Fórum das Letras homenageia Graciliano Ramos.

Entrará em cartaz, na próxima semana, a exposição “A palavra foi feita para dizer”, que homenageia o escritor Graciliano Ramos. A mostra estará em cartaz na Casa dos Contos durante o Fórum das Letras de Ouro Preto, que será realizado entre os dias 4 e 8 de novembro, na cidade mineira, símbolo do barroco nacional. Dividida em dois temas, a exposição contará com vídeos, fotos, capas e manuscritos que contam a história e as memórias do autor de “Vidas Secas”, um dos clássicos da literatura nacional. A visitação é gratuita.

Graciliano Ramos também ocupará lugar de destaque na programação do evento. Na abertura, a ensaísta Elizabeth Ramos e o autor Ricardo Ramos, netos do alagoano, participarão do debate “Graciliano Ramos e a Liberdade de Expressão”, juntamente com Wander Melo Miranda e Audálio Dantas. A conversa, mediada pela escritora Guiomar de Grammont, acontecerá no Cine Vila Rica, um dos locais mais nobres da cidade. Este ano, o Fórum das Letras de Ouro Preto será norteado pelo tema “Diversidade Cultural e Liberdade de Expressão e terá também a presença de Laerte, Jorge Mautner e Jards Macalé, entre outros.
O evento conta com patrocínio do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, BNDES, Petrobras (patrocinador exclusivo do Fórum das Letrinhas) e Samarco. Governo Federal: pátria educadora.

Mais informações: www.forumdasletras.ufop.br.

Fórum das Letras de Ouro Preto
Data: 4 a 8 de novembro
Local: Ouro Preto (consultar a grade de programação)
Gratuito

Fonte: Cultura em Revista 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

Beatificação Padre Victor – Pastoral Litúrgica Diocesana disponibiliza material para celebrar, o Tríduo Preparatório da Beatificação!

Convidamos as paróquias de nossa diocese a celebrar, neste tempo de profunda alegria, o tríduo de preparação para a Beatificação do Venerável Servo de Deus Francisco de Paula Victor – presbítero.

Abaixo, segue o link com o roteiro de celebração para as celebrações, bem como nele as indicações dos cantos a partir do nosso Hinário Litúrgico Diocesano.

BAIXE O MATERIAL AQUI

Maiores Informações : Paróquia Nossa Senhora D’Ajuda – Três Pontas

Fonte: Pastoral Litúrgica – Diocese da Campanha-MG

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

 

38ª Semana do Aleijadinho de 16 a 21 de Novembro/Cultura em Revista

Inscrições abertas para Colóquio Internacional  A construção da fantasia: arquitetura e pintura na ordenação do espaço sagrado tridentino, em Ouro Preto

O colóquio internacional A construção da fantasia: arquitetura e pintura na ordenação do espaço sagrado tridentino, promovido pelo grupo de pesquisa Perspectiva Pictorum, da UFMG, integrante da programação da 38ª Semana do Aleijadinho (Ouro Preto/MG) está com inscrições abertas para ouvintes.

O grupo Perspectiva Pictorum realiza o colóquio a cada dois anos e, em 2015, traz para Ouro Preto o estudo da pintura em perspectiva, também chamada de “falsa arquitetura”.

As inscrições para ouvintes podem ser realizadas pelo sitewww.fafich.ufmg.br/perspectiva com vagas limitadas. A programação do colóquio inclui a participação de pesquisadores especialistas em arte, história e arquitetura barroca, como Alfredo Morales (Universidad de Sevilla); Luiz Freire e Rodrigo Baeta (UFBA); Celio Macedo (Ufop); Marcos Tognon e Mônica Farias (Unicamp); Danielle Pereira (Unesp); Maria Cláudia Almeida Orlando Magnani (UFVJM); Adalgisa Arantes Campos, Adriana Carvalho, André Dangelo, Aziz José de Oliveira Pedrosa, Celina Borges, Leandro Gonçalves Rezende, Magno Mello, Mônica Lage, Renata Nogueira Gomes de Morais e Walmira Costa (UFMG); Fumikazu Saito, Regiane Caire Silva e Carla Bromberg (PUC-SP); Martina Egger (Innsbruch – Áustria); Fauzia Farneti, Maria Teresa Bartoli e Silvio Van Riel (Università degli Studi di Firenze); Javier Navarro de Zuvillaga (Universidad Complutense de Madrid); Alex Bohrer (IFMG); Janaína Ayres (UFRJ); Danilo Matoso Macedo (FAU – UnB); Regiane Caires Silva e Marília Martha França Sousa (UMFA).

38 ª Semana do Aleijadinho

Em 2015, a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição e o Museu Aleijadinho realizam a 38ª Semana do Aleijadinho – “Escultura, arquitetura e pintura nos caminhos das Minas: aparência e realidade”. O evento acontece entre os dias 16 e 21 de novembro. Desde sua primeira edição, em 1968, presta homenagem ao aniversário de morte do mestre e patrono das artes no Brasil Antônio Francisco Lisboa. A programação é composta por oficinas, exposições, lançamento de livro, concertos e debates, além do Colóquio Internacional sobre História da Arte.

A 38ª Semana do Aleijadinho conta com o apoio da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Programa de Pós-Graduação em História (UFMG), Sistema SESI/FIEMG, IPHAN, Converso Comunicação, Assembléia Legislativa de Minas (ALMG), Orquestra Ouro Preto, Prefeitura de Ouro Preto, Secretaria de Turismo, Indústria e Comércio de Ouro Preto, Casa do Folclore de Ouro Preto, Ambienta, Anamar Transporte e Construções, Hotel Luxor, Hotel Minas Gerais, Pousada Arcádia Mineira, Anavladia – Fundição Artística, Coopeouro, CAPTACULT Captação e Projetos.

