Lançamento do livro “O Escravo Herói” – Beato Francisco de Paula Victor – Campanha/MG

No dia 23 de Setembro de 2017 foi lançado em Campanha o livro “O ESCRAVO HERÓI”. Uma obra que narra a história do Beato Francisco de Paula Victor (Beato Pe. Victor) de forma completa. Essa obra relata os passos do “Santo Pe. Victor”, um caminho de caridade, fé e santidade. A autoria do livro é do escritor Marcelo Nascimento, natural de Varginha/MG e está lançando sua terceira obra.

O lançamento aconteceu em Campanha, em frente à casa onde nasceu Pe. Victor. A cerimônia iniciou-se com a apresentação do autor do livro que, relatou aos presentes, o processo de criação desta obra; após, foi lido alguns trechos do livro por convidados do autor.

Marcelo Nascimento relatou sua devoção, amor e carinho pelo Beato Pe. Victor, segundo ele, esse sentimento vem do aprendizado que tivera com seus pais desde muito pequeno. Estiveram presentes na cerimônia a Secretaria de Cultura, Srª. Luciana Claudia e equipe, representantes da Folha Campanhense entre outros convidados e devotos do Beato Pe. Victor.

O livro também será lançado em Três Pontas muito em breve e em outras cidades da região sendo que uma segunda edição já está na editora, no Rio de Janeiro, logo estará disponível para compra.

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Em conversa com o autor após a cerimônia de lançamento, em um bate papo rápido ele explica o porquê do livro se chamar o “Escravo Herói” diz ele: “O título já diz tudo, o escravo herói; porque este titulo? As pessoas  terão que ler o livro…a capa do livro já convida o leitor à ler, o título já convida, eu vou saber o porque que o Pe. Victor é herói…ele foi um escravo herói, eu falo em um poema sobre ele,       [Petulante, onde já se viu naquela época um preto querer ser padre? Era impossível, era um herói]. Em plena escravidão, tempo onde tudo era difícil. O negro era uma mercadoria, não se dava valor a sua vida. Onde já se viu, um negro escravo querer ser padre! Era um cargo importante, tinha lei que proibia o negro de ocupar um cargo, principalmente dentro da Igreja, era uma ousadia… Pe. Victor dizia para Dona Mariana: espera aí! Se existe santo negro, São Benedito, Santa Efigênia e Nossa Senhora Aparecida. Se a Mãe de Deus pode ser preta, porque um preto não pode ser Padre?… Eu uso essa expressão “preta” criando um diálogo, é legal neste sentido”.

Em outro ponto da conversa, Marcelo me relata um acontecimento em sua vida onde atribui tal momento à intercessão do Beato, diz ele: “Eu faço a novena do Pe. Victor, esse ano fui todos os dias em Três Pontas fazer minha novena. No primeiro dia, no caminho de Três Pontas, um cavalo surge de repente na pista e ele veio para cima do meu carro, mas por questão de segundos, eu dei uma acelerada e o caminhão atropelou o cavalo e virou na pista e se esse caminhão tivesse virado quando eu estava passando segundos antes? Teria arrebentado meu carro e a gente não sabe qual teria sido nosso destino. Eu tenho certeza absoluta que foi a intercessão do Beato Pe. Victor naquela hora em que eu estava indo para novena que colocou sua mão ali. Então eu devo muito ao Pe. Victor, muitas outras coisas eu devo ao Santo Pe. Victor, ele pode contar sempre com meu carinho e respeito pois eu conto sempre com ele”.

Confira a entrevista completa com Marcelo Nascimento no vídeo abaixo.

Uma parte da renda da venda do livro “O Escravo Herói” serão destinadas às obras da primeira Igreja do Beato Pe. Victor no Brasil, que está sendo construída no bairro Pe. Victor na cidade de Varginha/MG.

A venda dos livros em Campanha serão no escritório paroquial no valor de R$30,00. Caro leitor do Portal Terra de Santa Cruz, adquira e se emocione com essa rica obra sobre o Bem Aventurado Francisco de Paula Victor. O campanhense e trêspontano, que ele interceda pela nossa querida cidade da Campanha que nesse ano completará 280 anos de história, sendo que o Beato Pe. Victor faz parte dela.

