade necessária para vivermos bem a cada dia!

Deus abençoe você! 

Por Padre Roger Araújo – Sacerdote da Comunidade Canção Nova

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

Brasil pode ganhar em breve 30 novos santos de uma só vez

O arcebispo de Natal, d. Jaime Vieira Rocha, pediu ao papa que canonize dois padres e 28 fiéis que foram massacrados em 1645

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Os massacres foram executados por índios tapuias e potiguares e tropas holandesas, sob o comando de Jacob Rabbi, um alemão violento e sanguinário contratado pela Companhia das Índias Ocidentais Holandesas. Os mártires de Cunhaú foram mortos num domingo durante a missa celebrada pelo padre Ambrósio Ferro. Após a consagração da hóstia e do vinho, os soldados holandeses trancaram as portas da igreja e, a um sinal de Rabbi, os índios tapuias chacinaram os fiéis.

Com a notícia das atrocidades em Cunhaú, o medo se espalhou pelo território do Rio Grande do Norte e capitanias vizinhas. Com razão, porque outra vez sob as ordens de Jacob Rabbi um grupo calculado em 80 pessoas, entre as quais padre André de Soveral, foi massacrado. Emissários do governo holandês enviados para investigar os massacres constataram a prática de violência, atrocidade e crueldade.

A história dos massacres foi pesquisada na Torre do Tombo, em Portugal, e no Museu de Ajax, na Holanda. “Segundo documentos sobre o episódio, os holandeses sob o comando de Jacob Rabbi ofereceram aos católicos a opção de salvar a vida, se eles se convertessem aos calvinismo, mas eles se recusaram”, disse o padre Júlio César Souza Cavalcante, da Arquidiocese de Natal.

Os relatos são contraditórios e parciais, o que dificultou a apuração da história para a  beatificação e canonização. O martírio dos católicos coincidiu com uma de revolta de brasileiros e portugueses contra as ocupação holandesa. O papa recomendou que a Congregação para as Causas dos Santos dê andamento ao processo para depois ele assinar o decreto que vai declarar santos os 30 mártires do Rio Grande do Norte.

D. Jaime levanta a hipótese de a canonização ser feita em outubro de 2017, quando Francisco pretende vir ao Brasil por ocasião da comemoração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida nas águas do Rio Paraíba. Se o papa não puder ir ao Rio Grande do Norte, como seria desejável, a cerimônia poderia ser feita no Vaticano, em outra data.

Por José Maria Mayrink – O Estado de S. Paulo (O Estadão)

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

Celebramos o Dia de Nossa Senhora Medianeira de todas as Graças.

Nossa Senhora das Graças

Ela é conhecida também como Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, sua invocação está ligada a duas aparições para a Santa Catarina Labouré. A primeira acontece no dia 19 de julho, na festa de São Vicente de Paulo, quando a madre superiora de Catarina pregou sobre as virtudes deste santo.

Catarina orou fortemente ao santo para que ela pudesse ver Maria com seus próprios olhos e teve a certeza de que naquela mesma noite, suas preces seriam atendidas. Ela foi dormir e acordou no meio da noite com uma forte luz e uma voz que dizia:

“Irmã Labouré, vem à capela, Santa Maria te aguarda!”

Catarina respondeu: “Seremos descobertas!”.

A voz disse: “Não te preocupes, já é tarde, todos dormem…vem estou a tua espera.”

Catarina se dirigiu rapidamente à capela que estava aberta e toda iluminada, ela ajoelhou-se junto ao altar e logo viu a Virgem sentada na cadeira da madre superiora, rodeada por um esplendor de luz. A voz disse:

“A Santíssima Maria deseja falar-te”.

Catarina se ajoelhou aos pés da Virgem e Maria lhe disse:

“Deus deseja te encarregar de uma missão. Tu encontrarás oposição, mas não temas, terás a graça de poder fazer todo o necessário. Conta tudo a teu confessor. Os tempos estão difíceis para a França e para o mundo. Vai ao pé do altar, graças serão derramadas sobre todos, grandes e pequenos, e especialmente sobre os que as buscarem. Terás a proteção de Deus e de São Vicente, e meus olhos estarão sempre sobre ti. Haverá muitas perseguições, a cruz será tratada com desprezo, será derrubada e o sangue correrá”.