Programação

Colóquio Internacional “A arquitetura do engano: redes de difusão e o desafio da representação perspectiva no universo pictórico barroco”

18 DE NOVEMBRO – QUARTA-FEIRA

9h – Abertura

Presenças: Profª. Júlia Mitraud (Presidente da FAOP – Fundação de Arte de Ouro Preto); Cônego Luiz Carlos Cesar Ferreira Carneiro (Presidente do Museu Aleijadinho); Prof. Dr. Magno Mello (Grupo de Pesquisa Perspectiva Pictorum/UFMG); Prof. Dr. Fernando de Barros Filgueiras (diretor da FAFICH/UFMG)
Na Fundação de Arte de Ouro Preto – Faop (rua Alvarenga, 794 – Cabeças)

Núcleo temático: Arquitetura e falsa arquitetura: espaço como invenção
Presidência da mesa: Prof. Dr. Fumikazu Saito (Cesima – PUC-SP)

9h30 – Arquitecturas aéreas: campanarios, espadañas y miradores en la arquitectura sevillana de los siglos XVII y XVIII – Alfredo Morales (Universidad de Sevilla)

10h – Arquitetura artificial no teto da nave da Matriz de Nossa Senhora da Divina Pastora em Sergipe – Luiz Freire (UFBA) / Magno Mello (UFMG)

10h30 – Coffee-break

11h – Joaquim Gonçalves da Rocha e a pintura ilusionista em igrejas de Sabará, Caeté e Santa Luzia (MG) – Celio Macedo (Ufop)

11h30 – Debate

12h – Intervalo para almoço

Núcleo temático: Procedimentos práticos e artísticos: uma conexão entre tempo e espaço
Presidência da mesa: Prof.ª Drª. Adalgisa Arantes Campos (UFMG)

14h – Entre o Barroco e o Neoclássico: Hibridismo nos tetos de falsa arquitetura de Salvador (BA) – Mônica Farias (Unicamp)

14h30 – Os forros pintados em Mogi das Cruzes (SP): Séculos XVIII e XIX – Danielle Pereira (Unesp)

15h – José Soares de Araújo: De Braga ao Tijuco. Reflexões sobre uma pintura perdida – Maria Cláudia Almeida Orlando Magnani (UFVJM)

15h30 – Coffee-break

Núcleo temático: A coerência: pintura, restauro e conservação
Presidência da mesa: Prof. Dr. André Dangelo (UFMG)

16h – Igreja N. S. da Vitória de São Luís (MA): Considerações sobre as intervenções ocorridas no século XVIII até XX – Regiane Caire Silva (UFMA) / Marília Martha França Sousa (UFMA)

16h30 – Problemi di restauro e conservazione degli aparatti decorativi a finte architettura in Palazzo Niccolini – Silvio Van Riel (Università degli Studi di Firenze)

17h – Arquitetura e detalhes artísticos do solar da Glória – Entre a tradição e a modernização do Arraial do Tejuco (MG) – Celina Borges (UFMG)

17h30 – Debate

19 DE NOVEMBRO – QUINTA-FEIRA

Na Fundação de Arte de Ouro Preto – Faop (rua Alvarenga, 794 – Cabeças)
Núcleo temático: Perspectiva e quadratura: jogo de ilusões
Presidência da Mesa: Prof. Dr. Marcos Tognon (Unicamp)

9h – Il quadraturismo a Pontremoli: committenti e artisti – Fauzia Farneti (Università degli Studi di Firenze)

9h30 – Dos frescos dedicados a San Antônio em las capulas de dos iglesias madrileñas (siglos XVII e XVIII) – Javier Navarro de Zuvillaga (Universidad Complutense de Madrid)

10h – Coffee-break

10h30 – Perspectiva linear e medida em Del modo di misurare de Cosimo Bartoli – Fumikazu Saito (Cesima/PUC-SP)

11h – Lo sfondato prospettico dell’atrio di Palazzo Martelli e la tenda di Parrasio – Maria Teresa Bartoli (Università degli Studi di Firenze)

11h30 – Debate

12h – Intervalo para almoço

Núcleo temático: Máquinas de altar e ilusão pictórica
Presidência da mesa: Profª. Drª. Celina Borges (UFMG)

14h – As capelas de Vila Rica: Produção artística e oficinas no 1º quartel do século XVIII em Minas Gerais – Alex Bohrer (IFMG)

14h30 – A oficina do entalhador José Coelho de Noronha: artista, artífices e sua influência na talha mineira setecentista – Aziz José de Oliveira Pedrosa (UFMG)

15h – Coffee-break

Núcleo temático: Iconografia e literatura: questões de métodos
Presidência da mesa: Prof. Dr. Alfredo Morales (Universidad de Sevilla)

15h30 – O repertório iconográfico da capela de São José dos Homens Pardos ou bem casados de Ouro Preto: arte, fé, história – Leandro Gonçalves Resznde (UFMG)

16h – Livros de Ouro: técnicas, materiais e artífices – Walmira Costa (UFMG)

16h30 – Arquitetura e arte numa livraria em Vila Rica: O Divertimento Erudito de João Pacheco – Danilo Matoso Macedo (FAU – UnB)

17h – Debate

Na Igreja de São Francisco de Assis (Largo do Coimbra, s/nº – Centro)
Núcleo temático: Mecenas – Pintores e Arquitetos: arte e sociedade
Presidência da mesa: Prof. Dr. Magno Mello (UFMG)

19h – Mecenato de leigos na sacristia de São Francisco de Ouro Preto – Adalgisa Arantes Campos (UFMG)

19h30 – O Aleijadinho arquiteto revelado na análise do projeto de São Francisco de Assis de Ouro Preto – André Dangelo (UFMG)

20 DE NOVEMBRO – SEXTA-FEIRA

Na Fundação de Arte de Ouro Preto – Faop (rua Alvarenga, 794 – Cabeças)
Núcleo temático: Arquitetura e Espaço Cenográfico
Presidência da mesa: Prof. Dr. Luz Freire (UFBA)

14h – Arquitetura e cidade na América Hispânica: a configuração do cenário barroco da Cuzco Colonial – Rodrigo Baeta (UFBA)

14h30 – Arquitetura de Matriz Pombalina no Brasil: História, Técnica e Restauro – Marcos Tognon (Unicamp)

15h – Entre traças, dibujos e riscos: José Pereira Arouca no ofício de arquiteto – Mônica Lage (UFMG)

15h30 – Coffee-break

Núcleo temático: Teoria Arquitetônica e Tratadística Pictórica
Presidência da mesa: Prof. Dr. Rodrigo Baeta (UFBA)

16h – Falsa arquitetura e música: sobre os conceitos matemáticos e as mudanças na percepções visuais e auditivas – Carla Bromberg (PUC-SP)

16h30 – O tratadista Vicenzio Carducci: Um florentino na corte espanhola no Século XVII – Adriana Carvalho (UFMG)

17h – Filipe Nunes: Um estudioso da pespectiva no seicentos português – Renata Nogueira Gomes de Morais (UFMG)

18h – Intervalo

21 DE NOVEMBRO – SÁBADO

9h30 – Visita técnica dos convidados do Colóquio Internacional à Basília de Nossa Senhora do Pilar e ao Museu de Arte Sacra do Pilar
Com Carlos José Aparecido de Oliveira e Adalgisa Arantes Campos (UFMG)

Fonte: Cultura em Revista

Quer saber mais acesse: www.culturaemrevista.com.br

Adaptação e Apoio: Portal Terra de Santa Cruz

O amor de Cristo é fiel e não nos abandona.