Por Bruno Henrique Santos – Gestor do Portal Terra de Santa Cruz

Campanha 23 de Setembro, 2017

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Portal Terra de Santa Cruz 

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PE. VICTOR 2017: Em Campanha/MG, lançamento do Livro “Escravo Herói” com programação religiosa especial e cerca de 50 mil fiéis devem passar por Três Pontas/MG na festa do beato.

No dia 23 de Outubro a Igreja no Brasil em especial a Diocese da Campanha celebra os 112 anos de morte de Padre Victor o Campanhense trespontano primeiro beato negro do Brasil.
Para bem celebrar este dia, fiéis em Campanha acompanharão a procissão com a Imagem do Beato saindo da Catedral de Santo Antônio para o morro do cruzeiro (Caminho de Oração Beata Nhá Chica e Beato Pe. Victor inaugurado no dia 22 de Dezembro do ano de 2016) onde haverá a missa solene. A procissão sairá às 07h da manhã.
Às 18h haverá o lançamento do livro “ESCRAVO HERÓI” Uma história que jamais pode ser esquecida. O evento será em frente a casa onde nasceu o Beato Padre Victor em Campanha/MG.
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Três Pontas/MG
A população de Três Pontas já se prepara para os festejos do Beato Pe. Victor com a tradicional novena do beato, celebrações ao longo do dia na Matriz Nossa Senhora D’Ajuda onde se encontra o túmulo e relíquias do querido e amado beato Pe. Victor.
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Foto: Conexão Três Pontas

Durante a madrugada do sábado dezenas de fiéis do Beato participarão da procissão da penitência e da alvorada musical. Sua Excelência Reverendíssima Dom Pedro Cunha Cruz presidirá a Santa Missa na capela do Padre Victor, na zona rural.

Além dos romeiros e fiéis de Três Pontas, diversos religiosos e religiosas devem comparecer nas celebrações do dia 23/09 bem como o clero diocesano da Campanha e os seminaristas das três casas de formação tendo em vista que os da casa filosófica já estão à caminho da cidade em peregrinação a pé. (Foto abaixo)

A imagem pode conter: 14 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé, atividades ao ar livre e natureza
Foto: Marly De Azevedo

Conheça a história do Beato Padre Victor 

Beatificação
A missa de beatificação de Padre Victor aconteceu no dia 14 de novembro de 2015, no Campo de Aviação, em Três Pontas. A celebração foi presidida pelo cardeal Ângelo Amato, responsável pela Congregação da Causa dos Santos. Na ocasião, a prefeitura de Três Pontas também decretou ponto facultativo para as repartições públicas.

A data de beatificação foi marcada depois que o Vaticano reconheceu, em junho de 2015, um milagre atribuído à intercessão do Venerável. O pedido foi feito pela professora Maria Isabel de Figueiredo, que não podia engravidar. Foram dois anos de tratamentos e muitas desilusões, até que ela pediu ajuda a Padre Victor durante uma novena em 2009. Um ano depois, a professora conseguiu engravidar de uma menina, contrariando todas as previsões médicas.

Conheça o hino do Beato Pe. Victor – letra

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Beato Pe. Victor, rogai por nós! 

Por Portal Terra de Santa Cruz

Referências: G1.com e Conexão Três Pontas 

Série Laudato Si, chega em seu último capítulo – confira! “Mudar de Rumo”

A série LAUDATO SI’ é uma adaptação radiofônica da ideia central que transpassa a encíclica do Papa Francisco: as mudanças climáticas estão arruinando a Mãe Terra e suas terríveis consequências prejudicam todos os seres vivos, especialmente os homens e mulheres empobrecidos por um sistema que já não se sustenta.

A ficção literária é que Francisco de Assis, que cantou ao irmão Sol e à irmã Água e que falava com as criaturas de Deus, tem agora a oportunidade de conversar com o Ar, os Peixes e os Pássaros, e também com o Ouro, o Milho Transgênico e a Chuva Ácida e com tantas criaturas que são cada vez mais afetadas pela irresponsabilidade dos seres humanos e suas empresas depredadoras do ambiente.

São 20 programas de uns 10 minutos cada um. Todos têm o mesmo objetivo: criar consciência sobre a indispensável cidadania ecológica. Sobre a urgência de mudar de rumo e superar o estilo de vida consumista, a cultura do descarte, um modelo de civilização tecnocrática, mercantilizada e ambiciosa que não é sustentável.