Depois de mais algumas palavras, a Virgem desapareceu e Catarina foi guiada pelo anjo para seu quarto.

Catarina continuou sua rotina e no dia 27 de novembro de 1830, ela estava na capela com as outras irmãs para as orações vespertinas, então viu a Virgem sobre um grande globo, com um globo menor nas mãos onde estava escrito a palavra “França”, ela explicou que o globo simbolizava o mundo todo, mas principalmente a França e o tempo seria difícil para os pobres e para os refugiados das guerras na época.

A visão mudou e Maria apareceu com os braços estendidos e dedos ornatos com anéis que irradiavam luz e com uma frase que dizia: “Oh, Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.”

E a Virgem disse: “Faz cunhar uma medalha onde apareça minha imagem como a vês agora. Todos os que a usarem receberão grandes graças”.

Catarina perguntou por que alguns anéis não irradiavam luz e soube que representavam as graças que não eram
atendidas.

Maria mostrou como deveria ser o desenho a ser impresso na medalha, e a Virgem disse que ela procurasse a ajuda de seu confessor, Padre Jean Maria Aladel.

Catarina contou tudo ao padre, no começo ele na acreditou, mas depois de dois anos observando a índole de Catarina, dirigiu-se ao arcebispo, que mandou fazer a cunhagem de 2000 medalhas em 20 de junho de 1832.

Desde então, a devoção à medalha não parou de crescer.

Catarina só divulgou as aparições, pouco depois da sua morte com a autorização de Maria.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! 

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Oração de Nossa Senhora das Graças

Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao contemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo-nos de vossos pés para vos expôr, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades (momento de silêncio e de pedir a graça desejada).

Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior Glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre como verdadeiros cristãos. Amém.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós! 

Por Portal Terra de Santa Cruz 

 

Devotos já atribuem novas graças ao Beato Padre Victor e rezam pela canonização.

ASSOCIAÇÃO PADRE VICTOR PEDE PARA QUE RELATOS APÓS A BEATIFICAÇÃO SEJAM APRESENTADOS

1.1

Depois de 20 anos Três Pontas e os devotos de Francisco de Paula Victor espalhados pelo Brasil inteiro comemoravam a tão sonhada beatificação, que se deu no último dia 14 de novembro, no aeródromo em Três Pontas, quando cerca de 30 mil pessoas acompanharam a celebração. Agora se inicia o processo de canonização, que se dará através da confirmação de um novo milagre a partir da data da beatificação.

De acordo com informações da Associação Padre Victor, depois da beatificação, inúmeras pessoas já procuraram a associação para relatar alguma graça atribuída ao beato Francisco de Paula Victor.

Ao centro o presidente da Associação Padre Victor, Airton Barros de Andrade, sua esposa Silvéria (esquerda) e Adriana Mesquita (direita).

“É importante salientar que as pessoas que tenham alguma graça recebida depois do dia 14 de novembro de 2015, data da beatificação, que venham até a Associação Padre Victor para contar o caso. Esses relatos são feitos de duas maneiras, ou a pessoa escreve e trás pra gente ou vem até nós e nos conta enquanto vamos transcrevendo”, explicou.

Ainda segundo a Associação Padre Victor, uma equipe local estuda e investiga cada caso, que é acompanhado de perto por um médico ligado a associação. Documentos e laudos de outros médicos também são anexados e tudo é encaminhado à postulação.

Do dia 14 de novembro para cá um número incontável de graças atribuídas ao beato negro, filho de escravos, foi apresentada na Associação Padre Victor.