Podemos desistir, afastar-nos de Deus, podemos ceder às diversas inquietações do mundo, mas, mesmo que estejamos passando pela sombra da morte ou pela aridez deste mundo, o Seu amor não nos abandona

“Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação? Angústia? Perseguição? Fome? Nudez? Perigo? Espada?”(Romanos 8, 35).

Enfrentamos, no dia a dia da nossa vida, tantas situações contraditórias, difíceis e complicadas. Enfrentamos as perseguições próprias da vida, os sofrimentos que nos atormentam, a tribulação que bate à nossa porta; enfrentamos os perigos, a falta de segurança, a crise econômica, financeira e a crise de valores. Podemos nos perguntar: “O que, neste  mundo, com todas as dificuldades e tribulações, poderá nos afastar ou nos separar do amor que Deus tem por nós?”.

Se colocarmos no Senhor a nossa confiança e n’Ele depositarmos nossa vida e esperança, nenhuma dessas realidades vão nos separar do Seu amor! Pelo contrário, enfrentaremos as tribulações, superaremos as angústias, passaremos por cima das perseguições, sobreviveremos à nudez, ao perigo, às espadas e dificuldades dessa vida.

Não podemos nos entregar nem desanimar com aquilo que vem para nos derrubar. Se Deus é por nós, se Cristo é por nós, se o Espírito Santo é por nós, se o Reino de Deus está ao nosso lado, o que vai nos separar do amor de Deus? Somente a nossa vontade própria, a nossa falta de perseverança.

Deus jamais vai desistir de nós, da nossa casa, da nossa família, dos nossos. Podemos desistir, afastarmo-nos d’Ele, podemos ceder às diversas inquietações do mundo, mas mesmo que estejamos passando pela sombra da morte ou pela aridez deste mundo, o Seu amor não nos abandona. Deus não nos obriga, mas Seu amor nos persegue. Deus não nos força e Seu amor jamais há de nos abandonar.

Não vivamos pelo medo, pelas dúvidas e inquietação, nem nos entreguemos às tribulações. Passaremos por todas elas e em todas o Senhor estará conosco!

Há momentos que sentimos Deus tão perto de nós, há momentos que não sabemos nem se Deus existe, mas a convicção da fé nos dá a certeza de que em nenhum momento o Senhor nos abandona e Ele está ao nosso lado seja qual for a situação na qual passamos.

Que o nosso coração esteja colado n’Ele, preso a Ele, porque nada neste mundo há de nos separar do amor que o Senhor tem por nós!

Deus abençoe você!


Por Padre Roger Araújo, Sacerdote da Comunidade Canção Nova.

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

São Simão e São Judas Tadeu, colunas da verdade do Reino.

Celebramos na alegria da fé os apóstolos São Simão e São Judas Tadeu. Os apóstolos foram colunas e fundamento da verdade do Reino

São Simão: Simão tinha o cognome de Cananeu, palavra hebraica que significa “zeloso”. Nicéforo Calisto diz que Simão pregou na África e na Grã-Bretanha. São Fortunato, Bispo de Poitiers no fim do século VI, indica estarem Simão e Judas enterrados na Pérsia. Isto vem das histórias apócrifas dos apóstolos; segundo elas, foram martirizados em Suanir, na Pérsia, a mando de sacerdotes pagãos que instigaram as autoridades locais e o povo, tendo sido ambos decapitados. É o que rege o martirológio jeronimita.

São Judas P

Outros dizem que Simão foi sepultado perto do Mar Negro; na Caucásia foi elevada em sua honra uma igreja entre o VI e o VIII séculos. Beda, pelo ano de 735, colocou os dois santos no martirológio a 28 de outubro; assim ainda hoje os celebramos. Na antiga basílica de São Pedro do Vaticano havia uma capela dos dois santos, Simão e Judas, e nela se conservava o Santíssimo Sacramento.

São Judas Tadeu: Judas, um dos doze, era chamado também Tadeu ou Lebeu, que São Jerônimo interpreta como homem de senso prudente. Judas Tadeu foi quem, na Última Ceia, perguntou ao Senhor: “Senhor, como é possível que tenhas de te manifestar a nós e não ao mundo?” (Jo 14,22).

São Judas P1

 

Temos uma epístola de Judas “irmão de Tiago”, que foi classificada como uma das epístolas católicas. Parece ter em vista convertidos, e combate seitas corrompidas na doutrina e nos costumes. Começa com estas palavras: “Judas, servo de Jesus Cristo, e irmão de Tiago, aos chamados e amados por Deus Pai, e conservados para Jesus Cristo: misericórdia, paz e amor vos sejam concedidos abundantemente”. Orígenes achava esta epístola “cheia de força e de graça do céu”.

Segundo São Jerônimo, Judas terá pregado em Osroene (região de Edessa), sendo rei Abgar. Terá evangelizado a Mesopotâmia, segundo Nicéforo Calisto. São Paulino de Nola tinha-o como apóstolo da Líbia. Conta-se que Nosso Senhor, em revelações particulares, teria declarado que atenderá os pedidos daqueles que, nas suas maiores aflições, recorrerem a São Judas Tadeu. Santa Brígida refere que Jesus lhe disse que recorresse a este apóstolo, pois ele lhe valeria nas suas necessidades. Tantos e tão extraordinários são os favores que São Judas Tadeu concede aos seus devotos, que se tornou conhecido em todo o mundo com o título de Patrono dos aflitos e Padroeiro das causas desesperadas.

São Judas é representado segurando um machado, uma clava, uma espada ou uma alabarda, por sua morte ter ocorrido por uma dessas armas.

São Simão e São Judas Tadeu, rogai por nós!


Portal Terra de Santa Cruz

 

Sínodo 2015: Noção de continuidade ajudou a superar tensões, diz perito português

Padre Duarte da Cunha acompanhou trabalhos que ajudaram a reforçar papel da família na Igreja

Cidade do Vaticano, 27 out 2015 (Ecclesia) – O padre Duarte da Cunha, que acompanhou os trabalhos do Sínodo 2015 como perito nomeado pelo Papa, considera que as três semanas de debate sobre a família realçaram a “continuidade” da doutrina católica, superando tensões.

Foto: Ricardo Perna
Foto: Ricardo Perna

Em entrevista à Agência ECCLESIA e ‘Família Cristã’, o secretário do Conselho das Conferências Episcopais Europeias (CCEE) fala em dois anos de “muita reflexão”, desde que o Papa decidiu convocar os bispos de todo o mundo para debater a família, admitindo que “a certa altura houve uma tensão entre o que é novo e é antigo”.