LAUDATO SI – LOUVADO SEJAS – ÚLTIMO CAPÍTULO

Diz o Papa Francisco em sua encíclica Laudato Si, Louvado Sejas:
As previsões catastróficas já não se podem olhar com desprezo e ironia. Às próximas gerações, poderíamos deixar demasiadas ruínas, desertos e lixo. O ritmo de consumo, desperdício e alteração do meio ambiente superou de tal maneira as possibilidades do planeta, que o estilo de vida atual – por ser insustentável– só pode desembocar em catástrofes, como aliás já está a acontecer periodicamente em várias regiões… A esperança convida-nos a reconhecer que sempre há uma saída, sempre podemos mudar de rumo, sempre podemos fazer alguma coisa para resolver os problemas. (Laudato Si, 161, 61)
E disse o Papa Francisco no Encontro com os Movimentos Populares na Bolívia:
Terra, teto e trabalho para todos nossos irmãos e nossas irmãs. Já disse e repito: são direitos sagrados. Vale a pena, vale a pena lutar por eles. Que o clamor dos excluídos se ouça na América Latina e em toda a terra.
PERGUNTAS PARA O DEBATE
1- Você é otimista ou pessimista sobre o futuro da Terra?
2- Você está de acordo com isso de que “Deus proverá”? Por que sim ou por que não?
3- Podemos ser cristãos sem ter consciência ambiental? O que significa cidadania ecológica?

 

 

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Papa no Angelus: abrir-se à alegria, à paz e à liberdade do perdão

“O perdão não nega o erro sofrido, mas reconhece que o ser humano, criado à imagem de Deus, é sempre maior do que o mal que comete”. Por isto, quem experimentou “a alegria, a paz e a liberdade interior que vem do ser perdoado pode, por sua vez, abrir-se à possibilidade de perdoar”.

O Papa Francisco dedicou a sua reflexão que precede a oração mariana do Angelus ao perdão, inspirando-se na passagem de Mateus proposta pela liturgia do dia.

“Perdoar setenta vezes sete, ou seja, sempre”, é a resposta de Jesus a Pedro ao ser questionado por ele sobre quantas vezes deveria perdoar. Se para ele perdoar sete vezes uma mesma pessoa já parecia ser muito, “talvez para nós pareça muito fazê-lo duas vezes”, observou o Papa.

Jesus ilustra a sua exortação com a parábola do “rei misericordioso e do servo perverso, que mostra a incoerência daquele que antes foi perdoado e depois se recusa a perdoar”:

“A atitude incoerente deste servo é também a nossa quando recusamos o perdão aos nosso irmãos. Enquanto o rei da parábola é a imagem de Deus que nos ama com um amor tão rico de misericórdia, que nos acolhe, nos ama e nos perdoa continuamente”.

Com o nosso Batismo – recordou o Santo Padre – Deus nos perdoou de uma “dívida insolvível”, e continua a nos perdoar “assim que mostramos um pequeno sinal de arrependimento”. E Francisco nos dá um conselho quando temos dificuldade em perdoar:

“Quando somos tentados a fechar o nosso coração a quem nos ofendeu e nos pede desculpa, nos recordemos das palavras do Pai celeste ao servo perverso: “eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?”.

“Alguém que tenha experimentado a alegria, a paz e a liberdade interior que vem do ser perdoado pode, por sua vez, abrir-se à possibilidade de perdoar”, sublinhou Francisco, que recordou que “na oração do Pai Nosso, Jesus quis inserir o mesmo ensinamento desta parábola. Colocou em relação direta o perdão que pedimos a Deus com o perdão que devemos conceder aos nossos irmãos: “Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”:

“O perdão de Deus é o sinal de seu amor transbordante por cada um de nós; é o amor que nos deixa livres para nos afastar, como o filho pródigo, mas que espera a cada dia o nosso retorno; é o amor contínuo do pastor pela ovelha perdida; é a ternura que acolhe todo pecado que bate à sua porta. O Pai celeste é pleno de amor e quer oferecê-lo, mas não o pode fazer se fechamos o nosso coração ao amor pelos outros”.

Ao concluir, o Papa pede que “a Virgem Maria nos ajude a sermos sempre mais conscientes da gratuidade e da grandeza do perdão recebido de Deus, para nos tornarmos misericordiosos como Ele, Pai bom, lento para a ira e grande no amor”.

Por Radio Vaticano

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