Foto: Conexão Três Pontas/Roger Campos

Beatificação

A beatificação de Padre Victor se deu através da comprovação de um milagre reconhecido pela comissão católica: uma mulher da cidade de Três Pontas que conseguiu engravidar em 2010 após a medicina afirmar que isso seria impossível. A professora Maria Isabel de Figueiredo sonhava ser mãe, mas não podia engravidar. Foram dois anos de tratamentos e muitas desilusões, até que ela pediu ajuda a Padre Victor durante uma novena.

Maria Isabel atribui sua gravidez à intercessão de Padre Victor.

“Eu pedi na novena de 2009 para o Padre Victor que intercedesse a Deus para que eu engravidasse, já que era meu sonho ser mãe. E também, como é tradição na novena, que escreva um pedido e o padre sempre fala que esses pedidos são queimados, no último dia da novena, e que a fumaça é levada aos céus. Então eu escrevi o pedido, com muita fé, acreditando que um dia eu poderia receber essa graça. E em agosto de 2010 me veio a notícia que eu estava grávida sem nenhum tratamento”, contou. (Fonte G1 Sul de Minas)

Canonização

É o ato pelo qual a Igreja Católica Apostólica Romana declara que uma pessoa morta é um santo, inscrevendo-a no cânon, ou lista, dos santos reconhecidos. O ato de canonização é exclusividade do Vaticano – ou seja, a coisa é decidida pelo mais alto escalão do clero e ratificada pelo próprio papa.

Igreja católica inicia o processo de canonização de Padre Victor.

Nos primórdios da Igreja, não havia um processo formal de reconhecimento dos santos. Isso porque os primeiros mártires cristãos, como Pedro (apóstolo de Jesus e o primeiro papa), já eram cultuados popularmente. O primeiro santo canonizado por um papa foi Ulrich, bispo de Augsburg, que foi declarado santo pelo papa João 15, no ano de 993.

O processos de canonização se inicia com a investigação do candidato pelo bispo da diocese em que ele viveu, onde é reunido o material referente à sua suposta santidade, como seus escritos e relatos dos milagres. O bispo aponta então um promotor da causa, para defender o candidato, e um “promotor da fé”, para checar e contrapor os argumentos. Daí são necessários que pelo menos dois milagres autênticos sejam comprovados para que o papa canonize o candidato, sendo um para beatificá-lo e outro para canoniza-lo. (Fonte Revista Super Interessante – Edição 238) 

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Funcionamento da Associação Padre Victor
A associação funciona nos seguintes dias e horários:
_ Segunda a Sexta – Das 08 às 12h e de 14 às 18h.
_Sábado – Das 08 às 12h e de 14 às 16h.
_Domingo – Das 08 às 12h30min.
Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone: (35) 3265-2627

Todas informações acima são de autoria do amigo e Jornalista  ROGER CAMPOS gestor do Conexão Três Pontas  

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

Agradecimento: Roger Campos e redação Conexão Três Pontas

Dia Nacional de Ação de Graças “Feliz é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança.” (Salmos 33 : 12)

Origem do Dia de Ação de Graças

As primeiras comemorações do Dia de Ação de Graças na Nova Inglaterra eram festividades de gratidão a Deus, em agradecimento às boas colheitas anuais. Por esta razão, o Dia de Ação de Graças é festejado nos Estados Unidos no outono, após a colheita ter sido recolhida.O primeiro deles foi celebrado em Plymouth, Massachusetts, pelos colonos que fundaram a vila em 1619. Após péssimas colheitas e um inverno rigoroso, os colonos tiveram uma boa colheita de milho no verão de 1621. Por ordem do governador da vila, em homenagem ao progresso desta em relação a anos anteriores, uma festividade foi marcada no início do outono de 1621. Os homens de Plymouth mataram patos e perus. Outras comidas que fizeram parte do cardápio eram peixes e milho. Cerca de 90 índios também atenderam a festividade. Todos comiam ao ar livre, em grandes mesas.Porém, por muitos anos, o Dia de Ação de Graças não foi instituído como feriado nacional, sendo observado como tal em apenas certos Estados americanos como Nova Iorque, Massachusetts e Virgínia. Em 1863, o então presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, declarou que a última quinta-feira do mês de novembro seria o dia nacional de Ação de Graças.Mas em 1939, o presidente Franklin Delano Roosevelt instituiu que esse dia seria celebrado na terceira semana de novembro, com o intuito de ajudar o comércio, aumentando o tempo disponível para propagandas e compras antes do Natal (À época, era considerado inapropriado fazer propagandas de produtos à venda antes do Dia de Ação de Graças). Como a declaração de Roosevelt não era mandatória, 23 Estados adotaram a medida instituída por Roosevelt, e 22 não o fizeram, com o restante tomando ambas a quinta-feira da terceira e da quarta semana de novembro como Dia de Ação de Graças. O Congresso americano, para resolver este impasse, instituiu então que o Dia de Ação de Graças seria comemorado definitivamente na quinta-feira da quarta semana de novembro, e que seria um feriado nacional.