“Todo o processo foi a compreensão desta continuidade, quer desde o Evangelho até agora, do Concílio Vaticano, da Humanae Vitae, da Familiaris Consortio. O que há de aprofundamento e de desenvolvimento, até relativamente aos conceitos e de mudança da realidade sociológica, não está em contradição com aquilo que é a continuidade”, precisa o especialista.

O sacerdote português refere que no ensinamento dos últimos Papas, “com as diferenças necessárias”, houve “uma continuidade, quer do amor à família, quer da verdade da família, de conceitos da teologia moral que são sempre válidos, mas que não podem ser sempre ditos da mesma maneira”.

Nos trabalhos da 14ª assembleia geral ordinária do Sínodo, este responsável encontrou participantes com um conhecimento concreto da doutrina, como no caso do planeamento familiar natural, contrariando a crítica de estarem apegados a conceitos mas longe da realidade.

“Depois há os outros mais aplicados à realidade, mais sensíveis aos problemas e que às vezes aparentemente descuram mais a doutrina. Isto também não é verdade”, prosseguiu.

No final do Sínodo, o relatório entregue ao Papa foi aprovado por unanimidade, símbolo da unidade e do “bom ambiente” com que decorreram os trabalhos.

O sacerdote português observa que a assembleia sinodal que se concluiu no domingo “exige que a pastoral, a moral, não sejam desligadas da reflexão teológica, doutrinal, sociológica do que é a realidade da família”.

“Isso foi algo que ao longo do processo dos dois anos às vezes parecia que estava em tensão, daí a insistência: não são duas coisas distintas, coisas separáveis”, relata.

Para o secretário do CCEE, é necessário compreender que “a moral é sempre consequência do ser” e que, no caso das famílias, as normas se referem à forma como “cada pessoa dentro desta realidade tem relações e dentro dessas relações qual é o comportamento”.

“A moral só se compreende, não porque se olha para a regras que são importantes, mas porque olhando para as relações reais, se percebe qual é o ideal, o que se deve fazer, o que Deus recomenda. Depois também se percebe que há coisas que são objetivamente más, não se podem fazer”, explica.

Dos pontos conclusivos, o padre Duarte da Cunha realça a preocupação com a formação de “comunidades de famílias” que sejam também o lugar onde se prepara para o casamento, “que os noivos sejam preparados para o casamento integrando uma equipa de casais da paróquia ou da associação”.

Outro aspeto que não era “tão evidente” está relacionado com o “dinamismo da família” como sujeito da pastoral do setor.

“Também há uma mudança da perspetiva da família, não só como tema moral mas também como dinâmica de amor, de misericórdia”, conclui.

Fonte Agência Ecclesia 

Adaptação Portal Terra de Santa Cruz

Sínodo dos bispos abre portas para integrar divorciados recasados.

Os 270 “padres sinodais”, entre bispos e cardeais, que representam os bispos de todo o mundo, aprovaram a suspensão de várias proibições.

VATICAN-POPE-AUDIENCE

O Sínodo de Bispos sobre a Família votou com ampla maioria um documento final de 94 parágrafos, que propõe “a integração” na Igreja dos divorciados que voltarem a se casar, após a análise de “caso a caso”. O texto foi entregue ao papa Francisco, que o divulgou ao público imediatamente.

Os 270 “padres sinodais”, entre bispos e cardeais, que representam os bispos de todo o mundo, aprovaram a suspensão de várias proibições aos divorciados que se casarem novamente, entre elas a de serem padrinhos de batismo e de casamento.

Os padres sinodais insistem, contudo, em que é necessário um “discernimento”, um exame “caso a caso”, para autorizar o acesso aos sacramentos, como a comunhão e a confissão.

Com isso, os bispos fizeram algum movimento no sentido de uma Igreja mais acolhedora com os casais que vivem juntos e com os católicos em situação irregular, ecoando o pedido do papa argentino a favor de uma instituição que pare de julgar e de condenar.

Três parágrafos tiveram um consenso menor – sobretudo, os de número 85 e 86, dedicados a temas bastante sensíveis para a Igreja Católica. Superando a maioria mínima necessária de dois terços (177), os parágrafos 85 e 86 estão entre os menos votados, com 178 votos a favor e 80 contra.

Nesses parágrafos, os bispos sinodais propõem que “os batizados que tiverem se divorciado e voltado a se casar civilmente sejam reintegrados à comunidade cristã, na medida do possível, evitando gerar escândalo”. O texto não especifica se poderão realizar a comunhão.

“Os divorciados que voltarem a se casar não devem se sentir excomungados e podem viver e envelhecer como membros vivos da Igreja, sentindo-a como uma mãe que acolhe sempre”, acrescenta o texto.   O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, lembrou que se trata de propostas dirigidas ao papa, que decidirá se será necessário elaborar um documento papal sobre a família.

“Não se pode negar que, em algumas circunstâncias, a responsabilidade (da crise do casal) pode ser menor, ou anulada (…) As consequências de alguns atos não podem recair sobre todos por igual”, defendem os prelados, ao se referirem aos divorciados.

No encerramento do sínodo, o papa Francisco elogiou a liberdade de expressão que reinou ao longo das três semanas de trabalho e criticou abertamente “os métodos não de todo benévolos” empregados pelos setores conservadores contra suas propostas de reforma.

Decepção para alguns.

O espinhoso tema da homossexualidade foi abordado em apenas um parágrafo, no qual se reitera que a Igreja “respeita” os homossexuais, condena qualquer “discriminação injusta” e se opõe ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O restante desse parágrafo recomenda a Igreja a “acompanhar as famílias com um membro homossexual”.

Para muitos dos presentes, tratar do tema da homossexualidade em uma reunião dedicada à família significou uma anomalia, enquanto para outros prelados, sobretudo africanos, o assunto continua sendo tabu.

“O que parece normal para um bispo de um continente pode ser estranho, quase um escândalo, para outro de outro continente”, reconheceu o sumo pontífice.

Francisco decidiu convocar dois sínodos sucessivos sobre a família – um, em outubro de 2014, e o outro, em outubro de 2015 – para levar a Igreja a se atualizar frente às mudanças na sociedade moderna.

Na sexta-feira, em uma missa, o papa disse querer estimular a Igreja a “avaliar os tempos e a mudar com eles, permanecendo firme no Evangelho”.

Sobre outro ponto importante, no Sínodo, os bispos reiteraram que a instituição aplicará “tolerância zero” em relação à pedofilia, comprometendo-se a colaborar “de forma estreita” com a Justiça.

Fonte: Aleteia

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

 

A Santa Missa como sacrifício.

Na Missa, Jesus não é “morto de novo e de novo”, como alguns críticos reivindicam, mas Ele é oferecido continuamente, numa oblação pura, desde o nascer até o pôr do sol.