Dia de Ação de Graças no Brasil

 O Dia Nacional de ação de Graças é uma data oficial intituída com aprovação da lei 781 de 17 agosto de 1949; segundo relatos a criação desta data foi motivada pela declaração do Embaixador brasileiro nos Estados Unidos Joaquim Nabuco logo após ele ter participado de uma cerimônia religiosa em Washington em 1909, na ocasião o Embaixador ficou muito impressionado com aquele momento de adoração do povo americano diante a Deus e em tom profético ele disse, “quisera que toda a humanidade se unisse em mesmo dia, para um universal agradecimento a Deus”, Joaquim Nabuco faleceu em janeiro de 1910 e não teve a oportunidade de ver a nação brasileira unida em reconhecimento ao infinito amor de Deus, mas as suas palavras não foram esquecidas e em 1949 nas homenagens do centenário do seu nascimento o Presidente Gaspar Dutra aprovou a lei que instituía o dia nacional de ação de graças, em 1965 o presidente Castelo Branco assinou o decreto que regulamentava como os órgãos público deveriam proceder em relação a data, no ano seguinte o Presidente Castelo Branco sancionou a lei 5.110, esta nova lei fez uma pequena mudança em relação ao calendário do dia de ação de graças, passando suas comemorações da última quinta-feira do mês de novembro para a quinta-feira da 4ª semana também do mês novembro, além do governo federal principal responsável pela comemoração do dia de ação de graças na capital brasileira, atualmente já existem vários seguimentos da sociedade brasileira que adotaram esta data em seus calendários a exemplo de várias igrejas evangélicos e escolas de ensino de língua inglesa.

Tanto nos Estados Unidos quanto no Canadá, o Dia de Ação Graças é uma data em que geralmente as pessoas utilizam o tempo livre para ficar com a família, fazendo grandes reuniões e jantares familiares. Muitas pessoas dedicam seu tempo para pensamentos religiosos, serviços nas igrejas e orações. O Dia de Ação de Graças é celebrado também com grandes desfiles e, nos Estados Unidos, com a realização de jogos de futebol americano. O principal prato típico do Dia de Ação de Graças geralmente é peru, o que dá ao Dia de Ação de Graça o nome de “Dia do Peru”(turkey day)
Portal Terra de Santa Cruz

II Encontro de Sineiros de Minas Gerais acontece nos dias 28 e 29 de novembo, em Ouro Preto

II Encontro de Sineiros de Minas Gerais 

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No próximo dia 28 e 29 de novembro de 2015 o IPHAN, juntamente com a Associação de Sineiros de Ouro Preto (ASSOP) e sineiros de outras cidades mineiras, realizará o II Encontro de Sineiros de Minas Gerais.

O Encontro, que será realizado na Casa de Gonzaga, situada à Rua Cláudio Manuel nº 61, Bairro Centro, e que contará com a participação de cerca de 30 sineiros de cidades como São João Del Rei, Tiradentes, Congonhas, Serro, Diamantina, Sabará, Catas Altas, Mariana, Bom Sucesso e Oliveira, tem o apoio da Secretaria de Cultura e Patrimônio de Ouro Preto.

O Toque dos Sinos em Minas Gerais constitui em uma forma de expressão que associa os sinos, as torres, os sineiros e a comunidade que os ouve em um processo dinâmico de codificação e decodificação de mensagens há muito tempo transmitidas nas antigas cidades mineiras.

Essa forma de expressão, que associa a estrutura dos toques à ocasião religiosa em que devem ser tocados, contribui para o agenciamento de formas de sociabilidade, originalmente, relacionados à vida religiosa daquelas comunidades, mas que, hoje, ultrapassa essa dimensão, abrangendo sentidos e significados relacionados à sua identidade cultural.

Para fazer jus ao legado cultural proveniente desta forma de expressão, o Toque do Sinos e o Ofício de Sineiro foram reconhecidos como bens culturais de nosso país desde 2009, sendo registrados como Patrimônio Cultural do Brasil.

Este Encontro integra o Plano de Salvaguarda do Toque dos Sinos e do Ofício de Sineiro de Minas Gerais e é de suma importância para que o ofício se perpetue e para que a linguagem de nossos sinos não se cale jamais.

PROGRAMAÇÃO

Mais informações: corina@iphan.gov.br ou (31) 3222-2440.

Fonte e mais informações em: Cultura em Revista

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

CNBB cumprimenta dom Pedro Cunha Cruz pela nomeação

No mesmo texto, a Conferência agradece dom Diamantino “pelo bem realizado durante sua trajetória episcopal”

IMG_0617A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) saúda dom Pedro Cunha Cruz, CSSp, nomeado hoje, 25, pelo papa Francisco, como bispo da diocese de Campanha (MG). “Suplica bênçãos e muita paz na caminhada junto às comunidades da Diocese de Campanha”, manifestou a Conferência em mensagem assinada pelo bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. Confira a íntegra do texto: 

Saudação da CNBB a dom Pedro Cunha Cruz

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB congratula-se com Dom Pedro Cunha Cruz, CSSp, pela nomeação como novo Bispo da Diocese de Campanha. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 25 de novembro, pelo Papa Francisco. Até o momento, Dom Pedro Cunha estava como Bispo Coadjutor da mesma Diocese.

Dom Pedro Cunha foi ordenado padre em agosto de 1990. Recebeu a ordenação episcopal em fevereiro de 2011. Tem como lema “Servo de Jesus Cristo” (Rm 1,1). Atuou como Bispo Auxiliar na Arquidiocese do Rio de Janeiro de 2011 a 2015.

A CNBB cumprimenta Dom Pedro Cruz pela sua nova missão e suplica bênçãos e muita paz na caminhada junto às comunidades da Diocese de Campanha.

Na ocasião, unidos ao Povo de Deus, louvamos ao Pai pela vida e vocação de Dom Diamantino Prata de Carvalho, OFM, com os mais sinceros agradecimentos pelo bem realizado durante sua trajetória episcopal.

Deus lhe conceda a graça da saúde e da paz!

Fraternalmente,

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília – DF

Secretário-Geral da CNBB


Informações: CNBB

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

Religião é benéfica para tratamento psiquiátrico, diz associação

“É mole? Vou ao médico tratar da depressão e ele me manda rezar!”. A recomendação que gerou surpresa na médica e professora universitária Maria Inês Gomes, 67, agora tem aval da Associação Mundial de Psiquiatria.
No mês passado, a entidade aprovou documento declarando a importância de se incluir a espiritualidade no ensino, pesquisa e prática clínica da psiquiatria. A SBP (Sociedade Brasileira de Psiquiatria) ainda não se posicionou sobre o assunto.A proposta, obviamente, não é “receitar” uma crença religiosa ao paciente, mas conversar sobre o assunto.

O indexador de estudos científicos PubMed, do governo americano, lista mais de mil estudos sobre o tema.

Os recursos espirituais avaliados nesses trabalhos variam bastante, desde acreditar em Deus ou um poder superior, freqüentar alguma instituição religiosa ou mesmo participar de programas de meditação e de perdão espiritual, mas a grande maioria conclui que há correlação entre espiritualidade e bem-estar.