Sabemos que ainda não somos dignos do céu. É por isso que somos dependentes do cálice que recebemos na Missa, o sangue de Jesus, cujo “sangue aspergido… fala mais misericordiosamente do que o sangue de Abel”. O sangue de Cristo, o cálice do Seu sangue, purifica os pecadores arrependidos e é, para eles, um cálice de bênção e de perdão.

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A Igreja Católica ensina que a Sagrada Comunhão remove todos os pecados veniais da alma do pecador. Através de nosso contato com Jesus tornamo-nos, pela graça, o que Ele é por natureza. Participamos de Sua natureza. Ele é todo puro, todo santo, e por isso, Seu toque nos purifica. O que Ele diz ao leproso é igualmente válido para nós: “Eu quero, fica purificado” (Mt 8,3).

Na Antiga Aliança, os israelitas ofereciam sacrifícios para expiar os pecados, mas agora, Cristo se tornou o sacrifício plenamente suficiente. Por Sua morte, Ele cumpriu o que muitos milhões de oferendas do mundo antigo jamais puderam cumprir. Vejamos a Epístola aos Hebreus: “De fato, se o sangue de bodes e touros e a cinza de novilhas espalhada sobre os seres impuros os santificam, realizando a pureza ritual dos corpos, quanto mais sangue de Cristo purificará a nossa consciência das obras mortas, para servirmos ao Deus vivo” (Hb 9,13-14). A morte e ressurreição de Cristo marcam um sacrifício “de uma vez por todas”: “somos santificados pela oferenda do corpo de Jesus Cristo, realizada uma vez por todas” (Hb 10,10)>

A morte e ressurreição de Jesus aconteceram apenas uma vez na história, mas Ele quis que todas as pessoas, das diversas épocas, participassem daquele sacrifício. E a forma desejada por Deus é a Missa, que é em si, o sacrifício de Jesus Cristo. Ele não é “morto de novo e de novo”, como alguns críticos reivindicam, mas Ele é oferecido continuamente, numa oblação pura, desde o nascer até o pôr do sol.

O sacrifício de Cristo não anula o nosso, mas faz com que seja possível. Com efeito, foi Jesus quem ordenou a Seus ministros sacerdotes para que participassem de Seu ato sacrificial, pois foi Ele quem disse: “Fazei isto em memória de mim”. Os Seus Apóstolos, como todos os sacerdotes católicos subsequentes, não submetiam a Jesus, mas antes, O representam e participam de Seu sacerdócio.

Os primeiros cristãos viviam num mundo onde o sacrifício era parte integrante de uma religião. Se tivessem se convertido do Judaísmo, conheceriam os sacrifícios do Templo de Jerusalém. Se tivessem vindo do paganismo, conheceriam os sacrifícios dos deuses pagãos. Mas agora, todos esses sacrifícios deram lugar ao rito habitualmente chamado de “o sacrifício”. A Carta aos Hebreus cita o Salmo 50,23 para incentivar um contínuo “sacrifício de louvor” (Hb 13,15) na Igreja. Paulo, comumente, usa uma linguagem com palavras próprias de um culto de sacrifício, tais como: leutourgia (liturgia; por exemplo, Rm 15,16), eucaristia (ação de graças, eucaristia; por exemplo, 2Cor 9,11), thusia (sacrifício; por exemplo, Fl 4,18); hierougein (serviço sacerdotal; por exemplo, Rm 15,16); e prosphoron (oferenda; por exemplo, Rm 15,16). Pedro fala de toda a Igreja como um sacerdócio chamado de “a oferta dos sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo” (1Pd 2,5).

Essa linguagem sacrifical aparece também nos escritos cristãos dos discípulos dos Apóstolos. Um livro antigo, chamado Didaqué, repetidamente usa a palavra “sacrifício” para descrever a Eucaristia: “E no dia do Senhor, reuni-vos para partir o pão e dar graças, primeiramente confessando suas transgressões, para que o seu sacrifício seja puro”. Santo Inácio de Antioquia, escrevendo apenas alguns anos depois da morte dos Apóstolos, habitualmente se referia à Igreja como o “lugar do sacrifício”.

 

No Antigo Testamento, os sacrifícios iniciavam ou restauravam a comunhão entre Deus e o homem; e assim o faz a Missa, no Novo Testamento, só que de forma mais perfeita. Para Santo Inácio e seus contemporâneos em 105 d. C., a Igreja estava unida em comunhão pela Eucaristia. Isso eles tinham aprendido bem de São Paulo, que disse: “Porque há um só pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, esclareceu esta doutrina para qualquer um que pudesse estar em dúvida: “Acautelai-vos, então, de ter, porém, uma Eucaristia. Porque há uma só carne de Nosso Senhor Jesus Cristo, e um cálice para manifestar a unidade do seu sangue; um altar, como há um só bispo, juntamente com os sacerdotes e diáconos, meus companheiros no serviço”. E, Inácio, definia como hereges aqueles que se “abstém da Eucaristia e da oração, porque não confessam que a Eucaristia é a carne de Nosso Salvador Jesus Cristo, o qual sofreu por nossos pecados e que o Pai, em Sua bondade, O ressuscitou”.

Pelo fato de não crescermos ao redor de cultos de sacrifício, como os primeiros cristãos faziam, não estamos acostumados à linguagem que Inácio utiliza a todo o momento, uma linguagem de sacrifício, ao falar de um altar, por exemplo, e da oferenda da carne. Numa outra carta sua, ele mesmo se compara a uma oferenda de trigo e de pão. Para cada culto sacrifical, fosse em Israel, na Grécia ou em Roma, era necessário um sacerdote. Esse, por definição, é alguém que oferece o sacrifício (ver Hb 8,3). Santo Inácio reconhece o sacerdócio de todos os fiéis, como São Pedro; mas ele também reconhece, como São Paulo, que alguns homens são separados para presidir os ritos da Igreja. Inácio escreveu aos cristãos de Esmirna: “Que a Eucaristia só seja considerada válida se for celebrada na presença do bispo ou daquele a quem ele tiver confiado à celebração”.

No Apocalipse, o livro do Novo Testamento que os católicos consideram um “ícone da liturgia”, Cristo aparece como um cordeiro do sacrifício (Ap 5,6). É o sangue desse Cordeiro, dado em sacrifício, que “tira os pecados do mundo” (Jo 1,29).

Agora a oferenda está no céu, exatamente onde João a viu, mas o céu toca a terra na Missa. Os Padres da Igreja gostavam de citar o Profeta Isaías quando falavam sobre o sacrifício Eucarístico e seu poder de apagar os nossos pecados: “Um dos serafins voou para mim segurando, com uma tenaz, uma brasa tirada do altar. Com ela tocou meus lábios dizendo: ‘Agora que isto tocou os teus lábios, tua culpa está sendo tirada; teu pecado, perdoado” (Is 6,6-7). Para os primeiros cristãos, a “queima com carvão” prefigurava o Santíssimo Sacramento, o Pão que desceu do altar de Deus para purificar a Igreja em oração.