O maior impacto positivo do envolvimento religioso na saúde mental é entre pessoas sob estresse ou em situações de fragilidade, como idosos, pessoas com deficiências e doenças clínicas.

Não se trata, claro, da prova científica da ação de Deus –uma hipótese dos pesquisadores é que religiosidade sirva, por exemplo, para reforçar laços sociais, reduzindo a incidência de solidão e depressão e amenizando o estresse causado por doenças ou perdas.

Três meta-análises (revisões científicas) já realizadas sobre o tema indicam que, após controle de variáveis como estado de saúde da pessoa, a frequência a serviços religiosos esteve associada a um aumento médio 37% na probabilidade de sobrevida em doenças como o câncer. O desafio é entender exatamente como isso acontece.

Angelo Savastano/Folhapress
A médica e professora universitária Maria Inês Gomes, 67, de Juiz de Fora (MG), que ouviu seu psicanalista falar sobre a importância da espiritualidade
A médica e professora Maria Inês Gomes, 67, que ouviu seu psicanalista falar sobre a importância da fé

Uma das explicações propostas é a ativação do chamado eixo “psiconeuroimunoendócrino”, em que uma emoção positiva seria capaz de alterar a produção de hormônios que, por exemplo, reduziriam a pressão arterial.

“O impacto da religião e espiritualidade sobre a mortalidade tem se mostrado maior que a maioria das intervenções, como o tratamento medicamentoso da hipertensão arterial ou o uso de estatinas”, afirma Alexander Moreira-Almeida, professor de psiquiatria da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Um outro estudo recente publicado na revista “Cancer”, da Sociedade Americana de Câncer, revisou dados obtidos com mais de 44 mil pacientes e concluiu que são os aspectos emotivos da espiritualidade e da religiosidade aqueles que mais trazem benefícios para a saúde física e mental de pacientes com a doença. O mesmo não acontece quando o paciente se dedica a meramente estudar ou pesquisar sobre a religião.

EFEITO NEGATIVO

Ao mesmo tempo, segundo Almeida, as crenças religiosas também podem atuar de modo negativo, quando enfatizam a culpa e a aceitação acrítica de ideias ou transferem responsabilidades.

“Piores desfechos em saúde são observados quando há uma ênfase na culpa, punição, intolerância, abandono de tratamentos médicos. A existência de conflitos religiosos internos ao indivíduo ou em relação à sua comunidade religiosa também está associada a piores indicadores de saúde.”

Por essa razão, é importante que os profissionais tenham em conta a dupla natureza da religião e espiritualidade, segundo Kenneth Pargament, professor de psicologia clínica na Bowling Green State University (Ohio).

“Elas [religião e espiritualidade] podem ser recursos vitais para a saúde e bem-estar, mas eles também podem ser fontes de perigo”, diz ele, que esteve no Brasil neste mês falando sobre o assunto no início do mês no Congresso Brasileiro de Psiquiatria.

Ele lembra que, por muitos anos, psicólogos e psiquiatras evitaram a religião e a espiritualidade na prática clínica. Entre as razões, estaria a antipatia pela religião que sempre houve entre os ícones da psicologia, como Sigmund Freud.

Para Pargament, é importante a compreensão de que a religião e a espiritualidade são entrelaçadas no comportamento humano e que os profissionais precisam estar preparados para avaliar e abordar questões que surjam no tratamento.

“Para muitas pessoas, a religião e a espiritualidade são recursos-chave que podem facilitar o seu crescimento. Para outros, são fontes de problemas que precisam ser abordadas durante o tratamento. Isso precisa ser compreendido pelos profissionais de saúde.”

Entre as técnicas que estão sendo estudadas para essa abordagem estão programas, por exemplo, para ajudar pessoas divorciadas a lidar com amargura e raiva, ou vítimas de abuso sexual e mulheres com distúrbios alimentares.