Trecho retirado do livro: Razões Para Crer, Scott Hahn. Ed. Cléofas

Liturgia do 30º Domingo do Tempo Comum – A luz de Cristo chega ao coração que se abre para a verdade.

A nossa fé precisa nos levar a um passo adiante, para enxergarmos o que não conseguimos, para que a luz de Cristo inebrie mais a nossa mente e o nosso coração

“Então Jesus lhe perguntou: ‘O que queres que eu te faça?’ O cego respondeu: ‘Mestre, que eu veja!’” (Marcos 10, 51).

cura do cego 2

Primeira Leitura, Jr 31,7-9 – Leitura do Livro do Profeta Jeremias:

7Isto diz o Senhor: “Exultai de alegria por Jacó, aclamai a primeira das nações; tocai, cantai e dizei: ‘Salva, Senhor, teu povo, o resto de Israel’. Eis que eu os trarei do país do Norte e os reunirei desde as extremidades da terra; entre eles há cegos e aleijados, mulheres grávidas e parturientes: são uma grande multidão os que retornam.

Eles chegarão entre lágrimas e eu os receberei entre preces; eu os conduzirei por torrentes d’água, por um caminho reto onde não tropeçarão, pois tornei-me um pai para Israel, e Efraim é o meu primogênito”.

Palavra do Senhor – Graças a Deus.

Responsório, Salmo 125 – Maravilhas fez conosco o Senhor,/ exultemos de alegria!

Maravilhas fez conosco o Senhor,/ exultemos de alegria!

Quando o Senhor reconduziu nossos cativos,/ parecíamos sonhar;/ encheu-se de sorriso nossa boca,/ nossos lábios, de canções.

Entre os gentios se dizia: “Maravilhas/ fez com eles o Senhor!”/ Sim, Maravilhas fez conosco o Senhor,/exultemos de alegria!

Mudai a nossa sorte, ó Senhor,/ como torrentes no deserto./ Os que lançam as sementes entre lágrimas/ceifarão com alegria.

Chorando de tristeza sairão,/ espalhando suas sementes;/ cantando de alegria voltarão,/ carregando os seus feixes!

Segunda Leitura, Hb 5,1-6 – Leitura da Carta aos Hebreus:

Todo sumo-sacerdote é tirado do meio dos homens e instituído em favor dos homens nas coisas que se referem a Deus, para oferecer dons e sacrifícios pelos pecados.

Sabe ter compaixão dos que estão na ignorância e no erro, porque ele mesmo está cercado de fraqueza. Por isso, deve oferecer sacrifícios tanto pelos pecados do povo, quanto pelos seus próprios.

Ninguém deve atribuir-se esta honra, senão o que foi chamado por Deus, como Aarão. Deste modo, também Cristo não se atribuiu a si mesmo a honra de ser sumo-sacerdote, mas foi aquele que lhe disse: “Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei”. Como diz em outra passagem: “Tu és sacerdote para sempre, na ordem de Melquisedec”.

Palavra do Senhor  – Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho, Mc 10,46-52

O Senhor esteja convosco.     Ele está no meio de nós!

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.   Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, Jesus saiu de Jericó, junto com seus discípulos e uma grande multidão. O filho de Timeu, Bartimeu, cego e mendigo, estava sentado à beira do caminho. Quando ouviu dizer que Jesus, o Nazareno, estava passando, começou a gritar: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!”

Muitos o repreendiam para que se calasse. Mas ele gritava mais ainda: “Filho de Davi, tem piedade de mim!”

Então Jesus parou e disse: “Chamai-o”. Eles o chamaram e disseram: “Coragem, levanta-te, Jesus te chama!”

O cego jogou o manto, deu um pulo e foi até Jesus. Então Jesus lhe perguntou: “O que queres que eu te faça?” O cego respondeu: “Mestre, que eu veja!”

Jesus disse: “Vai, a tua fé te curou”. No mesmo instante, ele recuperou a vista e seguia Jesus pelo caminho.

Palavra da Salvação  –  Glória a vós, Senhor.


 

Refletindo o Evangelho:  O cego Bartimeu é para nós o protótipo de todos aqueles que vivem à margem da vida, buscando luz para o coração, luz para sua vida, a possibilidade de enxergar o que humanamente não se consegue ver. A nossa compreensão de cegueira não pode ser limitada apenas a uma cegueira física, ainda que esta tenha muito a nos dizer.

O cego não consegue enxergar a luz do dia, o que está a sua frente. Ainda que tenha tato e sensibilidade, a possibilidade de ver não lhe é permitida, a luz não penetra seus olhos, tudo enxerga na penumbra. É preciso buscar uma luz para compreender as realidades que estão ao seu lado. Quando esse cego foi curado, passou a enxergar plenamente, não só a si mesmo, mas tudo o que estava ao seu lado.

Às vezes, olho-me com os dois olhos, enxergo a frente e atrás, mas, muitas vezes, não consigo enxergar o que está dentro de mim, não consigo enxergar as realidades mais sensíveis que estão ao meu lado. E vejo muitas pessoas com deficiência visual, tendo sensibilidade e possibilidade de enxergar muito mais longe do que eu.

A luz do alto, a luz de Cristo, vem a todos os corações que se abrem à verdade. Esse cego do Evangelho desejou muito ver a verdade: ‘Mestre, que eu veja!’ E a fé dele o curou.

A nossa fé precisa nos levar a um passo adiante, para enxergarmos o que não conseguimos, para que a luz de Cristo inebrie mais a nossa mente, o nosso coração e não fiquemos fechados, obcecados com o que já conhecemos, com o que sabemos, pois tudo diante da grandiosidade da luz de Cristo ainda é muito pequeno.

Peçamos: Senhor, que eu veja o que ainda não consigo enxergar; que, sobretudo, eu consiga enxergar as realidades mais profundas do meu próprio coração e da minha própria existência. Senhor, dai-me olhos para ver as necessidades daqueles que estão meu lado, dai-me olhos para enxergar muito além do meu egoísmo, além da minha visão limitada de mundo, de racionamento. Senhor, abrais os meus olhos como abriu os olhos do cego Bartimeu, eu também desejo enxergar com os Teus olhos!

Deus abençoe você!

Por Padre Roger Araújo – Sacerdote da Comunidade Canção Nova.

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

Celebramos hoje, Santo Antônio Maria Claret, missionário de Cristo.