ESTUDOS SOBRE FÉ, ESPIRITUALIDADE E SAÚDE

Religião, espiritualidade e saúde física em pacientes com câncer
> Publicação: 2015, no periódico “Cancer”
> Resumo: A meta-análise congregou resultados obtidos com mais de 32 mil pacientes para concluir que a saúde física dos pacientes com câncer melhora com a experiência de religiosidade ou de espiritualidade. Isso ocorre mais pela relação emotiva do que por aquela mais racional com a religião/espiritualidade.

Caminhos distintos entre Religiosidade, Espiritualidade e Saúde
> Publicação: 2014, no periódico “Circulation”
> Resumo: Os autores do estudo propõem separar os efeitos na saúde física que poderiam ser atribuídos à religião e os que poderiam ser atribuídos à espiritualidade. A proposta é que a religião poderia fomentar hábitos saudáveis, enquanto a espiritualidade traria melhor equilíbrio emocional

Doenças mentais, religião e espiritualidade
> Publicação: 2013, no periódico “Journal of Religion and Health”
> Resumo: A meta-análise analisou 43 estudos do período entre 1990 e 2010 e viu que 72% deles mostram resultados positivos entre a dimensão espiritual/religiosa e a saúde física, especialmente para demência, depressão e dependência química. A Esquizofrenia e o transtorno bipolar não são afetados

CLÁUDIA COLLUCCI – Folha de São Paulo

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

O Legado de Dom Diamantino Prata de Carvalho, Bispo Emérito da Diocese da Campanha

Nascido aos 20 de novembro de 1940, em Manteigas, Portugal, filho de Antônio Leitão Carvalho e Maria da Conceição Prata Direito, fez seus estudos iniciais em Manteigas e na Guarda, em Portugal; depois em Garnstock, na Bélgica e em Agudos/SP. Cursou Filosofia e Teologia no Instituto Teológico Franciscano, em Petrópolis/RJ. Licenciou-se em letras (Português – Francês) pela Universidade Católica Petrópolis-RJ e CETESP e especializou-se em Pastoral da Comunicação Social no Studio Paolino Internazionale della Comunicazione Sociale , em Roma.

Exerceu, antes do episcopado, as funções de Professor no Seminário em Agudos (1973-1977); Vigário Paroquial no Rio de Janeiro, RJ e em Curitiba, PR; Pároco em Ipanema, no Rio de Janeiro, RJ e São Lourenço, MG; Reitor do Santuário de Nossa Senhora da Penha em Vila Velha, ES; Professor de Moral em Vitória, ES (Centro de Estudos Eclesiásticos) e em Curitiba, PR (Studium Theologicum); Membro do Conselho Presbiteral (Campanha, MG e Rio de Janeiro, RJ), Coordenador Diocesano de Pastoral (Campanha, MG) e Coordenador de Setor no Rio de Janeiro.

Emitiu os votos religiosos na Ordem dos Frades Menores em 20 de dezembro de 1967. Foi ordenado presbítero em 10 de dezembro de 1972, no Rio de Janeiro, RJ. Foi nomeado Bispo pelo Santo Padre João Paulo II, em 25 de março de 1998, sendo ordenado em Campanha, MG, aos 02 de maio de 1998, quando tomou posse como Sexto Bispo Diocesano da Campanha.

Seu lema episcopal foi: “Servir com alegria”.

Dom Diamantino fez valer seu lema episcopal, não há na diocese da Campanha alguém que diga que viu Dom Diamantino servindo com desdém ou com tristeza . Por onde passou deixou sua marca de alegria e fiel servidor de Cristo. Lutou arduamente pela desenvolvimento da Diocese em todos setores, reformou o seminário diocesano Nossa Senhora das Dores, dando aos estudantes maior conforto e comodidade.

Restruturou a Mitra Diocesana, adquiriu o prédio da Congregação da Irmãs de  Nossa Senhora de Sion e a ele deu todo funcionamento e administração da Diocese, como Secretaria Pastoral Diocesana, Economato, e Tribunal Eclesiástico entre outras setores da Mitra Diocesana .