Evangelizou milhares de almas, isto através de missões populares e escritos, que chegaram a 144 obras

Santo Antônio Maria Claret O santo lembrado hoje foi de muita importância para a Igreja que guarda o testemunho de sua santidade, que mereceu a frase do Papa Pio XI que disse: “Antônio Maria Claret é uma figura verdadeiramente grande, como apóstolo infatigável”. Nasceu em 1807 em Sallent (Província de Barcelona – Espanha), ao ser batizado recebeu o nome de Antônio João, ao qual ele veio depois acrescentar o de Maria como sinal de sua especial devoção à Santíssima Virgem:“Nossa Senhora é minha Mãe, minha Madrinha, minha Mestra, meu tudo, depois de Cristo”.

Antônio Maria ajudou o pai numa fábrica de tecidos até os 22 anos, quando entrou para o seminário de vida, pois almejava um sacerdócio santo e como padre desejou consagrar-se nas difíceis missões da Espanha. Ao ver a pobreza dos missionários e as portas se abrindo, Antônio Maria, com amigos, tratou de fundar a “Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria”, conhecidos como Claretianos.

O Carisma era evangelizar todos os setores, por meio da caridade de Cristo que constrangia, por isso dizia: “Não posso resistir aos impulsos interiores que me chamam para salvar almas. Tenho sede de derramar o meu sangue por Cristo!” Mal tinha fundado a Congregação, o Espírito o nomeou para Arcebispo de Santiago de Cuba, onde fez de tudo, até arriscar a própria vida, para defender os oprimidos da ilha e converter a todos, conta-se que ao chegar às terras cubanas foi logo visitar e consagrar o apostolado à Nossa Senhora do Cobre.

Com os amigos o Arcebispo Santo Antônio Maria Claret, evangelizou milhares de almas, isto através de missões populares e escritos, que chegaram a 144 obras. Fundador das Religiosas de Maria Imaculada, voltou a Espanha, também tornou-se confessor e conselheiro particular da rainha Isabel II; participou do Concílio Vaticano I, e ao desviar-se de calúnias retirou-se na França onde continuou o apostolado até passar pela morte e chegar na glória em 24 de outubro de 1870.

Foi beatificado em 1934 pelo Papa Pio XI e canonizado por Pio XII em 1950. Pelo seu amor ao Imaculado Coração de Maria e pelo seu apostolado do Rosário, tem uma estátua de mármore no interior da Basílica de Fátima.

Santo Antônio Maria Claret, rogai por nós!

Por Portal Terra de Santa Cruz 

Papa: Silêncio, reflexão e oração para entender sinais dos tempos

Cidade do Vaticano (RV) – “Os tempos mudam e nós cristãos devemos mudar continuamente”, com liberdade e na verdade da fé. Foi o que afirmou o Papa na homilia da missa desta sexta-feira (23/10) celebrada na Casa Santa Marta. Francisco refletiu sobre o discernimento que a Igreja deve atuar, observando os ‘sinais dos tempos’, sem ceder à comodidade do conformismo, mas deixando-se inspirar pela oração.

A missa foi celebrada na residência do Papa, Casa Santa Marta, no Vaticano – OSS_ROM 
Os tempos fazem o que devem: mudam. Os cristãos devem fazer aquilo que Cristo quer: avaliar os tempos e mudar com ele, permanecendo ‘firmes da verdade do Evangelho’. O que não se admite é o tranquilo conformismo que, na prática, nos deixa imóveis.

Sabedoria cristã 

O Papa se inspira no trecho da Carta aos Romanos de São Paulo, na qual ele prega ‘com muita força a liberdade que nos salvou do pecado’. No Evangelho do dia, Jesus fala ‘do sinal dos tempos’, definindo hipócritas aqueles que sabem compreender o tempo, mas não fazem o mesmo com o tempo do Filho do Homem. Deus nos criou livres e para ter esta liberdade – afirma o Papa – devemos nos abrir à força do Espírito Santo e entender bem o que acontece dentro de nós e fora de nós”, usando o ‘discernimento’.

“Temos esta liberdade de julgar o que acontece fora de nós, mas para julgar temos que saber bem o que ocorre fora de nós. E como se pode fazer isto? Como se pode fazer o que a Igreja chama ‘conhecer os sinais dos tempos’? Os tempos mudam; é justamente a sabedoria cristã a conhecer estas mudanças, conhecer os diferentes tempos e também os sinais dos tempos. O que significa uma coisa e a outra. Fazer isto sem medo, com liberdade”.

Silêncio, reflexão e oração

Francisco reconhece que não é algo “fácil”, são muitos os condicionamentos externos que pressionam também os cristãos e induzem muitos a um mais cômodo “não fazer”:

“Este é um trabalho que, com frequência, não fazemos: nos conformamos, nos tranquilizamos com ‘me disseram, ouvi, as pessoas dizem, eu li…’. Assim estamos tranquilos… Mas qual é a verdade? Qual é a mensagem que o Senhor quer me passar com este sinal dos tempos? Para entender os sinais dos tempos, antes de tudo é preciso o silêncio: silenciar e observar. E, em seguida, refletir dentro de nós. Um exemplo: porque existem tantas guerras hoje? Porque aconteceu algo? E rezar… Silêncio, reflexão e oração. Somente assim poderemos entender os sinais dos tempos, o que quer nos dizer Jesus”.

Livres na verdade do Evangelho

Entender os sinais dos tempos não é uma tarefa exclusiva de uma elite cultural. Jesus, recordar, não diz “vejam como fazem os universitários, como fazem os doutores, os intelectuais…”. Jesus, destaca o Papa, fala aos camponeses que “em sua simplicidade” sabem “distinguir o joio do trigo”:

“Os tempos mudam e nós cristãos devemos mudar continuamente. Devemos mudar firmes na fé em Jesus Cristo, firmes na verdade do Evangelho, mas o nosso comportamento deve se mover continuamente de acordo com os sinais dos tempos. Somos livres. Somos livres pelo dom da liberdade que Jesus Cristo nos deu. Mas o nosso dever é olhar o que acontece dentro de nós, discernir os nossos sentimentos, os nossos pensamentos; e o que acontece fora de nós e discernir os sinais dos tempos. Com o silêncio, com a reflexão e com a oração”. (CM/RB)

Por Rádio Vaticano 

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

Celebramos hoje a memória de São João Paulo II

História de São João Paulo II

João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
São João P P

Os primeiros passos na Igreja Católica

Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como “arma” para “ganhar espíritos“. A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviamproibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.

A nomeação como Papa

Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.

Realizações e fatos

Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.

Canonização

A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

Foto: Portal Terra de Santa Cruz

Beatificação de Padre Victor: Comissão organizadora divulga recomendações

No sábado, 14 de novembro, um grande momento entrará para a história de Três Pontas – a Beatificação do Venerável Francisco de Paula Victor. Para a cerimônia são aguardados milhares de devotos de todo o Sul de Minas e inúmeras autoridades eclesiásticas e políticas.