Apoiou e deu total atenção as pastorais e movimentos, acreditou na santidade de Francisca de Paula, Nhá Chica conseguindo junto a cúria romana o reconhecimento das virtudes da serva de Deus e consequentemente sua beatificação, ocorrida no dia 4 de maio do ano de 2013. cropped-10155756_970228386344876_8466644940998696489_nhhug.jpgO mesmo ocorreu com Francisco de Paula Victor (Pe.Victor) declarado beato em solene celebração no último dia 14 de novembro deste ano de 2015 na qual presidiu a celebração. Foi o grande idealizador da Reforma e Restauro da Catedral Diocesana de Santo Antônio da Campanha-MG juntamente com o antigo pároco Pe. Marcos Antônio Iabrudi Filho nos anos de 2013/2014 reabrindo-a em 25 de março de 2015.

P1010590 Nhá Chica

No ano de 2004 inaugurou o Seminário Propedêutico São Pio X que se trata do primeiro ano do tempo de formação para o Sacerdócio. É um ano introdutório, não deixando de ser um ano de discernimento também, para a entrada definitiva no Seminário Maior para a Filosofia e a Teologia. De forma resumida, é um ano em que se começa a entrar em ritmo da vida acadêmica, da vida de oração, da vida comunitária e fraterna e do amadurecimento humano-afetivo que se terá de forma mais intensa no Seminário Maior e, por fim, na vida de sacerdote. Desde de sua inauguração, passou vários reitores por este seminário, o atual reitor é o Vigário Paroquial da Campanha, Pe. Edson Pereira Oliveira.

Foto: comisedacampanha.blogspot.com

Semeando a Alegria de servir a Cristo e sua Igreja, Dom Diamantino sempre esteve na sua simplicidade e humildade presente nas paróquias, envolvido nos encontros e serviços pastorais da diocese. Homem bom, integro e acima de tudo, um verdadeiro Pastor que sabe cuidar de seu rebanho com amor, humildade e paciência.

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Desenvolveu grandes trabalhos até aqui a frente da Diocese da Campanha . Fortaleceu a fé do povo Católico de todo diocese e foi o responsável pelo aumento considerável no número de fieis.

IMG_0617Hoje a  comunidade católica agradece por toda dedicação e amor que  Dom Diamantino Prata de Carvalho teve para com essa santa sé episcopal e dá as boas vindas ao novo bispo Dom Pedro Cunha Cruz que seu episcopado seja conduzido por Cristo nosso Senhor!

 

Por Bruno Henrique/ Gestor do Portal Terra de Santa Cruz 

Saudação de Dom Diamantino como bispo Emérito da Campanha à Dom Pedro e todo clero diocesano.

Dom Diamantino que completou 75 anos no último dia 19, torna-se a partir de hoje (25) o bispo emérito da Diocese da Campanha. Há 6 meses nomeado bispo coadjutor da Campanha, D. Pedro Cunha Cruz assume agora o bispado da Campanha. Confira a saudação de boas vindas na íntegra:

“O Papa Francisco aceitou a minha renúncia ao governo pastoral da Diocese da Campanha.
Hoje mesmo nomeia para 7º Bispo desta Igreja Particular o Excelentíssimo Dom Pedro Cunha Cruz, até agora nosso Bispo Coadjutor.

De minha parte agradeço ao Senhor por estes 17 anos, 6 meses e 23 dias de fecundo pastoreio. Muito obrigado ao nosso clero e a todo o povo de Deus pelas atenções recebidas e a colaboração que sempre me deram.

Ao querido Dom Pedro votos de feliz apostolado como novo pastor do rebanho que o Senhor lhe confia. Que conte sempre com a proteção de Nossa Senhora do Carmo e a intercessão de nossos beatos, Padre Victor e Nhá Chica.

Fraterno abraço,

+ Dom Frei Diamantino Prata de Carvalho, ofm

Bispo Emérito da Diocese da Campanha.”

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Por Portal Terra de Santa Cruz