Prevendo o grande número de pessoas, uma comissão elaborou algumas dicas de segurança que levam também em conta o fato da cerimônia ser no período diurno, em pleno horário de verão, portanto, sujeitando os participantes ao sol quente e altas temperaturas.

Confira, então, as recomendações.

Para sua proteção e bem-estar
Venha de transporte coletivo
Traga seu recipiente para tomar água
Use filtro solar
Use roupas leves, chapéus e bonés
O uso de sombrinhas e guarda-chuvas sem pontas será permitido
Atenção com a alimentação: evite alimentos gordurosos e tome muito líquido.

Dicas da Polícia Militar
Não ande com muito dinheiro
Fique atento com a carteira e bolsas
Fique atento com esbarrões
Evite usar joias
Deixe o dinheiro separado para pequenas despesas e para os lanches
Evite deixar o aparelho celular à mostra ou no bolso traseiro da sua roupa
Não descuide dos filhos e crianças
Tenha sempre em mente o local onde os ônibus realizarão o embarque dos passageiros para o retorno.

Informações do Trânsito
Ao se aproximar de Três Pontas, sintonize seu rádio na estação 87,9 – Rádio Comunitária Liberdade e saiba mais
Siga as placas e faixas indicativas para os acessos e estacionamentos
Serão dois acessos exclusivos para ônibus, um para os que veem de Varginha e outro para os que veem de Santana da Vargem
Haverá um acesso exclusivo para Vans, outro para carros pequenos e outro para autoridades – tudo, devidamente sinalizado
A Avenida Ipiranga e seus acessos serão interditados para segurança do público do evento
A área próxima ao Memorial Padre Victor e Igreja Nossa Senhora D´Ajuda também será restrita a pedestres
Para quem vai ao evento andando, dê preferência à Avenida Caio de Brito que será exclusiva para pedestres
Em caso de problemas, procure pela Central de Informações na Guarda Civil Municipal de Três Pontas, na Avenida Oswaldo Cruz.

Beatificação Padre Victor Mapa de Três Pontas 1

“Vamos viver a realização de um sonho de fé e ter tanta gente conosco nesta celebração é motivo de muita alegria. Para que tenhamos um dia memorável é preciso que cada um faça a sua parte e siga as orientações”, descreve a comissão representante da Mitra Diocesana da Campanha, Paróquia Nossa Senhora D’Ajuda, Associação Padre Victor, Prefeitura Municipal de Três Pontas e Governo de Minas Gerais.

Beatificação Padre Victor Dicas de Segurança

Fonte e Texto:  Arlene Brito – Jornalista formada pelo Centro Universitário do Sul de Minas (Unis-MG) www.sintonizeaqui.com.br
Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz 

Nosso corpo é instrumento da graça de Deus

Todo o nosso corpo deve estar a serviço da graça e quando lembramos do nosso corpo, todo ele é muito gracioso aos olhos de Deus: a língua, o olhar, os ouvidos, os braços, as pernas e tudo aquilo que está em nós

“Não ofereçais mais vossos membros ao pecado como armas de iniquidade.” (Romanos 6, 12)

A Palavra de Deus, que vem hoje ao nosso encontro, mostra-nos o nosso corpo como a verdadeira arma. Uma arma para o bem, que serve para levar tantas coisas boas, mas se o pecado reina em nosso corpo, este vira, na verdade, uma arma de iniquidade. É por isso que a Palavra está dizendo que o pecado não pode mais reinar em nosso corpo mortal, de modo que deixemo-nos seduzir e sermos conduzidos pelas paixões que, muitas vezes, tomam conta de nós.

Todo o nosso corpo deve estar a serviço da graça e quando lembramos do nosso corpo, todo ele é muito gracioso aos olhos de Deus: a língua, o olhar, os ouvidos, os braços, as pernas e tudo aquilo que está em nós.

Não podemos sujeitar o nosso corpo ao mal e à iniquidade, pelo contrário, precisamos deixar que aquela graça que recebemos em nosso batismo cresça em nós. A marca, a unção da santidade está em nós e em nosso corpo!

Se deixarmos a graça crescer, o nosso corpo estará a serviço do bem, da graça, mas se deixamos o pecado crescer em nosso corpo, a iniquidade toma conta de nós, os desejos tenebrosos crescem dentro de nós e tudo aquilo que depois nos leva a pecar, por isso ou por aquilo, se torna uma realidade muito dolorosa em nossas vidas.

Por isso, mais do que nunca, precisamos permitir que o nosso corpo seja instrumento da graça, da presença de Deus. Nossos gestos, nossas atitudes, as práticas que fazemos na vida, devem levar o nosso corpo para ser um instrumento da graça de Deus onde quer que estejamos.

Que Deus nos santifique inteiramente, tudo aquilo que somos: corpo, alma e espírito; para que estejamos a serviço do bem e da graça!

Deus abençoe você! 

Padre Roger Araújo – Sacerdote da Comunidade Canção Nova

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz

Procurai agradar somente a Deus

“Procurai agradar somente a Deus e deixai que os outros digam o que quiserem.” São Paulo da Cruz

Quantas pessoas estão procurando ajuda para enfrentar a vida de um modo melhor! Certa vez, um amigo médico me falou que boa parte dos seus pacientes não necessitava somente de remédios, mas muito mais de encontrar Deus. Quem encontra Deus vive.

Como encontrar Deus e viver? Os primeiros cristãos tinham o costume de repetir constantemente a Palavra de Deus. O motivo era muito simples: queriam inundar a mente  e o coração com as promessas de Deus. Fazendo isso eram mais capazes de reagir diante dos problemas da vida. Tinham a certeza de que Deus vinha a qualquer momento auxiliá-los.

Esta atitude serve de lição também para nós. E por quê? Quando aprendermos a dar para Deus todo o nosso ser, todas as nossas alegrias e tristezas, seguranças e inseguranças, no momento em que formos capazes de acreditar que Deus cuida dos nossos entes amados, do nosso trabalho, da nossa saúde, sentiremos a sua presença junto de nós. E aí experimentaremos uma ajuda como nunca sonhamos ser possível.

Deus se dá aos que se entregam e o buscam intensamente. Quem dá este passo se torna uma pessoa feliz, determinada e entusiasmada diante da vida.  

Em Jeremias 29,13 o Senhor nos dá uma promessa maravilhosa: Procurar-me-eis e me haveis de encontrar, porque de todo o coração me fostes buscar.

Por Padre Alberto G.

Adaptação: Portal Terra de Santa Cruz